Os Invencíveis Azuis e Brancos: Vítor Pereira

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terça-feira, 15 de maio de 2012

FC Porto na liderança, com a exibição a estar longe de ser convincente.


Para recordar como se inventou a treta da nota artística e como com essa pressão continuada na comunicação social, se procurou destabilizar a equipa do FC Porto, colocando os seus adeptos contra a equipa.
Apesar do FC Porto ter vencido o jogo por 5-0, reparem como o jornalista carrega na tecla de que apesar de uma vitória com um resultado gordo, o futebol desenvolvido pela equipa do FC Porto não era brilhante e nem convencia.
Crónica do Jogo; FC Porto-Nacional, a 23-10-2011.
Os homens do Dragão chegaram ao intervalo a vencer por dois golos. Um resultado algo exagerado, apesar do seu maior domínio. Tiveram mais bola, mais futebol, mas nunca conseguiu ser brilhantes. Não entusiasmaram as bancadas. As oportunidades de golo, por exemplo, foram curtas em toda a primeira parte. Além dos lances dos golos, apenas uma jogada iniciada em Hulk e concluída com um remate de Belluschi, que Marcelo segurou com dificuldades, animou as bancadas. Foi pouco. Mas não apenas por culpa própria. Também por culpa do adversário. O Nacional foi sempre uma equipa organizada e a conseguir saídas rápidas para o ataque quase sempre concluídas com algum perigo.

A tranquilidade foi finalmente total para os adeptos do campeão nacional, que ainda viram, aos 90’, Moutinho oferecer o quarto golo a Kléber.

Para o fim estava guardado o melhor golo da noite, cortesia de Hulk, que não precisou de estar nos seus melhores dias para inventar um “chapéu”, digno de levantar um estádio.

Este é um claro exemplo da estratégia perseguida por todos os que sofrendo a humilhação da época anterior, procuravam por todos os meios travar a nova caminhada vitoriosa da equipa do FC Porto, que tinha feito um arranque de campeonato soberbo, e encontrava-se novamente na liderança.
Apesar de já estar a vencer pro 3 a 0, frente ao Nacional no Dragão, repare que é do interesse do jornalista continuar a colocar a tónica na falta de confiança e de tranquilidade, querendo demonstrar que a equipa não tinha categoria suficiente, para se impor na liderança do campeonato. Na verdade, é que de tanto passarem esta mensagem sobre a treta artística, o que no principio da época era um problema de fácil resolução, a meio da época chegou a ser um enorme, complicado e estrondoso problema, com convulsões na Champions, na taça de Portugal frente à Académica, terminando com as derrotas pesadas frente ao Manchester City, e Gil Vicente. 
Felizmente o banho de humildade a limpeza dos descontentes, e a entrada de um jogador experiente com a fama de El Comandante, e sendo o barco empurrado pela força bruta do super herói Hulk, a equipa tomou o rumo certo para atingir o título de campeão, acabando com o título da melhor defesa, o melhor ataque, e só com uma derrota com muita paixão, consagrando o patinho feio e sem experiência, Vítor Pereira.
Que nos sirva de lição para o futuro, e que nunca se esqueçam da música abaixo colocada;
oooooooohhhhhhhh mágico Porto
graças a deus não nasci lampião…
Porto, meu grande amor,

eu dou a vida para seres campeão!

domingo, 13 de maio de 2012

FC Porto provoca inferno de euforia nos Aliados.


"Só um pouco mais de azul e de euforia porque amanhã é outro dia". Nem de propósito. Foi este o verso que apresentou o bicampeão nacional à Avenida dos Aliados para a terceira festa consecutiva pela conquista do título. Eram 22h25 quando o autocarro que transportava os jogadores e a equipa técnica conseguiu, finalmente, penetrar no imenso mar de gente - eram muitos milhares - que por uma hora esqueceu a crise e comemorou com os heróis de mais uma conquista. Rafa não jogou, nem sequer foi inscrito por causa de uma grave lesão, mas não foi esquecido e exibiu orgulhosamente uma bandeira de Portugal... A única.



Com o 26 nas costas, o número de campeonatos conquistados pelo clube, os jogadores exibiram o troféu para a multidão eufórica. Fumos, cânticos e muita cerveja a acompanhar. Para beber e molhar. Ninguém escapou ao banho perante o olhar feliz de Pinto da Costa, que acompanhou tudo desde a varanda... Não a da Câmara, que manteve as portas fechadas, mas a da sede do clube, mesmo ali ao lado.
Era o início da aventura entre o povo que durou mais de uma hora. A um ritmo lento, com muitas paragens, o autocarro lá foi furando. Sapunaru e Djalma iam animando a malta, não que fosse preciso, e Vítor Pereira não foi capaz de esconder a emoção perante mais uma demonstração de carinho dos adeptos, definitivamente satisfeitos com a sua continuidade, garantida horas antes pelo presidente portista. Três quartos de hora e muitos cânticos depois o autocarro deu a volta no fim dos Aliados e iniciou o regresso ao Vitalis Park. 





Agora, num ritmo mais acelerado, apesar de o povo não arredar pé. Hulk, João Moutinho e Lucho, um dos mais discretos, repartiram a atenção dos portistas até ao cimo da rua. A festa estava no fim, mas do autocarro ficou a promessa: "Para o ano há mais".
A emoção de Vítor Pereira, perante o carinho dos adeptos, batendo muitas vezes com a mão no coração e no emblema do FC Porto, deixando no ar a promessa de que para o ano haveria novamente motivos para festejar.
Fantástico o ambiente, a cor, o agitar das bandeiras e a emoção na resposta dos adeptos ao hino " Mágico Porto".

sábado, 12 de maio de 2012

Hat-trick do goleador do FC Porto, que andava desavindo com as redes adversárias.


Para os egos inchados e assobiadores profissionais, embrulhem mais esta;
Presidente dos dragões pôs fim às dúvidas em torno do futuro do treinador no FC Porto.
Vítor Pereira vai continuar no comando técnico do FC Porto na próxima temporada. A confirmação foi dada pelo presidente dos dragões, Jorge Nuno Pinto da Costa, à chegada a Vila do Conde.
Afinal o hat-trick foi conseguido pelo jogador menos indicado para o conseguir, já que todos esperavam por Hulk e acabou por ser Kléber. Sim esse mesmo, que hoje fruto da inexistência da pressão competitiva, resolveu hoje mostrar um belo serviço, quando se tinha divorciado com as balizas adversárias desde os primeiros jogos do campeonato.
O FC Porto venceu este sábado o Rio Ave, na última jornada do campeonato, por expressivos 5-2, num dos jogos com mais golos da temporada. Kléber foi a figura da partida, com três golos.
Começou melhor o FC Porto, quando James isolou Djalma e o angolano, na cara do guarda-redes, atirou rasteiro para o 1-0 (14 minutos). Ainda o Rio Ave não se tinha refeito do primeiro golo e já sofria o segundo, por James, a concluir uma boa jogada conduzida pelo lado esquerdo do ataque dos "dragões".
O Rio Ave tentava responder, essencialmente procurando a cabeça de Jõão Tomás, e reduziu aos 42', de grande penalidade. O árbitro assinalou uma falta sobre o avançado e o próprio João Tomás fez o 2-1.
Cinco minutos depois do intervalo, Kléber fez o 3-1, perante a passividade dos centrais do Rio Ave. Com um toque subtil à saída do guarda-redes, marcou o primeiro dos seus três golos. Cristian Atsu, jogador do FC Porto emprestado ao Rio Ave, ainda fez o 3-2, na cara de Bracalli. Mas acabou aí o fôlego dos vila-condenses.
E entrou em cena Kléber. Primeiro aproveitou um lance que parecia perdido para um domínio e remate perfeitos, no coração da área. Depois surgiu descaído sobre a direita e desferiu um remate cruzado, aos 90', que fechou a contagem. Mais uma vez, uma enorme demonstração de profissionalismo por parte de Hulk, que pensou mais no colectivo e nos colegas, do que em si próprio. 
Agora e para fecho com chave de ouro, vamos festejar à grande no coração da cidade do Porto, já que este campeonato foi de algum sofrimento, mas com um gozo tremendo. 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Vítor Pereira e o vôo de Falcao


O treinador do FC Porto, Vítor Pereira, mostrou-se imune às críticas oriundas de vários sectores do Benfica sobre a conquista da Liga portuguesa de futebol pelos “dragões”, considerando que “ficaria admirado se reconhecessem mérito”.
“Já estávamos à espera disto. Nós neste clube estamos preocupados é em melhorar no próximo ano em vez de nos preocuparmos com coisas que não existam. Quem quiser comprar que compre”, referiu o treinador já virtual campeão nacional.
O treinador considerou “indiscutivelmente” Hulk como o melhor jogador do campeonato e fez ainda “mea culpa” da reacção após a derrota em Barcelos, em que disse que as faixas podiam ser já entregues ao Benfica, por ter sido um jogo com uma arbitragem infeliz.
Esta profissão é um desafio permanente. Há momentos das épocas em que a tensão é enorme. Vou dar provas ao longo da minha carreira que tenho competência para ganhar títulos. É preciso muito trabalho, dedicação, competência, um bom plantel e uma boa estrutura”, disse.
O treinador negou que a equipa iria jogar o último jogo toda “virada” para Hulk, com o intuito de ajudar o brasileiro a chegar ao topo dos melhores marcadores, mas não escondeu que a conquista dos títulos individuais constitui um atractivo suplementar.
“Não temos por hábito isso. O que conta é o colectivo, a equipa”, adiantou. Vítor Pereira formulou ainda o desejo de terminar a época com o melhor ataque e defesa.
Ainda de acordo com o técnico, o FC Porto viveu momentos difíceis, como a eliminação da Liga dos Campeões e da Taça de Portugal, pela Académica, que marcou o tomar de consciência que o clube tinha de arrepiar caminho e focar mais naquilo que eram os objectivos.
“Foi um momento fundamental para nós. Às vezes nas derrotas, por muito dolorosas que sejam, surgem os momentos de viragem. E foi o que nos aconteceu. Levou-nos ao título num campeonato bem disputado e discutido jogo a jogo”, referiu.

Será que a resposta ao porquê das derrotas acima mencionadas por Vítor Pereira, não estarão nas afirmações que se seguem, com um personagem  indíscutivel?  
Senão vejamos;
O mundo do futebol ficou em êxtase com a exibição do avançado do Atlético de Madrid na final da Liga Europa. O colombiano é o dono da prova e bateu todos os recordes. O seu futuro é uma incógnita.
O colombiano é uma máquina de golos: os 35 nesta época em todas as competições tornam-no a melhor contratação deste século em Espanha
E foi mais longe, ultrapassou não só o uruguaio e o argentino, como estendeu o seu reino: desde o ano 2000, nunca ninguém marcou tanto como ele numa época de estreia em Espanha. Nem Cristiano Ronaldo, nem Ibrahimovic, nem Forlán, nem Villa. Os seus 35 golos são um novo máximo.
Já agora; Falcao mostrou a Pinto da Costa que estava errado. Repetiu o sucesso no FC Porto, quase a papel químico.
Como é? Pinto da Costa enganou-se? Que ganhou Falcao no Atlético que já não tinha ganho enquanto jogador do FC Porto? Repetiu a papel químico o que ganhou no FC Porto? Será que ganhou o campeonato espanhol, a taça de Espanha ou a bola de prata? Então como poderemos afirmar que Pinto da Costa se enganou, e que Falcao repetiu a papel químico o que tinha ganho no FC Porto?
Sim nós percebemos. Fica bem afirmar que Pinto da Costa se enganou e que no FC Porto o que se ganha, se pode ganhar em qualquer lado. Tudo banal e corriqueiro. Felizmente o que se provou, é que Pinto da Costa deveria ter sido muito mais duro, na venda de Falcao, já que o jogador provou que era e é “grande de mais” para um clube como o Atlético de Madrid, como agora se vê, já que pelos vistos nem ao 4º lugar da Liga Espanhola poderão chegar, e que lhes dará acesso à Champions League. A ver vamos.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Vítor Pereira e a explicação de mais um título de campeão.


Na conquista de mais um título de campeão nacional de futebol, o nosso grande presidente Pinto da Costa, proclamou ao mundo o supremo valor de uma equipa com jogadores à porto
E que significaria exatamente essa distinção, para lá do óbvio de todos eles vestirem a camisola azul e branca com o emblema de dragão ao peito? O próprio presidente forneceu a resposta ao facto; Estes jogadores ao contrário de outros, não falham nos momentos decisivos.
Explicação mais certeira, concisa e direta, não existe. Para algumas almas aziadas e atónitas sobre a conquista de mais um campeonato pelo FC Porto, explicamos o que lhes sucedeu, tendo em conta esta afirmação de Pinto da Costa. Quando o Benfica chegou a ter 5 pontos de vantagem sobre o FC Porto, todos se entusiasmaram e com sorrisos de orelha a orelha, festejaram a conquista antecipada do campeonato, sem se darem conta de que o FC Porto tinha cedido a liderança, fruto de uma arbitragem com muita Paixão, e de um empate na casa do outro pretendente ao título que neste caso era o Sporting. Com a vantagem adquirida pelos vermelhos, onde abundavam a sobranceria, colinho dos mesmos do costume e alegria desmesurada, minguavam a convicção, o saber, a raça e a determinação, dos verdadeiros campeões. Por isso e após a conquista da vantagem por parte do FC Porto, os jogadores azuis e brancos uniram-se que nem uns Dragões, sofreram, resistiram à pressão descontrolada da comunicação social e à promoção individual de possíveis saídas e contratos milionários, e venceram o campeonato com uma força coletiva que alcançou muito mais do que a soma das partes.
Isto é que é um campeão.

Ano após ano o FC Porto, ensina a quem quiser ver com olhos de ver, como é que se fazem campeões. Para a maioria triste e ressabiada, fica sempre a dúvida do mérito por causa dos árbitros, da lua, da treta da nota artística dos ventos e das marés, pois é isso que lhes vendem até ao nojo supremo. Que continuem porfiadamente nesse caminho, é o nosso secreto e enorme desejo. Pois enquanto assim for, é sinónimo que o FC Porto, ficará sempre abrigado de surpresas difíceis e desagradáveis, e mais conquistas e alegrias poderemos festejar.
Um campeão é forjado na atitude, na organização, na estratégia, na elaboração de uma indiscutível cultura vencedora, em que o clube está e estará sempre acima do individual, e no genuíno respeito por um amplo conhecimento do que representa hoje, o complexo mundo do futebol mundial.
Como dizia o Maradona; Que la siguen….


domingo, 29 de abril de 2012

Vítor Pereira e o titulo de Campeão Nacional do FC Porto


Com Hulk e James Rodriguez a brilhar, a quem se juntam Fernando, Maicon e Lucho Gonzalez, foram os jogadores chave do plantel portista, que este domingo se sagrou campeão nacional de futebol.
Responsáveis, até ao momento, por mais de um terço dos golos dos "dragões", o brasileiro (14) e colombiano (12) disfarçaram os vários "eclipses" dos três pontas de lança que Vítor Pereira teve ao seu dispor.
Aliás, o assunto "ponta de lança" foi bem cedo uma equação constante no quotidiano dos "dragões", começando pela saída do colombiano Falcao, a poucos dias do início da época, não permitindo à SAD portista uma "reação" adequada.
Sendo também verdade que não se encontram "falcões" de área ao virar da esquina, o FC Porto arrancou com esperanças em Kléber (seis golos) e Walter (dois), acabando este por ser emprestado, em dezembro, ao Cruzeiro, "substituído" pelo austríaco Mark Janko (quatro).
Se Hulk voltou a ser, consensualmente, o jogador mais em foco, tanto pelos 14 golos como pela dinâmica que empresta ao ataque portista, já James Rodriguez teve períodos de ausência, devido ao Mundial Sub-20 e às opções de Vítor Pereira.

Porém, o jovem sul-americano foi um dos protagonistas do título, a par (e pelas mesmas razões) de Hulk, com a particularidade de ambos terem, até, marcado num dos jogos do título: no Estádio da Luz, a 02 de março, na vitória sobre o eterno rival Benfica, por 3-2.
O golo dessa vitória, apontado em posição reclamada por toda a comunicação social aziada, seria porém, marcado por um dos jogadores de quem, talvez, não se esperasse tamanho exemplo de abnegação durante a época: o defesa brasileiro Maicon. Jogou a defesa direito, numa aposta pessoal do treinador Vítor Pereira, dando à equipa mais rapidez e altura na recuperação da sua defesa, e permitindo o crescimento dos conhecimentos táticos deste jogador. No fim, mais uma bofetada de luva azul e branca de Vítor Pereira, a todos os seus detratores. Maicon cresceu, e a equipa do Fc Porto ganhou uma defesa de betão.
Muito utilizado na ala direita da defesa, por impedimentos de Danilo (só chegou em janeiro) e Sapunaru, ou meras opções técnicas, Maicon correspondeu de forma eficaz, mas acabou por ser no centro da defesa que se impôs, assinando exibições de grande qualidade, contrastando com a irregularidade de Rolando e Otamendi nesse setor.

O quarto jogador-chave do sucesso "azul e branco" foi, uma vez mais. o médio brasileiro Fernando, que até começou a temporada com a cabeça mais "fora" da equipa do que o exigido.
Mas, quando se pensava que a sua motivação seria prejudicada pelas chamadas do "mercado" durante a pré-época, o médio defensivo correspondeu de forma muito positiva e rapidamente se percebeu -- à custa de ausências por lesão -- que a equipa era bem mais forte com ele em jogo.
Outros jogadores também foram fundamentais, embora nenhum além do exigível, como Helton, João Moutinho, Sapunaru e Álvaro Pereira.
Mas, a escolher um quinto elemento, entroncando nos critérios de mais-valias para o coletivo, então também Lucho Gonzalez merece uma referência em mais uma página do sucesso dos "dragões". "El Comandante" regressou ao FC Porto, transferido do Marselha, em Janeiro e, além do seu futebol em campo, esperava-se dele o que ele cumpriu: o peso da experiência e o conhecimento da casa na gestão das emoções dos colegas, no balneário.

Aquém do esperado, admitindo várias vicissitudes por que todos passaram, estiveram Kléber, Walter, Varela, Rolando e até Janko, mas este mais pela ansiedade criada em torno da figura de um ponta-de-lança que pelo trabalho efetuado e os golos conseguidos.
Depois do Andebol, hoje o Futebol. Mais dois títulos para Pinto da Costa e para toda a nação azul e branca. Fantástico.
Parabéns a todos os adeptos que tanto almejaram e lutaram por este título, mesmo quando muitos dos adeptos azuis e brancos, embalados pelo canto da sereia da comunicação social, se atiravam ao técnico Vítor Pereira. Mais do que ninguém VP e Pinto da Costa merecem e muito este título, por tudo que passaram e sofreram nesta época competitiva. Felizmente a organização do FC Porto aprendeu e muito com o que tinha ocorrido em 2004-2005, com a saída de outro Vítor de seu nome Fernandez.
Somos campeões…nós somos campeões!

Ecos da ilha, na caminhada para o título do FC Porto.


Hulk…Hulk…Hulk…Hulk; Quem tem Hulk tem tudo. Esteve em todos os lances do jogo, pela direita, pela esquerda, pelo centro e até na defesa. Fabuloso jogador que a jogar assim de certeza será o último ano que poderemos desfrutar de o ver com a camisola do Porto.

Marcou nos últimos três jogos - cinco golos nas últimas três jornadas para ser mais preciso - e surge na fase decisiva do campeonato para desequilibrar os pratos da balança. É certo que bisou com duas grandes penalidades, mas a verdade é que acabou por estar envolvido em quase todos os lances de perigo do FC Porto. Acertou num defesa (12'), quase marcava a passe de Lucho (68'), antes de devolver a gentileza ao argentino (86'), que falhou escandalosamente, e ainda meteu a bola em Djalma no lance do segundo penálti.

Pinto da Costa;
Pinto da Costa não faz questão de antecipar para hoje a festa. Para o presidente do FC Porto, "não tem o mesmo sabor ser campeão no sofá. Bonito é no estádio, seja qual for. Por mim, gostava que não fosse amanhã [hoje]", surpreendeu. E, aconteça o que acontecer no Rio Ave-Benfica de hoje, o FC Porto "vai encarar o jogo com o Sporting com a mesma seriedade, embora mais à vontade, porque faltam dois pontos em dois jogos e isso torna a pressão menor".

Para os que dizem que este é um campeonato sofrido, Pinto da Costa responde com ironia. "Não sei o que é isso. Sofrido é quando dói alguma coisa, mas a mim não me dói nada. Se estão a falar em dificuldades, ainda não vi muitos jogos que alguém tivesse ganho sem dificuldades", atirou. O de ontem, contra o Marítimo, foi mais um. O Marítimo não merecia um resultado mais desfavorável"

Vítor Pereira;
A vitória do FC Porto "é justa" e o árbitro "não merece ser questionado". Vítor Pereira está seguro de que "os penáltis são penáltis" e não se lembra "de mais nenhuma situação que pudesse influenciar o resultado". Para o treinador, "o jogo foi resolvido pelos jogadores" e com "mérito". "Ganhar por 2-0 nos Barreiros não é para qualquer um; provámos a nossa qualidade e o nosso carácter", sublinha. "A equipa deu um passo importante para revalidar o título", admite, mas nem por isso vai adormecer à sombra do amplo favoritismo que agora todos lhe reconhecem. "Ainda não conquistámos o título. Queremos vencer os dois jogos que faltam e, se possível, festejar na nossa casa e comemorar com os nossos adeptos. Abordamos os jogos sempre da mesma forma, com sentido de vitória. Não vamos tirar o pé do acelerador nem nos vamos desconcentrar. Vamos estar focados no objetivo", prometeu.
Naturalmente satisfeito com o resultado, Vítor Pereira não está, nesta fase, preocupado se o FC Porto joga melhor ou pior. "Há vitórias mais sofridas e outras menos. Este é um campeonato muito competitivo", aponta, no reforço de uma ideia que há muito vem a veicular. "Importa salientar a qualidade das duas equipas. Provámos qualidade e carácter. Os meus jogadores estão de parabéns", continuou.

Quanto ao Pedro Martins, aconselho a ler o tribunal da arbitragem de um conhecido jornal, para que não perca a sua “ inteligência”, depois de tomar um cházinho de cidreira para os nervos e para a azia;http://www.ojogo.pt/28-120/artigo983212.asp

quinta-feira, 19 de abril de 2012

E tudo poderia ter sido mais fácil para o FC Porto.


Radamel Falcao estabeleceu o resultado final em 4-1 aos 78 minutos, com o seu décimo golo na prova, numa jogada espectacular.

Sabemos que não é a altura certa para o afirmar novamente, já que o FC Porto tem que estar unido e concentrado em alcançar o título de campeão nacional de futebol. MAs mesmo assim não resistimos em colocar a nossa opinião.

Pelo que se viu hoje, na exibição de Falcao, só um distraído não admite a falta que este tipo faz ao FC Porto actual. 

Pois mas a culpa é do Vítor, não o tal que ainda não movimentou um dedo que seja na direcção do Cristóvão que não o Colombo, mas o outro o que treina o FC Porto, e dizem ser muito fraquinho.

Contudo, mais uma vez a marca FC Porto a marcar a diferença, e a estar de parabéns pela qualidade acima de qualquer suspeita, no produto que vende a excelente preço.

Sabemos que queremos chegar ao título, mas ainda faltam quatro jogos.


O treinador Vítor Pereira disse nesta quinta-feira que ainda não se sente campeão, mas admitiu que uma vitória no sábado frente ao Beira-Mar, em jogo da 27.ª jornada da Liga de futebol, deixa o FC Porto mais perto do título.
Vítor Pereira, que falava na antevisão do jogo com o Beira-Mar, no Olival, em Vila Nova de Gaia, defendeu que a equipa está “alerta”, “tranquila”, com a “máxima confiança” e “focada” para atingir esse objectivo.
“Os quatro jogos que faltam são de grau de dificuldade superior e este com o Beira-Mar não vai fugir à regra”, referiu Vítor Pereira, lembrando que o FC Porto vai defrontar uma equipa que luta pela manutenção e vai querer conquistar pontos no Dragão.
Ainda de acordo com o treinador portista, o Beira-Mar possui uma equipa “bem organizada, agressiva, que actua com um bloco baixo e tenta tirar rendimento no contra-ataque da velocidade dos seus jogadores”.

Vítor Pereira adiantou que “estes serão os argumentos do Beira-Mar para contrariar o jogo do FC Porto”, que terá de jogar de forma concentrada, para garantir os três pontos e proporcionar mais uma alegria aos adeptos”.
Questionado sobre se já se imaginava a comemorar o título, Vítor Pereira disse que nunca foi muito de sonhar, dado que é mais agarrado à realidade, e adiantou que ainda faltam quatro jogos.


“A equipa está apenas focada no próximo adversário, que é o Beira-Mar, somar no sábado os três pontos e aproximar-se do objectivo concreto que é a conquista do título nacional”, adiantou Vítor Pereira.
O treinador descartou ainda comparações com outras situações vividas no campeonato, de perda de pontos após conquistas importantes, como aconteceu com a Académica, referindo que “todos os jogos são diferentes, bem como os momentos em que se disputam”.
“Estamos a quatro jornadas do fim e estamos na frente. Sabemos que queremos chegar ao título, mas ainda faltam quatro jogos”, defendeu Vítor Pereira, tecendo ainda críticas às tentativas de desvalorização do nível competitivo da prova.

O treinador estranhou que “em 15 dias”, ou seja, depois de o FC Porto ter ampliado a vantagem na liderança, “se tenha passado de um campeonato competitivo para um fraco e que digam que este FC Porto seja o mais fraco das últimas épocas”.
Ainda segundo o treinador, “o discurso de há duas semanas era um, seguia no sentido de um grande mérito da equipa que ganhasse o campeonato, e agora, embora ainda não esteja ganho, há uma inversão do discurso”.

sábado, 14 de abril de 2012

O FC Porto corre o risco de ser campeão com um ambiente irrespirável no balneário.


Que chatice, caros amigos e leitores. Já viram o título? Esta equipa do FC Porto corre o risco de ser campeão, com um ambiente irrespirável no balneário. Será que não vale? Será que teremos que devolver as faixas se formos naturalmente os campeões conforme sonhamos e desejamos?

Depois de ler este lixo tóxico diário, de gente que gosta muito de fazer as coisas por outro lado, como o demonstram a noticia abaixo, nem sabemos se nos devemos rir, ou ter pena de mentes tão  doentias e perversas. Ora aqui fica parte do que estas almas fomentam aos sete ventos;

Mesmo com quatro pontos de vantagem sobre o 2º classificado, Benfica, a apenas quatro jornadas do fim, os problemas sucedem-se, refletindo-se muitas vezes no relvado.
Segundo apurou o Correio Sport, o descontentamento de alguns elementos do plantel agudizou-se após o regresso de ‘El Comandante’, em Janeiro. Fontes contactadas confirmaram que o argentino é, de facto, o chefe do balneário. Além disso, o médio joga como lhe apetece, raramente corre muito e só é substituído quando pede.
Vítor Pereira já era confrontado com falta de liderança desde o início da época, mas a situação agudizou-se nos últimos tempos. Cristian Rodríguez, mais do que a altercação com João Moutinho (chegaram às agressões num treino), caiu em desgraça quando insultou o treinador, por discordar de uma decisão.
Rolando praticamente assinou a guia de saída quando atirou a camisola ao chão, após ser substituído no jogo com a Académica (1-1), em Março. Pinto da Costa não perdoou o gesto do defesa e disso deu conta ao treinador.
Álvaro Pereira, que na pré-época não escondeu o desejo de se juntar ao ex-treinador, André Villas-Boas, no Chelsea, tem sido um dos mais inconformados com o estado de coisas e, tal como Rolando, reagiu intempestivamente ao ser substituído, aos 63’, frente ao Braga, no sábado passado (2-1). As câmaras de televisão captaram-no a vociferar e a dar socos e pontapés no banco de suplentes, em sinal de revolta.

Mas esta gente não se enxerga? Tantos problemas e tantas confusões, e mesmo assim estamos em primeiro na tabela, e com uma vantagem de 4 pontos, sobre a mais melhor equipa do mundo, e sobre aquela que gosta da ilha da Madeira?
Caramba. O FC Porto é mesmo imponente e mágico, para conseguir superar todos estes enormes obstáculos. Se existe momento, em que todos os adeptos do Porto se devem unir e esquecer as divergências com jogadores ou treinadores, este é o momento certo. Porque estes ataques, não são situações banais e naturais. Isto é interesse em dar a volta ao tabuleiro, para que a equipa que hoje está em desvantagem, ganhe a disputa.

Mas não contentes com estas brilhantes jogadas de carrinho à margem das leis, ainda se lhes permitem terem a veleidade de arranjar desde já um novo treinador para o FC Porto, bem como informar já o grupo de jogadores do Porto, o que os espera no futuro. Nunca pensei que estivessem tão interessados no nosso sucesso. 

Nunca mais chega o dia do jogo entre o FC Porto e o Beira Mar, para lhes retirar um pouco mais da vã esperança que ainda acalentam, e arrumar de vez com estes "trengos" todos.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

FC Porto, e a luta pelo campeonato que ainda não está ganho.


Festejar e lançar os foguetes antes do tempo, não faz parte do nosso ADN. No FC Porto, é no culto do trabalho em grupo, na responsabilidade, na paixão, e na concentração, que se constroiem os grandes campeões.

Se houvesse necessidade de mais alertas e chamadas de atenção, para os perigos que ainda vamos ter que enfrentar para atingir o tão ambicionado título, o mestre da táctica, veio hoje prestar-nos esse favorzinho. Veio ele mostrar e demonstrar que o FC Porto não deve deixar-se embalar no canto da sereia, que nos tem lançado nestes dias, após a derrota do nosso principal adversário.

Afirmações fortes e com convicção;
Apesar dos quatro pontos de atraso em relação ao líder, Jorge Jesus acredita que é possível ultrapassar o FC Porto e conquistar o título nacional. “Ainda faltam quatro pontos e temos uma palavra a dizer”, referiu. O técnico rejeitou ainda a ideia da possibilidade da época ser considerada um fracasso. “Estávamos em quatro competições e para já só falhámos numa. Fomos eliminados da Taça de Portugal, na Champions atingimos os objetivos financeiros e desportivos, temos uma final para jogar amanhã e estamos na luta pelo campeonato”.

Cabe ao conjunto azul e branco dar-lhe uma forte e agressiva resposta dentro do campo, e demonstrar já no próximo jogo frente ao Beira Mar, que o nosso adversário fica com menos uma hipótese para atrapalhar o nosso destino.

Só para relembrar, não se esqueçam que ainda temos que jogar frente à equipa do mestre do "guardanapo", que é frequência habitual na tribuna do estádio do nosso concorrente, bem como contra aqueles que sendo funcionários e corpos directivos de um clube, conseguem ser indiciados por suposições que afectam os clubes de futebol, mas que afinal só afectam o seu nome individual, sem colocar em causa o seu próprio clube. Divinal! 
Será que também na altura, não era um agente desportivo?

Quanto a este; 
Falcao garante que tem "um grande carinho pelos adeptos" e pelo clube. "Marcou-me muito, foi importante para a minha carreira", frisou, manifestando o desejo de ver os portistas torcerem pelo triunfo dos colchoneros na Liga Europa. "Espero poder repetir o feito da Liga Europa esta época com o Atlético de Madrid. Sei que os portistas também vão estar a apoiar-me", atirou. Sapunaru, pelo menos, já o fez publicamente. 

O Vítor Pereira deve ter achado muita piada, à tua fuga para Madrid, após a vitória do FC Porto frente ao Guimarães. Não te esqueças que nos fizeste passar as passas do Algarve neste ano competitivo, por falta de um ponta de lança digno desse nome, e ainda queres que te  manifestemos o nosso apoio? 
Só se jogares a final contra os viscondes de verde e branco, porque se for contra outro clube qualquer, não contes com o nosso apoio. Para nós só existe o grande FC Porto, e a frase; "Largos dias tem cem anos".

quinta-feira, 12 de abril de 2012

O jogo sujo contra o futebol, e principalmente contra o FC Porto.

Palavras para quê?
Isto foi  publicado hoje numa das principais páginas de um dito jornal diário desportivo, muito isento, e fiável. 
O circo não desarma a barraca, e ponto final.




Pelos vistos, a coisa esta a apertar para o topo das Avenidas entre campos, lá para os lados de beira tejo…

A Polícia Judiciária iniciou esta manhã uma operação de buscas que abrange as instalações do Sporting, mas também a residência e a empresa de segurança de Paulo Pereira Cristóvão, dirigente dos "leões". Em causa estão suspeitas de uma armadilha montada ao árbitro auxiliar José Cardinal.
O caso do depósito de 2000 euros em notas, feito num banco da Madeira, na conta de Cardinal, ganha agora novos contornos. Ao que o PÚBLICO apurou, as diligências feitas em Alvalade e na casa e empresa de Pereira Cristóvão prendem-se com a suspeita de que o dirigente possa estar envolvido no caso.
José Cardinal, recorde-se, foi afastado do jogo Sporting-Marítimo, a contar para a Taça de Portugal, "por motivos pessoais". Foi esta a explicação avançada na altura para a ausência do auxiliar, que pertence à Associação de Futebol do Porto.
Os "leões" acabariam por vencer o jogo por 3-0 e, no final do encontro, Pedro Martins, treinador dos insulares, fez um comentário curioso: "Se calhar, o melhor é fazer como o senhor Cardinal e ficar em casa".


quarta-feira, 11 de abril de 2012

Que o FC Porto se mantenha na máxima concentração competitiva

A felicidade com que li ontem e hoje os jornais diários principalmente as crónicas daqueles ditos conhecedores da matéria desportiva, é deveras emocionante e gratificante. Nunca a máxima, " A vingança serve-se fria", esteve tão actual e bem bem aplicada, como nesta situação que se vive no nosso concorrente directo, e principalmente na contestação ao seu treinador principal.

Há algum tempo atrás, bradavam aos sete ventos, que Jorge Jesus e o seu Benfica, eram uma máquina de jogar a bola. Uma maravilha da tecnica e de notas artisticas. Eram um rolo compressor de futebol de ataque, qual cilindro espectacular. Renascia o mito e a atitude guerreira da equipa, cheios de raça e bravura, que esmagavam os adversários que ousavam contestar tão superior equipa.


De arbitragens e de casos dos túneis e castigos atípicos, aplicados a árbitros como por exemplo a Pedro Proença, ou a jogadores adversários como Lisandro, apelidado de batoteiro ou a Hulk e Sapanuru, nem uma palavra de desmentido, que fosse. A verdade para a construção do mito, não se compadecia com essas coisas tão simples e banais, como sejam, o de contar a verdade nua e crua. Havia que manter a plebe contente e subjugada à verdade do mito avassalador, sem contestação.


Para reforço do mito, não se contentavam por enaltecer o colosso, muito mais do que a realidade o demonstrava. Havia que lançar a desorganização, a chacota e a maledicência sobre os adversários em especial sobre aquele que se veste às riscas verticais, de azul e branco.
Assim, no outro campo mais precisamente na barricada azul e branca, Vítor Pereira era o patinho feio, e a equipa do FC Porto vencia sem convencer, e sem mérito de qualquer jogador ou técnico. Era tudo feio e triste, e nem pinga de jogadas ou de artistas da bola. Não contentes com os adjectivos prejurativos com que brindavam a equipa do FC Porto e os seus elementos desde o inicio desta época competitiva, procederam de imediato à divulgação de que a saída do técnico principal Vítor Pereira, estaria para acontecer mais dia menos dia, devido à contestação interna de jogadores e mesmo de apoiantes, sócios e simpatizantes. Chegaram ao ponto de lhe fazerem o prognóstico que estaríamos perante um personagem, sem qualquer tipo de futuro como técnico principal de uma equipa de futebol, quanto mais um futuro risonho, de se tornar campeão. Isso não porque essa situação, estaria só destinada a ser vivida pelos seus eleitos, e nunca por um contestado.


Hoje, esses mesmos que num passado recente e armados em donos da verdade, cantavam noticias e opiniões traçando futuros negros a uns, e brilhantes a outros mediante as suas preferências clubisticas, são os mesmo que pedem a cabeça de Jorge Jesus, idolatrado até à exaustão como ainda recentemente se viu nos episódios da Liga dos Campeões. A final dessa competição, seria o destino mais que certo de tão eloquente treinador e de tão brilhante naipe de jogadores. As etapas preliminares, seriam meras formalidades a descontar, tal a superioridade evidenciada pelo mestre da táctica e da sua equipa, qual cilindro demolidor. O Chelsea já tremia como o demonstrou Drogba, só de saber que iria defrontar tão forte equipa.


Hoje e ainda não refeitos de terem descido do trono, em todas as competições importantes, procuram já os culpados de tão indigna posição em que se encontram.


Como por exemplo, o que hoje, um desses escribas arautos da verdade iluminada, escreveu num diário desportivo, é de uma provocação atroz à equipa do FC Porto, e à pessoa do seu treinador principal azul e branco; 
Senão vejamos;
“É certo que Proença, Capela ,Soares Dias passam a ser protagonistas – e não figurantes, como deviam – do campeonato.
Chegou a hora de acertar contas com ele ( Jorge Jesus ). Para logo a seguir começar a avaliação da estrutura directiva e do próprio presidente , que prometeu mais do que deu.
Custa aos adeptos do Benfica assitir a isto. Mas também custa aos amantes do futebol perceber que no seu país, um técnico irremediavelmente mediocre como Vítor Pereira possa aer campeão nacional, só porque tem mais máquina”.


Crónica de um estimado opinador, e que ainda se apresenta como comentador da RTP Informação, no jornal Record de hoje 11-04-2012.


A falta de vergonha e o contorcionismo desta gente, não tem limites.


Que Vítor Pereira e a máquina do FC Porto, mantenham a concentração máxima, porque esta gente não vai deitar a tolha ao chão e entregar o título de campeão ao FC Porto, tão facilmente como o pretendem demonstrar. Quando se lhes permite apelidar o treinador do FC Porto, como “irremediavelmente mediocre”, é sinal de que são gente preparada para num ato de supremo despero, tentar colocar alguma armadilha fora do comum, neste curto caminho que falta ainda ao FC Porto percorrer, para atingir a meta como campeão nacional de futebol.
Depois, não digam que não estavam avisados.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

FC Porto entrega a Taça da Liga Europa.


O FC Porto vai perder a taça conquistada em Dublin em maio do ano passado. Quarta-feira, o romeno Sapunaru viaja até Bucareste, cidade que recebe a final deste ano, para passar o testemunho. O lateral viaja num jato privado e estará numa cerimónia que contará com a presença de Michel Platini, presidente da UEFA. O FC Porto despede-se da conquista selada com um cabeceamento de Falcao, mas é importante lembrar que o troféu até pode regressar a Portugal. Sporting, Athletic de Bilbau, Atlético de Madrid e Valencia são os clubes que aspiram à conquista da Liga Europa.

Apesar da elevada cláusula de rescisão, fixada em 100 milhões de euros, o Paris Saint Germain continua interessado em contratar Hulk ao FC Porto. Segundo a imprensa francesa, o capitão dos dragões é um dos alvos prioritários do diretor desportivo Leonardo, que já confessou ser um admirador do seu compatriota. Referenciado está, igualmente, o também portista James Rodriguez.

Uma simpática maneira de retirar algum mérito ao Vítor Pereira, sem que Hulk não deixe de ter o devido mérito;

Se o FC Porto está, nesta fase, em clara vantagem sobre os adversários - faça hoje o Benfica o resultado que fizer - deve agradecê-lo a Hulk. A grande diferença nas contas do título faz-se nos jogos entre os três candidatos. Com 10 pontos em quatro jogos, o FC Porto supera o Benfica (cinco) e o Braga (um). Hulk esteve nas três vitórias somadas e é, diretamente, responsável por sete desses pontos conquistados.

O Incrível bisou na primeira volta contra o Braga. Simplificando as contas, e embora admitindo que o jogo poderia ter mudado de curso, o FC Porto perderia por 1-2 se assim não fosse. Na viagem à Luz, o tiro fulminante aos 7' iniciou a vantagem portista, que no final se cifrou em 2-3. Hulk terá garantido dois pontos, tantos como os acrescentados ontem depois de ter batido Quim de pé direito. O golo não foi dos mais vistosos, mas marcar com o pé "cego" é sempre digno de registo. E, por isso, deve também recordar-se que, ao Braga, já tinha marcado de cabeça.

E continuam a cavalgar a indisciplina de Alvaro, colocando em questão a disciplina do treinador Vítor Pereira;

Em Braga, Álvaro Pereira pôs legendas gestuais para dar voz à sua evidente indignação, tornando pública a discordância com uma ordem de substituição.
O Palito ferveu, como Rolando tinha fervido semanas antes (Académica) ou Cristian Rodríguez no duelo com o Braga da primeira volta, reagindo mal a um reparo de Vítor Pereira sobre a sua falta de atitude defensiva.
No FC Porto, problemas públicos têm soluções privadas. Foi assim com Rolando, que fez mea culpa logo no primeiro treino após o jogo com a Académica, ouvindo depois a absolvição de Vítor Pereira na conferência de Imprensa seguinte. Um gesto idêntico de Álvaro Pereira bastará para transformar um caso num mero episódio.

O problema é se alguns vão ter mesmo que engolir um sapo do tamanho do mundo, porque e sabendo das dificuldades que lhe foram criadas, pela inexistência de um ponta de lança de qualidade superior, o Presidente Pinto da Costa renova por mais um ano, a presença de Vítor Pereira à frente dos destinos da equipa principal do Futebol Clube do Porto.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

FC Porto na luta contra a vergonha sem limites de alguns.


Gomes incentiva críticas de Vieira aos árbitros
O CM sabe que a seguir ao jogo entre encarnados e blues houve uma conversa telefónica entre os líderes da FPF e o do Benfica. Gomes elogiou a exibição da equipa portuguesa e lamentou a actuação do árbitro. Só depois de incentivado é que Luís Filipe Vieira se prontificou a criticar publicamente o juiz Damir Skomina.

"A FPF fará chegar à UEFA tudo o que seja enviado pelos clubes", disse ontem ao CM fonte oficial da Federação, em alusão às críticas dos encarnados.

Contudo, o CM sabe que o clube da Luz considera dúbia esta tomada de posição da FPF e espera que o organismo que superintende o futebol português assuma a sua responsabilidade, que é defender os interesses dos clubes nacionais junto da UEFA, não tendo de ficar à espera que o Benfica especifique o tipo de queixas que quer apresentar .

Publicamente, Vieira já se manifestou contra a dualidade de critérios de arbitragem nos jogos com o Chelsea. Apontou o penálti cometido por mão de John Terry na Luz (0-1), aos 58 minutos, e que não foi sancionado pelo árbitro italiano Paolo Tagliavento, bem como o primeiro amarelo a Maxi Pereira (20') na derrota (1--2) em Stamford Bridge (o lateral acabou expulso aos 40').

A quem interessa uma noticia destas, e a que propósito é que a mesma é lançada no dia anterior à disputa do jogo do Braga frente ao FC Porto, que como todos sabemos decidirá o campeão nacional de futebol?

Será que Fernando Gomes teve mesmo esta atitude, como presidente da FPF? Ou será esta, mais uma medida para comprometer alguns na defesa suprema dos altos interesses de outros?

Depois de tudo que se escreveu sobre o ultimo Chelsea FC-Encarnados, em que os lances foram exemplarmente analisados e ajuizados pelo árbitro do encontro, como é que se lembram de levantar questões sobre um jogo disputado à mais de quinze dias?

O FC Porto que se ponha de sobreaviso, porque enquanto tiverem hipóteses, os Reis dos túneis não desarmam, nem desistem, como os irmãos Dalton. 

Que Hulk, Lucho, Helton e companhia, tenham os olhos bem abertos e muita cabeça fria, para não cair nas situações dúbias que poderão aparecer no desenrolar do próximo jogo.

terça-feira, 3 de abril de 2012

A bolha, prestou hoje uma enorme homenagem ao FC Porto.


A capa de hoje do jornal a Bolha, é de uma enorme motivação e agradecimento aos jogadores da equipa de futebol do FC Porto, que tem disputado este dificílimo campeonato até ao momento. 

Sozinhos, quase que estão em vias de se tornarem campeões!

Serem treinados pelo pior treinador português, que alguma vez treinou as equipas do FC Porto, estando já em vias de despedimento ganhando ou não o campeonato, é de um enorme orgulho para os jogadores azuis e brancos. Vocês são gigantes, já que tudo fazem para vencer, mesmo estando a ser dirigidos por alguém que internamente tudo faz, para vos vencer.

Esta equipa estar a ser treinada por um individuo tão fraquinho em todos as vertentes técnico ou tácticas e motivacionais e mesmo assim vocês, jogadores do FC Porto, ocuparem a primeira posição desta liga tão competitiva, é de homens de barba rija. 

Pelo que conseguiram até hoje vocês tem sido enormes, e como sabem, este jornal que no passado vos tem tratado tão bem, quis hoje vir a público demonstrar mais uma vez que está do vosso lado e reconhecer todo o vosso esforço e dedicação, quase desumano.

Sendo assim, é da vossa obrigação no próximo desafio, não deixar cair em saco roto este enorme apelo e reconhecimento único,  que este jornal diário hoje vos proporcionou. 

Demonstrem que os mesmos não se engaram, e que a homenagem hoje prestada, é o principio de muitas mais.

Se não tivessem já razões mais que suficientes para se esforçarem como por exemplo o de se tornarem campeões nacionais de futebol, só a capa de hoje deste jornal que se encontra declaradamente ao lado dos nossos concorrentes diretos, seria razão mais do que suficiente para vencer e os fazer engolir a capa pedacinho a pedacinho, ou se calhar porque o merecem claramente pela política ostensiva de perseguição e guerrilha sistemática ao FC Porto, engolir o mesmo, todo de uma vez e sem respirar.

Conto convosco caros jogadores do FC Porto, para começar este desidrato, já no próximo embate contra os vermelhos de Braga, e não os deixem fazer as coisas por outros lados. 

Hulk, a ti me dirijo já que envergas a braçadeira de campeão, e representas todos os teus profissionais e dedicados colegas;

Vencerem o campeonato de futebol e obriga-los a publicar nesse dia, uma capa toda pintada de azul, é a maior chapada de luva branca que alguém pode oferecer ao seu adversário.

Vítor Pereira; Não lhes ligues, nem lhes queira mal. Eles são assim desde pequeninos, pois são escolhidos no infantário da Ericeira, coitados!

Não se esqueça, é de que caso seja campeão, os mesmos que afirmaram que você era o treinador do quase e que durante toda a época o tem desmotivado, com afirmações a roçar a chacota e em constante comparação com o mestre da táctica na nota artística, lá teriam que engolir um enorme e gordo elefante.

Deixo-vos a ambos uma garantia; Nem no dia seguinte à vossa conquista do campeonato, darei o meu dinheiro pela troca desse diário. 

Sabem, sou daqueles que continuam a afirmar dia a dia; Largos dias tem cem anos!

sábado, 31 de março de 2012

Nem um super Fabiano conseguiu travar hoje um FC Porto de garra.


Os “dragões” cumpriram o que lhes competia e bateram o Olhanense (2-0). O primeiro lugar do campeonato fica a depender do que suceder no Benfica-Sp. Braga.

Um golo em cada metade da partida, jogo calmo e tranquilo, vitória sem contestação. Foi assim o encontro que o FC Porto disputou contra o Olhanense e que rendeu três pontos aos portistas.

Lucho González inaugurou o marcador no primeiro tempo, num remate de fora da área. Foi a materialização do domínio “azul e branco” que, especialmente por causa de Hulk, era a melhor e a mais perigosa equipa em campo.

O FC Porto fica agora à espera do que vai suceder no embate entre o Benfica e o Sp. Braga no Estádio da Luz.

O FC Porto fez um jogo soberbo, aqui e ali com jogadas de grande classe e de fino recorte técnico, que mereciam a conclusão em golo, mas que esbarravam constantemente nas mãos de Fabiano, que hoje resolveu mostrar toda a sua enorme classe e valia, mantendo a sua equipa o OLhanense na discussão do resultado da partida.

A exibição realizada por Fabiano foi portentosa, aproveitando ao máximo este confronto mediático com o FC Porto, para chamar sobre si todas as atenções da comunicação social e dos “olheiros” dos outros emblemas. Tanto assim foi, que no final do jogo Vítor Pereira não se coibiu de se deslocar na sua direção para o cumprimentar, reconhecendo-lhe o mérito pelo excelente trabalho que tinha acabado de realizar e que quase levou os adeptos do FC Porto ao desespero.

Neste jogo, o FC Porto fez mais do que o suficiente para que o resultado tivesse sido uma goleada, mas acabou em contenção, por dificuldades físicas pelo esforço realizado durante a partida. Lucho primeiro e Hulk no final, eram a face visível desse esforço brutal que realizaram. João Moutinho, que realizou um jogo transcendente, demonstrou mais uma vez que nesta equipa do FC Porto, é um relógio bem afinado e sempre em alta e constante rotação, quer no transporte quer na desmarcação dos colegas mais adiantados.

Na segunda parte, o golo da tranquilidade portista pertenceu a James Rodríguez, concluindo uma boa jogada colectiva dos “dragões”.
James Rodriguez, El Bandido, demonstrou toda a sua classe e virtuosismo na jogada inteligente que realizou, na obtenção do 2º golo. Como cresce este jogador, quando se apanha na posição nº 10. O FC Porto passa a jogar com um envolvimento e desmarcações mais rápidas, mas sempre com os olhos postos na baliza adversária.

O FC Porto fica agora à espera do que vai suceder no embate entre o Benfica e o Sp. Braga no Estádio da Luz.

PS; Infelizes as declarações de Sérgio Conceição no flash interview, pedindo a expulsão de um jogador do FC Porto, que teria jogado uma bola com a mão, quando já tinha um amarelo, num jogo sem casos e que cujo resultado peca por escasso.

Inacreditável, que estes ex-jogadores que defenderam no passado as cores do Porto, tenham a clara necessidade de se demarcarem sem razão nenhuma, do clube que tão galhardamente defenderam. Como por exemplo, poderia ter falado do imponente trabalho que o seu jogador Fabiano realizou, e dar-lhe publicamente os parabéns. Mas isso não vende, nem concede apoios dos outros que fazem as coisas por outros lados. Nós compreendemos, e desculpamos! Há que fazer pela vidita.

domingo, 25 de março de 2012

Como é possível esta equipa do FC Porto, ter atitudes destas?


Bem meus amigos, por 3 vezes tivemos a possibilidade de marcar distâncias para com a concorrência e mais uma vez, perdemos a oportunidade. Coincidências, quando a mesma situação se repete por 3 vezes? Uhmm? Não me acredito.

Não percebo como é possível, retirar um meio jogador Janko que tanto lutou, e colocar um zero à esquerda Kléber, que não toca na bola e tem dificuldade em fazer seja o que for. Inacreditável como é possível ter bola, ter ataques, estar na cara do guarda-redes e escolher sempre o caminho mais difícil para executar o remate, que lhe possibilitaria o golo. Esta equipa não joga simples. Os seus princípios, nunca são a simplicidade e rapidez de execução. Tem que adornar, contemporizar, tornear e depois já sem força, tentar rematar.

Inacreditável que no golo do Paços de Ferreira, Kléber e Lucho que deveriam ter estorvado a acção dos adversários e estão na linha da bola, deixam a mesma chegar à cabeça do avançado do Paços, que não sofre qualquer marcação direta de qualquer jogador do FC Porto. 
Como é que é possível?
Sinceramente, não consigo perceber o que se passa com estes jogadores e equipa técnica do FC Porto? Será que os sócios e os simpatizantes do FC Porto lhes devem algo? Porque raio entregamos tudo aos adversários? 
Parabéns aos grandes patrocinadores, bem como ao FMI e Troika dos clubes de futebol. 

Se queriam um campeonato tão competitivo, é fazer um em que os árbitros vão tendo influência aqui e ali, em que uns ditos vão debitando umas "mentiras" sobre o mesmo, e sem o castigo merecido, porque é preciso manter o andor com todos muitos juntinhos até aos 3 últimos jogos, onde tudo se irá decidir, mas sem comprometer os jogos anteriores.

Sim porque é preciso vender bem o Benfica- Braga, o Braga - FC Porto, o Sporting - Benfica, e o FC Porto-Sporting, porque a crise chega a todos, e o crédito não está fácil.


PS; No final do jogo, não vi preocupação na cara de Pinto da Costa, o que me faz continuar a acreditar que ainda é possível...Foi pena não ter dito; "Desta já escapamos!"

Tal como o Benfica na sexta-feira em Olhão, o FC Porto também não conseguiu melhor que um empate (1-1) na sua visita ao terreno do Paços de Ferreira, um resultado que permite, ainda assim, aos "dragões" adiantarem-se no comando do campeonato.

Com este empate, os portistas recuperaram o comando isolado, com 57 pontos, mais um que o Benfica, mas o grande beneficiado desta jornada pode ser o Sp. Braga (55 pontos), que pode isolar-se no comando caso consiga vencer nesta segunda-feira em casa a Académica de Coimbra.

Após uma primeira parte sem golos, foi apenas com um autogolo de Ricardo aos 47' que se desfez o nulo na Mata Real. Hulk conduziu o ataque pelo flanco direito e acaba por ser o defesa do Paços a tocar a bola para a baliza após o cruzamento do brasileiro do FC Porto.

Mas a formação orientada por Henrique Calisto não desistiu do jogo e, aos 79', fez o golo do empate, por intermédio de Melgarejo. Josué marca o canto e o avançado paraguaio emprestado pelo Benfica, sem qualquer marcação, cabeceia para a baliza de Helton.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Com bloqueio ou sem bloqueio, alguém faltou à verdade!


Jorge Jesus negou qualquer estratégia. «O Benfica não faz bloqueios, os meus jogadores não treinam isso. Não há aqui nada de estratégico», disse o técnico no final do jogo.

Gaspar, que foi treinado por Jorge Jesus no Belenenses, contesta a versão do técnico encarnado. E lembra que não é de agora que se preocupa com situações do género.

«Treinávamos bloqueios no Belenenses. O treinador indicava, por assim dizer, o elo mais fraco do adversário e apontávamos para aí. Por isso, não há de ser agora no Benfica que vão deixar de treinar. Aliás, basta ver os jogos. Não é algo que acontece uma ou duas vezes. São duzentas, trezentas. Não digam que não é estratégia, porque é. Se querem atirar areia para os olhos...», afirma o central.

Todos os treinadores que Gaspar teve treinavam este tipo de lances. Nenhum como Jorge Jesus. «Era o mais meticuloso de todos, sem dúvida. Chegava ao ponto de parar o exercício e corrigir o posicionamento de um jogador que estava um metro ao lado do sítio que ele queria», explica.

Como Jesus «bloqueava» o...Benfica
Gaspar e Cláudio também estão de acordo noutro ponto: esta ação não é nova no Benfica. «Se reparar, há um ano ou dois, sobretudo nas bolas paradas defensivas, os jogadores até davam as mãos para formar uma corrente», lembra Gaspar. Cláudio usa o mesmo exemplo: «Eles faziam essa corrente mas não o podem usar para impedir que um jogador passe. Aí é falta.»

Gaspar pede que os árbitros estejam atentos: «Se marcam obstruções em vários lances, porque não marcar nestes? Há lances em que os jogadores estão de costas para a bola. Não me venham dizer que têm intenção de a discutir.»

Meus amigos, depois desta polémica toda aposto que o primeiro clube a sofrer consequências pelas marcações e bloqueios dentro da área, na marcação de livres ou de cantos, será o mesmo de sempre, quando se testam novas abordagens ao jogo.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Continua o sonho do FC Porto, bem agarrado pelas mãos de Helton.


O FC Porto continua no comando da Liga portuguesa, ao arrancar uma difícil vitória por 2-0 na visita ao Nacional da Madeira, golos de Marc Janko na primeira parte e Alex Sandro ao cair do pano.

O FC Porto continua no comando da Liga portuguesa, ao arrancar uma difícil vitória por 2-0 na visita ao Nacional da Madeira, golos de Marc Janko na primeira parte e Alex Sandro ao cair do pano.

Sabendo que o Benfica, segundo classificado, jogava logo a seguir, no Estádio da Luz, os portistas sabiam que não podiam derrapar, mas começaram algo hesitantes, com o Nacional a dominar os primeiros minutos e a criar os primeiros lances de perigo. 

Pecnik teve o golo nos pés logo aos três minutos, solto na grande área, e em zona frontal, mas o seu remate foi à figura de Helton, que apenas conseguiu desviar para canto, numa excelente oportunidade de golo para os insulares.

O FC Porto respondeu com Lucho a atirar por cima e vários lances em que Vladan teve de se aplicar para evitar o tento dos "dragões", que viriam mesmo a marcar, aos 21 minutos, por Marc Janko. Moreno aliviou a bola contra Álvaro Pereira e esta viajou em direção ao atacante austríaco, que só teve de empurrar para a baliza.

Na segunda parte e acusando um desgaste físico acentuado a equipa do FC Porto, ofereceu o meio campo à equipa do Nacional, passando a fazer as jogadas diretas da defesa, para a cabeça de Janko, que se encontrava quase sempre sozinho ou muito pouco apoiado.

Durante esse período o Porto foi diminuindo a pressão, e por sua vez o Nacional cresceu, com Mateus a surgir muito em jogo, em lances de contra-golpe, testando por diversas vezes a atenção de Helton. 


E na altura em que o Nacional era a melhor equipa em campo, aos 77 minutos Mateus teve mesmo a melhor ocasião nos pés, mas rematou fraco na pequena área, para Helton agarrar, o mesmo se repetindo aos 80, com os mesmos intervenientes.

Aos 86 minutos, primeiro Rolando e depois Maicon atiraram à barra da baliza do Nacional, ambos de cabeça e na mesma jogada, numa altura em que o FC Porto começava a sacudir a pressão dos da casa. Aos 90, Mateus quem poderia ser, obrigou Helton à defesa da noite, segurando uma vitória importante para o líder da Liga.

Alex Sandro, no último minuto do encontro, fez o 2-0 final, ao concluir após um toque de grande classe, sobre o guarda redes Vladan, saltando sobre o mesmo e ainda a tempo de conseguir empurrar para a baliza, confirmando o golo.
Em resumo tanto sofrimento após ter conseguido o mais difícil, que foi passar para a frente do marcador, permitindo que o Nacional, conseguisse ocupar o meio campo do FC Porto, ficando mais perto da baliza de Helton.

Quanto ao árbitro, o famoso “Xistrema”, lá fez o costume, contemplando as faltas cometidas pelos jogadores do FC Porto com o respectivo amarelo, mesmo que fossem as primeiras e únicas do visado jogador. Aceitava-se esta situação, caso o seu critério fosse o mesmo perante as duas camisolas. Contundo o mesmo já seria diferente para com os jogadores do Nacional, já que esses podiam abusar das faltas consecutivas, como o defesa esquerdo, e só lhes mostrava o amarelo à 3ª ou 4ª falta cometida.

Com este critério tão estreito, lá conseguiu contemplar o Álvaro Pereira com o 5º amarelo, que o afasta do próximo confronto contra o Benfica, já na próxima 3ª feira. Enfim…mais do mesmo, dos amigos do Sr. Vítor Pereira da tasca de Lisboa.