Os Invencíveis Azuis e Brancos: Vítor Pereira

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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Será que vai, ou que fica?


Continuam a cavalgar a onda de que no FC Porto está tudo mal, e em grandes confusões, e nos clubes da 2ª circular reina a alegria e o entusiasmo, por já não estarem a 10 ou mais pontos de distância.
Vamos lá então a transcrição da notícia.

Cristián Rodríguez confessou ter-se desentendido com Vítor Pereira, treinador do F.C. Porto, mas desvalorizou o assunto, comparando-o às pequenas trocas de palavras que tem com os companheiros, no calor do jogo.
«Discuti com o treinador, mas foi como acontece com qualquer companheiro durante um jogo. Não foi uma discussão grave, nem uma luta. Depois disso lesionei-me no ombro e estive dois dias no ginásio. Por isso é que os jornalistas não me viram. Quando voltei a treinar, eram treinos à porta fechada e não me viram outra vez», explicou o extremo portista, numa entrevista ao «El País» do Uruguai.
A discussão entre o uruguaio e o técnico terá acontecido durante o jogo com o Sp. Braga. Rodríguez não acompanhou Paulo Vinicius e o brasileiro assistiu Lima para o segundo golo dos minhotos. Vítor Pereira fez um reparo ao avançado que respondeu.
Quanto ao seu futuro, é ainda uma incógnita, garante. Nesta altura, Cristián Rodríguez não é capaz de dizer se vai deixar o clube em Janeiro, admitindo as duas possibilidades.
«Se vou sair? Não é certo. Tenho contrato até Junho e as coisas não estão tão más como se diz por aí. A imprensa é feroz», afirmou. «Quando estive lesionado, os meus representantes apresentaram ao clube boas propostas, mas continuei aqui. Por isso não é certo que fique nem que vá sair», continuou.

Mais um que tanto prometeu, e pouco desenvolveu na defesa das cores azuis e brancas. Esperemos que tenha sido o último flop que saiu da 2ª circular a caminho do Porto.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Será que Vítor Pereira, irá implementar a mesma decisão?


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André Villas-Boas, treinador do Chelsea FC, determinou que os jogadores do emblema londrino incluam o treinador e restante staff técnico e clínico, nas celebrações dos golos marcados aos adversários.

"O treinador pediu a todos os jogadores para olharem para o banco e darem-lhe algum tipo de reconhecimento, tal como aos restantes membros do staff depois de um golo", explicou.

" Ele acredita que os jogadores ao celebrarem as conquistas em grupo, demonstram que a equipa funciona como um grupo unido. Jogadores, treinador, substitutos, satff técnico e corpo clínico-todos juntos a trabalhar e todos juntos a celebrar", referiu.

A ideia parece ter sido recebida de formas diferentes, com alguns dos jogadores do Chelsea FC, a aceitarem de imediato a novidade, ao passo que outros a consideraram demasiado absurda.

"Existem alguns jogadores que não se sentem muito "unidos" e próximos do treinador nesta fase do campeonato. Por isso, não tenho a certeza se algum dos jogadores do Chelsea FC, irá correr na sua direcção para abraça-lo, depois de marcar ao Manchester City. 

Alguns acham que esta decisão de Villas -Boas, é tonta e desesperada, revelou uma fonte do clube ao tablóide inglês, The Sun.