Os Invencíveis Azuis e Brancos: benfica

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domingo, 20 de maio de 2012

FC Porto bate Benfica e vai há «negra».


Quarta feira, todos ao Dragão Caixa, pois não podemos perder esta estrondosa oportunidade de ajudar o FC Porto a vencer novamente o título nacional de basquete.

O FC Porto venceu neste domingo o Benfica, na Luz, por 65-74 e levou a decisão do campeonato de basquetebol para a Invicta. A final ficou igualada 2-2 e na próxima quarta-feira, dia 23, decide-se o campeão, a «negra», que disputa no Porto.

A exemplo do que tinha sucedido na véspera, também este jogo começou com o FC Porto a marcar um lançamento curto (Stempin) e, para desespero de todos os presentes, com as duas equipas a revelarem uma dificuldade tremenda para somar pontos.

Apesar dos encarnados terem fechado o período inicial na frente (14-12), convém realçar que o fizeram concretizando somente dois “tiros” de campo! Estranho, igualmente, foi ver Stempin cometer três faltas consecutivas quando ainda nenhum outro elemento de ambas as formações tinha feito uma só! Como consequência... saiu após 3.19 minutos e limitou-se a assistir do banco dos suplentes ao resto da primeira parte.

FC Porto terá que ser novamente agressivo a defender, mas a resguardar-se das faltas fáceis, e ter muito cuidado com as atitudes iguais às que Stempin, hoje teve fruto do nervosismo de saber que não podia perder. Muita cabeça fria e um controlo emocional rigoroso, para que Stempim possa dar o máximo contributo ao jogo da equipa do FC Porto, na próxima quarta feira e não se exclua tão cedo do jogo, como hoje aconteceu.

Quarta-feira, com arranque aprazado para as 21 horas, no Dragão Caixa, tudo se decidirá. 

Quem ganhar... será campeão. O FC Porto precisa assim de fazer algo que ainda não conseguiu esta temporada que é ganhar no Dragão Caixa, ao Benfica, em jogos do campeonato. Esta é a última oportunidade para o fazer, e acreditamos que o vai conseguir com mestria e categoria, com ajuda massiva dos seus adeptos.


Bolas fora; Com a vitória de hoje da Académica frente ao Sporting, Pedro Emanuel é o terceiro ex adjunto de Villas-Boas a vencer um troféu esta época, assim com  Roberto di Matteo ontem com a Champions, e Vítor Pereira com o campeonato português. Transcendente.
http://portodragoinfire.blogspot.pt/2012/05/chelsea-termina-longa-espera-pela.html

quinta-feira, 17 de maio de 2012

O FC Porto no campeonato dos bidons de ouro.


Como continuam a sofrer de azia, escrevem lirismos do tipo abaixo descrito, para enganar os tolos com um pouco de bolos…Mas deliciem-se com um pedaço da crónica, e retirem as vossas conclusões.
No FC Porto, não há como analisar esta época sem olhar para Hulk. Arrasador no início do campeonato, cinzentão e esforçado a meio da época, pleno de confiança e autoridade na fase final. Se o rendimento de Hulk é reflexo do rendimento da equipa ou vice-versa, eis uma questão interessante.
Ninguém é campeão sozinho e esta verdade basilar vale ainda mais no caso do FC Porto 2011/2012, obrigado a reinventar-se e a fazer das fraquezas forças num campeonato particularmente ingrato. Mas Hulk esteve sempre lá, no melhor e no pior. Ele simboliza o brilhantismo técnico e físico do conjunto, mas também a capacidade para nunca atirar a toalha, para manter a capacidade de luta mesmo quando tudo corria mal e para acreditar que, mais tarde ou mais cedo, as coisas levariam uma volta.
O avançado brasileiro foi a grande figura do campeonato – a meu ver, não tanto por ter ganho, mas por ter sido sempre capaz de assumir a liderança de um conjunto que, algumas vezes, pareceu não estar à sua altura. Ele acreditou sempre. E arrastou consigo uma equipa cujo treinador demorou a assentar ideias e em que há, claramente, jogadores que não merecem a faixa de campeão.


Como se o conjunto do FC Porto, tivesse sido só Hulk e mais dez. Veja-se a vitória do FC Porto frente ao Nacional na ilha da Madeira, em que o herói foi Helton com um punhado de defesas impossíveis, que manteve a equipa a respirar, para se perceber que não estando Hulk em campo, os restantes elementos foram capazes de dar uma resposta categórica frente a um aguerrido e dificílimo adversário, trazendo mais 3 pontos para a soma do campeonato. Esse resultado, foi o suficiente para manter a pressão frente aos mais melhores do mundo, para que os mesmos acusassem a pressão e tivessem entrando no erro, e nas derrotas. É por estas e por outras ainda mais aberrantes que se escrevem na travessa da queimada, que continuarei a acreditar que o FC Porto, é mesmo uma organização fora de série e líder incontestado, num País de gente que só bota faladura.
Entretanto e para demonstrar que estamos na linha da frente, o FC Porto já conseguiu realizar mais um excelente encaixe financeiro na venda de mais um bidon quadrado, que se achava um fora de série.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

As vitórias do FC Porto, e o ódio tapa as vistas à razão.


Melhor era impossível. Que fantástica resposta de Paulo Ferreira, às insinuações do anjo gaby, no panfleto da queimada. Na defesa da honra e da sereidade do FC Porto, o que Paulo Ferreira hoje apresentou na sua coluna de opinião, não deveriam cair em saco roto. Aqui fica na íntegra a coluna de opinião de um homem com coragem para enfrentar este modo de vida que asfixia a liberdade de um País, e principalmente de uma região tão castigada, como é a região do Porto, bem como o FC Porto como símbolo maior.

"Não odeies o teu inimigo, porque, se o fazes, és de algum modo o seu escravo". Lembrei-me desta frase do escritor argentino Jorge Luís Borges quando, há dias, li a entrevista do diretor de Comunicação do Benfica, João Gabriel, ao diário "A Bola". O fel que acompanha cada sentença de João Gabriel não é novo - e não faz jus ao anjo que leva o mesmo nome, portador de boas notícias, segundo a tradição.
João não é um anjo, nem um anjinho. É apenas umas daquelas figuras cujo ódio se deve combater com o riso, por ser esse o melhor antídoto contra a mais maliciosa verrina.
Na dita entrevista, João Gabriel repete os argumentos antes usados por Jorge Jesus e António Carraça para justificar a derrota do Benfica no campeonato: os árbitros estão "comprados", a classificação está "aldrabada", o Benfica é perseguido pelas forças obscuras que tomaram de assalto o futebol português, a contestação à estratégia benfiquista é manipulada - e por aí fora, num conjunto de afirmações que têm como alvo o F. C. Porto e o seu presidente, pois claro!
Nada disto seria relevante, porque repetitivo, não se desse o caso de João Gabriel ter decidido tocar na honorabilidade de pessoas com passado e presente incólumes, ao mesmo tempo que lança lama sobre a Justiça, tratando juízes e magistrados como meros instrumentos de uma monstruosa estratégia que, na sua cabecinha pensadora, pretende, tão-só, prejudicar o Benfica. Uma instituição prestigiada, centenária, responsável e de bem como é o Benfica não pode dar-se ao luxo de passar por esta vergonha. Acho eu.
Como pode alguém com uma tão baixa posição na escala de responsabilidades do Benfica dizer que homens como Miguel Sousa Tavares e Rui Moreira são intimidados e coartados na sua liberdade por discordarem, nos artigos que escrevem, das opções do presidente ou do treinado do F. C. Porto? Como pode o pensador Gabriel dizer que a verdadeira culpada pelo F. C. Porto ter ganho oito campeonatos nos últimos dez anos é a Justiça, por não colocar na cadeia Pinto da Costa, o malfeitor dos malfeitores que acabou com a hegemonia encarnada?
Atenção: João Gabriel podia muito bem estar a expender apenas as suas doutas opiniões. Não está. A entrevista foi concedida na qualidade de diretor de Comunicação do Benfica. O que significa que, até prova em contrário, o presidente do clube assina de cruz tudo o que João Gabriel ali disse. A instituição Benfica não merece que manchas destas se abatam sobre si.
O ódio tapa as vistas à razão. E, como lembrou Borges, transforma quem odeia em escravo do odiado. Mais do que o maior ou menor profissionalismo desta ou daquela gestão, mais do que a sorte ou o azar neste ou naquele jogo, nesta ou naquela época, talvez isso explique por que razão anda o Benfica, há tantos anos, literalmente atrás do F. C. Porto.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

A grande vitória do campeonato dos Reis dos túneis.


Os futebolistas do FC Porto Hulk, Helton, Sapunaru, Cristian Rodríguez e Fucile vão ser julgados pelas agressões a dois seguranças privados, a 20 de Dezembro de 2009, no túnel de acesso aos balneários do Estádio da Luz.
A magistrada determinou que Hulk, Helton, Christian Rodriguez e Fucile vão a julgamento pelo crime de ofensa à integridade física na forma simples, enquanto o romeno Sapunaru será julgado pela prática de dois crimes idênticos.
A defesa dos dois "stewards", Sandro Correia e Ricardo Silva, requereu a alteração da qualificação das agressões para forma qualificada, mas o tribunal entendeu manter a acusação do Ministério Público de ofensas à integridade física perpetradas na forma simples.
Significa que se mantém a moldura penal de pena de prisão até três anos, quando a alteração da qualificação elevaria a punição até cinco anos.
O advogado dos seguranças, Soares da Viega, considerou que "estavam preenchidos" os requisitos para que os futebolistas fossem julgados por ofensas à integridade física na forma qualificada e admitiu a possibilidade de a requerer "no recurso do julgamento", que será marcado em breve.
"A alteração da qualificação é uma questão técnica. Consideramos que estavam preenchidos as exigências para a alteração. Aliás, o tribunal reconheceu, mas fez ponderação, entendendo que existiram circunstâncias que contrabalançaram e, por isso, não havia especial censurabilidade", disse o causídico.
Cláudia Pina fundamentou a decisão, acentuando que as imagens nos recintos desportivos "são de recolha obrigatória"
Por isso, entendeu a magistrada que "não constitui prova ilícita" nem "proibida".
Na leitura da decisão instrutória, a juíza comunicou o arquivamento do processo de alegadas injúrias de Sandro Correia aos jogadores do FC Porto, cuja abertura da instrução tinha sido requerida pelos arguidos.
Ora aqui está a grande vitória daqueles que gostam de fazer as coisas por outros lados, menos dentro das quatro linhas. Tudo o que era comunicação social e adeptos do mais melhor do mundo, festejou esta notícia como se de uma grande conquista de mais um campeonato, se tivesse tratado.
No meio disto tudo, achei imensa piada que se proceda ao arquivamento do motivo, pelo qual tudo se desencadeou, mas de seguida não se aceite a pretensão do defensor dos agentes desportivos para alterar a acusação para forma qualificada. Em que ficamos? Deve ser mais um diferendo tipo carta na manga, para se jogar durante o julgamento. Por isso a grande satisfação do acusador com a afirmação; “A alteração da qualificação, é uma questão técnica.” Mais um processo de grande foguetório e festejos iniciais como de costume, mas com um final igual ao da conquista do campeonato deste ano, por parte do FC Porto. Com calma, muita concentração, muita coesão e muito suor em campo, a vitória não escapa.
Não passa de uma tentativa de estragarem a festa da conquista do campeonato por parte do FC Porto, por isso o adiamento para esta data tão propícia a esse feito.
Já agora, anexo uma noticia que passou no DN de ontem e que poucos ou nenhuns se lembraram de publicitar. Como diria um grande comunicador do nosso tempo; E esta hein?

terça-feira, 1 de maio de 2012

Vítor Pereira e a explicação de mais um título de campeão.


Na conquista de mais um título de campeão nacional de futebol, o nosso grande presidente Pinto da Costa, proclamou ao mundo o supremo valor de uma equipa com jogadores à porto
E que significaria exatamente essa distinção, para lá do óbvio de todos eles vestirem a camisola azul e branca com o emblema de dragão ao peito? O próprio presidente forneceu a resposta ao facto; Estes jogadores ao contrário de outros, não falham nos momentos decisivos.
Explicação mais certeira, concisa e direta, não existe. Para algumas almas aziadas e atónitas sobre a conquista de mais um campeonato pelo FC Porto, explicamos o que lhes sucedeu, tendo em conta esta afirmação de Pinto da Costa. Quando o Benfica chegou a ter 5 pontos de vantagem sobre o FC Porto, todos se entusiasmaram e com sorrisos de orelha a orelha, festejaram a conquista antecipada do campeonato, sem se darem conta de que o FC Porto tinha cedido a liderança, fruto de uma arbitragem com muita Paixão, e de um empate na casa do outro pretendente ao título que neste caso era o Sporting. Com a vantagem adquirida pelos vermelhos, onde abundavam a sobranceria, colinho dos mesmos do costume e alegria desmesurada, minguavam a convicção, o saber, a raça e a determinação, dos verdadeiros campeões. Por isso e após a conquista da vantagem por parte do FC Porto, os jogadores azuis e brancos uniram-se que nem uns Dragões, sofreram, resistiram à pressão descontrolada da comunicação social e à promoção individual de possíveis saídas e contratos milionários, e venceram o campeonato com uma força coletiva que alcançou muito mais do que a soma das partes.
Isto é que é um campeão.

Ano após ano o FC Porto, ensina a quem quiser ver com olhos de ver, como é que se fazem campeões. Para a maioria triste e ressabiada, fica sempre a dúvida do mérito por causa dos árbitros, da lua, da treta da nota artística dos ventos e das marés, pois é isso que lhes vendem até ao nojo supremo. Que continuem porfiadamente nesse caminho, é o nosso secreto e enorme desejo. Pois enquanto assim for, é sinónimo que o FC Porto, ficará sempre abrigado de surpresas difíceis e desagradáveis, e mais conquistas e alegrias poderemos festejar.
Um campeão é forjado na atitude, na organização, na estratégia, na elaboração de uma indiscutível cultura vencedora, em que o clube está e estará sempre acima do individual, e no genuíno respeito por um amplo conhecimento do que representa hoje, o complexo mundo do futebol mundial.
Como dizia o Maradona; Que la siguen….


quinta-feira, 19 de abril de 2012

Sabemos que queremos chegar ao título, mas ainda faltam quatro jogos.


O treinador Vítor Pereira disse nesta quinta-feira que ainda não se sente campeão, mas admitiu que uma vitória no sábado frente ao Beira-Mar, em jogo da 27.ª jornada da Liga de futebol, deixa o FC Porto mais perto do título.
Vítor Pereira, que falava na antevisão do jogo com o Beira-Mar, no Olival, em Vila Nova de Gaia, defendeu que a equipa está “alerta”, “tranquila”, com a “máxima confiança” e “focada” para atingir esse objectivo.
“Os quatro jogos que faltam são de grau de dificuldade superior e este com o Beira-Mar não vai fugir à regra”, referiu Vítor Pereira, lembrando que o FC Porto vai defrontar uma equipa que luta pela manutenção e vai querer conquistar pontos no Dragão.
Ainda de acordo com o treinador portista, o Beira-Mar possui uma equipa “bem organizada, agressiva, que actua com um bloco baixo e tenta tirar rendimento no contra-ataque da velocidade dos seus jogadores”.

Vítor Pereira adiantou que “estes serão os argumentos do Beira-Mar para contrariar o jogo do FC Porto”, que terá de jogar de forma concentrada, para garantir os três pontos e proporcionar mais uma alegria aos adeptos”.
Questionado sobre se já se imaginava a comemorar o título, Vítor Pereira disse que nunca foi muito de sonhar, dado que é mais agarrado à realidade, e adiantou que ainda faltam quatro jogos.


“A equipa está apenas focada no próximo adversário, que é o Beira-Mar, somar no sábado os três pontos e aproximar-se do objectivo concreto que é a conquista do título nacional”, adiantou Vítor Pereira.
O treinador descartou ainda comparações com outras situações vividas no campeonato, de perda de pontos após conquistas importantes, como aconteceu com a Académica, referindo que “todos os jogos são diferentes, bem como os momentos em que se disputam”.
“Estamos a quatro jornadas do fim e estamos na frente. Sabemos que queremos chegar ao título, mas ainda faltam quatro jogos”, defendeu Vítor Pereira, tecendo ainda críticas às tentativas de desvalorização do nível competitivo da prova.

O treinador estranhou que “em 15 dias”, ou seja, depois de o FC Porto ter ampliado a vantagem na liderança, “se tenha passado de um campeonato competitivo para um fraco e que digam que este FC Porto seja o mais fraco das últimas épocas”.
Ainda segundo o treinador, “o discurso de há duas semanas era um, seguia no sentido de um grande mérito da equipa que ganhasse o campeonato, e agora, embora ainda não esteja ganho, há uma inversão do discurso”.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Que o FC Porto se mantenha na máxima concentração competitiva

A felicidade com que li ontem e hoje os jornais diários principalmente as crónicas daqueles ditos conhecedores da matéria desportiva, é deveras emocionante e gratificante. Nunca a máxima, " A vingança serve-se fria", esteve tão actual e bem bem aplicada, como nesta situação que se vive no nosso concorrente directo, e principalmente na contestação ao seu treinador principal.

Há algum tempo atrás, bradavam aos sete ventos, que Jorge Jesus e o seu Benfica, eram uma máquina de jogar a bola. Uma maravilha da tecnica e de notas artisticas. Eram um rolo compressor de futebol de ataque, qual cilindro espectacular. Renascia o mito e a atitude guerreira da equipa, cheios de raça e bravura, que esmagavam os adversários que ousavam contestar tão superior equipa.


De arbitragens e de casos dos túneis e castigos atípicos, aplicados a árbitros como por exemplo a Pedro Proença, ou a jogadores adversários como Lisandro, apelidado de batoteiro ou a Hulk e Sapanuru, nem uma palavra de desmentido, que fosse. A verdade para a construção do mito, não se compadecia com essas coisas tão simples e banais, como sejam, o de contar a verdade nua e crua. Havia que manter a plebe contente e subjugada à verdade do mito avassalador, sem contestação.


Para reforço do mito, não se contentavam por enaltecer o colosso, muito mais do que a realidade o demonstrava. Havia que lançar a desorganização, a chacota e a maledicência sobre os adversários em especial sobre aquele que se veste às riscas verticais, de azul e branco.
Assim, no outro campo mais precisamente na barricada azul e branca, Vítor Pereira era o patinho feio, e a equipa do FC Porto vencia sem convencer, e sem mérito de qualquer jogador ou técnico. Era tudo feio e triste, e nem pinga de jogadas ou de artistas da bola. Não contentes com os adjectivos prejurativos com que brindavam a equipa do FC Porto e os seus elementos desde o inicio desta época competitiva, procederam de imediato à divulgação de que a saída do técnico principal Vítor Pereira, estaria para acontecer mais dia menos dia, devido à contestação interna de jogadores e mesmo de apoiantes, sócios e simpatizantes. Chegaram ao ponto de lhe fazerem o prognóstico que estaríamos perante um personagem, sem qualquer tipo de futuro como técnico principal de uma equipa de futebol, quanto mais um futuro risonho, de se tornar campeão. Isso não porque essa situação, estaria só destinada a ser vivida pelos seus eleitos, e nunca por um contestado.


Hoje, esses mesmos que num passado recente e armados em donos da verdade, cantavam noticias e opiniões traçando futuros negros a uns, e brilhantes a outros mediante as suas preferências clubisticas, são os mesmo que pedem a cabeça de Jorge Jesus, idolatrado até à exaustão como ainda recentemente se viu nos episódios da Liga dos Campeões. A final dessa competição, seria o destino mais que certo de tão eloquente treinador e de tão brilhante naipe de jogadores. As etapas preliminares, seriam meras formalidades a descontar, tal a superioridade evidenciada pelo mestre da táctica e da sua equipa, qual cilindro demolidor. O Chelsea já tremia como o demonstrou Drogba, só de saber que iria defrontar tão forte equipa.


Hoje e ainda não refeitos de terem descido do trono, em todas as competições importantes, procuram já os culpados de tão indigna posição em que se encontram.


Como por exemplo, o que hoje, um desses escribas arautos da verdade iluminada, escreveu num diário desportivo, é de uma provocação atroz à equipa do FC Porto, e à pessoa do seu treinador principal azul e branco; 
Senão vejamos;
“É certo que Proença, Capela ,Soares Dias passam a ser protagonistas – e não figurantes, como deviam – do campeonato.
Chegou a hora de acertar contas com ele ( Jorge Jesus ). Para logo a seguir começar a avaliação da estrutura directiva e do próprio presidente , que prometeu mais do que deu.
Custa aos adeptos do Benfica assitir a isto. Mas também custa aos amantes do futebol perceber que no seu país, um técnico irremediavelmente mediocre como Vítor Pereira possa aer campeão nacional, só porque tem mais máquina”.


Crónica de um estimado opinador, e que ainda se apresenta como comentador da RTP Informação, no jornal Record de hoje 11-04-2012.


A falta de vergonha e o contorcionismo desta gente, não tem limites.


Que Vítor Pereira e a máquina do FC Porto, mantenham a concentração máxima, porque esta gente não vai deitar a tolha ao chão e entregar o título de campeão ao FC Porto, tão facilmente como o pretendem demonstrar. Quando se lhes permite apelidar o treinador do FC Porto, como “irremediavelmente mediocre”, é sinal de que são gente preparada para num ato de supremo despero, tentar colocar alguma armadilha fora do comum, neste curto caminho que falta ainda ao FC Porto percorrer, para atingir a meta como campeão nacional de futebol.
Depois, não digam que não estavam avisados.

domingo, 8 de abril de 2012

FC Porto reforça candidatura ao título.


Considerar que Quim, que na nossa opinião foi um do melhores, senão o melhor em campo, foi do bom ao mau em poucos minutos, é de uma desonestidade gritante de quem o afirmou.
Quim
Os últimos tempos não foram os mais fáceis para Quim, sobretudo depois do erro que custou a final da Taça da Liga à sua equipa. Mas a sua experiência não o deixa vacilar e o Sp. Braga pode agradecer-lhe, por exemplo, não ter saído em desvantagem para o intervalo. 

É verdade que os dois remates de Lucho não obrigavam a esforços demasiados, mas o venenoso pontapé de Hulk, quase sem ângulo, mostrou o melhor Quim da noite. Fantástica a defesa. No golo de Hulk, porém, podia ter feito melhor. E só por isso não foi o melhor bracarense. Mas, aí, o fator surpresa também jogou contra si: é que nem sempre o portista remata com o pé direito...

Um bom exemplo do ressabiamento e do desgaste provocado pelo consumo exagerado de doses maciças de Kompensam.

A figura; 
Hulk

Voltou a ser decisivo. Figura maior do campeão nacional, encaminhou o F.C. Porto para o «bi», num lance mortífero sem arma mortal. O pé esquerdo que o mundo conhece de pouco lhe servia naquela posição. Hulk não hesitou, como outras vezes, e mostrou que o direito também serve para alguma coisa. Se o F.C. Porto conservar a vantagem e chegar ao fim campeão não deixará de ser estanho que, por ventura, o maior carimbo, tenha sido tirado do pé imperfeito do «Incrível». Atípico. Mas se calhar este estranho campeonato estava a pedir uma imagem assim...Caso as suas decisões fossem sempre na procura do caminho mais fácil e direto para chegar à baliza adversária, obteria muito mais golos, e teria muito menos problemas na disputa de bolas com os adversários e com os árbitros. O problema seria a nota artística e Hulk, não convive sem esse fator. Soberbo o remate que desferiu de ângulo bem apertado, para a defesa soberba de Quim. Fantásticos, quer Hulk pelo remate espontâneo que executou, quer o Quim, pelo grau de dificuldade no gesto técnico executado, para retirar a bola da direção das suas redes.



A desilusão;
Álvaro Pereira

Desconcentrado. Deu espaço de mais a Alan e Miguel Lopes e foi pelo seu flanco que o Sp. Braga criou mais perigo. Lima aproveitou o avanço do uruguaio e rematou perto, depois de entrar por aquele lado. Miguel Lopes arrancou amarelo a Defour, num lance no limite da grande penalidade. Onde andava Alvaro? E a atacar não salvou a noite. Dificuldades incomuns no controlo de bola, descoordenação com os companheiros, desacerto nos cruzamentos. Uma noite que correu verdadeiramente mal. Por isso (e pelo amarelo) deu o lugar a Defour a meia hora do fim. Não gostou de sair, mas parecia estar mesmo a pedir. As atitudes que demonstrou no banco, mesmo depois de Rolando o ter aconselhado a ter calma, não foram muito elegantes, mesmo que tivesse razão quanto à atitude estapafúrdia que o árbitro tomou, na amostragem do amarelo. Não tem desculpa pois sabe muito bem que os árbitros não contemporizam nem perdoam, quando as situações são cometidas por jogadores do FC Porto.

Apagado;
James Rodriguez
Insiste na procura de espaços que são palmilhados por Lucho, o que emperra o jogo do FC Porto. Notou-se que não se encontra com a melhor condição física, pois perdeu sempre as segundas bolas, já que os seus adversários eram muito mais rápidos a reagir, do que James conseguia executar.
Grandes e Enormes;
Defour
Enorme. Realizou a sua melhor exibição em Portugal, mostrando aos portistas mais descrentes que pode ser uma peça muito importante na equipa. Numa posição que não é a sua, demorou um pouco a entrar no jogo e o amarelo que viu no primeiro tempo, num lance em que arriscou de mais e que deixa algumas dúvidas, ameaçou bloqueá-lo. Ilusão apenas. Cresceu com o tempo e fez um segundo tempo extraordinário, acompanhando de perto Moutinho, roubando inúmeras bolas, saindo a jogar com classe e sem receio. Lavrou o campo de um lado ao outro, entregou-se totalmente. Cumpriu, em suma. Como nunca até agora.
Otamendi
Impecável. Brilhante na antecipação, claramente o seu ponto forte, e certinho a fechar e a tapar o espaço aos avançados bracarenses. Não conseguiu o brilharete da época passada, quando fez dois golos em Braga, mas leva, de novo, nota bem positiva. Rolando vai ter de esperar mais um pouco.
João Moutinho
Que relógio! Só a inesperada ascensão de Defour no jogo lhe tirou parte do protagonismo que vem gozando. O momento de forma é soberbo e consegue contagiar os companheiros. Como se os fizesse acreditar num futuro risonho que, afinal de contas, o F.C. Porto tem à distancia de quatro jogos. Esteve bem. Muito bem. Foi enorme. Melhor dizendo. Foi Moutinho, do primeiro ao último minuto, pena a entrada de Custódio que o deixou algo combalido para o tempo que ainda faltava jogar até ao final da partida. A equipa ressentiu-se, felizmente sem grandes problemas.

Lucho

Que tem pezinhos de lã já todos os adeptos portugueses, mais ou menos atentos ao futebol, sabiam. Mas costuma ser mais mortífero com espaço. É verdade que os dois passes de Hulk, na primeira parte, foram de encontro ao seu pior pé, mas pedia-se mais determinação no remate, e já agora mais rapidez de execução. Lucho é mais classe do que força, já se sabe. Mas há alturas em que é preciso ser bruto para abrir portas. Nitidamente a condição física não é das melhores.
Varela 
Entrou muito bem no jogo, e ajudou a defender o corredor esquerdo do FC Porto, por onde Miguel Lopes, fez o que quis durante o primeiro período e parte do segundo. As suas fintas desconcertantes, foram retirando o ímpeto atacante aos jogadores do Braga, no seu setor. A combinação com Hulk, no lance em que James falha o remate final, é de grande nível. Demonstrou mais uma vez,  que pode ser muito útil a esta equipa do FC Porto.
Kléber
Supresa, só no onze. Continua à procura do seu espaço e afirmação nesta equipa. Em campo não alterou o chip das últimas aparições. Distante dos companheiros, com pouco jogo, limitou-se a correr, receber e entregar. Pouco. Ficou no balneário ao intervalo.Claramente, é um problema mais do foro psicológico que outra coisa.

Tristes
Alguns comentadores afetos às cores do FC Porto, que se mostram hoje pelas TV´s, cá do burgo.
Depois de uma fantástica vitória do FC Porto, em casa de um dos fortes pretendentes ao título e que neste jogo, jogava a sua última cartada na conquista do mesmo, e após uma derrota no campo do outro pretende, referem-se à vitória de hoje, como se a mesma tivesse sido banal e fácil.

Nós sabemos, que é mais fácil bater no treinador, do que exulta-lo. Cruzes credo, dizem algumas das iluminárias ditos adeptos do FC Porto! Isso nunca.

Mas nós afirmamos, alto e em bom som.
Parabéns Vítor Pereira e equipa do FC Porto. Contra tudo e contra todos, estamos na luta pela conquista de mais um título. Já só faltam 4 finais.
Que gozo, ver os tipos todos aflitos a falarem já do jogo da próxima 2ª feira.

sábado, 7 de abril de 2012

Braga arrumado do título com bomba de Hulk.


Uma bomba de Hulk, apontada na segunda parte, permitiu ao Porto bater fora o Braga por 1-0, cimentar a liderança e dar um passo importante rumo à revalidação do título

Com esta vitória, o FC Porto deu um passo importante rumo à revalidação do título ao vencer fora o Sp. Braga por 1-0 na 26ª jornada da Liga portuguesa.

Sem marcar há quatro jogos no campeonato, Hulk assinou aos 55 minutos o tento da vitória da equipa de Vítor Pereira, agora com quatro pontos de vantagem em relação ao Benfica antes da deslocação do rival ao terreno do Sporting, na segunda-feira. 

Num encontro equilibrado, o desfecho ficou decidido quando um mau passe de Hugo Viana deixou a bola à mercê de James Rodríguez. O extremo colombiano abriu rápido em Hulk e o brasileiro rematou cruzado; Quim ainda tocou na bola antes de esta bater na parte de dentro do poste direito da baliza do Braga.
O segundo desaire seguido do Braga ante um candidato (perdeu 2-1 frente ao Benfica na semana passada) deixou-o a cinco pontos do líder quando faltam quatro jornadas para o final do campeonato.

A Xic N, continua ainda hoje e depois desta grande vitória em Braga, a pressionar com a saída de Vítor Pereira do FC Porto, mesmo que este ganhe o campeonato.

Os tipos não desistem, na pressão sobre o FC Porto, de todas as maneiras e feitios. Porque não pressionam o Benfica, já que é notório que J.Jesus, tem grandes dificuldades na gestão do balneário, principalmente com alguns dos principais jogadores da equipa. Jesus corre o risco de acabar a época, sem troféus é não se encontra em causa? 


Cuidado com a situação e atitudes de Álvaro Pereira após a substituição. Esta irá ser aproveitada ao máximo como factor de "destabilização" sobre Vítor Pereira, e sobre o FC Porto, quando a mesma poderia ser arrumada logo à nascença.


Quanto ao treinador Vítor Pereira; Em dois jogos frente aos outros dois concorrentes e jogando em casa dos seus adversários, venceu os mesmos, sem apelo nem agravo. Contudo, muitos continuam a carregar na tecla, que o mesmo está de saída.


Já no sentido contrário, o treinador e a equipa do Braga, que perdendo os dois jogos, arruma a candidatura ao podium, mas é considerado como o melhor. São coisas do futebol, vá lá saber-se porquê!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

FC Porto na luta contra a vergonha sem limites de alguns.


Gomes incentiva críticas de Vieira aos árbitros
O CM sabe que a seguir ao jogo entre encarnados e blues houve uma conversa telefónica entre os líderes da FPF e o do Benfica. Gomes elogiou a exibição da equipa portuguesa e lamentou a actuação do árbitro. Só depois de incentivado é que Luís Filipe Vieira se prontificou a criticar publicamente o juiz Damir Skomina.

"A FPF fará chegar à UEFA tudo o que seja enviado pelos clubes", disse ontem ao CM fonte oficial da Federação, em alusão às críticas dos encarnados.

Contudo, o CM sabe que o clube da Luz considera dúbia esta tomada de posição da FPF e espera que o organismo que superintende o futebol português assuma a sua responsabilidade, que é defender os interesses dos clubes nacionais junto da UEFA, não tendo de ficar à espera que o Benfica especifique o tipo de queixas que quer apresentar .

Publicamente, Vieira já se manifestou contra a dualidade de critérios de arbitragem nos jogos com o Chelsea. Apontou o penálti cometido por mão de John Terry na Luz (0-1), aos 58 minutos, e que não foi sancionado pelo árbitro italiano Paolo Tagliavento, bem como o primeiro amarelo a Maxi Pereira (20') na derrota (1--2) em Stamford Bridge (o lateral acabou expulso aos 40').

A quem interessa uma noticia destas, e a que propósito é que a mesma é lançada no dia anterior à disputa do jogo do Braga frente ao FC Porto, que como todos sabemos decidirá o campeão nacional de futebol?

Será que Fernando Gomes teve mesmo esta atitude, como presidente da FPF? Ou será esta, mais uma medida para comprometer alguns na defesa suprema dos altos interesses de outros?

Depois de tudo que se escreveu sobre o ultimo Chelsea FC-Encarnados, em que os lances foram exemplarmente analisados e ajuizados pelo árbitro do encontro, como é que se lembram de levantar questões sobre um jogo disputado à mais de quinze dias?

O FC Porto que se ponha de sobreaviso, porque enquanto tiverem hipóteses, os Reis dos túneis não desarmam, nem desistem, como os irmãos Dalton. 

Que Hulk, Lucho, Helton e companhia, tenham os olhos bem abertos e muita cabeça fria, para não cair nas situações dúbias que poderão aparecer no desenrolar do próximo jogo.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

E Raul Meireles silenciou o mestre da táctica.


Foi do outro central improvisado, Javi Garcia, que surgiu o primeiro desequilíbrio no jogo: numa saída rápida do Chelsea, o espanhol abordou um lance na área como se estivesse no meio-campo, abalroando Ashley Cole. Lampard não perdoou no penalty, apesar da boa estirada de Artur, que ainda tocou na bola (21 m).

Os minutos seguintes foram de desnorte para os encarnados, que viram três cartões amarelos em lances perfeitamente evitáveis. Um deles, o de Maxi Pereira, viria a revelar-se decisivo, já que aos 40 minutos o uruguaio teve um carrinho imprudente sobre Obi Mikel e recolheu mais cedo às cabinas, por ordem do árbitro Skomina.

Em Portugal, mais propriamente no campeonato português, os dois lances acima mencionados, teriam sido ajuizados de maneira bem diferente, e não passariam de situações tão banais, como bem se viu no último Benfica-Braga, com os mesmos dois protagonistas.

É por isso que muitos gostam de se deslocar de Lisboa a Setúbal, para comer uns choquinhos na brasa, bem regados de vinho tinto.



domingo, 1 de abril de 2012

Se todos forem tolos, isso não faz de si inteligente, porque você está a segui-los


Eu ouvi contar…

Um bando de pássaros ia a voar pelo céu e um pássaro perguntou a outro;

Porque é que nós seguimos sempre este líder obtuso?

E o outro respondeu;

Não sei. Eu ouvi dizer que só ele é que tem o mapa.

O mapa! Ninguém tem o mapa. Mas você continua a seguir os opinion makers, e pensa que eles é que tem o mapa, pensa que eles é que sabem. Olhe simplesmente para a vida deles- o que é que eles sabem? Eles podem ser muito mais estúpidos do que qualquer um.Olhe simplesmente para a maneira pouco inteligente como eles vivem. Repare na vida deles. São felizes?

Isto a propósito da atitude deste “imparcial”, num programa pago por todos os contribuintes e onde deveria despir a camisola do seu clube e ser isento, em vez de destilar ódio ao FC Porto, e aos seus adeptos e simpatizantes. 
Mas como diria o outro…Fair play da treta.

quinta-feira, 29 de março de 2012

A razão da irregularidade do FC Porto.


Como dizia um amigo meu; “ Quando estamos mal, até um cão nos mija em cima!”
Depois de ter engolido com mais um empate em Paços, no final do jogo, fui confrontado com mais uma noticia triste, sobre a morte de um nosso familiar. No dia seguinte e ainda não refeito destas duas “trombadas”, fui confrontado com mais uma noticia triste e vergonhosa, versando o capitulo profissional, que nos deixaram de cabeça à roda e sem vontade nenhuma de escrever fosse o que fosse, nos dias que se passaram desde o ultimo post.

Felizmente somos campeões, e somos da massa dos que mais vale quebrar que torcer. 

Hoje e após uma excelente vitória sobre os nossos rasteiros, ignóbeis, sem carácter e vergonhosos adversários profissionais, estamos mais fortes e rijos, para entrar novamente na liça pelo nosso clube, juntando forças com outros desinteressados amigos e colegas da net, em prol do nome do FC Porto.

A inveja combate-se com aplicação sem contemplações, humildade e simplicidade nos métodos a aplicar. Para esta equipa do FC Porto, a mesma deveria focar-se em exclusivo em dois pontos, críticos que a podem guindar rapidamente ao sucesso. Humildade e simplicidade de métodos de jogo e de concretização. Meus amigos; Golo é golo, mesmo que seja com o rabo, barriga ou joelho, e sem nota artística.

Desde o inicio da época, que alertei para a jogada do fator psicológico que os que fazem a coisa por outros lados, colaram a este campeonato, e principalmente no sub consciente de técnicos e jogadores desta equipa do FC Porto. O Campeão, não seria um campeão forte e digno, se não tivesse excelentes valores de nota artística nos jogos disputados. Atentem nas constantes primeiras páginas dos diários desportivos afetos às cores que sabemos, que trataram este tema até à exaustão. Podem dizer que ninguém ligou, ou levou a sério este assunto. Mas o que é certo, é que o FC Porto, precisa em média de 12 remates para marcar um golo, que é quase o dobro da média do ano transato. 

No fundo, todos os jogadores do FC Porto, gostariam também de ver os seus nomes nas páginas dos ditos jornais, com frases como as que são colocadas, quando os golos são marcados pelos jogadores que envergam a camisola das cores que todos sabemos. Na minha opinião meus amigos, nem que os jogadores do FC Porto marquem golos à Messi, serão reconhecidos e badalados. A treta da nota artística é só para os que envergam determinadas cores. 

Por isso, se for esse o caso caros jogadores do FC Porto, deixem-se de malabarismos e confusões estéreis que vos confundem a cabeça, e arranquem para a simplicidade e pelo caminho mais fácil para chegar ao golo. O vos colocará no galarim do futebol e o que ficará para a história, são as vitórias, troféus e campeonatos ganhos. O resto é treta de quem sabe que não tem capacidade de lutar de igual para igual e com fair play sério e sadio.

O negócio da treta dos árbitros e de toda esta mixórdia sobre as suas nomeações e classificações, é da mesma cepa de quem trata de notas artísticas, por tu!

domingo, 25 de março de 2012

Como é possível esta equipa do FC Porto, ter atitudes destas?


Bem meus amigos, por 3 vezes tivemos a possibilidade de marcar distâncias para com a concorrência e mais uma vez, perdemos a oportunidade. Coincidências, quando a mesma situação se repete por 3 vezes? Uhmm? Não me acredito.

Não percebo como é possível, retirar um meio jogador Janko que tanto lutou, e colocar um zero à esquerda Kléber, que não toca na bola e tem dificuldade em fazer seja o que for. Inacreditável como é possível ter bola, ter ataques, estar na cara do guarda-redes e escolher sempre o caminho mais difícil para executar o remate, que lhe possibilitaria o golo. Esta equipa não joga simples. Os seus princípios, nunca são a simplicidade e rapidez de execução. Tem que adornar, contemporizar, tornear e depois já sem força, tentar rematar.

Inacreditável que no golo do Paços de Ferreira, Kléber e Lucho que deveriam ter estorvado a acção dos adversários e estão na linha da bola, deixam a mesma chegar à cabeça do avançado do Paços, que não sofre qualquer marcação direta de qualquer jogador do FC Porto. 
Como é que é possível?
Sinceramente, não consigo perceber o que se passa com estes jogadores e equipa técnica do FC Porto? Será que os sócios e os simpatizantes do FC Porto lhes devem algo? Porque raio entregamos tudo aos adversários? 
Parabéns aos grandes patrocinadores, bem como ao FMI e Troika dos clubes de futebol. 

Se queriam um campeonato tão competitivo, é fazer um em que os árbitros vão tendo influência aqui e ali, em que uns ditos vão debitando umas "mentiras" sobre o mesmo, e sem o castigo merecido, porque é preciso manter o andor com todos muitos juntinhos até aos 3 últimos jogos, onde tudo se irá decidir, mas sem comprometer os jogos anteriores.

Sim porque é preciso vender bem o Benfica- Braga, o Braga - FC Porto, o Sporting - Benfica, e o FC Porto-Sporting, porque a crise chega a todos, e o crédito não está fácil.


PS; No final do jogo, não vi preocupação na cara de Pinto da Costa, o que me faz continuar a acreditar que ainda é possível...Foi pena não ter dito; "Desta já escapamos!"

Tal como o Benfica na sexta-feira em Olhão, o FC Porto também não conseguiu melhor que um empate (1-1) na sua visita ao terreno do Paços de Ferreira, um resultado que permite, ainda assim, aos "dragões" adiantarem-se no comando do campeonato.

Com este empate, os portistas recuperaram o comando isolado, com 57 pontos, mais um que o Benfica, mas o grande beneficiado desta jornada pode ser o Sp. Braga (55 pontos), que pode isolar-se no comando caso consiga vencer nesta segunda-feira em casa a Académica de Coimbra.

Após uma primeira parte sem golos, foi apenas com um autogolo de Ricardo aos 47' que se desfez o nulo na Mata Real. Hulk conduziu o ataque pelo flanco direito e acaba por ser o defesa do Paços a tocar a bola para a baliza após o cruzamento do brasileiro do FC Porto.

Mas a formação orientada por Henrique Calisto não desistiu do jogo e, aos 79', fez o golo do empate, por intermédio de Melgarejo. Josué marca o canto e o avançado paraguaio emprestado pelo Benfica, sem qualquer marcação, cabeceia para a baliza de Helton.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Afinal em Olhão, sempre existem bloqueios.


O Benfica igualou provisoriamente o FC Porto na liderança da Liga portuguesa, isto apesar de não ter ido além de um nulo no terreno do Olhanense. Pablo Aimar foi expulso.

Mais um ano que passa e o Benfica confirma que vencer em Olhão é um calvário. 

Dos grandes. FC Porto e Sporting também ‘empancaram’ na cidade com vista para a Ria Formosa e dali só levaram um ponto. Só os Guerreiros do Minho ganharam, à tangente (4-3). 

Os encarnados podiam ficar até domingo na liderança, pressionando o FC Porto e o Sporting de Braga, seu adversário na próxima jornada, mas saem do Algarve a pedir um milagre.

terça-feira, 20 de março de 2012

A estranha forma que o FC Porto tem, de dizer adeus a um troféu.


Obrigado Sr. Presidente; Você pediu, e o nosso treinador cumpriu. 

Parece que este ano, é o ano dos quase…Vá lá que já ganhamos a supertaça.

Quando deveríamos ter pressionado para vencer, tiramos o pé do acelerador, e demos vantagem ao nosso rival, que apresentou mais e melhores soluções para os últimos 20 minutos do jogo.

Nesse período apareceu um Porto atabalhoado no último terço do campo, que foi dando espaços no seu meio campo defensivo, a uma equipa demasiado prática que mal tem a bola, só tem olhos na baliza, não lateralizando, e que nem que jogue às tabelas, chuta para a baliza para atingir o golo.

Um clube como o FC Porto com o historial de vitórias que apresenta, e que entrando numa competição em que chegando às suas meias finais e a um passo de se apurar para a final, têm um Presidente que resolvendo falar fora do tempo certo, vem afirmar aos seus técnicos e jogadores que este jogo não era importante, mas sim o próximo, não lembra a ninguém e muito menos é sinal de respeito para com os seus adeptos sócios e simpatizantes.

Estas coisas de que só alguns troféus é que são importantes e do gosto do Presidente, mexem em demasia com o nosso empolgamento e sentimento para com estes novos tempos que varrem o nosso FC Porto. Desde que me conheço, que nos habituamos a ver e a sentir, que qualquer desafio encarado pelo FC Porto, o que mais interessava era a vitória e a conquista de troféus, fossem eles quais fossem. E então em jogos contra o Benfica, nem em tom de brincadeira se admitia uma coisa destas. E agora é isto? Pelos vistos, ando muito enganado.

Quanto ao jogo, e depois de ter a vitória do mesmo na mão, não fomos capazes de ter a esperteza e sagacidade, para matar de vez, com o mesmo. A saída de Lucho, foi o canto do cisne, e o sinal de que era mais importante resguardar para o próximo, do que vencer este.

O técnico adversário, que esteve perto de ser mais uma vez ridicularizado, e se calhar amplamente contestado pelos das suas cores, agradeceu a oferta, e sacando de Saviola, abriu o caminho entre os centrais do Porto, para chegar ao 3º da sua equipa, desempatando o resultado.

Quase que nos apetecia dizer…Então Jesus? Quem foi teu amigo quem foi?

Quanto ao jogo propriamente dito;
O jogo começou bem para o Benfica, que viu Maxi Pereira inaugurar o marcador no primeiro lance de perigo junto da baliza de Bracali.
Mas a resposta portista não demorou e Luxo empatou, dando início a um período de domínio dos “dragões”.

A supremacia “azul e branca” materializou-se num segundo golo, saído da cabeça de Mangala, e só se dissipou, já muito perto do intervalo, quando Nolito empatou a partida poucos minutos antes do intervalo.

Na segunda parte, e com os dois treinadores a colocarem em campo alguns dos jogadores que costumam ser titulares, o Benfica ganhou algum ascendente e viu Cardozo apontar o golo da vitória.

Com 3-2 no marcador, o Benfica elimina o FC Porto da Taça da Liga e garante a presença na final da competição, ficando agora à espera do desfecho da outra meia-final, que coloca frente a frente o Gil Vicente e o Sp. Braga.

Pronto. Adeus Taça Sr Lucilio Batista, feudo do Benfica, que em 5 anos conquista a sua 4ª presença na final. 

terça-feira, 13 de março de 2012

A estranha leveza de uma determinada camisola de um clube de futebol.


O P. Ferreira publicou esta terça-feira uma fotografia de Luisinho, na enfermaria da Mata Real, na qual se notam várias marcas na perna do lateral-esquerdo e cuja foto foi acompanhada de um comentário no qual se recorda a entrada, dupla pisadela, de Bruno César.

«Luisinho ficou no departamento médico a fazer tratamento, vítima da entrada de Bruno César no jogo de domingo... partida em que o FC Paços de Ferreira teve dois atletas expulsos e que não vão poder jogar na próxima jornada...», escreveu-se na página do clube na referida rede pessoal.
A resposta da Liga e da FPF a estas situações;

O mapa de castigo da 22ª jornada, divulgado nesta terça-feira pela Liga e pelo Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol, permite concluir que a expulsão de Ricardo, no P. Ferreira-Benfica, se deveu à entrada sobre Bruno César.

O árbitro Bruno Esteves exibiu o cartão vermelho ao central pacense ao minuto 88, por indicação do árbitro assistente Venâncio Tomé. Na altura ficaram dúvidas se a decisão tinha sido motivada por uma falta sobre o adversário ou eventuais palavras dirigidas ao árbitro assistente. O comunicado desta terça-feira enquadra a suspensão de um jogo no artigo 124.1 do Regulamento Disciplinar, que determina que «o jogador que praticar para com o adversário jogo violento é punido com pena de suspensão de 1 a 4 jogos e multa de 250 a 2500 euros». Nesse mesmo ponto esclarece-se que a prática de jogo violente corresponde a «entrada física ao corpo do adversário que, ainda a pretexto de disputa de bola, coloque em risco a integridade física desse adversário.

As nossas conclusões a mais um caso da bendita verdade desportiva;

Afinal pisar o adversário e deixa-lo no estado que a foto o demonstra, não é tão perigoso nem sancionavel, como a atitude do jogador do Paços de Ferreira que demonstrou intenção (?) de acertar no jogador do Benfica, mas sem o efetuar propriamente. Para estas aves raras de galinheiro, pisar e voltar a pisar intencionalmente o adversário quando este se encontra no chão, é permitido desde que o jogador não tenha anteriormente demonstrado a intenção de o fazer.

Quer dizer; A intenção é um ato bárbaro e sancionável, mas a ação em si, já é desculpável? Mas estes tipos são chalados da mona, ou pensam que os outros são todos idiotas e tontos como eles? Já sei…é esta a verdade desportiva que tanto adoram. É como aquela em que um jogador corta o movimento da bola com a mão dentro da área e, não contente pois a bla poderia fugir para o adversário que se encontrava por perto, volta a acariciar a bola com a outra mão, para que a mesma lhe caia nos pés, e nada de consequências.

Mais uma vez, o lance foi ajuizado por um predestinado árbitro, qual adivinho que lê a mente dos jogadores de futebol et voilá; Não teve intenção de o fazer!

E sabem porquê? Porque os jogadores que usam a camisola de um determinado clube, nunca mas por nunca, tem intenção de jogar a bola com as mão, ou agredir selvaticamente os seus adversários.

Não era preciso esperar pelo relatório do árbitro, para ver o que iria acontecer. Bastou ver a repetição do lance na TV, onde se percebe claramente o famoso árbitro assistente a dizer: "é falta para vermelho" ao arbitro principal. Espetacular o nível destes árbitros que conseguem prever as intenções mesmo que os jogadores não toquem nos seus adversários e vai dai; " pega lá um vermelho direto, porque eu sei que o que querias fazer era aleijar o gajo da dita camisola". A sorte do futebol português, é haver estes fiscais de linha que tiraram um curso com a Maya e conseguem fazer previsões e futurologia num curto espaço de tempo. Será que eles também saberão ler nas estrelas, e já sabem quem é o campeão?

Mas o mais caricato disto tudo, é que os tipos que deveriam ser isentos e esclarecidos na análise e determinação dos castigos, sancionam na mesma o que o árbitro escreveu, mesmo havendo imagens claras que comprovam o contrário. Porque será?

segunda-feira, 12 de março de 2012

A vergonha dos anti FC Porto, não tem limites nem descaramento.


A verdade desportiva segundo algumas aves raras que dominam o futebol português, quer dentro do campo, quer na comunicação social.

Como diria um dito mestre…”Até um cego vê o que faz Bruno Cêsar”, ou seria só para o pretenso penalti?


Parte da crónica publicitada num jornal diário nacional;
“A vantagem com que o Paços saiu para o intervalo era algo injusta. É verdade que a equipa mostrou sempre qualidade de jogo, fiabilidade defensiva e eficácia concretizadora (marcou ao terceiro ameaço), mas os primeiros 25 minutos foram de domínio do Benfica, que não foi capaz de aproveitar quatro boas situações. As três primeiras foram desperdiçadas por Nolito, Saviola e Cardozo, numa fase eléctrica do jogo. Mas o desperdício mais escandaloso surgiu ao minuto 24, quando após uma defesa de recurso de Cássio, Bruno César não acertou na baliza deserta.”


Então a equipa que mais remates fez à baliza, que mostrou mais qualidade de jogo e fiabilidade defensiva, não merecia estár a vencer?
Da agressão de Bruno César nem uma palavra? Para cúmulo, e desonestidade intelectual, ainda consideram este jogador, como um dos mais positivos no campo?
Não acredita? Aqui está;

Bruno César
”Marcou o golo da vitória com uma execução genial de um livre, sofreu um penálti não assinalado e criou boa parte dos desequilíbrios na área do Paços.”


Veja o lance e retire as suas conclusões. Imaginem se era o Hulk, ou um jogador do FC Porto, a ter uma atitude destas? 
A impunidade e a vergonha grassam a olhos vistos, num futebolzinho triste e vergonhoso, e descaradamente encoberto, quando as situações acontecem com determinadas cores. Mesmo assim, acredito que contra tudo e todos o FC Porto será campeão.   

sábado, 10 de março de 2012

FC Porto em velocidade de passeio, quase que se estampava.


A equipa de Vítor Pereira esteve a perder mas acabou por empatar em casa frente à Académica. O golo só surgiu nas compensações, de penalti.

O FC Porto não entrou muito bem na partida, jogando a um ritmo muito baixo. A Académica apresentou-se numa postura expectante, apostada em aproveitar um erro do adversário para partir rapidamente para o contra-ataque.

O prémio para a equipa de Pedro Emanuel chegou aos 39’, quando Edinho fez o golo da equipa de Coimbra. O passe foi de Saulo, e o avançado internacional português, de cabeça, bateu Helton.

Quando se viu em desvantagem, o FC Porto arriscou. Vítor Pereira trocou Sapunaru por Djalma (53’) e Rolando por Kléber (61’) e os “dragões” aproximaram-se mais da baliza da Académica.


No entanto, o último passe saiu sempre mal aos “azuis e brancos”, que não criaram ocasiões flagrantes de perigo. O melhor lance surgiu aos 67’, quando João Moutinho, na transformação de um livre, levou a bola à trave da baliza de Peiser.


O relógio caminhava para o final, e o FC Porto arriscava sofrer a terceira derrota no campeonato. Mas já no tempo de compensação, Pape Sow fez mão e deu grande penalidade para os “dragões”. Hulk não deu hipóteses e fez o 1-1 (90+3’).

A pressão sobre os árbitros através do "castigo" a Pedro Proença surtiu efeito. Há um penalty claríssimo sobre Hulk que o árbitro transforma num amarelo que o coloca de fora do próximo jogo. 

No final da primeira parte Hulk fica isolado e é marcado um fora-de-jogo inexistente... o lance daria certamente o 1-1 ainda antes do intervalo. O Porto perde por culpa própria pois não entrou com a garra que devia, mas a arbitragem teve um papel fundamental, por claro medo de ser acusada de "beneficiar" o Porto. Enfim... o habitual. Parabéns ao Benfica, através das suas jogadas de bastidores e completamente imune aos castigos da Liga, certamente ainda poderá lutar para ser campeão.

Com tanta cerimónia por parte do FC Porto, que até parecia que queriam imitar a famosa equipa que dos anos 68/69, que ao perder em casa como a Académica, entregou o titulo de campeão de bandeja ao suspeito do costume, ou seja ao Benfica.

Só mais uma achega; Vítor Pereira não conseguiu resistir aos aclamados vips, e fez-lhes a vontade ao colocar de inicio o James Rodrigues, que como se veio a comprovar, nada acrescentou ao jogo. James nada acrescenta, porque a zona que mais gosta de utilizar estava preenchida por Lucho. Só quando Lucho recuou no terreno para junto de Moutinho, é que James ganhou preponderância no desenrolar do jogo do FC Porto, pois foi ocupar a zona por trás dos dois pontas de lança. 

Esta é e será uma situação a rever e a corrigir, pela equipa técnica que não deve ceder perante as críticas. Primeiro a equipa e o resultado, e depois os jogadores.  Perante equipas que se fecham tanto como a Académica, o FC Porto, tem que utilizar toda a largura de terreno e em especial os dois corredores. 

Esperemos que não haja mais sobressaltos iguais aos de hoje, para o restos dos jogos do campeonato, e que de uma vez por todas se corrija a mania de dar 45 minutos de avanço aos adversários.

A agressividade com que a Académica disputou este jogo, fica nem patente na imagem que anexamos ao post.