Os Invencíveis Azuis e Brancos: benfica

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domingo, 15 de janeiro de 2012

Fabuloso James, a marcar a diferença.


Pouco habituado, nos últimos tempos, a olhar para o cimo da tabela classificativa e encontrar lá alguém, o FC Porto reagiu da melhor maneira à liderança no campeonato perdida na semana passada, vencendo o Rio Ave, por 2-0, num jogo em que começou com cinco pontos de atraso para o Benfica, que minutos antes havia derrotado o Vitória de Setúbal. O resultado da Luz não afectou os campeões nacionais, nem mesmo as ausências de João Moutinho, castigado, e Djalma, que partiu para a CAN. Vítor Pereira apostou em Defour para o lugar do internacional português, enquanto James rendeu o angolano. O belga começou, inclusive, por ser um dos mais dinâmicos no passe e na construção de jogo, e o colombiano foi sempre um quebra-cabeças para a defensiva vila-condense.

Apesar de ter mais jogadores no meio-campo, o Rio Ave jogou com o quarteto defensivo muito adiantado, provocando enormes desequilíbrios, bem aproveitados pelo FC Porto. Com James de um lado e Cristian Rodríguez do outro, a equipa de Vítor Pereira tentou aproveitar os espaços, procurando a velocidade de Hulk, ficando a sensação que o primeiro golo poderia ser uma questão de minutos. Porém, perto da meia hora de jogo os dragões perderam o Incrível. Uma lesão afastou-o do jogo, obrigando o treinador portista a mexer na equipa. Entrou Kléber, mantendo-se o desenho táctico, mas com menos velocidade e menor capacidade de explosão. Apesar disso, o FC Porto quis demonstrar que não estava Hulkdependente. Continuou a praticar um futebol ofensivo, com maior posse de bola e, mesmo com Belluschi e Defour pouco agressivos na hora de recuperar bolas, viram o adversário com enorme dificuldade para chegar à baliza de Helton.

O golo de James acalmou os adeptos portistas e percebeu-se logo que, ou o Rio Ave aparecia transfigurado na segunda parte, ou arriscava sofrer mais alguns golos.
Com o FC Porto cada vez mais ofensivo e à procura do 2-0, o Rio Ave continuou a sentir os mesmos problemas. Já sem um apagado Jorginho - ovacionado pelos adeptos do FC Porto no regresso ao Dragão -, a equipa de Vila do Conde nunca conseguiu assumir o comando do jogo. Helton passou mais tempo a jogar com as mãos do que com os pés, e João Tomás, apesar do esforço, jogou mais fora do que dentro da área portista. Raramente servido em condições de tentar o golo, o ponta-de-lança só teve uma ocasião para tentar o golo, num lance no período de descontos e que originou a expulsão de Rolando. Antes disso, muito antes, já os dragões tinham chegado ao 2-0, num lance concretizado por James. O colombiano aliou a inteligência ao talento e, numa combinação com os dois pés, deixou Tiago Pinto pelo caminho e voltou a bater o brasileiro Huanderson. Mais um belo momento do esquerdino.

Com o segundo golo, ficou novamente a sensação que o FC Porto podia embalar para um resultado mais volumoso, mas a falta de pontaria ou as intervenções do guarda-redes do Rio Ave impediram um resultado que daria uma maior e mais justa expressão do que aconteceu ao longo do jogo. Os dragões bem tentaram, perante um adversário que pouco fez e que, curiosamente, não conseguiu um único canto ao longo do jogo. Com este triunfo, o FC Porto não só impediu que o líder fugisse, como registou o 54º jogo sem perder no campeonato.

Continua a perseguição ao líder.


Video resumo do jogo;http://www.youtube.com/watch?v=mJ8X83WEqP8

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

FC Porto, e a razão do 2º lugar!


Depois de dissecado, o grande jogo de sábado passado, entre o Sporting e o FC Porto, e para além das nuances da intervenção do árbitro, no normal desenrolar do desafio com influência no resultado final do mesmo, urge rapidamente proceder à correção técnica, de como funciona a equipa do FC Porto, e o jogador Hulk, com este a jogar na posição nº 9.

Estivesse este jogador mais bem preparado para jogar na posição nº 9, sendo mais rápido nas tomadas das decisões, sem hesitações ou tendências para aplicar a finta, quando o normal seria entrar direto no espaço, e o FC Porto poderia ter vencido o jogo com alguma margem folgada.

Como ponta de lança, Hulk pode fazer e ser muito melhor, se souber rapidamente corrigir um pormenor, que no jogo de Alvalade se traduziu num grande problema, já que em 3 possíveis oportunidades, a técnica e o timing a aplicar nos caminhos a percorrer, não foram os melhores para a sua posição.

Hulk tem que saber que a amplitude de terrenos que deve percorrer, bem como a rapidez a aplicar na condução da bola, a jogar na posição nº 9, são muito diferentes da sua posição normal, como extremo como movimentos da linha para o interior.

Deve procurar caminhos mais diretos e rápidos, e não tanto a contemporização na espera do posicionamento da defesa, para nesse momento arrancar para a finta do mesmo, numa derivação lateral como aconteceu em quase todos os remates que efetuou, contra o Sporting. 

Num deles, e ainda na primeira parte do jogo, tentou fintar todos os defesas que lhe apareceram pela frente, percorrendo a toda a largura frontal, a linha da grande área da baliza, no sentido da direita para a esquerda, desenquadrando-se com a mesma, e já sem angulo e sem força, rematar. Rui Patrício agradeceu, tão inofensivo e fraco foi o remate.

Como nº 9, os seus limites de espaço, tem que ser a projeção das linhas da pequena área, zona frontal à baliza, e não tanto as faixas laterias da grande área. Não se pode perder em fintas desnecessárias ou na procura de espaços laterais. Desgasta-se fisicamente, e a equipa pouco ganha com isso. Essa função caberá aos extremos ou laterais, para lhe entregarem a bola, mais perto da baliza. A jogar da maneira como o FC Porto joga, estamos a pedir que Hulk, seja 2 jogadores ao mesmo tempo. Um que jogue como 12, transportando a bola para o ataque, e ao mesmo tempo que finalize como 9. As constantes faltas das defesas, ( Polga por exemplo, abusou e de que maneira) não lhe dão tempo nem espaço para embalar e ser devastador, e fazer as 2 posições em simultâneo. Polga passou a marcar Hulk a todo o campo, conforme se viu na falta que lhe daria o 2ª amarelo, e consequente expulsão.

Quando joga na linha, é mais letal, porque consegue executar o seu bom movimento da direita para a esquerda. Tem mais espaço para virar para dentro ou para fora. Pode parar o movimento, contemporizar, ou executar o mesmo com a costumeira bicicleta sobre a bola, na ânsia de enganar o defesa, porque nesses espaço, só terá um defesa a marca-lo, enquanto como nº 9, terá os dois centrais e ainda o trinco da equipa adversária para lhe fechar o caminho.

Como nº 9, aplicando a mesma técnica de extremo, acaba por não ter espaço suficiente para ganhar velocidade e potência necessárias para aplicar o seu remate, de maneira a bater o guarda-redes adversário. Para isso tem que entrar rapidamente dentro da área, coisa que raramente faz, e marcar o golo em jeito e não tanto em potência.

Das duas, uma. 
Ou vai mais rápido e direto à baliza, com o FC Porto a passar a jogar com um jogador mais perto do nº 9, James por exemplo, tipo 4-4-2, para que Hulk não tenha que perder força, desgastando-se em fintas, mas fazendo a tabelinha diretamente, para que Hulk apareça em velocidade de trás para a frente, passando pelos dois centrais, como tão bem faz o Barcelona, quer com Fabregás quer com Messi. Se não for possível, então que o nosso meio campo deixe de ser de posse, e passe a jogar em passes diretos para a desmarcação de Hulk, como aconteceu na Ucrânia contra o Donestek.

O que não se pode pedir a Hulk, é que o mesmo produza o que produziu no ano passado com 38 golos, e ainda tenha tempo para fazer a parte de Falcao mais direto e finalizador, que foram de 36 golos. É aqui que a porca torce o rabo. Messi marca que se farta, porque para além de conquistar o seu espaço, tem um tipo chamado Xavi, que lhe transporta o jogo e lhe oferece as suas oportunidades, para que Messi brilhe e concretize. Messi assim o admitiu, quando ontem partilhou com Xavi a sua 3ª bola de ouro.

E o FC Porto, quem tem a fazer de Xavi? Não será por ventura o Hulk?

E para fazer de Messi? Não será também Hulk?

Enquanto uns pedem um ponta de lança, nós achamos que falta ao FC Porto, um bom extremo, que transporte e rompa as linhas, e faça jogo com Hulk. Porque desapareceu Varela?
Será Danilo a resposta à nossa questão?

Enquanto uns tem maior poder de fogo, e aumentaram o seu nº de golos, o FC Porto reduziu para metade o poder de fogo do ano que tudo lhe garantiu, e não conseguiu criar opções diferentes.

Vítor Pereira, Hulk, e o FC Porto, têm a palavra nos restantes jogos deste campeonato.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Vítor Pereira, pode hoje ganhar o ouro!


O campeonato estava quase decidido quando o FC Porto visitou um Benfica que já jogava só para defender a honra do convento. O jogo começou com grave lesão de Silvino, aos  5 minutos de jogo, contraída em choque ( ? )  com Mauro Airez. Como Vítor Baía estava lesionado, avançou Vítor Novoa para a baliza.

A águia adiantou-se por Valdo, de grande penalidade, mas o dragão empataria por esse fabuloso jogador de nome Emerson, aos 51 minutos. Infelizmente, e uma vez mais numa das suas costumeiras diabruras, João Vieira Pinto recolocaria a águia novamente na frente do marcador, consumando o 2-1, que selaria o fim de um ciclo de 53 jogos portistas sem conhecer a derrota, em ano e meio de magia, proporcionada por Bobby Robson.

Booby Robson, fez história e magia em Portugal;

1994-95; 24 vitórias, 3 empates e 0 derrotas.

1995-96; 22 vitórias, 4 empates, 0 derrotas.

Num total de 53 jogos, o FC Porto contabiliza;

 46 Vitórias, 7 empates e 0 derrotas.

Para além de colocar o Dragão a vencer constantemente os jogos disputados, deliciou os adeptos do FC porto, com um futebol de ataque constante às redes adversárias. Mal se iniciavam as partidas, a equipa do FC Porto colocava em prática a saída da bola para o ataque, procurando assim apanhar desprevenidos os adversários, o mais cedo possível, quando ainda se encontrava a organizar nas suas posições para tapara os caminhos para a sua baliza.

Estávamos num tempo, em que os adeptos do FC Porto entravam a tempo e horas para o estádio, em que muitas das vezes nem se sentavam, pois sabiam que nos primeiros 5 minutos de jogo, teriam que se levantar para festejar os golos do FC Porto.

Era um espetáculo, ver a atuação de Bobby Robson, com os seus constantes gritos de incentivo, para que os seus jogadores marcassem mais e mais golos, para deliciar e satisfazer os adeptos do FC Porto, que quase se silenciava, para ouvir e venerar o carismático treinador.
Depois da sua passagem como treinador principal do FC Porto, o nível de exigência dos adeptos azuis e brancos, nunca mais voltaria a ser o mesmo, já que tinham subido a níveis altíssimos, pela qualidade dos espetáculos organizados e dirigidos por este fleumático e empolgante desportista inglês de nome Bobby Robson.

Caros jogadores do FC Porto; Se não vos chega o motivo de continuar a liderar o campeonato, para perseguirem e obterem a vitória neste desafio contra umas lagartixas que comem cérelac, ao menos que a vitória seja um objetivo, para que o FC Porto consiga igualar o record de jogos sem derrotas, que pertence a um grande senhor do futebol Mundial, de nome Bobby Robson, que merece o maior respeito, consideração e carinho, de todos os adeptos e simpatizantes do FC Porto.

Arreganho, fé, crença, e muita cabeça fria, e nada de entrar no jogo rasteiro que vos vais ser feito, pois vocês são muito superiores, quer em técnica quer em vitórias e trofeus.

Este é um jogo, em que a equipa do FC Porto, tem uma das grandiosas e raras oportunidade de, ao puxar dos seus galões e saber, marcar claramente a sua diferença para melhor, empurrando o adversário de hoje, bem como o outro que estará a jogar por fora, para um canto, afim de um sarar e lamber as feridas de uma derrota que o afastará da corrida ao título, e ao outro que o deixará a pensar que isto ainda não acabou, nem será tão fácil.

Allez...Porto Allez!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Pinto da Costa; O Dragão de Ouro!


Nasceu a 28 de Dezembro de 1937, no dia dos Santos Inocentes, o homem que mudou a história do FC Porto, para sempre. Transformou um clube de dimensão regional, num clube de dimensão mundial e capaz de desafiar todos os limites. Em 29 anos de presidência, levou os “Dragões”, antigamente apelidados pejorativamente como” Andrades”, à conquista de 55 troféus, de todos os tipos, conseguindo a proeza assinalável, e que muitos adeptos portistas e não só, pensariam ser possível nos tempos mais próximos; ultrapassar o grande rival encarnado de Lisboa, o Benfica, no numero de títulos ( 70 FCP, 68 SLB ).

Esse feito, foi garantido na última época desportiva, com um sensacional poker de troféus, nos quais se destacam, o campeonato sem derrotas, e a Liga Europa.

Será à luz dessa temporada dourada e histórica, a que só faltou ganhar a Supertaça Europeia perdida para a grande equipa dos tempos modernos, o Barcelona FC, que Pinto da Costa estará hoje e amanhã presente no Dubai, para representar o FC Porto, na gala anual do Globe Soccer Awards.

Nesta noite, Pinto da Costa poderá ver o seu FC Porto receber o troféu, de melhor clube do mercado de transferências, e com melhores resultados desportivos do ano. Os Dragões estão entre os 3 nomeados, ao lado do Borússia Dortmund e do colosso Barcelona, clubes de futebol vistos pela comunidade desportiva, como os casos de maior sucesso absoluto, em função dos títulos conquistados em 2011.

Largos dias tem cem anos!!!

Famosa frase, que demonstra frontalmente a têmpera e sagacidade deste verdadeiro Dragão, e que perante aqueles que lhe procuram derrotar ou menosprezar, não regateia esforços para engrandecer a sua obra, que é o engrandecimento do FC Porto.

“A seguir ao FC Porto ter ganho uma taça europeia, disseram-lhe que aquilo era único. Mas o presidente respondeu que podia ser repetido. E foi. Ainda vai dar mais uns campeonatos e umas taças europeias. É o melhor dirigente europeu de sempre, o melhor gestor desportivo de todos os tempos em Portugal, e é um dos portugueses mais importantes do último século e do atual. É notável” Pedro Marques Lopes; Comentador Político.

Palavras para quê? A sua coleção de troféus, demonstram claramente a grandeza e obra que Pinto da Costa, e os seus colaboradores, conseguiram alcançar para o FC Porto.

Parabéns Presidente, pelas suas 74 primaveras, e que as mesmas sejam comemoradas por muito e muitos anos de alegrias, e troféus conquistados.

PS; É por estas e por outras, que quando leio algumas colunas de opinião da comunicação social, fico com um sorriso de orelha a orelha, ou solto mesmo umas gargalhadas sonoras, perante o que escrevem alguns "obesos", que nada de relevante fizeram para a sociedade, ou obra notável se podem identificar, sobre outros a quem apelidam de "obtusos", quando estes apresentam obras tão notáveis e variadas, como as que Pinto da Costa se pode orgulhar.
A estes, o meu mais que sentido obrigado, por serem tão exigentes com alguém como Pinto da Costa, e o FC Porto, não os deixando adormecer à sobra dos troféus e distinções conquistados.

Fonte; JN