Os Invencíveis Azuis e Brancos: fc porto

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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Jesus: «Achava que eliminatória do Porto ia ser mais equilibrada»


O Benfica é a única equipa portuguesa na Champions, o Sporting passou a ser a única na Liga Europa, mas a eliminação de FC Porto e Sp. Braga surpreendeu Jorge Jesus.

«Se me surpreendeu só o Sporting ter passado, surpreendeu-me. 

Acreditava que o Sp. Braga ia eliminar o Besiktas e acreditava também que o FC Porto ia disputar a eliminatória com o Manchester City de forma muito mais equilibrada do que o fez, porque também jogámos com o Manchester United e fazendo uma relação de valor entre as quatro equipas, achava que o FC Porto ia disputar uma eliminatória muito mais equilibrada», justificou o treinador encarnado, nesta sexta-feira, na antevisão da jornada em Coimbra.

Com o afastamento europeu, Jesus admitiu que os adversários podem ter vantagem na luta pelo título nacional. «Pode deixar mais forte porque tem mais tempo para trabalhar os jogos do campeonato nacional, não só o FC Porto como o Sp. Braga. Vão jogar praticamente de semana a semana e têm todas as condições para preparar os jogos melhor», considerou.

Alfinetadas do mestre das chicletes, como se os "atentos" a estas coisas do futebol não soubessem que o Manchester United, foi copiosamente derrotado 1-6, em casa pelo City.

Pelos vistos o Benfica vai chegar à final da liga dos campeões jogando todas as 3ªs ou 4ªs feiras, ficando assim em desvantagem física perante os seus adversários do campeonato português. Será que o mesmo, já está a tentar arranjar desculpas para uma possível derrota da sua equipa frente ao FC Porto?

O FC Porto recebeu e venceu o Benfica por 3-0.


O FC Porto recebeu e venceu o Benfica por 3-0 em partida da segunda fase do campeonato nacional de juniores.Os golos de Alves, Ebo e Vion deram a vitória aos “dragões” na recepção ao Benfica. Este foi o primeiro triunfo dos juniores do FC Porto na segunda fase do campeonato nacional.

“É um resultado muito importante, porque esta vitória recoloca-nos na discussão do título. Gostaria de destacar que é uma vitória de uma equipa com muito carácter e personalidade.


Sabíamos que tínhamos de ter esta atitude para derrotar o Benfica”, sublinhou o treinador Rui Barros no final da partida, em declarações reproduzidas pela página oficial do FC Porto na Internet.
Quem também assistiu à partida no Olival foi Domingos. O ex-treinador do Sporting foi ver o jogo do FC Porto, equipa onde actua o seu filho de 17 anos Gonçalo Paciência, que entrou ao minuto 80.

Com esta derrota o Benfica perdeu a invencibilidade e mantém os seis pontos – tantos quantos soma agora o Sporting, que recebeu e venceu o Vitória de Setúbal por 2-1.

Não foi a foi a retumbante vitória do FC Porto frente ao Benfica por 3 a 0, e a quebra da invencibilidade do Benfica, mas sim o caso de Domingos ter estado presente a assistir ao jogo em que participa o seu filho, que mereceu maior destaque e importância, para a nossa comunicação social tão sedenta de confusões e disputas estéreis.

FC Porto; Conquistar os três pontos, se possível com um bom jogo.


O treinador do FC Porto, Vítor Pereira, exclui qualquer possibilidade de o FC Porto “perder pontos” no domingo na recepção ao Feirense.

“Não pode voltar a acontecer. O FC Porto não pode perder pontos. Temos de ganhar. Vamos ganhar ao Feirense. Vamos jogar para ganhar. Não podemos perder meio ponto sequer”, vincou o técnico, na antevisão da 20.ª jornada.


A dois pontos do rival Benfica, que joga em Coimbra neste sábado com a Académica, o treinador dos “dragões” assume que o desafio frente ao Feirense é “fundamental” para a sua equipa, consciente de que tem de “conquistar os três pontos, se possível com um bom jogo”.

“Sabendo que vamos defrontar um adversário que em sua casa nos subtraiu dois pontos, temos de estar concentrados, no máximo das nossas capacidades e potencial”, sublinhou, antes de prometer que o grupo “tudo fará para ser campeão”: “Daremos tudo de nós para revalidarmos o título”.

E é porque quer todo o plantel concentrado apenas no Feirense que Vítor Pereira evitou comentar as palavras do seleccionador Paulo Bento, que admitiu gerir o esforço de “dragões” e “águias” no particular de Portugal frente à Polónia (48 horas antes do “clássico” da Luz), bem como as de Jorge Jesus, que “esperava mais luta” do FC Porto frente ao Manchester City.


“Tenho o máximo de respeito pela selecção e seleccionador, mas quero ver a minha equipa completamente concentrada a perceber que o jogo com o Feirense é fundamental para nós. Que as minhas palavras sejam a imagem disso mesmo”, exemplificou.


Vítor Pereira escusou-se igualmente a falar sobre a derrota do Benfica em Guimarães, apenas prometendo ir atrás do título “com todos os argumentos e no fim fazer contas”.


O técnico portista evitou também opinar sobre qual a melhor equipa portuguesa da actualidade: “Não consigo responder. Mesmo na grande época que fizemos o ano passado, que ficará na história, tivemos momentos em que jogámos um grande futebol, mas outros em que valeu esforço e atitude para ganhar alguns jogos.”


Os números dizem que o FC Porto tem sido mais indisciplinado esta época, com mais cartões. Vítor Pereira critica as admoestações por “palavras aos árbitros”, mas diz que não pode pedir aos seus pupilos para serem menos agressivos em campo, quando durante a semana treinam precisamente para serem empenhados na procura da bola.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Terá o atual FC Porto, a garra e agressividades suficientes para chegar ao título?

O FC Porto conseguiu, aparentemente, controlar o jogo durante mais de uma hora, mas foi sempre incapaz de controlar os contra-ataques do Manchester City, uma equipa inglesa travestida de italiana, pelo menos no que diz respeito ao cinismo. O resultado acabou por ser muito castigador e vergonhoso para o ainda detentor da Liga Europa, que protagonizou a situação insólita de sofrer um golo aos 19 segundos depois de, imagine-se, ter perdido a bola logo na saída de bola. Tão ou mais inadmissível num clube que já gasta mais de cem milhões de euros por época acabaram por ser os dez minutos de delírio total em que o FC Porto sofreu três golos de rajada. Um castigo que penaliza cada vez mais Vítor Pereira, cuja única via possível de salvação passou a ser agora a Liga portuguesa. E já nem é certo que isso baste para lhe garantir o lugar...

O FC Porto tinha mais bola, mas circulava-a como num ataque de andebol, da esquerda para a direita e vice-versa. Sem conseguir entrar na área. James dava continuidade ao jogo, mas não criava desequilíbrios. E a mobilidade do tridente atacante (Varela surgiu amiúde no meio) não bastava para criar desequilíbrios nas duas linhas recuadas do City.
A estatística ajuda a compreender o jogo. Faltou agressividade ao FC Porto, que só cometeu oito faltas, metade das do adversário. Teve mais cantos (8-4) e mais remates (17-9), mas só acertou três vezes na baliza, ao contrário do City (5).
O FC Porto pagou a argúcia do adversário, mas também o excesso de erros próprios. O principal réu foi Rolando, que esta época teima em fazer disparates e em deixar a equipa em inferioridade numérica. Otamendi falhou o lançamento antes do contra-ataque no 1-0. Maicon esteve disparatado no segundo golo, colocando Dzeko em jogo. Alex Sandro arriscou em demasia no passe para Fernando no lance do 3-0 e Sapunaru cortou mal a bola na jogada do 4-0. Do lado portista, foi um jogo em que praticamente ninguém saiu inocente. A começar pelo treinador, que nunca percebeu que Mancini lhe deu a bola para o enganar.

Parte da crónica de Bruno Prata, publicada no jornal Publico.

Mais do que uma questão de falta de pontaria e de um anormal acumular de disparates cometidas pelos jogadores que englobam a defesa do FC Porto, ficou demonstrado uma vez mais, a falta de um ponta de lança de créditos firmados, e de um ou mais jogadores com capacidade de choque neste novo plantel que disputou a taça UEFA.

Enquanto os adversários tiveram o raçudo e enorme Yaya Touré que cometeu 6 faltas assinaladas, ou seja 35% do total das faltas cometidas pela sua equipa, houve jogadores do FC Porto, que nem uma falta cometeram na procura da bola, como por exemplo; Varela, Hulk, Maicon, James Rodrigues, e por incrível que pareça o defesa Otamendi.

A jogar uma eliminatória deste calibre, o FC Porto comportou-se mais como um cordeiro preparado para a degola, do que uma equipa raçuda e que procura rápidamente a bola de todas as maneiras possíveis, não deixando o adversário saír a jogar com a mesma controlada. 


Mais do que ter a bola, Mancini, deixou que o FC Porto se recriasse com a bola em determinados setores do campo de maneira a poder desferir o contragolpe, deixando as linhas de defesa da baliza do FC Porto demasiado expostas e descordenadas.

Demasiado veludo e tapetes vermelhos estendidos ao adversário, originaram uma das maiores derrotas do FC Porto a nível Europeu.

Este ano, ja me relembrei inúmeras vezes daquele treinador meio poeta, que confiante nas fáceis vitórias, ao entrar na Antas, afirmou a plenos pulmões; É Gomes e mais 10, e viu-se como acabou.

No arranque desta época, Pinto da Costa também o afirmou categoricamente; É Hulk e mais 10!

E você caro leitor, o que acha disto tudo?
Será que vamos assistir ao lento definhar de Vítor Pereira, após mais uma triste demonstração pública da Sad ao ex treinador Villas-Boas, ou haverá adrenalina suficiente do atual treinador para retomar a liderança do barco e alcançar a liderança do campeonato, saindo posteriormente por cima?

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Manchester City FC 4-0 FC Porto (total: 6-1)


O FC Porto terminou a defesa do seu troféu da UEFA Europa League ao ser goleado no terreno do Manchester City FC, por 4-0, equipa que agora defrontará o Sporting ou os polacos do KP Legia Warszawa nos oitavos-de-final.

Depois da derrota de 2-1 em casa na semana passada, o campeão de Portugal precisava de ganhar pela primeira vez em Inglaterra, mas viu-se a perder ainda não estavam decorridos 20 segundos. Nicolás Otamendi tentou um passe para o meio-campo, que foi interceptado por Nigel de Jong e imediatamente recolhido por Yaya Touré, que logo lançou Agüero por entre Rolando e Fernando, a quem o argentino ganhou em velocidade antes de bater Hélton com um remate cruzado.

Aos 16 minutos e após um cabeceamento fraco de Silvestre Varela, a partida conheceu duas grandes oportunidades. Agüero surgiu novamente na cara de Hélton, rematando para defesa com os pés do guardião brasileiro e, na resposta imediata, Varela tentou surpreender Joe Hart ao poste mais próximo, mas rematou para a defesa do internacional inglês.
Após um livre de João Moutinho que terminou ligeiramente sobre o travessão, Agüero só por manifesta infelicidade não apontou, aos 29 minutos, o seu segundo golo da tarde, quando, lançado em profundidade por Samir Nasri, contornou Hélton e rematou à trave. Nos últimos cinco minutos do primeiro tempo, Agüero voltou a ficar perto de marcar, mas, na sequência de um contra-ataque com Touré, perdeu demasiado tempo e rematou ao lado, enquanto, no lado oposto, Otamendi não aproveitou uma bola perdida para marcar na pequena área, após um canto.

O FC Porto tentou uma entrada forte na segunda parte, à procura do golo que lhe permitisse reentrar na eliminatória, mas sempre que Hulk conseguia penetrar na defesa, os seus cruzamentos/remates sempre bastante tensos nunca encontraram ninguém para a emenda. Depois, como se já não bastasse a falta de tempo, os detentores do troféu ainda viram Otamendi sair lesionado, após ter sido atingido pelo parceiro Maicon numa vista, obrigando à entrada de Cristian Sapunaru.
Por seu lado, o City, com o cronómetro a aproximar-se do final, contentou-se em recuar no terreno e esperar que os seus defesas-centrais anulassem as investidas portistas, até que surgiu o segundo golo, que colocaria um ponto final na defesa do troféu conquistado em Dublin. Aos 76 minutos, Silva ganhou um ressalto no lado esquerdo e serviu Agüero, que fez um compasso de espera até que o substituto Edin Džeko surgisse nas costas da defesa para uma conclusão por entre as pernas do desamparado Hélton. Rolando de cabeça perdida, terá pedido fora de jogo de uma forma menos correcta e foi expulso ao ver o segundo cartão amarelo.
Já sem o internacional português em campo, o City ainda apontou mais dois golos, sendo o primeiro por Silva na pequena área, após passe do substituto David Pizarro, o qual se encarregou de fechar a contagem, bem no coração da área.

E pronto, estava consumada a história deste jogo, em que mais uma vez as estrelas do FC Porto se apagaram perdidas nas teias em que tentaram colocar o adversário, demonstrando ainda, que o brilho que pensariam ser resplandecente, não passa de uma pálida imagem do que foram, num passado recente. 

FC Porto não acredita nem “em passes mágicos nem, em coelhos da cartola”


O treinador do FC Porto quer “ganhar a eliminatória” da Liga Europa, contra o Manchester City, através da consistência e qualidade da equipa.
“Amanhã [quarta-feira] de certeza de que vamos ver um jogo equilibrado, em que há um pormenor ou outro para corrigir da nossa parte”, admitiu Vítor Pereira.
Porém, porque diz não acreditar nem “em passes mágicos nem em coelhos da cartola”, quer vencer mantendo a identidade e a forma de jogar da equipa. “Acredito na consistência do trabalho e na qualidade da equipa”, vincou, na véspera da segunda mão dos 16 avos-de-final da Liga Europa.


A estratégia será, adiantou o técnico, “procurar ter bola” para criar situações de golo e depois defender da forma como FC Porto costuma fazer, “com transições agressivas”. “O objectivo é estar ao nosso melhor nível, fazer um grande jogo para discutir a eliminatória e passar à fase seguinte”, antecipou o técnico dos portistas, detentores do troféu.


Esperamos que apareça hoje, um Hulk incisivo e directo nas acções a desenvolver, e não tanto o da 2º parte do Dragão frente ao City, complicador, egoísta e dado a nota artística, conforme o boneco ilustra.

Hulk reconhece “situação difícil”
Por seu lado, o avançado Hulk reconheceu que o FC Porto está numa “situação difícil” após a derrota no primeiro jogo contra o Manchester City, mas acredita na vitória.

Falhada uma das prioridades da época, que era continuar na Liga dos Campeões, o brasileiro admite que os azuis e brancos estão “numa situação difícil, num estádio difícil, contra uma equipa bastante difícil [Manchester City]”.

Mesmo assim acredita que é possível “dar a volta” à desvantagem criada pela derrota por 2-1 no Estádio do Dragão, na primeira mão. “Vamos tentar chegar bem amanhã para poder dar a volta ao resultado e continuar na Liga Europa”, afirmou.

Na primeira mão, os “dragões” perderam por 1-2 no Estádio do Dragão, com golos de Álvaro Pereira (na própria baliza) e Aguero, contra o golo inaugural de Varela.

Os portistas não poderão contar com Álvaro Pereira (suspenso), Marc Janko (não inscrito), Danilo e Mangala (lesionados), mas foram reforçados com o júnior Tomás Podstawski, que marca a estreia do internacional português sub-17 entre os eleitos.


A ausência do avançado austríaco Janko, confiou o treinador, “muda um bocadinho a dinâmica na frente”, mas, mesmo assim, está confiante num “FC Porto de qualidade”.
A partida, que será arbitrada pelo alemão Wolfgang Stark, está agendada para as 17h (SP-TV1) no City of Manchester Stadium.



Força Porto. Allez...Porto allez...

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Será este FC Porto capaz de ter um ato de superação?


O cronómetro assinala o minuto 72 quando Olisadebe marcou o golo que gelou o Estádio das Antas. Mourinho pediu calma às bancadas, enquanto deixava o relvado, e logo de seguida avisou que a procissão ainda ia no adro. Uma semana depois, em Atenas, Derlei marcava os dois golos que deram forma à única reviravolta conseguida fora de casa, pelo FC Porto, depois de uma derrota na 1º mão. Se a esta reviravolta, juntarmos a do ano passado conseguida em pleno estádio da Luz, para a Taça de Portugal, temos aqui dois belos exemplos que Vítor Pereira pode e deve utilizar, para motivar e empolgar a equipa para a vitória em Manchester, e para o arranque do que resta das competições ainda em disputa.

“Os actuais jogadores do FC Porto, tal como nós naquela altura, sabem que tem de dar sempre tudo e, frente ao City, terão de dar ainda um pouco mais que o normal.”
Palavras de Derlei, que referiu ainda que na sua opinião, “Os Dragões tem condições para virar o resultado, pois só precisam de querer, querer muito.”

Quanto a Mário Silva, que em conjunto com Derlei, fez parte da tal equipa que conseguiu realizar a reviravolta em Atenas, referiu-se às hipóteses do FC Porto frente ao todo o poderoso Manchester City, com um conselho; “O que posso dizer é que acreditem, como nós acreditamos. Com o valor que têm, sabem com certeza que é possível dar a volta. Têm é de acreditar que é possível."

Depois de todos os azares com ausências, lesões e paixões dos apitos, que foram neste ano comprometendo por momentos os objectivos deste FC Porto, parece que neste arranque do ano Chinês do Dragão, o mesmo poderá trazer aos Azuis e Brancos as boas energias e convicções, dando a entender que estamos num período de viragem do campo do azar para o campo da sorte, como ainda ontem se viu em Guimarães.

De um momento para o outro, tudo é assim ainda possível de conquistar. Mesmo o que à partida nos parecia ser extremamente difícil de o ser. Se assim não o fosse, bastaria atentar nas afirmações de Joe Hart, guarda redes do City, para atestar que os mesmos também o sabem muito bem, e temem a capacidade de superação desta equipa do FC Porto.

“Eles podem gostar de estar em desvantagem, porque vão jogar sem pressão, e podem vir para cima da nossa equipa. Deve ser um jogo entusiasmante. Não podemos desperdiçar uma vantagem que deu tanto trabalho a conseguir.”

Haja confiança, convicção e muita muita fé na capacidade individual de cada um e que cada um reforce as capacidades da equipa, para que a mesma consiga dar a volta às situações adversas com que se vai deparar, e esteja compenetrada no que deve fazer e se mantenha alheada de todo o ambiente concorrente, que a irá envolver, tendo em mente um único objetivo. Vencer!

O controlo emocional dos jogadores portistas no duelo contra o City, será a chave para rapidamente a equipa do FC Porto poder ambicionar chegar a vitória neste desafio da Liga Europa, e com isso ganhar um ascendente enorme e revigorante, para o próximo combate contra o dono do estádio do apagão ( já tremem com o bafo do Dragão )

Quem nos diz que a história não se repete duas vezes?

Eu acredito que o click, é possível, e o vai ser já neste próximo desafio.

E você, caro adepto e leitor portista, também acredita?


domingo, 19 de fevereiro de 2012

Porquê tanto nervosismo do FC Porto?


Acabou por ser um passeio à beira-Sado, ainda que um golo de Meyong, a quinze minutos do fim, tenha certamente assustado. Mas a realidade é que o F.C. Porto teve o adversário ideal afastar eventuais repercussões da derrota europeia com o Manchester City, e teve até a possibilidade de gerir o desgaste antes de novo confronto com a formação inglesa.

Frente a um Vitória de enormes fragilidades, sem sorrir há largos meses, o campeão nacional nem precisou de puxar dos galões para conquistar um triunfo que permite colocar alguma pressão no líder Benfica, que visita Guimarães nesta segunda-feira. Janko, Fernando e Varela marcaram os golos do triunfo azul e branco.

Janko fiel à numerologia
Na última deslocação (interna) antes do clássico, o «dragão» visitou um palco onde costuma ser feliz. O F.C. Porto não perde no Bonfim há 29 anos, e ironicamente foi o jogador com esse número nas costas que deu o primeiro passo para confirmar a tendência histórica.
Estavam cumpridos apenas três minutos quando Marc Janko inaugurou o marcador. De regresso à titularidade, o avançado austríaco só teve de aproveitar as facilidades concedidas pela defesa sadina. Moutinho teve toda liberdade para planear o cruzamento, no lado direito, e depois Janko apareceu no meio dos centrais, a concluir de cabeça (Ricardo Silva ficou pregado ao chão). Uma jogada que começou num lançamento de Sapunaru e acabou no fundo da baliza de Ricardo, as duas principais novidades entre as opções iniciais de ambos os técnicos.

O experiente guarda-redes destacou-se ao minuto 21, a negar o golo a João Moutinho. Antes, porém, já a equipa visitante tinha reclamado uma grande penalidade, por aparente corte com o braço de Ricardo Silva, na área (9m).
Sem chama, e a revelar as debilidades que são conhecidas, o Vitória só esboçou uma reacção aos 23 minutos, com Meyong a cabecear ligeiramente por cima, após lançamento lateral de Ney. Mas três minutos depois o F.C. Porto aumentou a vantagem, aproveitando novo erro sadino. Amoreirinha errou um passe em zona proibida e permitiu a Hulk lançar Fernando em velocidade, para o segundo golo.

Um pequeno susto, logo contrariado
Depois de ter perdido Neca por lesão, ainda na primeira parte (entrou Gallo), José Mota decidiu trocar Djikiné por Rafael Lopes ao intervalo. A intenção era tornar o Vitória mais ofensivo, mas sem grandes efeitos imediatos. O F.C. Porto foi controlando as operações, já a pensar nas futuras batalhas, com Vítor Pereira a substituir Lucho, Hulk e Moutinho.
A equipa da casa só deu um ar da sua graça a quinze minutos do fim quando Meyong, de livre directo, reduziu a diferença com uma bela execução. Os adeptos setubalenses animaram-se, mas quatro minutos depois o F.C. Porto sentenciou o encontro, com um golo de Varela.

Sapunaru ainda esteve perto do quarto golo, neste regresso à titularidade, quatro meses depois, mas acertou na barra, a dois minutos do fim.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

O FC Porto e a falta de argúcia e engenho, na gestão dos 90 minutos de jogo.

História;
Uma velha senhora foi para um safari em África e levou seu velho rafeiro com ela. 

Um dia, caçando borboletas, o velho cão, de repente, deu-se conta que estava perdido.
Vagueando sem norte, procurando o caminho de volta, o velho cão percebe que um jovem leopardo o viu, e caminha em sua direção, com a firme intenção de conseguir um bom e farto almoço.

O velho cão pensa depressa (pois os velhos pensam depressa):

- Oh, oh! Estou mesmo enrascado! 
Olhou à volta e vê ossos espalhados no chão muito próximo de si. Em vez de se apavorar, o velho cão ajeita-se junto do osso mais próximo e começa a roer o mesmo, virando as costas ao predador, fingindo que não o tinha visto...
Quando o leopardo estava a ponto de dar o salto para o abocanhar, o velho cão exclama bem alto:
- Este leopardo estava delicioso! Será que há outros por aí? 
Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um terrível arrepio na espinha, suspende o seu ataque já quase começado e esgueira-se na direção das árvores e pensa: 
- Caramba! Essa foi por pouco! O velho rafeiro quase me apanhava...! 
Um macaco, numa árvore ali perto, viu a cena toda e logo imaginou como fazer bom uso do que vira. Em troca de proteção para si, informaria o predador que o cão não havia comido leopardo algum...
E assim foi, rápido, em direção ao leopardo. Mas o velho cão vê-o a correr na direção do predador em grande velocidade e pensa: 
- Aí há marosca...
O macaco logo alcança o felino, cochicha-lhe o acontecido e faz um acordo com o leopardo.  
O jovem leopardo fica furioso por ter sido enganado e diz: 
- Ó macaco, sobe para as minhas costas para veres o que vai acontecer àquele cão abusador...
Agora, o velho cão vê um leopardo furioso, vindo em sua direção, com um macaco nas costas e pensa rápido novamente:
- E agora, o que é que eu faço?
Mas em vez de correr (pois sabia que as suas pernas cansadas não o levariam longe...) senta-se mais uma vez de costas para os agressores, fazendo de conta que não os via... Quando estavam suficientemente perto para ouvi-lo, o velho cão diz:
- Mas onde é que anda aquele macaco? Estou a morrer de fome! Disse que me traria outro leopardo e até agora nada??? 

Moral da história: 
Não te metas com Cão Velho...
Idade e habilidade sobrepõem-se à juventude e à intriga. A sabedoria só vem com a idade e a experiência

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

FC Porto, e o pau que nasce torto, tarde ou nunca se endireita.


Pau que nasce torto…tarde ou nunca se endireita…

Sobre Vítor Pereira e a sua gestão na atual equipa do FC Porto, com os seus desvaneios táticos e falta de pulso, acho que já não vale a pena escrever muito mais...

Quando se pensava que a coisa estava a encarreirar, existe sempre uma pedra, ou um contratempo a provocar, novo solavanco e desorganização, retrocedendo a equipa, ao ponto de partida de início de época.

A falta de pontaria, de lucidez e clareza nos objetivos, são algumas das "pechas" desta equipa de trabalho, e não só do seu treinador vigente.

Neste mundo competitivo, existem muitas equipas de trabalho, que só funcionam em harmonia e simbiose de interesses e objetivos comuns, quando acossadas do stress da vitória e pressionadas pela sede da conquista, sobre um inimigo imaginário.

Quando na gestão da vitória, ou quando se encontram num patamar superior ao dos seus inimigos ou concorrentes, revelam um deficit enorme na clarividência do rumo e objetivos, pois não sabem nem estão rotinadas na gestão do sucesso alcançado. Tem que destruir tudo, para qual fenix renascida, reerguer-se das cinzas da sua própria destruição, e novamente voltarem a resplandecer com o brilho das suas vitórias.

Este atual FC Porto, e na nossa modesta opinião, sofre deste caso patológico.

Após uns brilhantes primeiros minutos de jogo frente ao Manchester City, e que culminaram no golo simples e prático de Varela, tudo se complicou. A equipa desceu no campo e na ocupação de espaços, partiram-se as linhas, desorganizou-se no apoio próximo ao colega, e cada um dos meninos da frente, com especial enfoque em Hulk, tentou abrir o leque dos seu reportório técnico, abusando e de que maneira dos rodriguinhos e jogadas individuais.


As suas constantes reclamações a meio da primeira parte, a solicitar a bola ao Álvaro Pereira ou ao James, foram o tiro de partida para o que se avizinhava.

A escolha da via mais difícil para se chegar ao golo, parece que está demasiado enraizada no sistema de jogo desta equipa. Na 2º parte, Hulk, foi o mestre dessa gestão complicativa e artística, sem sentido objetivo. Quando o caminho mais rápido era progredir direto à baliza procurando isolar-se, escolheu sempre a contemporização, e a finta adornada, sobre mais um ou outro defesa, até perder a bola, para a equipa contrária.

Irritante, até para o mais sereno e sossegado dos adeptos azuis e brancos. Por isso e já nos últimos minutos de jogo, alguns assobios tímidos para a prestação deste jogador. Em comparação, veja-se o 2º golo do City. Simples e prático. O resto é conversa para boi dormir, ou nota artística para chiclete discutir.

Conclusão;

Pois é caro leitor, Varela ontem demonstrou que poderia ser um caso sério se lhe dessem essa oportunidade, pois para nós ele é muito melhor ponta de lança, do que algumas sagradas figuras que de azul e branco se vestem. O golo de ontem e o golo que marcou ao Benfica o ano transacto,  ou à Académica do diluvio, são bem elucidativos do nosso ponto de vista.

E meus amigos, de certeza que Vítor Pereira, não é assim tão vesgo, que não lhe reconheça o facto. 


Por não ter estatuto de estrela da companhia, nem fazer ondas nem publicitar os seus amuos, torna-se o elo mais fácil para o treinador escolher, aquando das substituições, pois este é chiclete e os outros são para vender, quais pães adocicados e fresquinhos.

James, Hulk e Lucho, adorados pela plateia assobiante do estádio do Dragão, e pelos Vip´s da comunicação social, que produziram eles de extraordinário, no jogo de ontem?

Parabéns à claque do Coletivo. Durante todo o tempo em que se desenrolou o jogo, foram inexcedíveis, com o seu fervor clubístico e o humor do homem do megafone. Mesmo quando a equipa se perdeu, nunca deixaram de manifestar o seu apoio à mesma. 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

FC Porto a complicar o que estava a ser fácil.


O FC Porto foi esta quinta-feira derrotado em casa pelo Manchester City FC, por 2-1, em partida referente à primeira mão dos 16 avos-de-final da UEFA Europa League.

Os "dragões" adiantaram-se no marcador sensivelmente a meio da primeira parte, através de um desvio oportuno de Silvestre Varela, mas o autogolo de Álvaro Pereira a abrir a etapa complementar e o tento de Sergio Agüero a cinco minutos dos 90 deixam o líder da Premier League inglesa em vantagem na eliminatória.

O respeito mútuo evidenciado logo após o sorteio desta fase de prova ficou bem patente na abordagem ao encontro desta quinta-feira, com os técnicos Vítor Pereira e Roberto Mancini a privilegiarem o meio-campo e a deixarem o ataque entregue a Hulk e Mario Balotelli, respectivamente. Bem mais pressionante, o FC Porto cedo começou a ganhar essa batalha, com o City a revelar-se incapaz de construir jogo ofensivo.

O domínio dos "dragões" produziu a sua primeira grande oportunidade de golo aos 15 minutos, quando um canto curto no lado esquerdo viu James Rodríguez cruzar para o cabeceamento de Rolando, valendo aos visitantes o alívio de Gaël Clichy quase em cima da linha fatal. Com Danilo de fora a receber assistência médica (o brasileiro saiu mesmo lesionado), o City aproveitou para efectuar dois remates perigosos no espaço de um minuto, com Micah Richards e Samir Nasri a testarem a atenção de Helton.

O FC Porto tremia, mas a resposta do detentor do troféu foi avassaladora e resultou mesmo no 1-0 aos 27 minutos. Lucho González desmarcou Hulk no lado esquerdo e o brasileiro cruzou na perfeição para o desvio na passada de Varela, de nada valendo o facto de Joe Hart ainda ter conseguido tocar na bola.

Até então imaculada na marcação, a defesa portista cometeu um erro dois minutos volvidos e permitiu que Balotelli se isolasse, mas Helton respondeu presente e deteve o disparo do internacional italiano. O lance despertou um pouco mais os "citizens" em termos atacantes, mas foi de Hulk o último remate antes do intervalo, com o esférico a sair por cima da barra.

O Manchester City regressou dos balneários determinado a marcar e esteve muito perto desse objectivo aos 50 minutos, quando Richards apareceu bem na direita e rematou ao poste, já de ângulo apertado. Mas o 1-1 acabou mesmo por surgir cinco minutos depois, com Álvaro Pereira a tentar impedir que a bola chegasse a Balotelli, após um passe longo de Yaya 
Touré, apenas para a desviar na direcção da própria baliza.

O momento de infelicidade do lateral uruguaio obrigava a sua equipa a partir em busca de, pelo menos, um golo que lhe permitisse encarar o jogo da segunda mão em vantagem, tendo Hulk cobrado um livre directo aos 61 minutos que obrigou Hart a uma defesa apurada.

O FC Porto não desistia de chegar novamente à vantagem, mas o City aguentou firme o assalto "azul-e-branco" e deu a estocada final aos 85 minutos, altura em que Yaya Touré revelou altruísmo e ofereceu o golo a Agüero (que tinha rendido Balotelli), que apenas teve de empurrar para o fundo das redes.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Vítor Pereira a demonstrar que alguém vai engolir a chiclete.


A teoria é patenteada por Vítor Pereira. Surgiu no seguimento de uma pergunta da comunicação social ao técnico, do FC Porto. Com Danilo a mostrar qualidade inatacável, é de excluir totalmente a colocação de Maicon como lateral direito? A resposta, curiosa, chegou de imediato e levou-nos até outros exemplos no plantel.

«Não vou dizer em que posição vai jogar o Maicon. Pode ser lateral, central ou nem jogar», começou por referir o técnico, antes de uma declaração firme.

«Não se pode liderar uma equipa segundo o princípio da chiclete. O Maicon correspondeu ao que pretendíamos. Depois, como tínhamos outro jogador para o lugar, a chiclete perde o sabor e tiramos o Maicon? Não, não é assim.»
E ainda mais. «Em relação à situação do James e do Varela, por exemplo, existe o mesmo princípio. Criticar é bonito para quem está de fora e nunca liderou ninguém. Quando temos um grupo e atletas para motivar as coisas são diferentes.»

Em resumo, Vítor Pereira gosta de premiar quem é lançado e corresponde. Para o treinador do F.C. Porto, não faz sentido excluir da equipa alguém que está a cumprir os seus desígnios. Mesmo que no banco esteja uma alternativa, em teoria, superior.
Vítor Pereira conhece bem André Villas-Boas e Domingos Paciência. Numa altura em que o técnico do Chelsea e o ex-treinador do Sporting vivem dias sensíveis, Vítor Pereira não deixou de lhes enviar uma mensagem através da comunicação social.
Sobre Villas-Boas, com quem trabalhou na época anterior, Vítor Pereira foi sucinto. «O André é um técnico de grande qualidade e ainda vai provar a sua qualidade no Chelsea», sublinhou.
A saída de Domingos Paciência do Sporting também mereceu um comentário. «Lamento a saída do Domingos. Tenho pena que assim seja. Reconheço competência a toda a sua equipa técnica.»

Quanto ao Manchester City, Vítor Pereira dispensou apresentações e foi directo ao assunto: «Não vale a pena perder tempo a falar deles. Todos conhecem a equipa. É líder da liga inglesa, com um plantel fortíssimo. Queremos é proporcionar um grande espectáculo e puxar a massa associativa para o nosso lado», resumiu.
«O City tem uma grande equipa. Mas estou focado na qualidade do nosso jogo. Se jogarmos ao nosso nível temos argumentos mais do que suficientes para vencer a partida», acrescentou o treinador do F.C. Porto.
«Trabalhamos para entusiasmar os adeptos. Sentir o conforto e o apoio deles é fundamental. Espero um Dragão cheinho para chegarmos a um jogo de qualidade.»
O F.C. Porto é o campeão em título da Liga Europa e pretende honrar as insígnias. Vítor Pereira não hesita e afirma que os dragões podem repetir o sucesso de Dublin.

«Acredito que somos um dos maiores favoritos. Temos é de provar dentro do campo a nossa qualidade», afirmou o treinador do F.C. Porto.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Pinto da Costa considera saída de Villas-Boas um "erro"


O presidente do FC Porto considera que a saída do treinador de futebol André Villas-Boas dos “dragões” para o Chelsea foi um “erro” e prevê que José Mourinho permaneça no Real Madrid na próxima época.

“Villas-Boas saiu devido à enorme oferta do Chelsea. Ele foi-se embora a pensar que era uma oportunidade única, mas acho que foi um erro porque surgiram outras. Outra coisa que pesou imenso foi a dificuldade em igualar a vitória na Liga dos Campeões de Mourinho, em 2004”, disse o líder do clube portista, vencedor da Liga Europa em 2010/2011.

“Ele vai ter sucesso no Chelsea porque o seu contrato não é só por um ano. É preciso tempo para construir a sua própria equipa e não vai conseguir fazer isso enquanto houver jogadores, como já ouvi, que trocam mensagens com Mourinho”, adiantou o presidente do FC Porto.

“A única coisa que poderá prejudicar Villas-Boas é se a equipa for eliminada da Liga dos Campeões. Se deixar o Chelsea, vai ser o próximo treinador do Inter”, declarou Pinto da Costa, referindo o anterior percurso de Mourinho.

Por seu turno, sobre alguma contestação recente ao “Special One” na capital espanhola, o líder dos “dragões” prognosticou: “Mourinho vai ficar no Real Madrid na próxima temporada”.

Será que é mesmo assim, ou será alguma da “criatividade” de Pinto da Costa, para confundir quem segue o futebol?

Quanto a Villas-Boas, só nos resta afirmar o seguinte; "A pressa, é inimiga da perfeição e do sucesso".

Golo de Hulk eleito o melhor da fase de grupos



Um livre directo de Hulk ao Shakhtar Donestk, no Dragão, foi eleito o melhor golo da fase de grupos da Liga dos Campeões pelos internautas que utilizam o site do UEFA.

O poderoso remate do avançado do FC Porto foi o escolhido por 29,6% dos votantes, à frente de um golo de Manduca (APOEL) ao FC Porto (21,7%), e de outro de Cristiano Ronaldo ao Ajax (18%).
O livre de Hulk foi cobrado a 30 metros da baliza e pode ser visto no site da UEFA.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Pinto da Costa reconduzido na SAD dos “dragões”.


A SAD do FC Porto reconduziu praticamente todos os seus quadros nos órgãos sociais, cujo Conselho de Administração (CA) continua a ser presidido por Pinto da Costa.

No quadro de cinco administradores do CA, apenas Rui Vieira de Sá é novidade, substituindo, com carácter não executivo, Jaime Lamego Lopes, permanecendo Adelino Caldeira, Angelino Ferreira e Reinaldo Teles, além do presidente.

Rui Ferreira Vieira de Sá é indicado pela Somague, um dos accionistas de referência da SAD, depois de a empresa ter comprado a participação da Aplicação Urbana.
Segundo comunicado do clube na sua página oficial na internet, a recondução de Pinto da Costa na presidência da SAD teve voto unânime dos accionistas presentes, representando 60,7 por cento do capital da sociedade.
Foram reconduzidas, ainda, as seguintes presidências: Matos Fernandes (assembleia geral), Nunes de Almeida (conselho fiscal) e Alípio Dias (comissão de vencimentos e conselho consultivo).
Relativamente ao órgão consultivo, foram várias as alterações, com destaque para a entrada de Fernando Gomes (ex-presidente da Câmara do Porto e administrador da GALP) e Rui Moreira (presidente da Associação Comercial do Porto).


A concorrência em longevidade, que Pinto da Costa promove frente a outro portuense famoso de nome Manuel Oliveira, continua a prometer novos episódios.




E James tudo mudou, no FC Porto - Leiria.


Vimos um jogo pouco atrativo, sendo lento durante demasiado tempo, e com pouca história para contar até a expulsão de Sahffer e entrada de James Rodriguez. O sistema táctico do Leiria muito fechado e com dois autocarros atrás da linha da bola, fechando todos os espaços de acesso à sua baliza, criaram e de que maneira dificuldades à equipa do FC Porto, que se estava a ver grega para encontrar o buraco, até à expulsão, mais que correta de Shaffer. Nas poucas vezes que o tinha feito, Janko ou chegava atrasado, ou acabava por falhar por inépcia e por muita sorte e arrojo do guarda-redes adversário.

A atitude competitiva que o FC Porto, empregou no desenrolar da primeira parte, também não ajudava a criar desequilibros na defensiva do Leiria. Só Hulk aqui e ali, acelerava o jogo, mas sempre a falhar no último passe, demonstrando que a equipa começava a sentir a tremura e falta de confiança provocada pelos assobios de ansiedade, que vinham de alguns desesperados que se encontravam na bancada. Isto de jogar depois do adversário tem destas coisas. Aguenta coração!

Para nós, Moutinho foi também um dos homens do jogo, pelo que correu, desmarcou ou executou, na procura de espaços para o golo.

Para muitos contudo, James Rodriguez foi o melhor em campo, pela meia hora que jogou, tendo imprimido um ritmo mais animado, quer no campo, quer no apoio dos adeptos à equipa do FC Porto. A entrada de James, deu à equipa as soluções que ela não tinha, ou seja criatividade e alguma velocidade. As suas movimentações interiores, provocaram muitos desequilíbrios, onde o Leiria estava apostado em cortar todos os caminhos para a sua baliza.

A entrada de James, veio dar ao flanco esquerdo, a criatividade e ritmo que a equipa do FC Porto, só demonstrava pelo flanco direito. A equipa do Leiria, passou então a ter que se desdobrar entre os dois flancos, o que permitiu abrir espaços no meio da sua defesa, por onde passaram a entrar Lucho e Moutinho no apoio aos avançados. Faltou a equipa ter uma atitude ainda mais competitiva, para que na utilização dos flancos e posteriores passes para trás para a entrada da área, tivesse dado um colorido mais volumoso ao resultado final do desafio. E isto, também porque o guarda-redes do Leiria, o melhor jogador em campo, estava a demonstrar uma grande coragem e qualidade na saída dos postes, eliminando os cruzamentos para a sua área.

Contra equipas que fecham os espaços junto à baliza e ainda por cima se colocam todos atrás da linha de bola, o que Hulk, fez na jogada do primeiro golo, e que Lucho desperdiçou, sendo aproveitado por James para recarregar e marcar o golo, deveria ser colocado em prática mais vezes. Essa é uma das chaves para permitir a entrada dos médios e o remate de frente para a baliza, com o avançado a fazer o seu trabalho, arrastando um defesa com a sua movimentação na diagonal.

Não gostei das novas movimentações constantes de Janko ao 2º poste. A equipa ressente-se e de que maneira, pois os cruzamentos acabam invariavelmente na cabeça ou pernas, dos defesas centrais adversários. Um verdadeiro ponta de lança, e ainda por cima com a altura que Janko tem, deve antecipar-se, e não esperar ao 2º poste que toda a gente falhe e o mesmo possa encostar. A mesma situação se aplica nos cantos.

Novamente 15 cantos para nada. O FC Porto tem que melhorar o seu índice de aproveitamento destas situações. Ainda ontem se viu que o Leiria quando pressionando na sua defensiva despachava bolas para a linha de fundo, porque sabe que não terá complicações.

Engraçado, que na cobrança de uma falta junto à linha lateral, lá existiu um cruzamento com conta peso e medida para marca de penalidade, e não para o primeiro poste, com Maicon a facturar, numa excelente cabeçada.

Resumindo, bom jogo e boa resposta da equipa do FC Porto, querendo demonstrar que vamos ter equipa para lutar até ao fim, por este competitivo campeonato, mostrando já alguns pormenores excelentes em termos de movimentos atacantes, entre Lucho, Hulk, Moutinho, Palito, James e Janko, com Danilo a reforçar o seu crescendo em termos de rapidez de execução.

Opiniões de V.P.; Janko; "Tem uma excelente movimentação, é um jogador típico de área, um grande reforço para o FC Porto. É evidente que também há bolas divididas e que ele não vai fazer golo, de cada vez que chegar ao esférico.Mas tem boa leitura de jogo e o entendimento ainda vai melhorar. Naquilo que ele mais diferença faz, é em tentar chegar sempre primeiro".

"Notei a preocupação de Hulk e Lucho de se entenderem, de jogarem um com o outro, revelando grande respeito mútuo."





domingo, 12 de fevereiro de 2012

FC Porto vence Leiria por 4 golos.



O FC Porto recebeu a U. Leiria este domingo e venceu por expressivos 4-0, com os golos a serem apontados na segunda parte, quando os leirienses ficaram reduzidos a dez elementos.

Depois de uma primeira parte sem golos no Estádio do Dragão, o segundo tempo começou da pior forma para os leirienses, que ficaram reduzidos a dez elementos aos 48 minutos, por expulsão de Shaffer. Aos 66, após várias tentativas, o FC Porto chegou à vantagem graças a um golo de Marc Janko, a passe de James Rodríguez.

O internacional colombiano, que entrou aos 60 minutos, marcou aos 74, aumentando a vantagem dos "dragões".

Alvaro Pereira estabeleceu o 3-0 a seis minutos dos 90 e Maicon fechou as contas da partida aos 89. Com este resultado, os comandados de Vítor Pereira mantêm o segundo lugar, com os mesmos (cinco) pontos de atraso relativamente ao líder Benfica.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Villas Boas em apuros; "Não sabes o que estás a fazer"


O estado de graça ou de dúvida de André Villas-Boas no Chelsea parece ter chegado ao fim.

Depois da derrota em Liverpool ante o Everton (2-0), o sexto desaire na temporada para a Premier League - os “blues” estão no quinto lugar a 15 pontos do líder United – tirou a paciência aos fãs.

“You don't know what you're doing (Não sabes o que estás a fazer)”, gritaram no final do jogo os adeptos do Chelsea.

A velocidade com que seguiu do Dragão a caminho do Chelsea, pode ter provocado alguns estragos na estrelinha da sorte que acompahava Villas Boas no ano passado, enquanto técnico principal do FC Porto.  

É natural que não acabem os jogos com onze jogadores.


Para quem não sabe, aqui fica o aviso.

«Contra o Benfica é natural que as equipas não acabem com onze»
Jorge Jesus diz que os adversários do Benfica jogam muitas vezes à margem da lei, razão pela qual considera normal que termine os jogos em inferioridade numérica.
«Nos jogos no Estádio da Luz, qualquer equipa para parar os jogadores do Benfica não o faz apenas com a sua qualidade tática, mas também com muitas faltas. É natural que não acabem os jogos com onze jogadores. Se apostarem apenas no aspeto tático e técnico, talvez não tenham nenhuma expulsão», sugere o treinador dos encarnados.

O que leva este treinador a ter esta afirmação, quando as estatísticas demonstram que os números apresentados pela sua equipa, vão no sentido contrário?

As estatísticas demonstram que esta pomposa afirmação, de um treinador que já sabe que está no fim da linha, segundo o seu Presidente, não passa de uma falácia, que nos poderia levar a outros pensamentos, dando azo a grandes discussões. Adiante.

Uma equipa que tem um valor mais elevado em faltas cometidas 226 do que em faltas sofridas 218, pode afirmar categórigamente que seja normal os adversários serem expulsos nos jogos realizados no seu estádio? Se os numeros corroboram que essa equipa é mais faltosa, do que os seus adversários, porque raio o seu treinador vem antes de um jogo importantíssimo, e que se vai disputar na seu estádio, afirmar que é normal nesse local os adversários serem expulsos?

Colocar pressão sobre as outras duas equipas em campo?

Afirmações destas, cheiram mais a aviso no sentido de facilitar a vida à sua equipa, já que caso o adversário recorra à falta para parar o jogo, o mesmo seja expulso por uma banalidade qualquer, como se viu recentemente no último jogo da taça da liga, do que propriamente pela razão de que lhe assistiria, caso a sua equipa cometesse muito menos faltas, do que as que recebe.

Aqui ficam os valores do SLB, em comparação com as do Campeão FC Porto.

Correto e normal, mediante os valores apresentados, seria a sua equipa ter mais expulsões já que comete mais faltas do que as dos seus adversários.

Se calhar as faltas são mais meigas, e não atigem tanto a integridade física dos seus adversários, como se possa imaginar. Deve ser então por pura imbirração dos árbitros, que os mesmos marcam mais faltas a sua equipa, do que aquelas são marcadas aos adversários. Pois se não soubessemos o que a casa gasta, e o andor não estivesse em andamento, e os numeros pudessem ser adulterados, até poderiamos engolir este tipo de afirmação perniciosa.

Esta é mais uma das do tipo, de que a bota não bate com a perdigota.

Os rascas, aproveitam tudo o que seja anti FC Porto.


O Porto e a zona norte envolvente, foram os locais de Portugal, com a maior subida na taxa de procura por parte do turismo internacional em 2011, e em franco crescimento nos dados de 2012. Mesmo com taxas exorbitantes nas estradas ditas scut´s de acesso às fronteiras para travar o turismo espanhol, a cidade consegue fruto do saber receber das suas gentes, capitalizar mais turismo internacional que a dita cidade do império falido.

Valha-nos o aeroporto, a Reynair e a Easyjet (empresas estrangeiras), até ver.

Na nossa modesta opinião, notícias sectárias e revanchistas deste gênero, propagadas por um órgão da comunicação social, com a responsabilidade que este tem, deviam ser prontamente desmentidas pelo governo e representantes da cidade, e não pelo FC Porto, pois o mesmo não governa o País e muito menos a cidade.

Quando um jornal publicita uma situação contrária aos interesses económicos de um País que ainda por cima, se encontra depauperado financeiramente, e não existe uma forte campanha de reação de sinal contrário, por parte de um qualquer membro do seu governo, então estamos mesmo sem rumo e sem sentido. O turismo é uma das poucas fontes de rendimento que o Governo deveria explorar ao máximo, para que o País conseguisse sair rapidamente da situação em que se encontra.
Infelizmente, ou andam todos a dormir, ou tem as vistas curtas, pois só lhes interessa tomar decisões fáceis do tipo aumentar impostos aos tipos lá do norte, e defender o seu umbigo, ou o que conseguem visualizar da varanda dos seus gabinetes situados em Lisboa.

Tudo vale, para denegrir o FC Porto e a população da cidade do Porto, mesmo que coloque em causa a sua economia, e os milhões arrecadados pelo turismo internacional.

Como diz o amigo Vila Pouca do Blog Dragão até a Morte; É uma provocação rasteira, suja e ordinária e na minha opinião devia merecer resposta do F.C.Porto.

Acrescentaria eu; Já que ninguém defende a cidade do Porto, defendemos nós, os Portistas.