Os Invencíveis Azuis e Brancos: joão pinto

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terça-feira, 17 de abril de 2012

Presidente Pinto da Costa, até quando haverá novos episódios para contar?


Faz hoje 30 anos que Pinto da Costa ganhou as eleições para a presidência, e o FC Porto nunca mais voltou a ser o mesmo clube. Foram três décadas de muitos sucessos, de muitos protagonistas além do protagonista principal, mas também de muitas histórias para contar. 

O JOGO foi atrás desses episódios e neste dia conta-lhe três que tiveram como atores secundários alguns dos principais ícones do clube: João Pinto, Vítor Baía e Deco. Cada um encontrou, à sua maneira, uma história que ajuda a explicar tanto sucesso, assente, inevitavelmente, na liderança de Pinto da Costa.

Mais do que as palavras, ficam os números, neste caso os 54 títulos contabilizados só no futebol sénior, sete dos quais internacionais, durante estes últimos 30 anos. Para melhor se perceber a dimensão dos feitos, refira-se que Pinto da Costa já conseguiu triplicar, nestas três décadas, o número de títulos conquistados pelo FC Porto nos 89 anos de história que o antecederem (apenas 16). 

Mais há mais: durante a era de Pinto da Costa, os dragões passaram apenas duas épocas sem conquistar um título no futebol; aconteceu em 1988/89 e, mais recentemente, em 2001/02, curiosamente na temporada que acabou por ditar a contratação de José Mourinho, que chegou para substituir Octávio Machado.
Neste jogo de conquistas e histórias, falta apenas responder a uma pergunta: até quando haverá novos episódios para contar?

sexta-feira, 16 de março de 2012

Porto Vintage: o vício de ganhar nos genes do passado.


A caderneta de cromos ganhou vida. Na página um, Vítor Baía voa para a direita e agarra com as duas mãos um pontapé violento de Pablo Alfaro. 

É só avançar umas folhas e chegar ao desvio de Rui Barros para golo. Com a cabeça, no alto do seu 1,58 metros! E se saltarmos diretamente para o fim, sabemos que nesta viagem do tempo, ao coração dos 80s e 90s, o F.C. Porto derrotou o Sevilha por 8-6.

Se é de energia, caráter e amor pela causa que o F.C. Porto de Vítor Pereira precisa, então o plantel devia programar rapidamente uma visita de estudo a esta Liga Fertiberia. 

Um campeonato de tons vintage, assumidamente nostálgico, apaixonante, capaz de atirar com o passado para a frente dos nossos olhos. Uma espécie de museu vivo.

Horas antes dos dragões do presente jogarem na Choupana, estes monstros sagrados deram uma lição de crença e ardor. Ah, e qualificou-se em grande estilo para a próxima fase. Rugas, cabelos brancos, barriguinhas protuberantes? Nos cromos desta caderneta não há quem se lembre disso.

Fabulosa a reação do FC Porto, que estando a perder por 2-4, consegue recuperar até aos 5-5, no final do primeiro tempo. Quem foi o catalisador dessa mudança? 

Pois não poderia ser outro, que não o Fernando Couto. Entrando em campo, colocou em sentido os jogadores Espanhóis, com a sua fibra e garra, de quem disputa cada lance como se fosse o último possível. 

Que exemplo vivo para alguns dos atuais jogadores da equipa principal. 

É favor tirar umas horas e deixarem-se envolver pela mística desta equipa do Porto Vintage.
Merecem todos e mais alguns elogios pelo que hoje ofereceram ao vasto publico que disse presente no Dragão Caixa. Obrigado pelo belos momentos, e pelas excelentes recordações que nos ofereceram.