Os Invencíveis Azuis e Brancos: joe hart

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quinta-feira, 15 de março de 2012

Sofrer a bom sofrer, mas era altura disso mesmo. Será?

"Um leão de muito coração saiu de Inglaterra derrotado, mas com a qualificação no bolso e uma lição de humildade dada ao milionário adversário.


Os deuses estavam com os jogadores do Sporting e eles muito fizeram para merecer esta sofrida qualificação. "


Cuidado Vítor Pereira. 
Depois do resultado alcançado hoje pelo Sporting frente a um City em frangalhos psicologicamente e fisicamente, com deslize ou sem deslize, lá terás que aguentar com a investida dos teus adoráveis e estimados VIP´s.


É que alguns nascem com a sorte do tamanho do mundo, enquanto outros nascendo no lado errado da lua, em que tudo de errado que lhes possa acontecer, acontece mesmo por obra e graça dos loucos deuses do olimpo, como por exemplo, o golo que Balotelli marcou no Dragão, ao FC Porto.


Aos outros, os tais que tem a estrelinha da sorte na ponta dos dedos, como hoje o demonstrou Rui Patrício, na defesa que efectuou no ultimo lance do encontro, quando ligeiramente toca na bola o suficiente para a desviar da sua baliza, após um cabeçada de Joe Hart, tudo lhes corre de "fezada", e lá seguem triunfantes de vitória em vitória.


Mantêm-te firme, e com olhos no título de campeão, pois é isso o que mais interessa, e não te desvies um milímetro do caminho traçado, a responder a provocações que amanhã não faltarão, que no fim a festa será sempre do FC Porto.Conta connosco, pois nós acreditamos que é possível tal feito, contra tudo e contra todos, pois sabemos que vale sempre a pena acreditar.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Manchester City FC 4-0 FC Porto (total: 6-1)


O FC Porto terminou a defesa do seu troféu da UEFA Europa League ao ser goleado no terreno do Manchester City FC, por 4-0, equipa que agora defrontará o Sporting ou os polacos do KP Legia Warszawa nos oitavos-de-final.

Depois da derrota de 2-1 em casa na semana passada, o campeão de Portugal precisava de ganhar pela primeira vez em Inglaterra, mas viu-se a perder ainda não estavam decorridos 20 segundos. Nicolás Otamendi tentou um passe para o meio-campo, que foi interceptado por Nigel de Jong e imediatamente recolhido por Yaya Touré, que logo lançou Agüero por entre Rolando e Fernando, a quem o argentino ganhou em velocidade antes de bater Hélton com um remate cruzado.

Aos 16 minutos e após um cabeceamento fraco de Silvestre Varela, a partida conheceu duas grandes oportunidades. Agüero surgiu novamente na cara de Hélton, rematando para defesa com os pés do guardião brasileiro e, na resposta imediata, Varela tentou surpreender Joe Hart ao poste mais próximo, mas rematou para a defesa do internacional inglês.
Após um livre de João Moutinho que terminou ligeiramente sobre o travessão, Agüero só por manifesta infelicidade não apontou, aos 29 minutos, o seu segundo golo da tarde, quando, lançado em profundidade por Samir Nasri, contornou Hélton e rematou à trave. Nos últimos cinco minutos do primeiro tempo, Agüero voltou a ficar perto de marcar, mas, na sequência de um contra-ataque com Touré, perdeu demasiado tempo e rematou ao lado, enquanto, no lado oposto, Otamendi não aproveitou uma bola perdida para marcar na pequena área, após um canto.

O FC Porto tentou uma entrada forte na segunda parte, à procura do golo que lhe permitisse reentrar na eliminatória, mas sempre que Hulk conseguia penetrar na defesa, os seus cruzamentos/remates sempre bastante tensos nunca encontraram ninguém para a emenda. Depois, como se já não bastasse a falta de tempo, os detentores do troféu ainda viram Otamendi sair lesionado, após ter sido atingido pelo parceiro Maicon numa vista, obrigando à entrada de Cristian Sapunaru.
Por seu lado, o City, com o cronómetro a aproximar-se do final, contentou-se em recuar no terreno e esperar que os seus defesas-centrais anulassem as investidas portistas, até que surgiu o segundo golo, que colocaria um ponto final na defesa do troféu conquistado em Dublin. Aos 76 minutos, Silva ganhou um ressalto no lado esquerdo e serviu Agüero, que fez um compasso de espera até que o substituto Edin Džeko surgisse nas costas da defesa para uma conclusão por entre as pernas do desamparado Hélton. Rolando de cabeça perdida, terá pedido fora de jogo de uma forma menos correcta e foi expulso ao ver o segundo cartão amarelo.
Já sem o internacional português em campo, o City ainda apontou mais dois golos, sendo o primeiro por Silva na pequena área, após passe do substituto David Pizarro, o qual se encarregou de fechar a contagem, bem no coração da área.

E pronto, estava consumada a história deste jogo, em que mais uma vez as estrelas do FC Porto se apagaram perdidas nas teias em que tentaram colocar o adversário, demonstrando ainda, que o brilho que pensariam ser resplandecente, não passa de uma pálida imagem do que foram, num passado recente.