Os Invencíveis Azuis e Brancos: lucho

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domingo, 4 de março de 2012

As imagens do SLB-FC Porto assim como o algodão, não enganam.



Se dúvidas existissem sobre os lances “abafados” pela comunicação social imparcial, que defende com unhas e dentes a dita verdade desportiva, aqui ficam algumas das imagens dos lances polémicos, afim de esclarecer algumas das mentes mais distraídas.


Veja, e retire por si todas as ilações necessárias sobre os posteriores acontecimentos, em que responsáveis e treinadores de uma das equipas envolvidas no desafio, teceram os maiores comentários negativos, ao trabalho do árbitro Pedro Proença, por não ter assinalado um fora de jogo milimétrico. Na nossa opinião é um fora de jogo difícil de descortinar já que no meio de um amontoado de jogadores das duas equipas e na rapidez com que o mesmo foi marcado, foi propicio a dificultar a visão da equipa de arbitragem em especial do juiz de linha.

Para além do penalti cometido por Cardozo, ao ajeitar a bola dentro da grande área, existe outro que foi cometido sobre Hulk, logo nos primeiros minutos de jogo, como afirmou e muito bem Pinto da Costa.

Mas como diria o saudoso Pôncio Monteiro, " Penaltis? Não foram penaltis porque o árbitro não os assinalou"

sexta-feira, 2 de março de 2012

FC Porto a mostrar quem tem os galões de Campeão.


O conjunto "azul-e-branco" começou da melhor forma o encontro no Estádio da Luz, já que chegou à vantagem aos sete minutos, por intermédio de Hulk. O brasileiro fez uso do seu potente remate e disparou com êxito após uma entrada positiva dos portistas.

Em desvantagem no marcador, o Benfica tentou responder e acabou por chegar ao empate aos 42 minutos, por intermédio de Óscar Cardozo, depois de João Moutinho ter atirado à barra da baliza de Artur. Maxi Pereira rematou de pé esquerdo à entrada da área, Witsel desviou para o lado e Cardozo rematou de forma imparável.

Motivado pelo tento do empate a fechar o primeiro tempo, os comandados de Jorge Jesus alcançaram a vantagem logo após o recomeço, mais uma vez graças a Cardozo. O Avançado paraguaio aproveitou da melhor forma um livre de Aimar para cabecear de forma colocada, levando ao delírio os adeptos da casa, que praticamente encheram o Estádio da Luz.

Apesar de se ter visto em desvantagem, o conjunto portista chegou ao empate aos 64 minutos, mercê de um golo do recém-entrado James Rodríguez. Aos 77 minutos, o Benfica ficou reduzido a dez elementos, por expulsão de Emerson (duplo amarelo), com os visitantes a aproveitarem para fazer o 3-2 final aos 87 minutos, após cabeceamento de Maicon. Com este resultado, a equipa de Vítor Pereira chega à liderança isolada, agora com três pontos de vantagem sobre os "encarnados".

Benfica e FC Porto protagonizaram um clássico repleto de emoções, com os "dragões" a baterem as "águias" no Estádio da Luz, por 3-2.

Foi arrancado a ferros o que aos dez minutos de jogo, parecia tão fácil de alcançar. Bastava o FC Porto ter aguentado mais 10 minutos a pressão fantástica que vinham fazendo, para que o Benfica não tivesse recuperado psicologicamente como o conseguiu. Mas a decisão ousada de Vítor Pereira nos minutos finais, transformaram a equipa passando a mesma de meio tração atrás, para totalmente de tração à frente, empurrando o Benfica para a sua baliza. Foi emocionante, extremamente disputado com alegria empenho, suor e beleza, com golos fantásticos, disputado por 2 grandes equipas, mas com claro sinal mais do FC Porto, cujo meio campo foi de uma enorme preponderância neste desafio.

O FC Porto puxou dos galões de campeão e num assomo de enorme brio profissional e crença, vendeu cara a luta, dando a volta ao marcador.

Agora é momento de celebrar, mas com os pés bem assentes no chão, porque não passamos de ser tão maus a excecionais e excelentes por termos vencido este jogo.

Parabéns aos jogadores do FC Porto, que estiveram em grande plano, valendo o seu conjunto, bem como um palavra especial para Vítor Pereira. Estando sobre fogo cerrado, e estando com o resultado do jogo a pressionar, quando se previa a derrota, Vítor Pereira, saca de um coelho da cartola, James, passando Djalma para defesa direito, demonstrando claramente à equipa, que queria vivamente ganhar o jogo.

Se em alguns jogos Vítor Pereira foi comedido, hoje foi fantástico pelo sinal claro que enviou à equipa. Para ele os nossos parabéns. 

São estes jogos, que nos fazem acreditar cada vez mais na beleza do futebol, e principalmente neste Fantástico Futebol Clube do Porto.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

FC Porto alcança a liderança, com uma cabeçada de Maicon.

FC Porto, 2 - Feirense, 0
Jogo no Estádio do Dragão, no Porto.
Assistência 34.229 espectadores.
Maicon, com um golpe de cabeça, tirou o FC Porto de uma situação complicada. Os portistas, que realizaram uma primeira parte sofrível perante um surpreendente Feirense, entraram com mais velocidade no segundo tempo e destroçaram o adversário em muito pouco tempo. 


Primeiro reduziram os forasteiros a dez elementos e depois, em quatro minutos, destroçaram os homens de Santa Maria da Feira, com James a selar a vitória que faz com que o FC Porto entre, na sexta-feira, na Luz, como líder da Liga (em igualdade pontual com o Benfica). A notável exibição do guarda-redes Paulo Lopes não foi suficiente.

O FC Porto passou por dificuldades algo inesperadas frente a uma equipa do Feirense que, apesar de ocupar os últimos lugares, pratica um futebol positivo e tem um conjunto que sabe o que está a fazer em campo. Tem Hélder Castro, Diogo Cunha, Miguel Pedro, que jogam atrás de Buval, todos elementos bons tecnicamente. 

O treinador Quim Machado também deu uma ajuda para as dificuldades portistas ao manter Fernando sobre pressão, colocando a sua equipa a pressionar logo no meio-campo adversário. Lucho e João Moutinho, que gostam de trocar a bola de forma perfeita, passaram muito tempo a correr atrás do adversário, jogando a um ritmo lento e incapazes de oferecerem profundidade ao futebol da equipa. Só Hulk, quando podia, dava alguma velocidade ao futebol da equipa. A complicar tudo isto, Varela (saiu aos 29’, cedendo o lugar a James) não conseguiu ganhar um lance individual a Pedro Queirós.

O bom futebol do Feirense ainda ameaçou, aqui e ali, Helton. Particularmente, aos 39’, quando Diogo Cunha apareceu solto na esquerda, cruzou rasteiro, Álvaro Pereira cortou de forma defeituosa e por muito pouco a bola não ficava ao alcance de Hélder Castro. Dois minutos depois, foi Maicon que errou, deixando passar a bola, com Buval a antecipar-se a Rolando, ficando a um pequeno passo de emendar para o fundo da baliza.
Mas a segunda parte trouxe um FC Porto com outra velocidade. Inicialmente, ainda esbarrou no excelente Paulo Lopes que, aos 50’, realizou uma bela defesa, após um remate de primeira de Janko. O austríaco voltou a estar perto do golo (55’), mas o cabeceamento saiu por cima. A seguir (57’) o avançado, lançado por Hulk, isolou-se e foi agarrado por Luciano. O árbitro assinalou grande penalidade e mostrou o vermelho ao central. Mas o brasileiro na grande penalidade não bateu o extraordinário Paulo Lopes.
O Feirense finou-se neste momento. E o jogo passou a ser de sentido único. O inevitável aconteceu, aos 68’, com Maicon a saltar mais alto que toda a gente e a fazer o golo, após um livre de James. Logo a seguir, Lucho enviou uma bomba ao ferro. E, aos 72’, surgiu a jogada mais bonita da partida, iniciada e concluída pelo jovem colombiano, depois de passar por Moutinho e Lucho.

POSITIVO
Paulo Lopes
É um guarda-redes veterano, 33 anos, mas realizou uma exibição notável. Paulo Lopes realizou um punhado de defesas extraordinárias e foi fazendo sofrer os mais de 34 mil adeptos portistas que se encontravam na bancada. Defendeu mesmo uma grande penalidade a Hulk. Não se lhe podia pedir mais.

James Rodríguez
O colombiano entrou para o lugar do lesionado Varela e acabou por ser fundamental para quebrar a resistência do Feirense. Marcou o livre para a cabeça de Maicon abrir o marcador e depois selou o resultado.
NEGATIVO
Primeira parte do FC Porto
O Feirense não teve mais oportunidades que o adversário em toda a primeira parte, mas anulou os pontos fortes portistas e jogou o jogo pelo jogo. Sobressaíram futebolistas como Hélder Castro, Diogo Cunha ou Miguel Pedro.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

O FC Porto e a falta de argúcia e engenho, na gestão dos 90 minutos de jogo.

História;
Uma velha senhora foi para um safari em África e levou seu velho rafeiro com ela. 

Um dia, caçando borboletas, o velho cão, de repente, deu-se conta que estava perdido.
Vagueando sem norte, procurando o caminho de volta, o velho cão percebe que um jovem leopardo o viu, e caminha em sua direção, com a firme intenção de conseguir um bom e farto almoço.

O velho cão pensa depressa (pois os velhos pensam depressa):

- Oh, oh! Estou mesmo enrascado! 
Olhou à volta e vê ossos espalhados no chão muito próximo de si. Em vez de se apavorar, o velho cão ajeita-se junto do osso mais próximo e começa a roer o mesmo, virando as costas ao predador, fingindo que não o tinha visto...
Quando o leopardo estava a ponto de dar o salto para o abocanhar, o velho cão exclama bem alto:
- Este leopardo estava delicioso! Será que há outros por aí? 
Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um terrível arrepio na espinha, suspende o seu ataque já quase começado e esgueira-se na direção das árvores e pensa: 
- Caramba! Essa foi por pouco! O velho rafeiro quase me apanhava...! 
Um macaco, numa árvore ali perto, viu a cena toda e logo imaginou como fazer bom uso do que vira. Em troca de proteção para si, informaria o predador que o cão não havia comido leopardo algum...
E assim foi, rápido, em direção ao leopardo. Mas o velho cão vê-o a correr na direção do predador em grande velocidade e pensa: 
- Aí há marosca...
O macaco logo alcança o felino, cochicha-lhe o acontecido e faz um acordo com o leopardo.  
O jovem leopardo fica furioso por ter sido enganado e diz: 
- Ó macaco, sobe para as minhas costas para veres o que vai acontecer àquele cão abusador...
Agora, o velho cão vê um leopardo furioso, vindo em sua direção, com um macaco nas costas e pensa rápido novamente:
- E agora, o que é que eu faço?
Mas em vez de correr (pois sabia que as suas pernas cansadas não o levariam longe...) senta-se mais uma vez de costas para os agressores, fazendo de conta que não os via... Quando estavam suficientemente perto para ouvi-lo, o velho cão diz:
- Mas onde é que anda aquele macaco? Estou a morrer de fome! Disse que me traria outro leopardo e até agora nada??? 

Moral da história: 
Não te metas com Cão Velho...
Idade e habilidade sobrepõem-se à juventude e à intriga. A sabedoria só vem com a idade e a experiência

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

FC Porto, e o pau que nasce torto, tarde ou nunca se endireita.


Pau que nasce torto…tarde ou nunca se endireita…

Sobre Vítor Pereira e a sua gestão na atual equipa do FC Porto, com os seus desvaneios táticos e falta de pulso, acho que já não vale a pena escrever muito mais...

Quando se pensava que a coisa estava a encarreirar, existe sempre uma pedra, ou um contratempo a provocar, novo solavanco e desorganização, retrocedendo a equipa, ao ponto de partida de início de época.

A falta de pontaria, de lucidez e clareza nos objetivos, são algumas das "pechas" desta equipa de trabalho, e não só do seu treinador vigente.

Neste mundo competitivo, existem muitas equipas de trabalho, que só funcionam em harmonia e simbiose de interesses e objetivos comuns, quando acossadas do stress da vitória e pressionadas pela sede da conquista, sobre um inimigo imaginário.

Quando na gestão da vitória, ou quando se encontram num patamar superior ao dos seus inimigos ou concorrentes, revelam um deficit enorme na clarividência do rumo e objetivos, pois não sabem nem estão rotinadas na gestão do sucesso alcançado. Tem que destruir tudo, para qual fenix renascida, reerguer-se das cinzas da sua própria destruição, e novamente voltarem a resplandecer com o brilho das suas vitórias.

Este atual FC Porto, e na nossa modesta opinião, sofre deste caso patológico.

Após uns brilhantes primeiros minutos de jogo frente ao Manchester City, e que culminaram no golo simples e prático de Varela, tudo se complicou. A equipa desceu no campo e na ocupação de espaços, partiram-se as linhas, desorganizou-se no apoio próximo ao colega, e cada um dos meninos da frente, com especial enfoque em Hulk, tentou abrir o leque dos seu reportório técnico, abusando e de que maneira dos rodriguinhos e jogadas individuais.


As suas constantes reclamações a meio da primeira parte, a solicitar a bola ao Álvaro Pereira ou ao James, foram o tiro de partida para o que se avizinhava.

A escolha da via mais difícil para se chegar ao golo, parece que está demasiado enraizada no sistema de jogo desta equipa. Na 2º parte, Hulk, foi o mestre dessa gestão complicativa e artística, sem sentido objetivo. Quando o caminho mais rápido era progredir direto à baliza procurando isolar-se, escolheu sempre a contemporização, e a finta adornada, sobre mais um ou outro defesa, até perder a bola, para a equipa contrária.

Irritante, até para o mais sereno e sossegado dos adeptos azuis e brancos. Por isso e já nos últimos minutos de jogo, alguns assobios tímidos para a prestação deste jogador. Em comparação, veja-se o 2º golo do City. Simples e prático. O resto é conversa para boi dormir, ou nota artística para chiclete discutir.

Conclusão;

Pois é caro leitor, Varela ontem demonstrou que poderia ser um caso sério se lhe dessem essa oportunidade, pois para nós ele é muito melhor ponta de lança, do que algumas sagradas figuras que de azul e branco se vestem. O golo de ontem e o golo que marcou ao Benfica o ano transacto,  ou à Académica do diluvio, são bem elucidativos do nosso ponto de vista.

E meus amigos, de certeza que Vítor Pereira, não é assim tão vesgo, que não lhe reconheça o facto. 


Por não ter estatuto de estrela da companhia, nem fazer ondas nem publicitar os seus amuos, torna-se o elo mais fácil para o treinador escolher, aquando das substituições, pois este é chiclete e os outros são para vender, quais pães adocicados e fresquinhos.

James, Hulk e Lucho, adorados pela plateia assobiante do estádio do Dragão, e pelos Vip´s da comunicação social, que produziram eles de extraordinário, no jogo de ontem?

Parabéns à claque do Coletivo. Durante todo o tempo em que se desenrolou o jogo, foram inexcedíveis, com o seu fervor clubístico e o humor do homem do megafone. Mesmo quando a equipa se perdeu, nunca deixaram de manifestar o seu apoio à mesma. 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

FC Porto a complicar o que estava a ser fácil.


O FC Porto foi esta quinta-feira derrotado em casa pelo Manchester City FC, por 2-1, em partida referente à primeira mão dos 16 avos-de-final da UEFA Europa League.

Os "dragões" adiantaram-se no marcador sensivelmente a meio da primeira parte, através de um desvio oportuno de Silvestre Varela, mas o autogolo de Álvaro Pereira a abrir a etapa complementar e o tento de Sergio Agüero a cinco minutos dos 90 deixam o líder da Premier League inglesa em vantagem na eliminatória.

O respeito mútuo evidenciado logo após o sorteio desta fase de prova ficou bem patente na abordagem ao encontro desta quinta-feira, com os técnicos Vítor Pereira e Roberto Mancini a privilegiarem o meio-campo e a deixarem o ataque entregue a Hulk e Mario Balotelli, respectivamente. Bem mais pressionante, o FC Porto cedo começou a ganhar essa batalha, com o City a revelar-se incapaz de construir jogo ofensivo.

O domínio dos "dragões" produziu a sua primeira grande oportunidade de golo aos 15 minutos, quando um canto curto no lado esquerdo viu James Rodríguez cruzar para o cabeceamento de Rolando, valendo aos visitantes o alívio de Gaël Clichy quase em cima da linha fatal. Com Danilo de fora a receber assistência médica (o brasileiro saiu mesmo lesionado), o City aproveitou para efectuar dois remates perigosos no espaço de um minuto, com Micah Richards e Samir Nasri a testarem a atenção de Helton.

O FC Porto tremia, mas a resposta do detentor do troféu foi avassaladora e resultou mesmo no 1-0 aos 27 minutos. Lucho González desmarcou Hulk no lado esquerdo e o brasileiro cruzou na perfeição para o desvio na passada de Varela, de nada valendo o facto de Joe Hart ainda ter conseguido tocar na bola.

Até então imaculada na marcação, a defesa portista cometeu um erro dois minutos volvidos e permitiu que Balotelli se isolasse, mas Helton respondeu presente e deteve o disparo do internacional italiano. O lance despertou um pouco mais os "citizens" em termos atacantes, mas foi de Hulk o último remate antes do intervalo, com o esférico a sair por cima da barra.

O Manchester City regressou dos balneários determinado a marcar e esteve muito perto desse objectivo aos 50 minutos, quando Richards apareceu bem na direita e rematou ao poste, já de ângulo apertado. Mas o 1-1 acabou mesmo por surgir cinco minutos depois, com Álvaro Pereira a tentar impedir que a bola chegasse a Balotelli, após um passe longo de Yaya 
Touré, apenas para a desviar na direcção da própria baliza.

O momento de infelicidade do lateral uruguaio obrigava a sua equipa a partir em busca de, pelo menos, um golo que lhe permitisse encarar o jogo da segunda mão em vantagem, tendo Hulk cobrado um livre directo aos 61 minutos que obrigou Hart a uma defesa apurada.

O FC Porto não desistia de chegar novamente à vantagem, mas o City aguentou firme o assalto "azul-e-branco" e deu a estocada final aos 85 minutos, altura em que Yaya Touré revelou altruísmo e ofereceu o golo a Agüero (que tinha rendido Balotelli), que apenas teve de empurrar para o fundo das redes.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

E James tudo mudou, no FC Porto - Leiria.


Vimos um jogo pouco atrativo, sendo lento durante demasiado tempo, e com pouca história para contar até a expulsão de Sahffer e entrada de James Rodriguez. O sistema táctico do Leiria muito fechado e com dois autocarros atrás da linha da bola, fechando todos os espaços de acesso à sua baliza, criaram e de que maneira dificuldades à equipa do FC Porto, que se estava a ver grega para encontrar o buraco, até à expulsão, mais que correta de Shaffer. Nas poucas vezes que o tinha feito, Janko ou chegava atrasado, ou acabava por falhar por inépcia e por muita sorte e arrojo do guarda-redes adversário.

A atitude competitiva que o FC Porto, empregou no desenrolar da primeira parte, também não ajudava a criar desequilibros na defensiva do Leiria. Só Hulk aqui e ali, acelerava o jogo, mas sempre a falhar no último passe, demonstrando que a equipa começava a sentir a tremura e falta de confiança provocada pelos assobios de ansiedade, que vinham de alguns desesperados que se encontravam na bancada. Isto de jogar depois do adversário tem destas coisas. Aguenta coração!

Para nós, Moutinho foi também um dos homens do jogo, pelo que correu, desmarcou ou executou, na procura de espaços para o golo.

Para muitos contudo, James Rodriguez foi o melhor em campo, pela meia hora que jogou, tendo imprimido um ritmo mais animado, quer no campo, quer no apoio dos adeptos à equipa do FC Porto. A entrada de James, deu à equipa as soluções que ela não tinha, ou seja criatividade e alguma velocidade. As suas movimentações interiores, provocaram muitos desequilíbrios, onde o Leiria estava apostado em cortar todos os caminhos para a sua baliza.

A entrada de James, veio dar ao flanco esquerdo, a criatividade e ritmo que a equipa do FC Porto, só demonstrava pelo flanco direito. A equipa do Leiria, passou então a ter que se desdobrar entre os dois flancos, o que permitiu abrir espaços no meio da sua defesa, por onde passaram a entrar Lucho e Moutinho no apoio aos avançados. Faltou a equipa ter uma atitude ainda mais competitiva, para que na utilização dos flancos e posteriores passes para trás para a entrada da área, tivesse dado um colorido mais volumoso ao resultado final do desafio. E isto, também porque o guarda-redes do Leiria, o melhor jogador em campo, estava a demonstrar uma grande coragem e qualidade na saída dos postes, eliminando os cruzamentos para a sua área.

Contra equipas que fecham os espaços junto à baliza e ainda por cima se colocam todos atrás da linha de bola, o que Hulk, fez na jogada do primeiro golo, e que Lucho desperdiçou, sendo aproveitado por James para recarregar e marcar o golo, deveria ser colocado em prática mais vezes. Essa é uma das chaves para permitir a entrada dos médios e o remate de frente para a baliza, com o avançado a fazer o seu trabalho, arrastando um defesa com a sua movimentação na diagonal.

Não gostei das novas movimentações constantes de Janko ao 2º poste. A equipa ressente-se e de que maneira, pois os cruzamentos acabam invariavelmente na cabeça ou pernas, dos defesas centrais adversários. Um verdadeiro ponta de lança, e ainda por cima com a altura que Janko tem, deve antecipar-se, e não esperar ao 2º poste que toda a gente falhe e o mesmo possa encostar. A mesma situação se aplica nos cantos.

Novamente 15 cantos para nada. O FC Porto tem que melhorar o seu índice de aproveitamento destas situações. Ainda ontem se viu que o Leiria quando pressionando na sua defensiva despachava bolas para a linha de fundo, porque sabe que não terá complicações.

Engraçado, que na cobrança de uma falta junto à linha lateral, lá existiu um cruzamento com conta peso e medida para marca de penalidade, e não para o primeiro poste, com Maicon a facturar, numa excelente cabeçada.

Resumindo, bom jogo e boa resposta da equipa do FC Porto, querendo demonstrar que vamos ter equipa para lutar até ao fim, por este competitivo campeonato, mostrando já alguns pormenores excelentes em termos de movimentos atacantes, entre Lucho, Hulk, Moutinho, Palito, James e Janko, com Danilo a reforçar o seu crescendo em termos de rapidez de execução.

Opiniões de V.P.; Janko; "Tem uma excelente movimentação, é um jogador típico de área, um grande reforço para o FC Porto. É evidente que também há bolas divididas e que ele não vai fazer golo, de cada vez que chegar ao esférico.Mas tem boa leitura de jogo e o entendimento ainda vai melhorar. Naquilo que ele mais diferença faz, é em tentar chegar sempre primeiro".

"Notei a preocupação de Hulk e Lucho de se entenderem, de jogarem um com o outro, revelando grande respeito mútuo."





sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Souza, do FC Porto, emprestado ao Grémio


O futebolista Souza, do FC Porto, já se encontra no Brasil, segundo Vítor Pereira, técnico portista, que assim confirmou as notícias que apontam para o empréstimo do médio ao Grémio de Porto Alegre.

O brasileiro, que tem contrato até 2015 com os “dragões”, “já viajou e foi à procura de poder jogar mais”, disse o treinador, durante a conferência de imprensa que decorreu no Centro de Treinos do Olival, em Gaia.
Segundo Vítor Pereira, “Souza sentiu que era difícil jogar no FC Porto o que achava ser importante” para a sua evolução, garantindo que “a sua saída não criou desequilíbrios no plantel”.

Mais um que abandona o FC Porto, neste inverno demasiado frio, e que nos deixa alguma tristeza. Quem o viu a atuar pela primeira vez , na apresentação do FC Porto contra a Sampdoria o ano transato, longe estaria de imaginar que Sousa, tivesse um percurso muito fraco e triste.

João Moutinho, Beluschi e Guarin, nunca lhe deram oportunidade de se afirmar, como médio interior direito ou esquerdo. Com a chegada de Lucho, pior ainda. Como nº 6, também nunca mostrou a força e rapidez suficientes, que o permitissem ser uma séria oposição a Fernando, no sucesso da recuperação de bolas.

Receio que tenha tirado bilhete de ida.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

FC Porto, e o mau aproveitamento nas bolas paradas.


Partindo do princípio que as estatísticas valem o que valem, e os números nelas constantes poderem ser utilizados para suporte das nossas opiniões, ou para contrariar ou desmontar as dos nossos concorrentes, vamos contudo e aproveitando esta oportunidade do seu estudo, dissertar sobre uma comparação engraçada entre dois treinadores portugueses, que se encontram de momento catalogados, entre o bom mestre e o mau vilão.

Assim e continuando a estudar e a comparar as estátiscas apresentadas pelos dois clubes que lutam este ano pela primazia do futebol português, ou seja o FC Porto e o clube da Luz, deparamo-nos com algumas situações pouco divergentes e outras muito coincidentes.

Tendo em atenção essas situações coincidentes, entre o FC Porto e o clube da Luz, ficamos perplexos, como podem apelidar um treinador de incompetente, e promover o outro a mestre ou mesmo a guru da táctica do futebol moderno, quando não existem razões tão evidentes que demonstrem ou sirva de base a avaliações tão díspares entre ambos.

Na nossa opinião, existem determinadas situações de jogo, que definem claramente o trabalho específico e a criatividade que um treinador poderá oferecer, para o reforço da capacidade concretizadora de uma equipa. Uma dessas situações de trabalho específico, e que no futebol moderno tem vindo a ter cada vez maior influência para se obter o resultado final dos jogos, é o aproveitamento que algumas equipas denotam, na cobrança de situações de bola parada, ou seja cantos ou livres.

Olhando para os resultados que a equipa do FC Porto apresenta até à data, em comparação com as do bairro da Luz, chegamos à conclusão que ambas estão quase em igualdade pontual, neste item.


Mediante estes resultados, ou o treino que ambos os treinadores devotam ao tratamento desta opção de jogo não é a melhor e a mais eficaz, ou as equipas e concretamente os seus jogadores, ainda não conseguiram introduzir e concretizar em jogo, as situações trabalhadas durante os treinos.

A criatividade e a capacidade de inovar e melhorar a execução destas oportunidades, potenciam e de que maneira, a vertente goleadora de uma equipa, e acrescentam dificuldades defensivas superiores aos seus adversários.

Por exemplo; É no fraco índice de concretização em golos, que a equipa do FC Porto revela no aproveitamento da cobrança de cantos, que na nossa modesta opinião, poderemos afirmar que a gestão de Vítor Pereira, revela alguma incapacidade prática de resultados.

Como justificação para os fracos resultados alcançados, poderíamos elencar muitos parâmetros condicionantes que podem estar aqui em jogo, mas de certeza que a altura dos jogadores do FC Porto não é uma delas, já que equipas mais baixas, conseguem valores de aproveitamento muito mais elevados, que o FC Porto.

Hoje, e sabendo do fraco rendimento atual que a equipa do FC Porto retira destas situações, as equipas adversárias até se podem dar ao luxo de conceder facilmente cantos para melhor defenderem os caminhos para a sua baliza, pois sabem que essa opção não lhes trará grandes dissabores.

Urge assim e rapidamente, trabalhar no sentido de acrescentar valor neste item à equipa do FC Porto, para que a mesma crie dificuldades, retirando esta opção de defesa aos seus adversários e acrescentar capacidade de concretização ao FC Porto, como mais um caminho possível a seguir, para obter mais golos, e vencer os desafios com mais facilidade.

Para além dos números constantes nas estatísticas, números esses que nos podem demonstrar muito das capacidades técnicas das equipas, jogadores e treinadores, e por muito que este jogo seja pensado e executado ao pormenor, existe e existirá sempre, a questão da sorte, bem como o estado de espírito e paixão de alguns árbitros. São estes fatores que escolhem e escolherão sempre um dos contentores em liça, para os cobrir com o véu da sua glória, e assim o transformar em verdadeiro herói, deixando ao outro antagonista o papel de vilão.

Contudo, e por mais que alguns o desdenhem, existe uma verdade insofismável de combate a paixões e mesticismo da sorte;

Quem mais e melhor trabalha, normalmente está mais perto, ou mais vezes alcança a vitória, e se coloca a coberto de surpresas.

Quando se disputa o topo de qualquer competição, qualquer discuido no tratamento de um ínfimo pormenor que seja, poderá fazer a enorme diferença final, entre a derrota e a vitória.

A pontaria afinada, e o índice de aproveitamento na cobrança de cantos, explicam e de que maneira, os 5 pontos de atraso que o FC Porto levam, para o adversário que ocupa neste momento a primeira posição, apesar deste também não possuir valores de elevada valia. Contudo, são ligeiramente melhores, que os do FC Porto

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Os números do FC Porto, não enganam.


Depois de ter dado uma volta pela blogosfera dedicada à causa do FC Porto, onde procurei encontrar respostas para as minhas dúvidas, sobre o que estaria a afetar o rendimento da equipa principal do futebol azul e branco, em termos de classificação do campeonato, bem como na conquista de troféus, acabei por não ficar completamente elucidado pelas respostas que fui encontrando.

Enquanto uns se degladiavam a demonstrar por a mais b, que o treinador não tem capacidades para liderar a equipa, porque ouvia-se ou comentava-se que haveria resistência de alguns dos jogadores às suas decisões, outros afirmavam a pés juntos que o problema se ficava a dever à dificuldade que Vítor Pereira revela na escolha dos jogadores eleitos para os jogos, não demonstrando grande apetência pelas novas promessas do futebol azul e branco como sejam Jamez, Iturbe ou Danilo. Outros ainda e mais enfáticos, afirmavam com convicção, que a diferença se fazia e faz atualmente pela ajuda com paixão pelo “andor”, que a classe do apito sempre revelou, por mais escondida que tenha estado nos anos anteriores.

Bem, como de treinador de bancada e de gostos pelo jogador a ou b, todos nós temos um pouco, pareceu-me que a melhor situação para analisar e descobrir concretamente, o que estaria a condicionar o rendimento desta equipa, bem como a competência do seu técnico principal, teria que passar obrigatoriamente por dados mais concretos e concisos, como sejam os números, e principalmente através das estatísticas, onde poderíamos verificar o que esta equipa já produziu.

Metendo as mãos ao trabalho, procuramos os dados referentes ao FC Porto, e procedemos a comparação dos mesmos, com o realizado pela equipa adversária que vai em primeiro na classificação do campeonato, apurando assim o resultado final da equação.

Surpresas das surpresas, os valores são contraditórios à maioria das opiniões dos treinadores de bancada sobre a valia técnica desta equipa azul e branca, bem como muito díspares no item principal, pelo qual é analisado todo o jogo ofensivo de uma equipa; o remate e consequente golo.

Para a obtenção do golo que se traduzirá no resultado final do jogo e consequente vitória sobre o adversário, é no remate à baliza que termina qualquer jogada laboriosamente construída pelos elementos de uma equipa. 

Estudando os números, o que encontramos então?


Que o FC Porto, é campeão dos remates, chegando ao cúmulo de fazer mais 25% de remates que a 2ª equipa mais rematadora, que é a equipa do Benfica. Só que tanta produção ofensiva realizada pelo FC Porto, não tem a devida compensação na obtenção de golos e por consequência os resultados das partidas não espelham essa grandeza de produção. E isto porque o FC Porto, também é o campeão do desperdício, com 63% dos remates a serem efetuados para fora, e bem longe do alvo. Neste aspecto, o nosso concorrente tem a pontaria mais afinada, já que só 37% dos remates, é que não acertam no alvo. 

Só pela análise destes 2 parâmetros poderíamos chegar à conclusão que a diferença na classificação do campeonato, se poderia ficar a dever, no fraco aproveitamento que o FC Porto faz, das oportunidades de golo que consegue criar, frente às equipas adversárias, em comparação com o seu concorrente direto. O FC Porto tem um aproveitamento de 40%, e o Benfica de 60%.

Na nossa opinião, este aspeto, também pode revelar que a equipa tem vindo a ser afetada pelas campanhas da comunicação social, que visam a destabilização e o desacreditar das capacidades dos jogadores do FC Porto, que quando confrontados perante a situação, revelam dúvidas e tremuras de última hora, em vez de demonstrar classe e convicção na concretização. Aqui entra e muito, o carinho que a massa adepta do FC Porto não tem demonstrado, perante alguns dos jogadores avançados do FC Porto, como sejam Varela, Kléber, Djalma, e por vezes Jamez ou mesmo Hulk, que poderia e deveria servir como defesa e animo para as batalhas que se seguem.

Sabendo disso melhor do que ninguém, a comunicação social adversa ao azul e branco, carrega nesse ponto contra os jogadores e equipa técnica do FC Porto, mas idolatra e maravilha qualquer lance mais banal que seja, mas que tenha sido executado pelos jogadores da equipa da Luz, ou de Alvalade. Isto, porque lhes interessa reforçar a parte anímica dos adversários do FC Poro, reforçando a sua convicção de grandes estrelas de futebol, e ao mesmo tempo colocar toda a pressão e dúvida nas capacidades dos jogadores do FC Porto, que podendo obter golos de jogadas fáceis, tentam a todo o custo executar lances de maior grau de dificuldade, para acalentarem serem apelidados de geniais.

Como exemplo, o golo marcado por Janko, no último FC Porto- Setúbal. Se este estivesse equipado de vermelho e se chamasse Rodrigo, teriam aberto telejornais e primeiras páginas dos jornais, a afirmar que o mesmo tinha sido uma verdadeira obra de arte, um golo ao verdadeiro felino de área, um lance de classe pura. Mas não, foi tratado em termos gerais, como um lance banalíssimo.

Como Janko foi apresentado na comunicação social, como um jogador banalíssimo suplente de uma equipa de um campeonato fraquíssimo, já existem portistas que imbuídos do espírito dos vermelhos, o apelidam de poste, tosco, e etc.

Com amigos destes, para que ter inimigos…

Na nossa opinião, o FC Porto, deveria treinar e muito, a pontaria dos seus elementos da linha avançada, bem como dos seus médios, para que os mesmos conseguissem melhorar o seu índice de aproveitamento nos remates efetuados, para os restantes jogos deste campeonato. Lucho com a obra-prima que efetuou ao Setúbal, demonstrou como é fácil, quando se sabe e se foi trainado para isso.

Num próximo post, tentaremos demonstrar com números concretos e não com suposições, onde Vítor Pereira tem falhado, e poucos ou nenhuns o tem afirmado. Engraçado que o mestre da tática e das maravilhas, que é apresentado e promovido como o grande guru do futebol português, também tem falhado nesse aspeto. O item a ser analisado, é específico e demonstrativo da influência que um treinador pode ter, no aproveitamento de todos os aspetos do jogo, para a obtenção de resultados finais positivos.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Será Lucho, a receita empolgante para este FC Porto?


Segundo o jornal Le Parisien, Lucho González tem um acordo com o FC Porto para deixar o Marselha e regressar aos campeões nacionais, caso Fredy Guarín deixe a equipa portista.

Segundo a notícia, o internacional argentino custaria à equipa portuguesa quatro milhões de euros e o jogador tem acordado o salário que vai auferir no FC Porto.
Lucho González, de 31 anos, representou o FC Porto durante quatro temporadas, tendo conquistado quatro campeonatos nacionais, duas Taças de Portugal e uma Supertaça Cândido de Oliveira.

Será Lucho, o tal click que falta para empolgar ainda mais os adeptos do FC Porto, para que estes juntem esforços em torno da sua equipa, num momento tão importante em termos de grandes decisões?

Ou esta notícia não passará de mais uma tentativa, na linha de outras que fomos vendo desde que se iniciou a época desportiva, para a destabilização da massa adepta do FC Porto?