Os Invencíveis Azuis e Brancos: pinto da costa

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quinta-feira, 24 de maio de 2012

O FC Porto e o campeonato perdido.


Uma equipa que quer ser campeã, perde a bola 4 vezes nos últimos 4 minutos? 3 passes errados e para as mãos do Benfica, e um por perda de tempo, já que não lançaram a bola ao cesto? A dois minutos do fim, o FC Porto consegue encostar e ficar a 1 do Benfica, e nas duas jogadas seguintes, o FC Porto não ganha o ressalto das tabelas e a equipa de arbitragem marca 2 lances livres para o Benfica, que converte um. No reatamento o Porto perde novamente a bola e no ataque do Benfica, novamente a equipa de arbitragem a marcar falta a um jogador do Porto, por disputa de bola? Mais dois lanceis livres e dois pontos para o Benfica que conseguiu colocar novamente a distância no marcador a 4 pontos do Porto, com 1 minuto para jogar. É demasiado para quem quer ser campeão, e se quer colocar a coberto das malandrices daqueles tipos janotas que se equipam de cinzento. Vocês aperceberam-se que nos últimos 3 minutos de jogo, o Benfica teve 3 de lances livres e o Porto 1?

Depois de ver isto tudo, percebi por que pomposamente o Presidente da Federação de Basquetebol afirmou aos sete ventos durante a tarde de ontem, que não estaria presente no Dragão Caixa. Então é o último jogo e a entrega do título, e sua majestade não se digna estar presente? Que raio de presidente da federação da modalidade é esta personagem?

Quanto ao desafio, e por aselhice dos jogadores do FC Porto que poderiam ter feito da raça de Dragão uma mais-valia, para nos segundos finais empatar a partida, o clube do apagão, lá conseguiu o ambicionado título. Nos instantes finais, os jogadores do FC Porto portaram-se que nem cordeirinhos para a degola, perdendo tempo na reposição da bola, não saindo para o contra ataque rápido que lhes poderia ter dado vantagem, e a passo lá seguiram para o cesto adversário, lançado a bola já depois do apito final do árbitro. Falta de motivação?

No final do jogo e antes do exercício policial, virei-me para o meu filho e exclamei; Até parece que isto estava tudo feito. O esfíngico presidente da FPB qual vidente, já saberia que o seu Benfica seria campeão, e não quis ser confundido com os apoiantes que se encontravam na bancada e levar umas bastonadas da guarda pretoriana, e não compareceu no local. Os jogadores do FC Porto para não lhe ficar atrás, de tudo fizeram para perder um jogo, que foi do mais fácil de vencer até à data. Mas que porra é esta?

Bom…para que ninguém no futuro fale da palhaçada do jogo, o melhor é mesmo montar um circo no final para entreter o pagote. Vai dai, o treinador do Benfica vira-se para trás e provoca os adeptos do FC Porto refugiando-se no meio do campo para junto do roupeiro do Benfica, que se entretinha a atirar camisolas do clube do apagão, para as bancadas, em gestos provocatórios. Foi o rastilho para os valentões de bastão em punho, descerem pelas bancadas batendo em tudo que se mexia, e que nada tinham feito. Estava assim criado o mote para a chinfrineira de rádios e tv´s que tal tido tal feito, hoje se entretiveram a massacrar o povo, desviando as atenções de assuntos mais sérios e graves, como sejam o elevado desemprego que grassa a olhos vistos e não se lhe vê o fim. E ainda dizem que isto não é uma ditadura democrática? Pois sim.

Quanto ao treinador do Benfica; De lamentar mais uma vez, a sua postura quer no final, quer durante o desafio com os constantes gritos e gestos, completamente fora do normal comportamento de alguém, que tenha o mínimo de estatura cívica, para representar um clube que se quer campeão. No fundo está na linhagem de outros, em que a bola apesar de só se poder jogar com os pés, por vezes também se joga com as mãos, quando é do interesse, dos “mais melhores do mundo”.

Em resumo; Uma equipa do FC Porto mediana quase para o fraquinho, num jogo tão dolente pois até o resultado do score final do jogo assim o demonstra. Contudo se o FC Porto tem acordado mais cedo no 3º período poderia ter vencido o jogo e o campeonato contra uma superequipa recheada de melhores valores individuais e com um investimento que daria para 2 equipas deste atual FC Porto.

Moncho; Mais uma vez a demonstrar que é um personagem e um treinador muito acima da mediania de um campeonato que alguns nos querem fazer acreditar que é disputado por grandes profissionais. Quando se tem um base a jogar manco (lesionado) os últimos 5 minutos de jogo, porque o outro com os dois pés bons não vale um charuto, e mesmo assim, obriga o adversário a suar e a sofrer para levar de vencida a sua equipa, está tudo dito sobre a grande qualidade do treinador mencionado. Parabéns para ele, e muitos parabéns aos adeptos do FC Porto, que mais uma vez demonstraram serem a verdadeira alma do Dragão.

Off record; Lamentável a notícia de hoje do telejornal da RTP sobre os acontecimentos do Dragão Caixa. Cortam com as imagens da realidade, e constroem a propaganda de maneira a encaixar-se nos interesses da mensagem do jornalista. Mais uma vez, prestam um excelente serviço de desinformação, quando deveriam ser isentos e esclarecedores. E não existe uma alma caridosa neste país, que coloque um travão na incompetência que alegremente continua a levar esta empresa, para o buracão de prejuízos financeiros monstruosos sem fim?

terça-feira, 22 de maio de 2012

FC Porto e as vozes de burro que não chegam à Uefa.


O FC Porto começou a luta pela liderança do campeonato de 2012-2013, ao melhor estilo, com Pinto da Costa a marcar a cadência, procurando também com essa estratégia, ter uma palavra a dizer nas eleições do seu concorrente direto.Assim e numa empolgante receção em Espinho na comemoração do 12º aniversário da casa do FC Porto, Pinto da Costa referiu o seguinte;Vítor, sei desde a primeira hora como foi difícil esta época, sei o que foi pegar num conjunto de jogadores que tinham ganho tudo e que pensavam que eram os melhores do mundo. Não são, embora sejam muito bons. Houve constantemente noticias a tentar destabilizar. Ainda ontem li os títulos de dois jornais e um punha o Manuel Fernandes no FC Porto, e o outro vendeu-nos o Miguel Lopes. Dinheiro e propostas ainda não os vi. Sabemos o que querem e que queriam que nós fizéssemos, mas não fazemos porque quando escolhemos é com critério rigor e cuidado. E quando assinamos contratos não são para rasgar mas para renovar. É o que temos feito e continuaremos a fazer. Será que nesta última afirmação de Pinto da Costa, podemos ver o levantar do véu sobre a renovação de Vítor Pereira, estendendo a sua continuação no Dragão para lá de 2013?
Sendo ainda mais caustico e incisivo no ataque aos “mais melhores do mundo”, “Foi uma época difícil e quem não fosse ao futebol nem visse televisão ficaria confundido ao ver o FC Porto campeão, com seis pontos de vantagem. Tivemos um campeonato que até meia dúzia de jornadas do final foi extremamente competitivo, com três que podiam ganhar. Não se via melhor na europa. Mas depois, o FC Porto foi a Luz, e desta vez não foi preciso apagá-la mas apenas vencer, e o campeonato deixou de ser fantástico. Era de segunda categoria com jogadores fracos, treinadores medíocres. E quem lesse alguns jornais a falar das nossas exibições ficaria apreensivo se não iriamos descer de divisão. Este era o melhor Benfica dos últimos 28 anos com a nota artística mais elevada. Pensávamos que já não valia a pena jogar. Mas valeu a pena chegar ao final e vencendo poder gritar-lhes sois muito ridículos.E continuando com os mimos aos adversários, disparou “ele até já me tinha dito que se ia embora e eu já andava a procura de treinador, já tinha ido ao presépio escolher o treinador…”
Em 30 anos o FC Porto venceu 308 títulos…No desenrolar dos vários discursos, Pinto da Costa foi ainda a tempo de enaltecer a colaboração e ajuda da sua equipa, na conquista de mais vitórias para o FC Porto, ao referir que “no FC Porto ninguém ganha nada sozinho. Se não tivesse a colaboração da minha administração, da direção e do departamento de Futebol nas pessoas de Reinaldo Teles e do Antero Henriques, garanto-vos que não teríamos tantas vitórias.Num fantástico dia de festa, e mostrando que gosta de ter a bola e jogar ao ataque como o nosso Hulk o faz no campo, Pinto da Costa continuou célere a marcar golos em todas as balizas dos seus diversos adversários, desde a Câmara do Porto, passando pela arbitragem, aos rivais de vermelho que gostam de apagar as luzes.Sobre Rui Rio, afirmou que este não estaria no passo certo, já que em comparação com outros seus colegas, como por exemplo o Presidente da Câmara de Coimbra que esperou até à uma da manhã, para receber a equipa da cidade que tão brilhantemente tinha conquistado a Taça de Portugal, têm votado ao esquecimento a equipa do FC Porto.Sobre o tema da arbitragem e das várias entrevistas de primeira página dos derrotados e “chorinhas”, seguiu nova alfinetada, qual remate portentoso de Hulk, frente ao Donetsk no Dragão; Vemos programas televisivos e entrevistas estratégicas a culpar os árbitros. O Pedro Proença foi constantemente castigado e quem não visse futebol, pensava que era o pior árbitro da Europa, mas depois a Uefa, quando tem que escolher o melhor para a final da liga dos Campeões, elege o que foi zurzido a toda a hora. Só chego a uma conclusão; Vozes de burro não chegam à Uefa.
Off da record 1; Até me admira que os coitadinhos, ainda não tenham pegado com a cor da gravata que Proença ostentava, quando aterrou na capital do império falido. Deve ter passado.Off da record 2; Adrien causa mal-estar!!! A forma como celebrou a conquista da taça desagradaram a dirigentes e adeptos leoninos. Retorno do médio já foi melhor encarado...Os amigos da verdade desportiva se calhar estavam à espera que Adrien não jogasse ou quem sabe pudesse marcar um golo na própria baliza, como um tipo chamado Manaca o fez em Guimarães. Estão tão mal habituadinhos, coitadinhos...
Aqui que ninguém nos ouve; Adrien seria uma excelente aquisição para o FC Porto 2012-2013.

terça-feira, 15 de maio de 2012

FC Porto na liderança, com a exibição a estar longe de ser convincente.


Para recordar como se inventou a treta da nota artística e como com essa pressão continuada na comunicação social, se procurou destabilizar a equipa do FC Porto, colocando os seus adeptos contra a equipa.
Apesar do FC Porto ter vencido o jogo por 5-0, reparem como o jornalista carrega na tecla de que apesar de uma vitória com um resultado gordo, o futebol desenvolvido pela equipa do FC Porto não era brilhante e nem convencia.
Crónica do Jogo; FC Porto-Nacional, a 23-10-2011.
Os homens do Dragão chegaram ao intervalo a vencer por dois golos. Um resultado algo exagerado, apesar do seu maior domínio. Tiveram mais bola, mais futebol, mas nunca conseguiu ser brilhantes. Não entusiasmaram as bancadas. As oportunidades de golo, por exemplo, foram curtas em toda a primeira parte. Além dos lances dos golos, apenas uma jogada iniciada em Hulk e concluída com um remate de Belluschi, que Marcelo segurou com dificuldades, animou as bancadas. Foi pouco. Mas não apenas por culpa própria. Também por culpa do adversário. O Nacional foi sempre uma equipa organizada e a conseguir saídas rápidas para o ataque quase sempre concluídas com algum perigo.

A tranquilidade foi finalmente total para os adeptos do campeão nacional, que ainda viram, aos 90’, Moutinho oferecer o quarto golo a Kléber.

Para o fim estava guardado o melhor golo da noite, cortesia de Hulk, que não precisou de estar nos seus melhores dias para inventar um “chapéu”, digno de levantar um estádio.

Este é um claro exemplo da estratégia perseguida por todos os que sofrendo a humilhação da época anterior, procuravam por todos os meios travar a nova caminhada vitoriosa da equipa do FC Porto, que tinha feito um arranque de campeonato soberbo, e encontrava-se novamente na liderança.
Apesar de já estar a vencer pro 3 a 0, frente ao Nacional no Dragão, repare que é do interesse do jornalista continuar a colocar a tónica na falta de confiança e de tranquilidade, querendo demonstrar que a equipa não tinha categoria suficiente, para se impor na liderança do campeonato. Na verdade, é que de tanto passarem esta mensagem sobre a treta artística, o que no principio da época era um problema de fácil resolução, a meio da época chegou a ser um enorme, complicado e estrondoso problema, com convulsões na Champions, na taça de Portugal frente à Académica, terminando com as derrotas pesadas frente ao Manchester City, e Gil Vicente. 
Felizmente o banho de humildade a limpeza dos descontentes, e a entrada de um jogador experiente com a fama de El Comandante, e sendo o barco empurrado pela força bruta do super herói Hulk, a equipa tomou o rumo certo para atingir o título de campeão, acabando com o título da melhor defesa, o melhor ataque, e só com uma derrota com muita paixão, consagrando o patinho feio e sem experiência, Vítor Pereira.
Que nos sirva de lição para o futuro, e que nunca se esqueçam da música abaixo colocada;
oooooooohhhhhhhh mágico Porto
graças a deus não nasci lampião…
Porto, meu grande amor,

eu dou a vida para seres campeão!

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Vítor Pereira e o vôo de Falcao


O treinador do FC Porto, Vítor Pereira, mostrou-se imune às críticas oriundas de vários sectores do Benfica sobre a conquista da Liga portuguesa de futebol pelos “dragões”, considerando que “ficaria admirado se reconhecessem mérito”.
“Já estávamos à espera disto. Nós neste clube estamos preocupados é em melhorar no próximo ano em vez de nos preocuparmos com coisas que não existam. Quem quiser comprar que compre”, referiu o treinador já virtual campeão nacional.
O treinador considerou “indiscutivelmente” Hulk como o melhor jogador do campeonato e fez ainda “mea culpa” da reacção após a derrota em Barcelos, em que disse que as faixas podiam ser já entregues ao Benfica, por ter sido um jogo com uma arbitragem infeliz.
Esta profissão é um desafio permanente. Há momentos das épocas em que a tensão é enorme. Vou dar provas ao longo da minha carreira que tenho competência para ganhar títulos. É preciso muito trabalho, dedicação, competência, um bom plantel e uma boa estrutura”, disse.
O treinador negou que a equipa iria jogar o último jogo toda “virada” para Hulk, com o intuito de ajudar o brasileiro a chegar ao topo dos melhores marcadores, mas não escondeu que a conquista dos títulos individuais constitui um atractivo suplementar.
“Não temos por hábito isso. O que conta é o colectivo, a equipa”, adiantou. Vítor Pereira formulou ainda o desejo de terminar a época com o melhor ataque e defesa.
Ainda de acordo com o técnico, o FC Porto viveu momentos difíceis, como a eliminação da Liga dos Campeões e da Taça de Portugal, pela Académica, que marcou o tomar de consciência que o clube tinha de arrepiar caminho e focar mais naquilo que eram os objectivos.
“Foi um momento fundamental para nós. Às vezes nas derrotas, por muito dolorosas que sejam, surgem os momentos de viragem. E foi o que nos aconteceu. Levou-nos ao título num campeonato bem disputado e discutido jogo a jogo”, referiu.

Será que a resposta ao porquê das derrotas acima mencionadas por Vítor Pereira, não estarão nas afirmações que se seguem, com um personagem  indíscutivel?  
Senão vejamos;
O mundo do futebol ficou em êxtase com a exibição do avançado do Atlético de Madrid na final da Liga Europa. O colombiano é o dono da prova e bateu todos os recordes. O seu futuro é uma incógnita.
O colombiano é uma máquina de golos: os 35 nesta época em todas as competições tornam-no a melhor contratação deste século em Espanha
E foi mais longe, ultrapassou não só o uruguaio e o argentino, como estendeu o seu reino: desde o ano 2000, nunca ninguém marcou tanto como ele numa época de estreia em Espanha. Nem Cristiano Ronaldo, nem Ibrahimovic, nem Forlán, nem Villa. Os seus 35 golos são um novo máximo.
Já agora; Falcao mostrou a Pinto da Costa que estava errado. Repetiu o sucesso no FC Porto, quase a papel químico.
Como é? Pinto da Costa enganou-se? Que ganhou Falcao no Atlético que já não tinha ganho enquanto jogador do FC Porto? Repetiu a papel químico o que ganhou no FC Porto? Será que ganhou o campeonato espanhol, a taça de Espanha ou a bola de prata? Então como poderemos afirmar que Pinto da Costa se enganou, e que Falcao repetiu a papel químico o que tinha ganho no FC Porto?
Sim nós percebemos. Fica bem afirmar que Pinto da Costa se enganou e que no FC Porto o que se ganha, se pode ganhar em qualquer lado. Tudo banal e corriqueiro. Felizmente o que se provou, é que Pinto da Costa deveria ter sido muito mais duro, na venda de Falcao, já que o jogador provou que era e é “grande de mais” para um clube como o Atlético de Madrid, como agora se vê, já que pelos vistos nem ao 4º lugar da Liga Espanhola poderão chegar, e que lhes dará acesso à Champions League. A ver vamos.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

FC Porto e assim também se fabrica um campeão.


Nelson Puga licenciou-se em Medicina no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar. É Mestre em Medicina Desportiva tendo feito a sua especialização profissional nesta área e tirado a especialidade em Medicina Desportiva.
Atualmente, é o Director do Departamento Médico e Médico da equipa profissional de futebol sénior do Futebol Clube do Porto tendo, desde 1986, sido médico do Departamento Médico de Atividades de Rendimento e Alta Competição do clube.
É também médico da Federação Portuguesa de Voleibol e Director do Departamento Médico desta Federação.
Nelson Puga foi Médico Oficial do Comité Olímpico Português nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, e Médico do Conselho Nacional Antidopagem, fazendo parte das equipas de controlo Anti-Doping.
Esteve presente em mais de uma centena de Colóquios e Congressos (Nacionais e Internacionais), tendo sido orador em mais de 60.
Nelson Puga é membro da Sociedade Portuguesa de Medicina Desportiva e da Associação dos Médicos de Futebol.
Currículo Desportivo
Nelson Puga praticou Voleibol durante 20 anos. Iniciou a sua prática no CDUP, tendo passado pelo F. C. Porto e pelo Leixões S. C., até ter terminado a sua carreira desportiva na A. A. S. Mamede. Durante o período em que esteve ligado à modalidade, ganhou 8 Campeonatos de Portugal e venceu 3 Taças de Portugal.
Foi também capitão da Seleção Nacional em mais de 100 jogos, onde obteve 148 Internacionalizações pela equipa principal. Desde 1980 a 1992 foi o único atleta a fazer todos os jogos da Seleção Nacional, tendo sido homenageado pela Federação Portuguesa de Voleibol e pela Associação de Voleibol do Porto, por ter sido o primeiro atleta português a atingir as 100 internacionalizações.

Aqui fica o curriculum de um extraordinário colaborador do nosso clube o FC Porto, e um dos responsáveis pela obtenção deste bicampeonato de futebol.

Para quem não viu o programa desta noite no Porto Canal, em que o médico Nelson Puga, foi o convidado principal, não sabe o que perdeu em termos de conhecimento de alguns importantíssimos pormenores e segredos, ajudam o FC Porto a transformar-se também por essa via, num clube da elite do futebol mundial.
A mudança estratégica operada na filosofia seguida pelo departamento médico do FC Porto, que deixou de assim se chamar e passou a ser dominado de gabinete de saúde, com o abandono da capacidade de tratamento por reação às ocorrências das lesões, para uma mais competitiva e proactiva antecipando cenários de possíveis lesões e impedimentos, para que os jogadores estejam sempre no seu máximo vigor físico e prontos para entrar em competição. São estes também, alguns dos pormenores em que se baseiam a construção de campeões como o FC Porto. A confidencia de partilhar cenários e ocorrências com os clubes da elite do futebol, principalmente os que mais participam na Liga dos Campeões, para mais rapidamente e melhor se delinearem estratégias de tratamento das lesões dos jogadores, permitem estar sempre no topo da inovação.
Fantástica a partilha do sucesso alcançado com a conquista do campeonato, bem como com a disponibilidade de todos os jogadores numa altura crucial da época, com todos os elementos do corpo clínico do FC Porto. Ficamos também a saber sobre a primordial importância das ações do psicólogo antes durante e depois dos tratamentos das lesões dos jogadores, do FC Porto.
A terminar, uma história deliciosa, sobre muitas que constam do seu reportório mas que por falta de tempo ou por confidencialidade o Dr. Puga não pode divulgar com exceção de uma que definem claramente que é o sócio 3600 do FC Porto, que por acaso é o médico da equipa de futebol do FC Porto.
“Estava a nossa equipa a vencer por um a zero no estádio em que ultimamente mais temos festejado a obtenção de títulos nestas ultimas épocas e com o FC Porto a massacrar o adversário, sou chamado a entrar no campo para prestar assistência a um dos nosso jogadores. Estava eu a prestar assistência ao nosso jogador na presença do árbitro do desafio, quando um dos jogadores adversário se aproximou, e em tom ameaçador afirmou; Vamos lá a despachar!!!. Olhei para ele e respondi; Porquê, estás com pressa de sofrer o 2ª golo? O árbitro riu-se, o tipo ficou embasbacado e retirou-se do local.”
Grande portista, grande amor e grande paixão. Terminou afirmando; Ser Porto, é estar disposto a morrer ( em sentido figurado ) por este emblema e por este clube.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Vítor Pereira e a explicação de mais um título de campeão.


Na conquista de mais um título de campeão nacional de futebol, o nosso grande presidente Pinto da Costa, proclamou ao mundo o supremo valor de uma equipa com jogadores à porto
E que significaria exatamente essa distinção, para lá do óbvio de todos eles vestirem a camisola azul e branca com o emblema de dragão ao peito? O próprio presidente forneceu a resposta ao facto; Estes jogadores ao contrário de outros, não falham nos momentos decisivos.
Explicação mais certeira, concisa e direta, não existe. Para algumas almas aziadas e atónitas sobre a conquista de mais um campeonato pelo FC Porto, explicamos o que lhes sucedeu, tendo em conta esta afirmação de Pinto da Costa. Quando o Benfica chegou a ter 5 pontos de vantagem sobre o FC Porto, todos se entusiasmaram e com sorrisos de orelha a orelha, festejaram a conquista antecipada do campeonato, sem se darem conta de que o FC Porto tinha cedido a liderança, fruto de uma arbitragem com muita Paixão, e de um empate na casa do outro pretendente ao título que neste caso era o Sporting. Com a vantagem adquirida pelos vermelhos, onde abundavam a sobranceria, colinho dos mesmos do costume e alegria desmesurada, minguavam a convicção, o saber, a raça e a determinação, dos verdadeiros campeões. Por isso e após a conquista da vantagem por parte do FC Porto, os jogadores azuis e brancos uniram-se que nem uns Dragões, sofreram, resistiram à pressão descontrolada da comunicação social e à promoção individual de possíveis saídas e contratos milionários, e venceram o campeonato com uma força coletiva que alcançou muito mais do que a soma das partes.
Isto é que é um campeão.

Ano após ano o FC Porto, ensina a quem quiser ver com olhos de ver, como é que se fazem campeões. Para a maioria triste e ressabiada, fica sempre a dúvida do mérito por causa dos árbitros, da lua, da treta da nota artística dos ventos e das marés, pois é isso que lhes vendem até ao nojo supremo. Que continuem porfiadamente nesse caminho, é o nosso secreto e enorme desejo. Pois enquanto assim for, é sinónimo que o FC Porto, ficará sempre abrigado de surpresas difíceis e desagradáveis, e mais conquistas e alegrias poderemos festejar.
Um campeão é forjado na atitude, na organização, na estratégia, na elaboração de uma indiscutível cultura vencedora, em que o clube está e estará sempre acima do individual, e no genuíno respeito por um amplo conhecimento do que representa hoje, o complexo mundo do futebol mundial.
Como dizia o Maradona; Que la siguen….


segunda-feira, 30 de abril de 2012

Loucos por Hulk, já chegam aos 72 milhões por Hulk


Os milionários franceses estão dispostos a entrar em loucuras pelo internacional brasileiro, mas Roman Abramovich não quer deixar fugir o Incrível.
Hulk arrisca tornar-se na venda mais cara de sempre do futebol português por largos milhões de euros. O internacional brasileiro é um dos nomes que promete agitar o próximo defeso, mas o seu passe parece estar apenas ao alcance dos petrodólares. Nada que não haja em Londres ou em Paris.

O Paris Saint-Germain lidera a lista de clubes interessados no jogador do FC Porto e avançou com uma proposta de 72 milhões de euros pelo passe do brasileiro, segundo noticia o sítio francês Blogolo. Só que Roman Abramovich quer que Hulk continue a vestir de azul, por isso estará disposto a igualar a oferta.

Hulk, pelo que dizem, tem a garantia de Pinto da Costa que o FC Porto não colocará entraves à sua saída, desde que cheguem aos cofres do Dragão uma proposta milionária. Os 72 milhões de euros, dos quais os dragões receberiam cerca de 60 milhões, parecem encaixar-se dentro desses parâmetros, até porque os dragões contariam ainda com os mais que prováveis encaixes das vendas de Ronaldo e, muito possivelmente, Álvaro Pereira e Otamendi.

O internacional brasileiro estará interessado apenas, no entanto, em mudar-se para uma das principais Ligas europeias, admitindo ainda jogar em França. Abraçar os milhões do Anzhi, da Rússia, por exemplo, está fora de questão.

Enquanto uns se degladiam por Hulk, com este a ter que decidir se muda de ares seguindo para a terra do chã das cinco, ou para a do queijo e do espumante, outros procuram novas oportunidades para seguir a sua carreira de mestres.

domingo, 29 de abril de 2012

Vítor Pereira e o titulo de Campeão Nacional do FC Porto


Com Hulk e James Rodriguez a brilhar, a quem se juntam Fernando, Maicon e Lucho Gonzalez, foram os jogadores chave do plantel portista, que este domingo se sagrou campeão nacional de futebol.
Responsáveis, até ao momento, por mais de um terço dos golos dos "dragões", o brasileiro (14) e colombiano (12) disfarçaram os vários "eclipses" dos três pontas de lança que Vítor Pereira teve ao seu dispor.
Aliás, o assunto "ponta de lança" foi bem cedo uma equação constante no quotidiano dos "dragões", começando pela saída do colombiano Falcao, a poucos dias do início da época, não permitindo à SAD portista uma "reação" adequada.
Sendo também verdade que não se encontram "falcões" de área ao virar da esquina, o FC Porto arrancou com esperanças em Kléber (seis golos) e Walter (dois), acabando este por ser emprestado, em dezembro, ao Cruzeiro, "substituído" pelo austríaco Mark Janko (quatro).
Se Hulk voltou a ser, consensualmente, o jogador mais em foco, tanto pelos 14 golos como pela dinâmica que empresta ao ataque portista, já James Rodriguez teve períodos de ausência, devido ao Mundial Sub-20 e às opções de Vítor Pereira.

Porém, o jovem sul-americano foi um dos protagonistas do título, a par (e pelas mesmas razões) de Hulk, com a particularidade de ambos terem, até, marcado num dos jogos do título: no Estádio da Luz, a 02 de março, na vitória sobre o eterno rival Benfica, por 3-2.
O golo dessa vitória, apontado em posição reclamada por toda a comunicação social aziada, seria porém, marcado por um dos jogadores de quem, talvez, não se esperasse tamanho exemplo de abnegação durante a época: o defesa brasileiro Maicon. Jogou a defesa direito, numa aposta pessoal do treinador Vítor Pereira, dando à equipa mais rapidez e altura na recuperação da sua defesa, e permitindo o crescimento dos conhecimentos táticos deste jogador. No fim, mais uma bofetada de luva azul e branca de Vítor Pereira, a todos os seus detratores. Maicon cresceu, e a equipa do Fc Porto ganhou uma defesa de betão.
Muito utilizado na ala direita da defesa, por impedimentos de Danilo (só chegou em janeiro) e Sapunaru, ou meras opções técnicas, Maicon correspondeu de forma eficaz, mas acabou por ser no centro da defesa que se impôs, assinando exibições de grande qualidade, contrastando com a irregularidade de Rolando e Otamendi nesse setor.

O quarto jogador-chave do sucesso "azul e branco" foi, uma vez mais. o médio brasileiro Fernando, que até começou a temporada com a cabeça mais "fora" da equipa do que o exigido.
Mas, quando se pensava que a sua motivação seria prejudicada pelas chamadas do "mercado" durante a pré-época, o médio defensivo correspondeu de forma muito positiva e rapidamente se percebeu -- à custa de ausências por lesão -- que a equipa era bem mais forte com ele em jogo.
Outros jogadores também foram fundamentais, embora nenhum além do exigível, como Helton, João Moutinho, Sapunaru e Álvaro Pereira.
Mas, a escolher um quinto elemento, entroncando nos critérios de mais-valias para o coletivo, então também Lucho Gonzalez merece uma referência em mais uma página do sucesso dos "dragões". "El Comandante" regressou ao FC Porto, transferido do Marselha, em Janeiro e, além do seu futebol em campo, esperava-se dele o que ele cumpriu: o peso da experiência e o conhecimento da casa na gestão das emoções dos colegas, no balneário.

Aquém do esperado, admitindo várias vicissitudes por que todos passaram, estiveram Kléber, Walter, Varela, Rolando e até Janko, mas este mais pela ansiedade criada em torno da figura de um ponta-de-lança que pelo trabalho efetuado e os golos conseguidos.
Depois do Andebol, hoje o Futebol. Mais dois títulos para Pinto da Costa e para toda a nação azul e branca. Fantástico.
Parabéns a todos os adeptos que tanto almejaram e lutaram por este título, mesmo quando muitos dos adeptos azuis e brancos, embalados pelo canto da sereia da comunicação social, se atiravam ao técnico Vítor Pereira. Mais do que ninguém VP e Pinto da Costa merecem e muito este título, por tudo que passaram e sofreram nesta época competitiva. Felizmente a organização do FC Porto aprendeu e muito com o que tinha ocorrido em 2004-2005, com a saída de outro Vítor de seu nome Fernandez.
Somos campeões…nós somos campeões!

Ecos da ilha, na caminhada para o título do FC Porto.


Hulk…Hulk…Hulk…Hulk; Quem tem Hulk tem tudo. Esteve em todos os lances do jogo, pela direita, pela esquerda, pelo centro e até na defesa. Fabuloso jogador que a jogar assim de certeza será o último ano que poderemos desfrutar de o ver com a camisola do Porto.

Marcou nos últimos três jogos - cinco golos nas últimas três jornadas para ser mais preciso - e surge na fase decisiva do campeonato para desequilibrar os pratos da balança. É certo que bisou com duas grandes penalidades, mas a verdade é que acabou por estar envolvido em quase todos os lances de perigo do FC Porto. Acertou num defesa (12'), quase marcava a passe de Lucho (68'), antes de devolver a gentileza ao argentino (86'), que falhou escandalosamente, e ainda meteu a bola em Djalma no lance do segundo penálti.

Pinto da Costa;
Pinto da Costa não faz questão de antecipar para hoje a festa. Para o presidente do FC Porto, "não tem o mesmo sabor ser campeão no sofá. Bonito é no estádio, seja qual for. Por mim, gostava que não fosse amanhã [hoje]", surpreendeu. E, aconteça o que acontecer no Rio Ave-Benfica de hoje, o FC Porto "vai encarar o jogo com o Sporting com a mesma seriedade, embora mais à vontade, porque faltam dois pontos em dois jogos e isso torna a pressão menor".

Para os que dizem que este é um campeonato sofrido, Pinto da Costa responde com ironia. "Não sei o que é isso. Sofrido é quando dói alguma coisa, mas a mim não me dói nada. Se estão a falar em dificuldades, ainda não vi muitos jogos que alguém tivesse ganho sem dificuldades", atirou. O de ontem, contra o Marítimo, foi mais um. O Marítimo não merecia um resultado mais desfavorável"

Vítor Pereira;
A vitória do FC Porto "é justa" e o árbitro "não merece ser questionado". Vítor Pereira está seguro de que "os penáltis são penáltis" e não se lembra "de mais nenhuma situação que pudesse influenciar o resultado". Para o treinador, "o jogo foi resolvido pelos jogadores" e com "mérito". "Ganhar por 2-0 nos Barreiros não é para qualquer um; provámos a nossa qualidade e o nosso carácter", sublinha. "A equipa deu um passo importante para revalidar o título", admite, mas nem por isso vai adormecer à sombra do amplo favoritismo que agora todos lhe reconhecem. "Ainda não conquistámos o título. Queremos vencer os dois jogos que faltam e, se possível, festejar na nossa casa e comemorar com os nossos adeptos. Abordamos os jogos sempre da mesma forma, com sentido de vitória. Não vamos tirar o pé do acelerador nem nos vamos desconcentrar. Vamos estar focados no objetivo", prometeu.
Naturalmente satisfeito com o resultado, Vítor Pereira não está, nesta fase, preocupado se o FC Porto joga melhor ou pior. "Há vitórias mais sofridas e outras menos. Este é um campeonato muito competitivo", aponta, no reforço de uma ideia que há muito vem a veicular. "Importa salientar a qualidade das duas equipas. Provámos qualidade e carácter. Os meus jogadores estão de parabéns", continuou.

Quanto ao Pedro Martins, aconselho a ler o tribunal da arbitragem de um conhecido jornal, para que não perca a sua “ inteligência”, depois de tomar um cházinho de cidreira para os nervos e para a azia;http://www.ojogo.pt/28-120/artigo983212.asp

terça-feira, 24 de abril de 2012

No país que odeia vencedores


por PEDRO MARQUES LOPES
Jorge Nuno Pinto da Costa completou na última terça-feira trinta anos como presidente da mais bem sucedida instituição portuguesa da nossa história recente: o Futebol Clube do Porto.
Em nenhum sector de actividade uma organização conseguiu sequer aproximar-se do desempenho nacional e internacional do clube nortenho. Até o mais distraído dos cidadãos não ignora as sistemáticas vitórias do Futebol Clube do Porto no plano interno em todos os desportos profissionais ou semiprofissionais e os êxitos retumbantes a nível internacional. Desde 1964, o único clube de futebol português a ganhar provas europeias e mundiais foi o FC Porto. Ganhou sete, batendo-se de igual para igual com clubes representativos de cidades e países com muitíssimas mais capacidades financeiras e com uma capacidade de recrutamento de jogadores e treinadores quase ilimitada - não vale a pena perder tempo referindo os campeonatos e taças dentro de fronteiras, o espaço nesta página é demasiado pequeno.
A pergunta impõe-se: que empresa portuguesa, que instituição, foi a melhor da Europa, no seu ramo de actividade, por duas vezes ou, pelo menos, chegou perto disso nos últimos trinta anos? Pois...
Os sócios e adeptos do FC Porto, o desporto português e a comunidade portuguesa devem todos esses feitos a uma pessoa: Pinto da Costa. Claro que nenhum homem sozinho seria capaz de tão espantosa obra, mas foi, de facto, ele o grande motor, o grande líder duma das mais extraordinárias histórias de sucesso duma organização portuguesa.
Pinto da Costa é, sem sombra de dúvida, o mais brilhante gestor português e, no seu sector, um dos melhores do mundo, senão o melhor (é o presidente dum clube, no mundo inteiro, com mais títulos ganhos). Em qualquer país que não estivesse minado pela inveja, que não vivesse obcecado pela intriga e não odiasse vencedores, o presidente do FC do Porto seria um autêntico herói nacional. O exemplo de alguém que com parcos recursos, liderando uma organização originária duma região pobre da Europa, conseguiu, à custa de trabalho, capacidade de organização e uma dedicação sem limites transformar um clube como muitos outros num dos maiores do mundo seria estudado, promovido, glorificado. Não é em vão que por esse mundo fora o FC Porto e o seu presidente são homenageados e vistos como autênticos fenómenos. Mas, em Portugal, quanto maior for o sucesso, maior será o ódio, maior será o desprezo, e, claro está, Pinto da Costa é o alvo de toda a desconsideração, de toda a infâmia, de toda a calúnia.

Uma excelente e brilhante resposta contra tudo e contra todos os que tem feito tudo e mais alguma coisa, para manchar e estigmatizar o FC Porto clube a nível nacional e internacional.


From;
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=2434862&seccao=Pedro%20Marques%20Lopes&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco



As acusações contra o FC Porto, são mais rápidas que a própria sombra.


O tribunal adiou para 2 de maio a comunicação de arquivar processo ou de levar a julgamento os futebolistas do FC Porto Hulk, Sapunaru, Christian Rodriguez, Helton e Fucile, acusados de agressões a seguranças no estádio da Luz, em 2009.
Fonte da 5.ª Vara do Tribunal Criminal de Lisboa, no Campus da Justiça, escusou-se a revelar os motivos do adiamento da leitura da decisão instrutória (estava marcada para terça-feira) e confirmou a nova data, a partir das 14.00.
Os brasileiros Hulk e Helton, o romeno Sapunaru e os uruguaios Christian Rodriguez e Fucile são acusados de agressões a dois "stewards" em serviço no jogo Benfica-FC Porto, da 14.ª jornada da Liga portuguesa de futebol de 2009/10, que os benfiquistas venceram por 1-0.
Nas alegações finais, realizadas a 29 de Março, o Ministério Público manteve a acusação contra os jogadores do FC Porto, enquanto o defensor dos seguranças Sandro Correia e Ricardo Silva defendeu a alteração dos crimes na forma simples para qualificada, o que modifica o enquadramento penal.
"Estão perfeitamente identificados os autores das agressões. Está gravado", referiu o advogado Soares da Veiga, que requereu a abertura da instrução.

Continua o "forrobodó" da confusão do campeonato do túnel, entre aqueles que provocam e os que respondem a provocações. E o mais sério nisto tudo, é que passam o enquadramento legal da forma simples para qualificada, como se a ocorrência da resposta dos jogadores tivesse sido uma acção premeditada.
Aguardemos os desenvolvimentos futuros de mais uma telenovela. 

sábado, 21 de abril de 2012

Ecos do Dragão, e a curva Pinto da Costa



Para quem se deslocar hoje ao estádio do Dragão para assistir ao FC Porto frente ao Beira Mar, ao minuto 30 do jogo voltem a vossa atenção para a curva sul, onde normalmente se encontra a claque dos Super Dragões.
Nesse minuto será dado o inicio da coreografia protagonizada pelos presentes, que servirá de homenagem e comemoração dos 30 anos do consulado do presidente Pinto da Costa.
Para assinalar e efectivar a efeméride, a bancada sul será baptizada nessa altura do jogo, como curva Pinto da Costa.
Que seja hoje, na presença de muito público e com a equipa de luxo do FC Porto na máxima força, a oferecer a todos os adeptos e apoiantes Portistas uma excelente noite de futebol, o inicio da arrancada definitiva para a ambicionada conquista na concentração máxima deste campeonato extremamente competitivo, e complexo.

Ps; Na próxima 2ª feira Pinto da Costa dará uma entrevista ao JN, com o tema - Conheça o Homem por detrás do Dragão, onde será apresentado o lado mais pessoal e intimista do incontornavel dirigente do FC Porto, nos últimos 30 anos.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Obrigado Presidente Pinto da Costa, por tantas emoções e vitórias.


Ao fim de 30 anos na presidência do FC Porto, Pinto da Costa engrossou o rol de conquistas do clube, colocando-o, sobretudo o seu futebol, num patamar de gestão desportiva tida por exemplar.

O foco da direcção do clube esteve apontado, na última das três décadas, para uma reestruturação de género empresarial, fazendo hoje sentido falar-se em “Grupo FC Porto”, tal a forma como as funcionalidades transversais se tornaram relevantes nos objectivos de todos os sectores do clube, da SAD do futebol às modalidades.

No capítulo desportivo, além de tornar o FC Porto o clube português com mais títulos, ultrapassou o recorde do espanhol Santiago Bernabéu, mítico presidente do Real Madrid, que venceu 16 campeonatos nacionais em 35 anos de regência, menos dois que os conquistados de Pinto da Costa em menos cinco anos.
Eleito pela primeira vez a 17 de Abril de 1982 e efectivamente mandatado nove dias depois, Jorge Nuno Pinto da Costa, de 74 anos, cedo começou a interessar-se pelo clube, até se tornar no seu 33.º presidente.Um foi mesmo motivo de polémicas à custa de uma edição em livro, que conta, na primeira pessoa, a versão da ex-companheira Carolina Salgado (“Eu Carolina”), e cujo conteúdo motivou uma investigação judicial por alegada falta de transparência no futebol e alegados contactos promíscuos com árbitros e outros dirigentes.

Saiu incólume dos vários processos da Justiça civil em que se viu envolvido, de 2004 a 2006, entre os quais o muito mediático “Apito Dourado”.
Hábil nas relações com os outros “grandes” e eficaz gestor no (e do) palco mediático, o actual presidente portista semeou ódios e amores durante três décadas, e comprou e vendeu “guerras”. Ganhou quase sempre.


A Pinto da Costa se deve a criação do troféu “Dragões de Ouro”, que consagra desportistas e personalidades ligadas ao FC Porto, e o empenho na implantação das Lojas Azuis e da Revista “Dragões”.
Em pleno momento de viragem no paradigma do “negócio” futebol, a 5 de Agosto de 1997, o clube torna-se o principal accionista da sociedade desportiva “FC Porto, Futebol SAD”, passo fundamental para os novos trilhos de gestão financeira e económica.
Pelo caminho, inaugurou várias “casas” do clube em Portugal e no estrangeiro, e publicou em 2005 a sua autobiografia, com prefácio de Lennart Johansson, na altura presidente da UEFA. O título, “Largos dias têm cem anos”, recorda a expressão utilizada em 1976 numa conversa entre amigos e que o lançou para o mandato mais longo da história do futebol português.

Principais conquistas do FC Porto durante os 30 anos de presidência de Pinto da Costa

Futebol
2 Taça dos Campeões Europeus/Liga dos Campeões, (1987 e 2004)
2 Liga Europa/Taça UEFA, (2003 e 2011)
1 Supertaça Europeia, (1987)
2 Taça Intercontinental, (1987 e 2004)
18 Campeonatos nacionais
12 Taça de Portugal
18 Supertaça Cândido de Oliveira
Andebol
6 Campeonatos nacionais
3 Taças de Portugal
Basquetebol
5 Campeonatos nacionais
11 Taças de Portugal
Hóquei em patins
2 Taça dos Campeões Europeus, (1986 e 1990)
2 Taça das Taças, (1982 e 1990)
20 Campeonatos nacionais
13 Taças de Portugal

Presidente Pinto da Costa, até quando haverá novos episódios para contar?


Faz hoje 30 anos que Pinto da Costa ganhou as eleições para a presidência, e o FC Porto nunca mais voltou a ser o mesmo clube. Foram três décadas de muitos sucessos, de muitos protagonistas além do protagonista principal, mas também de muitas histórias para contar. 

O JOGO foi atrás desses episódios e neste dia conta-lhe três que tiveram como atores secundários alguns dos principais ícones do clube: João Pinto, Vítor Baía e Deco. Cada um encontrou, à sua maneira, uma história que ajuda a explicar tanto sucesso, assente, inevitavelmente, na liderança de Pinto da Costa.

Mais do que as palavras, ficam os números, neste caso os 54 títulos contabilizados só no futebol sénior, sete dos quais internacionais, durante estes últimos 30 anos. Para melhor se perceber a dimensão dos feitos, refira-se que Pinto da Costa já conseguiu triplicar, nestas três décadas, o número de títulos conquistados pelo FC Porto nos 89 anos de história que o antecederem (apenas 16). 

Mais há mais: durante a era de Pinto da Costa, os dragões passaram apenas duas épocas sem conquistar um título no futebol; aconteceu em 1988/89 e, mais recentemente, em 2001/02, curiosamente na temporada que acabou por ditar a contratação de José Mourinho, que chegou para substituir Octávio Machado.
Neste jogo de conquistas e histórias, falta apenas responder a uma pergunta: até quando haverá novos episódios para contar?

quinta-feira, 29 de março de 2012

Um campeonato muito competitivo, como não se via há anos.


O treinador Vítor Pereira refutou a tese de que o FC Porto tem sido uma equipa irregular, defendendo-se com o facto de continuar na luta pelo título.

“Se somos tão irregulares como as pessoas querem fazer crer, de certeza que a diferença pontual seria maior, não estaríamos a lutar pelo título, não estaríamos só a um ponto de um único adversário e a depender só de nós para revalidar o título”, justificou o técnico dos “dragões”, em conferência de imprensa.

Na conferência de imprensa de antevisão à recepção ao Olhanense, no sábado, Vítor Pereira recordou ainda que “o FC Porto é quem tem mais golos marcados no campeonato, a par de outra equipa, e tem igualmente a defesa menos batida, com menos quatro golos sofridos”, pelo que considera “natural que a equipa se sinta injustiçada” com estas observações.

“Custa-me entender determinado tipo de notícias. Se somos os menos batidos do campeonato, porque não fazem notícias dos golos sofridos pelas outras equipas? Não podemos recorrer a campeonatos passados, pois este tem características próprias”, vincou, referindo-se a uma análise sobre o facto do FC Porto desta época ser mais vulnerável da defesa do que em anos anteriores, publicada recentemente num órgão de comunicação social.

O treinador assume que deve “viver com a crítica”, mas recorda que “o balanço será feito no final da época, altura em que se verá quem ganhou títulos”.
Acima de tudo, Vítor Pereira insiste que este é “um campeonato muito competitivo, como não se via há anos” e que, para o vencer, “é preciso apresentar índices competitivos muito elevados para ganhar cada um dos jogos”.

Sabemos a qualidade que temos e estamos convictos de que, com maiores ou menores dificuldades, chegaremos à vitória”.
“A equipa que conseguir ser mais consistente até ao último jogo será a que terá mais possibilidades de ganhar o campeonato”, concluiu.

terça-feira, 20 de março de 2012

A estranha forma que o FC Porto tem, de dizer adeus a um troféu.


Obrigado Sr. Presidente; Você pediu, e o nosso treinador cumpriu. 

Parece que este ano, é o ano dos quase…Vá lá que já ganhamos a supertaça.

Quando deveríamos ter pressionado para vencer, tiramos o pé do acelerador, e demos vantagem ao nosso rival, que apresentou mais e melhores soluções para os últimos 20 minutos do jogo.

Nesse período apareceu um Porto atabalhoado no último terço do campo, que foi dando espaços no seu meio campo defensivo, a uma equipa demasiado prática que mal tem a bola, só tem olhos na baliza, não lateralizando, e que nem que jogue às tabelas, chuta para a baliza para atingir o golo.

Um clube como o FC Porto com o historial de vitórias que apresenta, e que entrando numa competição em que chegando às suas meias finais e a um passo de se apurar para a final, têm um Presidente que resolvendo falar fora do tempo certo, vem afirmar aos seus técnicos e jogadores que este jogo não era importante, mas sim o próximo, não lembra a ninguém e muito menos é sinal de respeito para com os seus adeptos sócios e simpatizantes.

Estas coisas de que só alguns troféus é que são importantes e do gosto do Presidente, mexem em demasia com o nosso empolgamento e sentimento para com estes novos tempos que varrem o nosso FC Porto. Desde que me conheço, que nos habituamos a ver e a sentir, que qualquer desafio encarado pelo FC Porto, o que mais interessava era a vitória e a conquista de troféus, fossem eles quais fossem. E então em jogos contra o Benfica, nem em tom de brincadeira se admitia uma coisa destas. E agora é isto? Pelos vistos, ando muito enganado.

Quanto ao jogo, e depois de ter a vitória do mesmo na mão, não fomos capazes de ter a esperteza e sagacidade, para matar de vez, com o mesmo. A saída de Lucho, foi o canto do cisne, e o sinal de que era mais importante resguardar para o próximo, do que vencer este.

O técnico adversário, que esteve perto de ser mais uma vez ridicularizado, e se calhar amplamente contestado pelos das suas cores, agradeceu a oferta, e sacando de Saviola, abriu o caminho entre os centrais do Porto, para chegar ao 3º da sua equipa, desempatando o resultado.

Quase que nos apetecia dizer…Então Jesus? Quem foi teu amigo quem foi?

Quanto ao jogo propriamente dito;
O jogo começou bem para o Benfica, que viu Maxi Pereira inaugurar o marcador no primeiro lance de perigo junto da baliza de Bracali.
Mas a resposta portista não demorou e Luxo empatou, dando início a um período de domínio dos “dragões”.

A supremacia “azul e branca” materializou-se num segundo golo, saído da cabeça de Mangala, e só se dissipou, já muito perto do intervalo, quando Nolito empatou a partida poucos minutos antes do intervalo.

Na segunda parte, e com os dois treinadores a colocarem em campo alguns dos jogadores que costumam ser titulares, o Benfica ganhou algum ascendente e viu Cardozo apontar o golo da vitória.

Com 3-2 no marcador, o Benfica elimina o FC Porto da Taça da Liga e garante a presença na final da competição, ficando agora à espera do desfecho da outra meia-final, que coloca frente a frente o Gil Vicente e o Sp. Braga.

Pronto. Adeus Taça Sr Lucilio Batista, feudo do Benfica, que em 5 anos conquista a sua 4ª presença na final. 

Clássico para o FC Porto? Quero é o campeonato.


Hulk e Varela estão de regresso à lista de eleitos do treinador do FC Porto Vítor Pereira, para o jogo das meias-finais da Taça da Liga de futebol, frente ao Benfica, na terça-feira, no Estádio da Luz.

Hulk não defrontou o Nacional, na sexta-feira, por ter cumprido um jogo de suspensão, enquanto Varela falhou o encontro da 23.ª jornada da Liga devido a lesão muscular.
Entre as ausências, destaque para as “poupanças” do guarda-redes Helton, substituído na lista pelo júnior Kadu, e do uruguaio Cristian Rodriguez.

Convocados


Guarda-redes; Bracali e Kadu.

Defesas; Maicon, Álvaro Pereira, Rolando, Sapunaru, Mangala, Alex Sandro e Otamendi.

Médios; Lucho Gonzalez, João Moutinho e Defour.


Avançados; Hulk, Varela, Kléber, James Rodriguez, Iturbe e Janko. 

Vítor Pereira admite alterações na equipa titular. "Vamos gerir o plantel da forma que acharmos mais adequada", revelou. "Viemos de um encontro complicado e temos outro no domingo. Para esta meia-final, temos que fazer uma gestão inteligente. Vamos para ganhar. 

Não acredito no condicionamento das equipas pelo que se passou anteriormente."
Hulk e Silvestre Varela estão de regresso aos convocados, o primeiro após castigo e o segundo após lesão. A ausência de Helton irá permitir a titularidade de Rafael Bracali, enquanto Danilo, Djalma e Emídio Rafael continuam entregues ao departamento médico.

Com tantos cuidados e paninhos quentes, nem sei porque nos demos ao trabalho de viajar a caminho de Lisboa. 

A vitória deve ser encarada como único objectivo em todo e qualquer jogo que o FC Porto disputa. Isto, porque apesar de não estar interessado na taça Lucílio Baptista, desde a sua criação, o FC Porto joga aqui uma carta psicológica importantíssima, já que derrotando mais uma vez um dos seus mais temíveis e ferozes adversários, lhe poderá criar desequilíbrios fortes, nas suas capacidades anímicas para os próximos jogos do campeonato. 

Por isso e nesta fase da disputa, todo e qualquer ascendente que se possa ganhar sobre os adversários directos, é factor preponderante para encarar o futuro, ou com mais alegria e raça, ou com mais sofreguidão e tristeza. 

Vamos a ver qual dos papeis o FC Porto irá escolher para desempenhar no desfio de mais logo.



domingo, 18 de março de 2012

FC Porto conquista mais um troféu, no dia de mais uma obra prima de Falcao.


Caro leitor, por esta altura já deve ter visto o vídeo. Se não viu, faça-nos um favor e veja. Nós esperamos um pouco e encontramos-nos na próxima linha.
Ora cá estamos.



Radamel Falcao. Pois, aí está ele, a encher de nostalgia e saudade os adeptos do F.C. Porto. Apesar da derrota do Atlético Madrid, El Tigre foi capaz de capitalizar, uma vez mais, o seu talento e fazer um golo brilhante. Trabalho incrível à entrada da área do Maiorca e um chapéu perfeito sobre o guarda-redes Aouate.
Pronto, o que é preciso é continuar a bater na equipa e no treinador atual do FC Porto, como se eles fossem os únicos culpados de Falcao ter batido com a porta, e ter forçado a sua saída, poucos dias antes do fecho do mercado de verão.

Mas na próxima 3ª feira, lá estaremos com toda a paixão, e com todo o empenho a apoiar a nossa equipa, o FC Porto, nem que fossem os juniores contra os "mais melhores do mundo".

Pinto da Costa: "Temos uma semana difícil"

Pinto da Costa assistiu à vitória do FC Porto na Taça de Portugal de basquetebol, mas, no final, não deixou de falar de futebol. 
Questionado se gostaria de ganhar a Taça da Liga, afinal o único troféu que nunca venceu, o presidente portista foi claro quanto às prioridades. "Penso em tentar ganhar o campeonato. Temos uma semana difícil com três saídas complicadas. 
A do Nacional, agora à Luz e depois ao Paços de Ferreira. Ninguém se pode admirar que a nossa aposta não seja o jogo de terça-feira".

Quanto ao basquetebol, e após a conquista de mais um brilhante troféu pelo FC Porto, como é a taça de Portugal, é isto que se lê nos sites da especialidade;

"O FC Porto conquistou este domingo a 13ª Taça de Portugal de basquetebol ao vencer a Académica, por 58-47, no Pavilhão Multiusos de Fafe.

Com 16 pontos e 10 ressaltos, o portista Gregory Stempin foi eleito o jogador mais valioso da final."

Obrigado malta, e em especial ao nosso técnico Moncho López.
"É uma satisfação ganhar mais uma final, pois estivemos presentes em todas, nesta época."

sábado, 10 de março de 2012

FC Porto em velocidade de passeio, quase que se estampava.


A equipa de Vítor Pereira esteve a perder mas acabou por empatar em casa frente à Académica. O golo só surgiu nas compensações, de penalti.

O FC Porto não entrou muito bem na partida, jogando a um ritmo muito baixo. A Académica apresentou-se numa postura expectante, apostada em aproveitar um erro do adversário para partir rapidamente para o contra-ataque.

O prémio para a equipa de Pedro Emanuel chegou aos 39’, quando Edinho fez o golo da equipa de Coimbra. O passe foi de Saulo, e o avançado internacional português, de cabeça, bateu Helton.

Quando se viu em desvantagem, o FC Porto arriscou. Vítor Pereira trocou Sapunaru por Djalma (53’) e Rolando por Kléber (61’) e os “dragões” aproximaram-se mais da baliza da Académica.


No entanto, o último passe saiu sempre mal aos “azuis e brancos”, que não criaram ocasiões flagrantes de perigo. O melhor lance surgiu aos 67’, quando João Moutinho, na transformação de um livre, levou a bola à trave da baliza de Peiser.


O relógio caminhava para o final, e o FC Porto arriscava sofrer a terceira derrota no campeonato. Mas já no tempo de compensação, Pape Sow fez mão e deu grande penalidade para os “dragões”. Hulk não deu hipóteses e fez o 1-1 (90+3’).

A pressão sobre os árbitros através do "castigo" a Pedro Proença surtiu efeito. Há um penalty claríssimo sobre Hulk que o árbitro transforma num amarelo que o coloca de fora do próximo jogo. 

No final da primeira parte Hulk fica isolado e é marcado um fora-de-jogo inexistente... o lance daria certamente o 1-1 ainda antes do intervalo. O Porto perde por culpa própria pois não entrou com a garra que devia, mas a arbitragem teve um papel fundamental, por claro medo de ser acusada de "beneficiar" o Porto. Enfim... o habitual. Parabéns ao Benfica, através das suas jogadas de bastidores e completamente imune aos castigos da Liga, certamente ainda poderá lutar para ser campeão.

Com tanta cerimónia por parte do FC Porto, que até parecia que queriam imitar a famosa equipa que dos anos 68/69, que ao perder em casa como a Académica, entregou o titulo de campeão de bandeja ao suspeito do costume, ou seja ao Benfica.

Só mais uma achega; Vítor Pereira não conseguiu resistir aos aclamados vips, e fez-lhes a vontade ao colocar de inicio o James Rodrigues, que como se veio a comprovar, nada acrescentou ao jogo. James nada acrescenta, porque a zona que mais gosta de utilizar estava preenchida por Lucho. Só quando Lucho recuou no terreno para junto de Moutinho, é que James ganhou preponderância no desenrolar do jogo do FC Porto, pois foi ocupar a zona por trás dos dois pontas de lança. 

Esta é e será uma situação a rever e a corrigir, pela equipa técnica que não deve ceder perante as críticas. Primeiro a equipa e o resultado, e depois os jogadores.  Perante equipas que se fecham tanto como a Académica, o FC Porto, tem que utilizar toda a largura de terreno e em especial os dois corredores. 

Esperemos que não haja mais sobressaltos iguais aos de hoje, para o restos dos jogos do campeonato, e que de uma vez por todas se corrija a mania de dar 45 minutos de avanço aos adversários.

A agressividade com que a Académica disputou este jogo, fica nem patente na imagem que anexamos ao post.








quinta-feira, 8 de março de 2012

Se calhar foram fantasmas e não os jogadores do FC Porto que venceram na Luz


Fernando considerou que, com a vantagem de três pontos na liderança da Liga, “o FC Porto fica mais perto da revalidação do título”, mas falta ainda “muito trabalho” e “disputar nove finais”.

O defesa brasileiro disse que “o FC Porto está focado na conquista do título”, sem descurar a hipótese de conquistar a Taça da Liga, troféu que nunca venceu e o vai levar novamente à Luz, e anteviu “um jogo complicado” com a Académica.

Fernando recordou a “excelente partida” do FC Porto na Luz, que permitiu aos “dragões”, com uma vitória frente a um concorrente directo (3-2), assumir o comando isolado da Liga, e desvalorizou o golo alegadamente em posição irregular de Maicon.

“Penso que pode acontecer para qualquer um dos lados. O árbitro é um ser humano e, como tal, pode errar. Mas, independentemente do que aconteceu, nós estávamos focados para ganhar e conseguimos”, disse.

Quanto às insinuações do treinador do Benfica, Jorge Jesus, de que o FC Porto venceu devido a outras situações, Fernando contrapõe: “Se calhar, foram fantasmas que venceram na Luz”.

“Fizemos uma excelente partida e o que as outras pessoas falam para nós fica indiferente. O que importa é o que fazemos aqui dentro e vamos continuar a trabalhar para conseguir o objectivo de ganhar o campeonato”, sustentou o médio.
Confrontado com a tendência recente de o FC Porto festejar na Luz, e se esses triunfos tinham um gosto especial, Fernando respondeu que o objectivo é ganhar sempre.

“Quer seja ao Benfica ou a outro qualquer adversário, o FC Porto procura sempre vencer”, disse Fernando, acrescentando que o objectivo dos “dragões” é o mesmo de sempre, ou seja, “ganhar jogos”.
Com o triunfo alcançado na sexta-feira na Luz, o FC Porto isolou-se na liderança da Liga, recuperando em três jogos uma desvantagem de cinco pontos para o Benfica, mas Fernando não considera que agora seja mais favorito.

“O FC Porto, desde o começo da época, é sempre favorito. Pode estar um ponto atrás ou três na frente, mas é sempre favorito e agora com três pontos de avanço fica mais perto do título”, reconheceu Fernando.
Ainda de acordo com o jogador, “o FC Porto tem ainda que trabalhar muito, pois faltam muitos jogos até ao final do campeonato, e tem que demonstrar muita humildade para concretizar o objectivo de ser campeão”.

A Académica é o próximo adversário dos “dragões”, em jogo a disputar no sábado e referente à 22.ª jornada da liga, e Fernando recorda que os “estudantes” já tiraram muitos pontos aos “grandes”.
“É complicado, sabemos que é difícil jogar contra eles. Temos que entrar focados desde o começo até ao final do jogo, para conseguirmos ganhar”, defendeu Fernando.

Fernando desvalorizou o facto de a continuidade do Benfica na Liga dos Campeões poder trazer maior desgaste aos “encarnados”, considerando que são competições completamente distintas.

Questionado se a vitória na Luz podia valer o campeonato, Fernando sublinhou: “Todos os triunfos podem. Conseguir três pontos frente a um concorrente directo é muito importante, mas ainda faltam nove jogos e temos que vencer essas nove finais”.

Continua a destabilização da compra e venda!

James Rodríguez garante que a sua cabeça está unicamente no F.C. Porto, mas, numa altura, em que se vai falando da possibilidade de rumar a outras paragens, com o Manchester United à cabeça, o jovem colombiano não esconde a ambição.

«Para já penso no
F.C. Porto, em ser campeão e estou muito feliz cá. Agora, se essa opção surgir, não vou negar que gostaria de jogar num clube como esse», afirmou o jogador, ao jornal colombiano Nuevo Estadio, referindo-se à equipa de Alex Ferguson.