Os Invencíveis Azuis e Brancos: uefa

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quarta-feira, 4 de abril de 2012

E Raul Meireles silenciou o mestre da táctica.


Foi do outro central improvisado, Javi Garcia, que surgiu o primeiro desequilíbrio no jogo: numa saída rápida do Chelsea, o espanhol abordou um lance na área como se estivesse no meio-campo, abalroando Ashley Cole. Lampard não perdoou no penalty, apesar da boa estirada de Artur, que ainda tocou na bola (21 m).

Os minutos seguintes foram de desnorte para os encarnados, que viram três cartões amarelos em lances perfeitamente evitáveis. Um deles, o de Maxi Pereira, viria a revelar-se decisivo, já que aos 40 minutos o uruguaio teve um carrinho imprudente sobre Obi Mikel e recolheu mais cedo às cabinas, por ordem do árbitro Skomina.

Em Portugal, mais propriamente no campeonato português, os dois lances acima mencionados, teriam sido ajuizados de maneira bem diferente, e não passariam de situações tão banais, como bem se viu no último Benfica-Braga, com os mesmos dois protagonistas.

É por isso que muitos gostam de se deslocar de Lisboa a Setúbal, para comer uns choquinhos na brasa, bem regados de vinho tinto.



quinta-feira, 29 de março de 2012

Um campeonato muito competitivo, como não se via há anos.


O treinador Vítor Pereira refutou a tese de que o FC Porto tem sido uma equipa irregular, defendendo-se com o facto de continuar na luta pelo título.

“Se somos tão irregulares como as pessoas querem fazer crer, de certeza que a diferença pontual seria maior, não estaríamos a lutar pelo título, não estaríamos só a um ponto de um único adversário e a depender só de nós para revalidar o título”, justificou o técnico dos “dragões”, em conferência de imprensa.

Na conferência de imprensa de antevisão à recepção ao Olhanense, no sábado, Vítor Pereira recordou ainda que “o FC Porto é quem tem mais golos marcados no campeonato, a par de outra equipa, e tem igualmente a defesa menos batida, com menos quatro golos sofridos”, pelo que considera “natural que a equipa se sinta injustiçada” com estas observações.

“Custa-me entender determinado tipo de notícias. Se somos os menos batidos do campeonato, porque não fazem notícias dos golos sofridos pelas outras equipas? Não podemos recorrer a campeonatos passados, pois este tem características próprias”, vincou, referindo-se a uma análise sobre o facto do FC Porto desta época ser mais vulnerável da defesa do que em anos anteriores, publicada recentemente num órgão de comunicação social.

O treinador assume que deve “viver com a crítica”, mas recorda que “o balanço será feito no final da época, altura em que se verá quem ganhou títulos”.
Acima de tudo, Vítor Pereira insiste que este é “um campeonato muito competitivo, como não se via há anos” e que, para o vencer, “é preciso apresentar índices competitivos muito elevados para ganhar cada um dos jogos”.

Sabemos a qualidade que temos e estamos convictos de que, com maiores ou menores dificuldades, chegaremos à vitória”.
“A equipa que conseguir ser mais consistente até ao último jogo será a que terá mais possibilidades de ganhar o campeonato”, concluiu.

A razão da irregularidade do FC Porto.


Como dizia um amigo meu; “ Quando estamos mal, até um cão nos mija em cima!”
Depois de ter engolido com mais um empate em Paços, no final do jogo, fui confrontado com mais uma noticia triste, sobre a morte de um nosso familiar. No dia seguinte e ainda não refeito destas duas “trombadas”, fui confrontado com mais uma noticia triste e vergonhosa, versando o capitulo profissional, que nos deixaram de cabeça à roda e sem vontade nenhuma de escrever fosse o que fosse, nos dias que se passaram desde o ultimo post.

Felizmente somos campeões, e somos da massa dos que mais vale quebrar que torcer. 

Hoje e após uma excelente vitória sobre os nossos rasteiros, ignóbeis, sem carácter e vergonhosos adversários profissionais, estamos mais fortes e rijos, para entrar novamente na liça pelo nosso clube, juntando forças com outros desinteressados amigos e colegas da net, em prol do nome do FC Porto.

A inveja combate-se com aplicação sem contemplações, humildade e simplicidade nos métodos a aplicar. Para esta equipa do FC Porto, a mesma deveria focar-se em exclusivo em dois pontos, críticos que a podem guindar rapidamente ao sucesso. Humildade e simplicidade de métodos de jogo e de concretização. Meus amigos; Golo é golo, mesmo que seja com o rabo, barriga ou joelho, e sem nota artística.

Desde o inicio da época, que alertei para a jogada do fator psicológico que os que fazem a coisa por outros lados, colaram a este campeonato, e principalmente no sub consciente de técnicos e jogadores desta equipa do FC Porto. O Campeão, não seria um campeão forte e digno, se não tivesse excelentes valores de nota artística nos jogos disputados. Atentem nas constantes primeiras páginas dos diários desportivos afetos às cores que sabemos, que trataram este tema até à exaustão. Podem dizer que ninguém ligou, ou levou a sério este assunto. Mas o que é certo, é que o FC Porto, precisa em média de 12 remates para marcar um golo, que é quase o dobro da média do ano transato. 

No fundo, todos os jogadores do FC Porto, gostariam também de ver os seus nomes nas páginas dos ditos jornais, com frases como as que são colocadas, quando os golos são marcados pelos jogadores que envergam a camisola das cores que todos sabemos. Na minha opinião meus amigos, nem que os jogadores do FC Porto marquem golos à Messi, serão reconhecidos e badalados. A treta da nota artística é só para os que envergam determinadas cores. 

Por isso, se for esse o caso caros jogadores do FC Porto, deixem-se de malabarismos e confusões estéreis que vos confundem a cabeça, e arranquem para a simplicidade e pelo caminho mais fácil para chegar ao golo. O vos colocará no galarim do futebol e o que ficará para a história, são as vitórias, troféus e campeonatos ganhos. O resto é treta de quem sabe que não tem capacidade de lutar de igual para igual e com fair play sério e sadio.

O negócio da treta dos árbitros e de toda esta mixórdia sobre as suas nomeações e classificações, é da mesma cepa de quem trata de notas artísticas, por tu!

terça-feira, 20 de março de 2012

A estranha forma que o FC Porto tem, de dizer adeus a um troféu.


Obrigado Sr. Presidente; Você pediu, e o nosso treinador cumpriu. 

Parece que este ano, é o ano dos quase…Vá lá que já ganhamos a supertaça.

Quando deveríamos ter pressionado para vencer, tiramos o pé do acelerador, e demos vantagem ao nosso rival, que apresentou mais e melhores soluções para os últimos 20 minutos do jogo.

Nesse período apareceu um Porto atabalhoado no último terço do campo, que foi dando espaços no seu meio campo defensivo, a uma equipa demasiado prática que mal tem a bola, só tem olhos na baliza, não lateralizando, e que nem que jogue às tabelas, chuta para a baliza para atingir o golo.

Um clube como o FC Porto com o historial de vitórias que apresenta, e que entrando numa competição em que chegando às suas meias finais e a um passo de se apurar para a final, têm um Presidente que resolvendo falar fora do tempo certo, vem afirmar aos seus técnicos e jogadores que este jogo não era importante, mas sim o próximo, não lembra a ninguém e muito menos é sinal de respeito para com os seus adeptos sócios e simpatizantes.

Estas coisas de que só alguns troféus é que são importantes e do gosto do Presidente, mexem em demasia com o nosso empolgamento e sentimento para com estes novos tempos que varrem o nosso FC Porto. Desde que me conheço, que nos habituamos a ver e a sentir, que qualquer desafio encarado pelo FC Porto, o que mais interessava era a vitória e a conquista de troféus, fossem eles quais fossem. E então em jogos contra o Benfica, nem em tom de brincadeira se admitia uma coisa destas. E agora é isto? Pelos vistos, ando muito enganado.

Quanto ao jogo, e depois de ter a vitória do mesmo na mão, não fomos capazes de ter a esperteza e sagacidade, para matar de vez, com o mesmo. A saída de Lucho, foi o canto do cisne, e o sinal de que era mais importante resguardar para o próximo, do que vencer este.

O técnico adversário, que esteve perto de ser mais uma vez ridicularizado, e se calhar amplamente contestado pelos das suas cores, agradeceu a oferta, e sacando de Saviola, abriu o caminho entre os centrais do Porto, para chegar ao 3º da sua equipa, desempatando o resultado.

Quase que nos apetecia dizer…Então Jesus? Quem foi teu amigo quem foi?

Quanto ao jogo propriamente dito;
O jogo começou bem para o Benfica, que viu Maxi Pereira inaugurar o marcador no primeiro lance de perigo junto da baliza de Bracali.
Mas a resposta portista não demorou e Luxo empatou, dando início a um período de domínio dos “dragões”.

A supremacia “azul e branca” materializou-se num segundo golo, saído da cabeça de Mangala, e só se dissipou, já muito perto do intervalo, quando Nolito empatou a partida poucos minutos antes do intervalo.

Na segunda parte, e com os dois treinadores a colocarem em campo alguns dos jogadores que costumam ser titulares, o Benfica ganhou algum ascendente e viu Cardozo apontar o golo da vitória.

Com 3-2 no marcador, o Benfica elimina o FC Porto da Taça da Liga e garante a presença na final da competição, ficando agora à espera do desfecho da outra meia-final, que coloca frente a frente o Gil Vicente e o Sp. Braga.

Pronto. Adeus Taça Sr Lucilio Batista, feudo do Benfica, que em 5 anos conquista a sua 4ª presença na final. 

quinta-feira, 8 de março de 2012

Teófilo Cubillas faz hoje 63 anos.


Conhecido por “el Nene” (o Bebé), Cubillas nasceu em Puente Piedra, Lima, a 8 de Março de 1949. Aos 16 anos começou a carreira no Alianza Lima, e cedo despontou como uma referência do grande clube da capital ao serviço do qual foi o melhor marcador do campeonato em 1966 e 1970.

Depois de um mundial fantástico (México 1970) onde apontou golos em todos os jogos, tendo inclusive bisado numa partida, foi considerado um dos melhores jogadores da competição e o próprio Pelé considerou que Cubillas era o seu provável sucessor. Dois anos depois, recebeu o prémio atribuído ao melhor jogador da América do Sul e foi o melhor marcador da Taça Libertadores.

O salto para a Europa

Em Julho de 1973 deu o salto para a Europa e assinou pelo Basel da Suíça. Mas duraria pouco tempo a sua experiência helvética, desanimado que estava com o amadorismo do Campeonato e com a vida que levava em Basileia. 

Não estranhou que no verão seguinte mudou-se de armas e bagagens para a cidade invicta onde vestiu a camisola azul-e-branca do FC Porto a troco de 5600 contos pelo passe e 125 contos por mês – uma fortuna para a época – durante três épocas.

As suas portentosas exibições e os golos apontados ao serviço dos dragões fizeram de Cubillas um ídolo da massa associativa do clube, rivalizando com Eusébio e Yazalde em popularidade. Em 1977 decidiu voltar a casa e ao seu Alianza Lima onde conquistou o bi-campeonato.

Os nossos parabéns a Teófilo Cubillas, e os desejos de muitas e muitas felicidades, a este grande senhor do futebol mundial.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Terá o atual FC Porto, a garra e agressividades suficientes para chegar ao título?

O FC Porto conseguiu, aparentemente, controlar o jogo durante mais de uma hora, mas foi sempre incapaz de controlar os contra-ataques do Manchester City, uma equipa inglesa travestida de italiana, pelo menos no que diz respeito ao cinismo. O resultado acabou por ser muito castigador e vergonhoso para o ainda detentor da Liga Europa, que protagonizou a situação insólita de sofrer um golo aos 19 segundos depois de, imagine-se, ter perdido a bola logo na saída de bola. Tão ou mais inadmissível num clube que já gasta mais de cem milhões de euros por época acabaram por ser os dez minutos de delírio total em que o FC Porto sofreu três golos de rajada. Um castigo que penaliza cada vez mais Vítor Pereira, cuja única via possível de salvação passou a ser agora a Liga portuguesa. E já nem é certo que isso baste para lhe garantir o lugar...

O FC Porto tinha mais bola, mas circulava-a como num ataque de andebol, da esquerda para a direita e vice-versa. Sem conseguir entrar na área. James dava continuidade ao jogo, mas não criava desequilíbrios. E a mobilidade do tridente atacante (Varela surgiu amiúde no meio) não bastava para criar desequilíbrios nas duas linhas recuadas do City.
A estatística ajuda a compreender o jogo. Faltou agressividade ao FC Porto, que só cometeu oito faltas, metade das do adversário. Teve mais cantos (8-4) e mais remates (17-9), mas só acertou três vezes na baliza, ao contrário do City (5).
O FC Porto pagou a argúcia do adversário, mas também o excesso de erros próprios. O principal réu foi Rolando, que esta época teima em fazer disparates e em deixar a equipa em inferioridade numérica. Otamendi falhou o lançamento antes do contra-ataque no 1-0. Maicon esteve disparatado no segundo golo, colocando Dzeko em jogo. Alex Sandro arriscou em demasia no passe para Fernando no lance do 3-0 e Sapunaru cortou mal a bola na jogada do 4-0. Do lado portista, foi um jogo em que praticamente ninguém saiu inocente. A começar pelo treinador, que nunca percebeu que Mancini lhe deu a bola para o enganar.

Parte da crónica de Bruno Prata, publicada no jornal Publico.

Mais do que uma questão de falta de pontaria e de um anormal acumular de disparates cometidas pelos jogadores que englobam a defesa do FC Porto, ficou demonstrado uma vez mais, a falta de um ponta de lança de créditos firmados, e de um ou mais jogadores com capacidade de choque neste novo plantel que disputou a taça UEFA.

Enquanto os adversários tiveram o raçudo e enorme Yaya Touré que cometeu 6 faltas assinaladas, ou seja 35% do total das faltas cometidas pela sua equipa, houve jogadores do FC Porto, que nem uma falta cometeram na procura da bola, como por exemplo; Varela, Hulk, Maicon, James Rodrigues, e por incrível que pareça o defesa Otamendi.

A jogar uma eliminatória deste calibre, o FC Porto comportou-se mais como um cordeiro preparado para a degola, do que uma equipa raçuda e que procura rápidamente a bola de todas as maneiras possíveis, não deixando o adversário saír a jogar com a mesma controlada. 


Mais do que ter a bola, Mancini, deixou que o FC Porto se recriasse com a bola em determinados setores do campo de maneira a poder desferir o contragolpe, deixando as linhas de defesa da baliza do FC Porto demasiado expostas e descordenadas.

Demasiado veludo e tapetes vermelhos estendidos ao adversário, originaram uma das maiores derrotas do FC Porto a nível Europeu.

Este ano, ja me relembrei inúmeras vezes daquele treinador meio poeta, que confiante nas fáceis vitórias, ao entrar na Antas, afirmou a plenos pulmões; É Gomes e mais 10, e viu-se como acabou.

No arranque desta época, Pinto da Costa também o afirmou categoricamente; É Hulk e mais 10!

E você caro leitor, o que acha disto tudo?
Será que vamos assistir ao lento definhar de Vítor Pereira, após mais uma triste demonstração pública da Sad ao ex treinador Villas-Boas, ou haverá adrenalina suficiente do atual treinador para retomar a liderança do barco e alcançar a liderança do campeonato, saindo posteriormente por cima?

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

FC Porto, e o pau que nasce torto, tarde ou nunca se endireita.


Pau que nasce torto…tarde ou nunca se endireita…

Sobre Vítor Pereira e a sua gestão na atual equipa do FC Porto, com os seus desvaneios táticos e falta de pulso, acho que já não vale a pena escrever muito mais...

Quando se pensava que a coisa estava a encarreirar, existe sempre uma pedra, ou um contratempo a provocar, novo solavanco e desorganização, retrocedendo a equipa, ao ponto de partida de início de época.

A falta de pontaria, de lucidez e clareza nos objetivos, são algumas das "pechas" desta equipa de trabalho, e não só do seu treinador vigente.

Neste mundo competitivo, existem muitas equipas de trabalho, que só funcionam em harmonia e simbiose de interesses e objetivos comuns, quando acossadas do stress da vitória e pressionadas pela sede da conquista, sobre um inimigo imaginário.

Quando na gestão da vitória, ou quando se encontram num patamar superior ao dos seus inimigos ou concorrentes, revelam um deficit enorme na clarividência do rumo e objetivos, pois não sabem nem estão rotinadas na gestão do sucesso alcançado. Tem que destruir tudo, para qual fenix renascida, reerguer-se das cinzas da sua própria destruição, e novamente voltarem a resplandecer com o brilho das suas vitórias.

Este atual FC Porto, e na nossa modesta opinião, sofre deste caso patológico.

Após uns brilhantes primeiros minutos de jogo frente ao Manchester City, e que culminaram no golo simples e prático de Varela, tudo se complicou. A equipa desceu no campo e na ocupação de espaços, partiram-se as linhas, desorganizou-se no apoio próximo ao colega, e cada um dos meninos da frente, com especial enfoque em Hulk, tentou abrir o leque dos seu reportório técnico, abusando e de que maneira dos rodriguinhos e jogadas individuais.


As suas constantes reclamações a meio da primeira parte, a solicitar a bola ao Álvaro Pereira ou ao James, foram o tiro de partida para o que se avizinhava.

A escolha da via mais difícil para se chegar ao golo, parece que está demasiado enraizada no sistema de jogo desta equipa. Na 2º parte, Hulk, foi o mestre dessa gestão complicativa e artística, sem sentido objetivo. Quando o caminho mais rápido era progredir direto à baliza procurando isolar-se, escolheu sempre a contemporização, e a finta adornada, sobre mais um ou outro defesa, até perder a bola, para a equipa contrária.

Irritante, até para o mais sereno e sossegado dos adeptos azuis e brancos. Por isso e já nos últimos minutos de jogo, alguns assobios tímidos para a prestação deste jogador. Em comparação, veja-se o 2º golo do City. Simples e prático. O resto é conversa para boi dormir, ou nota artística para chiclete discutir.

Conclusão;

Pois é caro leitor, Varela ontem demonstrou que poderia ser um caso sério se lhe dessem essa oportunidade, pois para nós ele é muito melhor ponta de lança, do que algumas sagradas figuras que de azul e branco se vestem. O golo de ontem e o golo que marcou ao Benfica o ano transacto,  ou à Académica do diluvio, são bem elucidativos do nosso ponto de vista.

E meus amigos, de certeza que Vítor Pereira, não é assim tão vesgo, que não lhe reconheça o facto. 


Por não ter estatuto de estrela da companhia, nem fazer ondas nem publicitar os seus amuos, torna-se o elo mais fácil para o treinador escolher, aquando das substituições, pois este é chiclete e os outros são para vender, quais pães adocicados e fresquinhos.

James, Hulk e Lucho, adorados pela plateia assobiante do estádio do Dragão, e pelos Vip´s da comunicação social, que produziram eles de extraordinário, no jogo de ontem?

Parabéns à claque do Coletivo. Durante todo o tempo em que se desenrolou o jogo, foram inexcedíveis, com o seu fervor clubístico e o humor do homem do megafone. Mesmo quando a equipa se perdeu, nunca deixaram de manifestar o seu apoio à mesma. 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

FC Porto a complicar o que estava a ser fácil.


O FC Porto foi esta quinta-feira derrotado em casa pelo Manchester City FC, por 2-1, em partida referente à primeira mão dos 16 avos-de-final da UEFA Europa League.

Os "dragões" adiantaram-se no marcador sensivelmente a meio da primeira parte, através de um desvio oportuno de Silvestre Varela, mas o autogolo de Álvaro Pereira a abrir a etapa complementar e o tento de Sergio Agüero a cinco minutos dos 90 deixam o líder da Premier League inglesa em vantagem na eliminatória.

O respeito mútuo evidenciado logo após o sorteio desta fase de prova ficou bem patente na abordagem ao encontro desta quinta-feira, com os técnicos Vítor Pereira e Roberto Mancini a privilegiarem o meio-campo e a deixarem o ataque entregue a Hulk e Mario Balotelli, respectivamente. Bem mais pressionante, o FC Porto cedo começou a ganhar essa batalha, com o City a revelar-se incapaz de construir jogo ofensivo.

O domínio dos "dragões" produziu a sua primeira grande oportunidade de golo aos 15 minutos, quando um canto curto no lado esquerdo viu James Rodríguez cruzar para o cabeceamento de Rolando, valendo aos visitantes o alívio de Gaël Clichy quase em cima da linha fatal. Com Danilo de fora a receber assistência médica (o brasileiro saiu mesmo lesionado), o City aproveitou para efectuar dois remates perigosos no espaço de um minuto, com Micah Richards e Samir Nasri a testarem a atenção de Helton.

O FC Porto tremia, mas a resposta do detentor do troféu foi avassaladora e resultou mesmo no 1-0 aos 27 minutos. Lucho González desmarcou Hulk no lado esquerdo e o brasileiro cruzou na perfeição para o desvio na passada de Varela, de nada valendo o facto de Joe Hart ainda ter conseguido tocar na bola.

Até então imaculada na marcação, a defesa portista cometeu um erro dois minutos volvidos e permitiu que Balotelli se isolasse, mas Helton respondeu presente e deteve o disparo do internacional italiano. O lance despertou um pouco mais os "citizens" em termos atacantes, mas foi de Hulk o último remate antes do intervalo, com o esférico a sair por cima da barra.

O Manchester City regressou dos balneários determinado a marcar e esteve muito perto desse objectivo aos 50 minutos, quando Richards apareceu bem na direita e rematou ao poste, já de ângulo apertado. Mas o 1-1 acabou mesmo por surgir cinco minutos depois, com Álvaro Pereira a tentar impedir que a bola chegasse a Balotelli, após um passe longo de Yaya 
Touré, apenas para a desviar na direcção da própria baliza.

O momento de infelicidade do lateral uruguaio obrigava a sua equipa a partir em busca de, pelo menos, um golo que lhe permitisse encarar o jogo da segunda mão em vantagem, tendo Hulk cobrado um livre directo aos 61 minutos que obrigou Hart a uma defesa apurada.

O FC Porto não desistia de chegar novamente à vantagem, mas o City aguentou firme o assalto "azul-e-branco" e deu a estocada final aos 85 minutos, altura em que Yaya Touré revelou altruísmo e ofereceu o golo a Agüero (que tinha rendido Balotelli), que apenas teve de empurrar para o fundo das redes.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Vítor Pereira a demonstrar que alguém vai engolir a chiclete.


A teoria é patenteada por Vítor Pereira. Surgiu no seguimento de uma pergunta da comunicação social ao técnico, do FC Porto. Com Danilo a mostrar qualidade inatacável, é de excluir totalmente a colocação de Maicon como lateral direito? A resposta, curiosa, chegou de imediato e levou-nos até outros exemplos no plantel.

«Não vou dizer em que posição vai jogar o Maicon. Pode ser lateral, central ou nem jogar», começou por referir o técnico, antes de uma declaração firme.

«Não se pode liderar uma equipa segundo o princípio da chiclete. O Maicon correspondeu ao que pretendíamos. Depois, como tínhamos outro jogador para o lugar, a chiclete perde o sabor e tiramos o Maicon? Não, não é assim.»
E ainda mais. «Em relação à situação do James e do Varela, por exemplo, existe o mesmo princípio. Criticar é bonito para quem está de fora e nunca liderou ninguém. Quando temos um grupo e atletas para motivar as coisas são diferentes.»

Em resumo, Vítor Pereira gosta de premiar quem é lançado e corresponde. Para o treinador do F.C. Porto, não faz sentido excluir da equipa alguém que está a cumprir os seus desígnios. Mesmo que no banco esteja uma alternativa, em teoria, superior.
Vítor Pereira conhece bem André Villas-Boas e Domingos Paciência. Numa altura em que o técnico do Chelsea e o ex-treinador do Sporting vivem dias sensíveis, Vítor Pereira não deixou de lhes enviar uma mensagem através da comunicação social.
Sobre Villas-Boas, com quem trabalhou na época anterior, Vítor Pereira foi sucinto. «O André é um técnico de grande qualidade e ainda vai provar a sua qualidade no Chelsea», sublinhou.
A saída de Domingos Paciência do Sporting também mereceu um comentário. «Lamento a saída do Domingos. Tenho pena que assim seja. Reconheço competência a toda a sua equipa técnica.»

Quanto ao Manchester City, Vítor Pereira dispensou apresentações e foi directo ao assunto: «Não vale a pena perder tempo a falar deles. Todos conhecem a equipa. É líder da liga inglesa, com um plantel fortíssimo. Queremos é proporcionar um grande espectáculo e puxar a massa associativa para o nosso lado», resumiu.
«O City tem uma grande equipa. Mas estou focado na qualidade do nosso jogo. Se jogarmos ao nosso nível temos argumentos mais do que suficientes para vencer a partida», acrescentou o treinador do F.C. Porto.
«Trabalhamos para entusiasmar os adeptos. Sentir o conforto e o apoio deles é fundamental. Espero um Dragão cheinho para chegarmos a um jogo de qualidade.»
O F.C. Porto é o campeão em título da Liga Europa e pretende honrar as insígnias. Vítor Pereira não hesita e afirma que os dragões podem repetir o sucesso de Dublin.

«Acredito que somos um dos maiores favoritos. Temos é de provar dentro do campo a nossa qualidade», afirmou o treinador do F.C. Porto.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Golo de Hulk eleito o melhor da fase de grupos



Um livre directo de Hulk ao Shakhtar Donestk, no Dragão, foi eleito o melhor golo da fase de grupos da Liga dos Campeões pelos internautas que utilizam o site do UEFA.

O poderoso remate do avançado do FC Porto foi o escolhido por 29,6% dos votantes, à frente de um golo de Manduca (APOEL) ao FC Porto (21,7%), e de outro de Cristiano Ronaldo ao Ajax (18%).
O livre de Hulk foi cobrado a 30 metros da baliza e pode ser visto no site da UEFA.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Os grandes da Europa olham para o FC Porto, e reconhecem-lhe qualidade.


Na comemoração dos seus 74 anos, o Presidente do FC Porto Pinto da Costa, recebeu um presente muito especial, o Globe Soccer Award”, oferecido pela Uefa, como reconhecimento pelos seus quase 30 anos, como dirigente máximo da instituição FC Porto.

Pinto da Costa, que se mostrou muito orgulhoso pela distinção, agradeceu o mesmo em nome pessoal e do clube. “Tem um significado especial”, vincando ainda “ o clube com mais títulos no sec.XXI, tendo ganho neste período 4 troféus internacionais”.

No decurso da gala, o secretário-geral da Uefa, Gianni Infantino, aconselhou os clubes a olharem para o FC Porto, a propósito da sua capacidade de descobrir novos talentos, e desenvolve-los até patamares de classe internacional.

Pinto da Costa respondeu, a este tema, e enunciou os nomes de” Hulk, James Rodriguez e Iturbe, como exemplos e sucessores da quantidade de ex-portistas, a representarem agora as mais competitivas equipas da Europa”.

Lembrou ainda Pinto da Costa, que nem só dos jogadores os portistas se orgulham. “Treinadores como José Mourinho, André Villas-Boas, e até Jesualdo Ferreira e Fernando Santos, que nunca tinham sido campeões antes de chegarem ao FC Porto, apresentam agora carreiras que muito nos honram”.

Vénia ao Presidente Pinto da Costa, que não deixou de mandar ainda uma alfinetada;

“Orgulho; Mesmo não sendo reconhecido por alguma comunicação social, o FC Porto é reconhecido do ponto de vista internacional”.

Mais um excelente motivo de orgulho para a nação portista!

Parabéns Presidente Pinto da Costa, e nosso sentido obrigado, pelas incontáveis vitórias e alegrias, que nem o mais otimista dos portistas, pensaria ser possível de alcançar, à 35 anos atrás, quando rompemos com o jejum de 19 anos, sem o título de CAMPEÃO.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Falcao nomeado na World Soccer.


Radamel Falcao, foi nomeado como uma das personalidades de 2011, na consagrada revista de futebol mundial, World Soccer.

Falcao tem como companhia nesta nomeação, jogadores da craveira de Ronaldo, Messi, David Villa, Diego Forlan, Ronaldinho, Luis Saurez, que tiveram desempenhos fulgurantes na conquista de alguns troféus pelas suas equipas, ou pelas suas seleções nacionais.

Se dúvidas existissem, fica assim mais uma vez demonstrada a importância que Falcao tinha, na passada equipa do FC Porto, que quase tudo venceu em 2010-2011, faltando a famosa taça da liga, bem como a supertaça europeia, para realizar o pleno, nas competições em que estiveram envolvidos.

A preponderância de Radamel Falcao, na concretização das jogadas em golos era de tal ordem, que ainda hoje a atual equipa do FC Porto, continua ansiosamente a procurar jogadores e a inventar sistemas de jogo, para colmatar a sua ausência, como sendo a referência de goleador da equipa.

Esta ilustre referência, com fotografia e tudo, nesta revista de renome mundial, só vem reforçar um pouco mais, a opinião daqueles que acharam muito estranha a escolha que o jogador fez, em rapidamente abandonar o FC Porto, e se transferir para uma equipa como o Atlético de Madrid, que luta por objetivos desportivos muito inferiores em valor e notoriedade, em comparação com a equipa Portuguesa.

Vejamos o que Radamel Falcao conseguirá realizar em 2011-12, quer em termos individuais, quer em termos coletivos, para saber se esta transferência se resume simplesmente, a uma procura da melhoria salarial do referido jogador..

Ao menos, Falcao poderia ter seguido a escolha que Lisandro Lopez fez ao abandonar o FC Porto para o Lyon, que tem como objetivo anual lutar pelo título de campeão nacional de futebol francês, bem como ser uma presença habitual na Champions League. valores nada comparados com os do Atlético de Madrid.

Esperamos é que esta atual passagem de Falcao pelo Atlético de Madrid, não seja simplesmente um ponto de viragem, para a sua futura transferência para um dos principais concorrentes do FC Porto no campeonato português, e que tão ansiosamente desesperava no ano passado, pelos golos, que o mesmo marcava, envergando a camisola azul e branca.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

FC Porto - Manchester City, na Taça UEFA.

O FC Porto está condenado a continuar a disputar jogos da importância e do calibre de dificuldade de uma Champions League, agora na Taça UEFA.

O FC Porto vai defrontar na próxima eliminatória dos jogos europeus, a 2ª melhor equipa que desceu da Champions para a Taça UEFA, ou seja o estratosférico, Manchester City.

Temos assim a previsão de dois  fabulosos jogos, com muita disputa e adrenalina à flor da pele, jogos para os adeptos Portistas seguirem com a máxima atenção e interesse.

Claramente perante este sorteio, podemos afirmar, que esta disputa entre o FC Porto e o Manchester City, é a final antecipada desta Taça Uefa. Quem conseguir vencer, este embate quase de certeza que será o vencedor antecipado deste troféu.
Esperemos que a sorte e o saber, bem como a competência, acompanhem este FC Porto que se encontra em crescendo, e que o mesmo leve de vencida a equipa azul de Manchester.

Caso leve de vencida o Manchester City, poderemos vir a encontrar nos 8º avos, o Sporting de Portugal, caso este leve de vencida os acessíveis polacos do Légia.

Claramente Vítor Pereira, está fadado para as disputas difíceis, e não tem a sorte que o seu antecessor possuía em quantidades anormais.

Aqui fica o sorteio completo destes 16 avos, e 8ºs de final desta UEFA Europa League, concertadamente apelidada de Taça UEFA.

Clicar, na imagem para aumentar o seu tamanho.