Os Invencíveis Azuis e Brancos

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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Dancing in the rain...F.C.Porto 5 - Nacional 0

Já aqui tinha deixado a nota que os jogadores que tinham jogado contra o Pero Pinheiro tinham demonstrado grande união e entreajuda conforme ontem se viu. Só foi pena não ter entrado o Djalma, que já merece uma oportunidade.

Quanto ao resto, é hilariante o comentário dos que já se espumavam para escrever cobras e lagartos, bem como para mostrar a dúzia de lenços brancos que compraram entre 4ª e Domingo.
Ao menos poderão servir para lhes assoar o nariz da constipação de água, e dos golos que levaram, pela goela abaixo.
Ganhamos por 5, e sem uma fífia monumental do guarda-redes adversário, e sem expulsões perdoadas por cotoveladas e outras entradas.

Não foi ópera? Oh que chatice!
Debaixo de um dilúvio e obrigados a vencer, que queriam? Joga-se direto e simples, e ponto final. Tivesse a “loira” que parece querer imitar o Ronaldo da seleção jogado para a equipa, e de certeza que teriam sido muito mais. Essa de embelezar os lances com fintinhas e quedas teatrais não levam a lado nenhum.
Os outros tiveram hipótese de marcar? Claro…quando se joga contra o FCP todos sabem como chegar à baliza de Helton pelo caminho mais curto. Se não souberem questionem o Carlos Daniel que até já deu a táctica ao treinador do Paços, após o jogo do FCP, contra o Nacional.
Era só ver o programa da RTP de ontem à noite, onde este último fartou-se de pressionar o treinador do Paços, para parar o meio campo do FCP.

Quanto ao jogo de ontem, só faltou um grande sorriso na cara do V.P. depois de uma vitória destas, tão gorda. O sorriso mata aos invejosos e “os mal dizentes”.
Não é por estar com ar sério e f**do, que lhe dão mais valor ou lhe creditam mais competência.
Sorria que os jornalistas e os outros dos lenços brancos, até se espumam.
Quanto às duvidas existenciais por parte de alguns dos jogadores da equipa do F.C.Porto, esperemos que as mesmas tenham desaparecido no meio da enxurrada de chuva e vento, que se abateu em pleno Dragão, durante o desenrolar do desafio.
Às vezes, um bom banho como o de ontem, tem o condão de nos aclarar as ideias e de nos oferecer uma enorme vivacidade, despertando em nós um enorme sorriso para melhor encarar o presente e o futuro que se nos depara.

domingo, 9 de outubro de 2011

Porque estão nervosos, os adversários do F.C.Porto?

Porque é que o homem de negro, adorador do presidente do clube encarnado, ataca tanto a gestão de Antero Henrique no F.C.Porto?
Será que estavam à espera, que depois da pressão desmesurada que fizeram desde o fim do campeonato passado, com a publicitada avalanche de possíveis clubes interessados, ou mesmo com a proposta de venda de jogadores da sua própria equipa, para angariar fundos para que conseguissem juntar a verba necessária para bater a cláusula de rescisão que era de 30 milhões, conseguindo finalmente assim, retirar o expoente máximo dos golos ao seu inimigo F.C.Porto, como foi preconizado durante o campeonato passado, por uma acérrima defensora das cores vermelhas, seriam suficiente para lhes garantir um ano de triunfos depois de tão amargamente batidos e enxovalhados?

Como não o conseguiram diretamente, pois o F.C.Porto negociou e mudou a cláusula de 30 para 40 milhões reforçando ainda o salário do jogador na esperança de que o mesmo ficasse, esta gente não desistiu, pois são de ideias fixas, e para destruir nada melhor do que eles.
Assim, e mesmo após o aumento do valor, estes foram obrigados a fazer a sua 2º jogada, promovendo fortemente a mudança de empresário do jogador, para um, que ultimamente tem efectuado todos os seus grandes negócios, entre os quais apostando na questão dos fundos do clube, tocando a música da sereia com a promessa de uma montanha de euros de vencimento mensal, consumando assim a vitória ao transferi-lo para um campeonato vizinho, ainda assim para um clube amigo que luta por poucas conquistas. Coincidências.

Ora com esta vitória moral e estratégica a poucos dias de iniciar uma grande competição internacional bem como o campeonato nacional, sentiu-se um alívio nas hostes adversárias do clube azul e branco, pois todos achavam que o mesmo iria abanar e entrar em colapso nos doze meses seguintes até encontrar o jogador substituto, para colmatar a sua referência goleadora, já que o plantel era e é curto nessa posição. Por sorte e com algum saber, tal não veio a suceder, pois ainda assim e sem a referência de Falcao, marcou-se já mais golos que no passado. Por isso o nervosismo e os ataques constantes.

Nas palavras escritas do dito cujo, só vejo preocupação e temor, pois a máquina mesmo manca de um ponta de lança de créditos firmados igual ao do calibre do que saiu, treinada pelo adjunto sem experiência de primeira Liga ou da Champions, continua a carburar e só pode melhorar ainda mais, enquanto procura um bom ponta de lança nos jogadores formados na sua “cantera”, para desagrado e preocupação dos rivais.

Por isso o homem com nome de disputa, volta a tocar no assunto sobre a não contratação de um ponta de lança a tempo e horas pelo F.C.Porto, esperando lançar a confusão, reprovação e desanimo nos adeptos azuis e brancos, porque se não o sabem deviam-no saber muito bem, que o clube azul e branco, os compra a 2, 3 anos de distância como foi o caso de Falcao, Lisandro, ou Jardel. Quando os clubes grandes, entram na disputa e fazem birra na esperança de aumentar o preço dos jogadores, como foi o caso de Leandro Damião e do clube inglês interessado que não o comprou, mas cujo valor já ultrapassa os 22 milhões, os mesmos já estão apalavrados por pessoas de bem, e não mudam de destino.
Exemplo disso é o recente caso de Kléber, e a questão do guardanapo.

Com uma mão, escondem o que a outra faz.

Depois de ler nesta semana, a crónica do jornal com nome de livro sagrado, do homem de negro com nome de disputa, mas que de certeza nunca esteve diretamente envolvido em nenhuma, já que a sua preferência é esconder-se atrás de alguém bem maior, que lhe sirva de escudo ou patrono, deu-me um clique na cabeça; Queres ver que o homem é um escondido admirador de azul e branco, mas que se mantém no armário, com medo que os “amigos” o descubram?

Não é normal, que um assumido admirador da causa vermelha escreva o que este escreveu depois de toda a comunicação social, regozijar-se com a maravilha e empolgamento do jogo em que os vermelhos derrotaram copiosamente os doces castores; “julgo ser hora de eliminar equívocos e dar liberdade plena a um extraordinário grupo de praticantes com vontade de agarrar as estrelas, assim não o inibam com grilhões tácticos e castradores de talentos. Não é possível, um treinador por uma equipa a jogar à Benfica, se continuar a raciocinar à Belenenses…” Nem um convicto azul e branco poderia cascar com tanta nobreza, no atual mestre da táctica do Benfica, apelidando o mesmo de ter mentalidade de equipa pequenina.

Divinal.

A entrada do texto, mais não é do que poesia, para adocicar o manda chuva do clube da freguesia. A acidez e corrosão, estão lá no meio do texto.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Fraco na táctica, mas com futuro.




A imprensa da treta que idolatra ídolos de pés de barro, desde que os mesmos sejam das cores ou preferências dos jornalistas, tenta a todo o custo cavalgar a onda do descontentamento que alguns adeptos azuis e brancos manifestaram, após 2 empates e uma derrota, no ainda curto e imberbe reinado de Vítor Pereira, mesmo depois de uma categórica e expressiva vitória alcançada em Coimbra, contra uma das melhores equipas deste campeonato.

A insistência na tecla de que 55% do inquiridos azuis e brancos, se sentem ainda insatisfeitos, é a prova de que se pretende a todo o custo criar confusão e descrença, numa casa que nos últimos anos esmaga e de que maneira, os concorrentes diretos e representantes da capital do outrora império português, quer em termos de conquistas efetivas de troféus nacionais, quer internacionais.

Este tipo de comunicação, nesta altura da inversão do trajeto descendente da equipa e principalmente do seu técnico principal, não é inocente.
Não se pretende informar, pois caso contrário a notícia teria que nos enquadrar no critério do arranque desta época competitiva, bem como no período curto da analise dos acontecimentos, e da valia dos competidores em disputa, bem como na escolha de Vítor Pereira, dando o corpo às balas, aceitou o desafio de assumir o projeto do qual antecipadamente outros tinham preparado, mas que fugiram do mesmo a sete pés, por medo e complexos de inferioridade perante o papão Barcelona.

Na nossa opinião, aceita e mitiga este tipo de notícias, quem for mesmo distraído e não pensar pela sua cabeça, deixando-se influenciar por pseudo defensores da verdade, mas que não são mais do que meros bonecos e moços de recados, na persecução da estratégia dos adversários e inimigos do F.C.Porto.

Um verdadeiro portista, não se deve esquecer que Vítor Pereira demonstrou uma verdadeira coragem de líder, num momento tão conturbado para a vida da sua equipa principal de futebol, ao colocar o convite do Presidente em primeiro lugar, quando teria sido muito mais cómodo ter seguido o seu anterior chefe para um principesco lugar como adjunto do Chelsea.

Para quem nunca treinou um clube da primeira divisão, nem tem a experiência de ter servido como adjunto do “Special One” durante 10 anos, Vítor Pereira tem vindo a demonstrar ter capacidades mais que suficientes, para conseguir levar esta empreitada a bom porto.
Não é reconhecido como o mestre da táctica por 44,5% dos inquiridos, pois também não o poderia ser, já que esse título está entregue ao seu adversário de encarnado vestido. Não se esqueça, é que para quem está a começar, ter já o reconhecimento de 36,9%, de como faz uma boa leitura táctica, é já um bom indicador, e com um pouco mais de calma, e principalmente de sorte, poderá chegar ao topo, fazendo os mesmos ou melhores números que o seu antecessor.

Se nos lembrar-mos da quantidade de bolas aos ferros, bem como algumas defesas impossíveis como aquela que Artur faz ao primeiro remate de Hulk, hoje não estaríamos a ver este tipo de inquéritos mas se calhar a questionar, como é que é possível o FCP, voltar a acertar em cheio na contratação de mais um treinador, enquanto questionaríamos a Jorge Jesus, ou de Domingos.

Quanto a Vítor Pereira e na nossa opinião, o mesmo ainda assim cometeu erros. Mas isso é normal, quando temos cabeça e queremos pensar pela nossa, em vez de facilmente copiar o que outros fazem, ou fizeram.

Arriscou e deu-se mal? É natural, pois tentou que a equipa fizesse aquilo que os adversários nunca esperariam, e acima de tudo fizesse algo de novo em tão pouco espaço de tempo.

Mas qual foi o seu maior pecado até ao momento?
O de não ter percebido que no F.C.Porto a cultura de vitória está tão enraizada que qualquer jogo é disputado como se de uma final se tratasse, e que por isso não existe tempo para testar e consolidar novos processos, já que a vitória e sempre a vitória, é o que mais interessa.

Em conclusão.
Este inquérito demonstra que a concorrência está a ficar nervosa, pois a estrutura Azul e Branca abanou, mas não caiu, e V.P. mostrou que aprendeu e adaptou-se rapidamente.
O jogo em Coimbra, é exemplo disso mesmo. Processos simples, e comodidade em defender mais atrás, obrigando o adversário a avançar e a expor o seu último reduto. Falta ainda ganhar o aspecto físico, já que o desgaste acumulado nos primeiros jogos do campeonato e da supertaça europeia, foram demasiados.

No fundo, este estudo mais não é do que a demonstração de que a estratégia delineada pelos adversários durante o defeso, em que alguns já consideravam uma vitória fácil no campeonato, após a fuga do principal e vitorioso treinador, bem como do principal goleador do F.C.Porto, lhes iria permitir ultrapassar facilmente a grande desvantagem que tiveram no passado recente para com o F.C.Porto, está contudo presa por mosquitos, e que mais cedo ou mais tarde, irá ruir que nem um castelo de areia.

Esta notícia, num dos jornais de maior tiragem, revela já algum desnorte por parte da concorrência, pois o F.C.Porto para alcançar e manter o primeiro lugar da liga, ainda não teve que apresentar um índice de competitividade e velocidade tão elevado como os seus concorrentes diretos, que já se encontram no máximo da sua forma física, e que com o continuar do campeonato em moldes normais, lá para o meio ou no ultimo terço, se venham a revelar em lesões complicadas dos seus jogadores, como aconteceu no passado recente.

Assim se V.P. conseguir vencer este campeonato, como tudo parece indicar ,devido à quantidade e qualidade inquestionável de alguns reforços que ainda não foram utilizados, será mais um enorme elefante que terão que engolir, pois esta vitória, mais não é, do que uma aposta pessoal de Pinto da Costa, essa personagem tão mal interpretada e odiada pela maioria do povo português adversário das cores Azuis e Brancas.

Acreditamos e desejamos que V.P., nestas ultimas semanas algo conturbadas, tenha percebido quem são os seus amigos e apoios, bem como deva ter percebido, que no futebol e como em tudo na vida, é preciso ter muita sorte, e que nesse aspecto o seu anterior chefe, lhe levava alguma vantagem.

Para isso e se nos permite meu caro V.P., para que a sorte também lhe sorria, apareça mais sorridente e com ar mais desinibido, e não tão zangado e circunspecto, pois essa sua postura causará estranheza no adversário, bem como transmitirá também mais confiança aos seus jogadores, que mais não são do que uns meninos mimados à espera de reconhecimento pelas excelentes acrobacias que fazem com a bola, e pode ser que a sorte lhe retribua o seu sorriso, com uma grande fezada.

Ganhar com 11 jogadores.