Os Invencíveis Azuis e Brancos

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domingo, 6 de novembro de 2011

Dois Reis, na mesma equipa de Xadrez.

Depois de ver o jogo de ontem, mais uma vez o F.C.Porto demonstrou que nas suas peças ou seja nos seus jogadores falta alguém que faça o papel igual ao que a peça do Bispo faz num tabuleiro de Xadrez.

Neste naipe de jogadores não existem jogadores com a capacidade de tocar a bola na diagonal avançar e receber mais a frente, ganhando metros de terreno e aparecendo nas costas da defesa adversária.

Por outro lado sobram jogadores que fazem o papel de peões, de torres e de reis. Sim este F.C.Porto tem um xadrez com duas peças que fazem o papel de Rei, e por isso se nota dificuldades em saber o que se deve fazer durante os 90 minutos e principalmente quando a equipa tem a bola para iniciar o ataque.

Hulk e Vítor Pereira tentam encarnar essa peça de Xadrez, no desenvolvimento e organização táctica dos métodos de jogo. Enquanto Vítor pereira pretende um jogo aberto nos extremos, e cruzamentos para a área, Hulk encarrega-se de tentar fazer tudo sozinho, e ao mesmo tempo fugir do corredor, flectindo para dentro, para tentar fazer o remate de meia distância e frontal à baliza. Com este tipo de jogadas, Hulk arrasta o defesa direito, bem como o médio de cobertura das suas posições para a zona central do terreno já de si miuto congestionada, em vez de procurar as tabelas com a entrada de um colega junto à linha lateral, apanhando assim em contra pé a defesa contrária.

Esta indisciplina táctica de Hulk, tem colocado a equipa em constantes sobressaltos, bem como a bater em constantes muralhas de homens que são colocados à entrada da defesa adversária, assim como deixa o ponta de lança sem jogo. Por isso o treinador do Olhanense orgulhosamente afirmava no final do encontro, que tinha inventado a tatica do 4-6-0, porque este F.C.Porto não trabalha as linhas laterais e não busca a linha do fundo para poder entrar por esse sítio.

A dificuldade em jogar em troca de bola, mas em progressão é demasiado evidente que este F.C.Porto não o consegue fazer, pois só sabem utilizar os passes laterais e perpendiculares, facilitando assim a vida às equipas adversárias, Basta as equipas manterem a sua posição no terreno e não se perderem nas marcações, que este FCP, revela uma dificuldade atroz em progredir, sendo obrigado a atrasar a bola para os seus centrais ou para o seu guarda redes.

No jogo de ontem, foi por demais evidente o papel das duas peças fulcrais deste F.C.Porto, no desenvolvimento do seu papel de Reis da equipa. Nesta história e pelo avolumar dos maus resultados nota-se que a corda irá partir para o Rei que se encontra sentado no banco, porque não teve coragem nem vontade de manter a sua posição, após o jogo do F.C.Porto-Paços de Ferreira, ao ter retirado Hulk do jogo.

Ontem, antes da marcação do penálti que foi assinalado aos 2 minutos de jogo, Hulk olha para o guarda redes do Olhanense, pisca-lhe o olho direito e ao fazer o remate na marcação da grande penalidade, envia a bola para o mesmo lado, originando um grande brilharete ao guarda redes do Olhanense, pela grande defesa que efetuou, ao seu remate.

Não contente, e apesar de ter chegado à bola em boas condições de poder recarregar com êxito, marcando assim o golo, Hulk, faz o mais difícil, voltando a falhar, por ter optado por enviar a bola para o poste mais distante da baliza de Olhão, com a mesma a sair muito ao lado.

Tudo isto é triste e está a tornar-se no fado deste F.C.Porto 2011-2012, quando tudo se previa que fosse mais um hino de glórias e conquistas para as vestes de azul e branco.

Esta história tem que ser travada pelo chefe maior da tribo, pois a sua frase, de Hulk e mais dez, faz-me lembrar uma célebre frase de um sonhador da bola, que um dia apareceu a treinar o F.C.Porto, e que afirmou; Neste Porto, é Gomes e mais dez…e não queiram saber como terminou essa época, com uma das maiores derrotas do Porto a nível internacional.

Por isso, das duas uma. Ou e equipa leva um banho de humildade com Hulk e companhia a serem colocados no lseu devido lugar de funcionários do clube, passando a desempenhar o papel das outras peças de xadrez, ou o Rei que deveria ser único e que se deveria encontrar no banco a comandar a sua equipa, é exonerado do cargo, entrando alguém mais duro e disciplinador.

Aguardemos.
http://portodragoinfire.blogspot.com/

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Será que o F.C.Porto irá jogar com as melhores botas de 2011?

Para o jogo de mais logo às 19:45 h´s contra o Apoel, só esperamos que o F.C.Porto tenha levado os melhores sapatos, que lhes traduza em conforto no caminhar sobre as dificuldades, mas que tenham imensa tracção, que permita aos jogadores azuis e brancos fazer grandes arrancadas em direcção à baliza adversária, com a bola bem controladíssima aos seus pés.

 A pontaria do Dragão, na Champions League, já apresentou melhores valores do que os que ostenta neste ano de 2011-2012. A pontaria aos ferros, essa continua em valores altíssimos, mas o mais interessante era que as botas de 2011, fossem afinadas, para que se concretizem em golos o maior número de ataques que a equipa tem vindo a construir. Para além desta situação da pontaria, a equipa do F.C.Porto também tem vindo a sofrer com a velocidade imprimida aos seus jogos, já que a mesma também não tem sido a melhor e a mais virtuosa. Será que é devido à nova colecção das botas 2011? Não seria melhor, voltar à sapataria, e procurar os antigos sapatos e sapatilhas, ou botas a condizer com a roupa de 2011, mas que possa traduzir-se em melhor tracção ou domínio de jogo por parte dos jogadores azuis e brancos?

Hulk é paradigmático pois tem vindo a alternar entre as botas amarelas e outras brancas, com algumas mais rabiscadas entre o dourado e branco. Tanta mudança de botas e de calçado pode traduzir-se em perda de conforto e de rentabilidade, com deficiente domínio de bola e de postura para poder fazer uma arrancada ou uma elevação mais vigorosa e poderosa, pois enquanto o sapato não é acamado ao pé, o mesmo vai provocando algumas dores, distraindo assim a atenção do jogador sobre o jogo.

Para este jogo de tamanha importância para o F.C.Porto, todos os pormenores podem trazer um efeito tremendo ao desenrolar do jogo, bem como ao resultado final do mesmo. Cabe à sapataria do F.C.Porto, proporcionar aos seus jogadores a melhor colecção de sapatos, sapatilhas e botas de futebol, para que mais logo, os jogadores consigam materializar em golos, e consequentemente no resultado final, a mais-valia e poder do F.C.Porto perante o Apoel, nesta eliminatória da Champions League.

Que não seja pela fraca pontaria das botas de 2011 utilizadas, que o F.C.Porto não consiga vencer.

Já vi uma final da Champions, em que uma determinada equipa de futebol, não ligou à importância que o calçado tem no desenrolar do mesmo, e durante o jogo passou o tempo todo a perder as botas, bem como as sapatilhas dos treinadores, e acabou sem os sapatos e a roupa ao perder a Taça, nos penaltis.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Dancing in the rain...F.C.Porto 5 - Nacional 0

Já aqui tinha deixado a nota que os jogadores que tinham jogado contra o Pero Pinheiro tinham demonstrado grande união e entreajuda conforme ontem se viu. Só foi pena não ter entrado o Djalma, que já merece uma oportunidade.

Quanto ao resto, é hilariante o comentário dos que já se espumavam para escrever cobras e lagartos, bem como para mostrar a dúzia de lenços brancos que compraram entre 4ª e Domingo.
Ao menos poderão servir para lhes assoar o nariz da constipação de água, e dos golos que levaram, pela goela abaixo.
Ganhamos por 5, e sem uma fífia monumental do guarda-redes adversário, e sem expulsões perdoadas por cotoveladas e outras entradas.

Não foi ópera? Oh que chatice!
Debaixo de um dilúvio e obrigados a vencer, que queriam? Joga-se direto e simples, e ponto final. Tivesse a “loira” que parece querer imitar o Ronaldo da seleção jogado para a equipa, e de certeza que teriam sido muito mais. Essa de embelezar os lances com fintinhas e quedas teatrais não levam a lado nenhum.
Os outros tiveram hipótese de marcar? Claro…quando se joga contra o FCP todos sabem como chegar à baliza de Helton pelo caminho mais curto. Se não souberem questionem o Carlos Daniel que até já deu a táctica ao treinador do Paços, após o jogo do FCP, contra o Nacional.
Era só ver o programa da RTP de ontem à noite, onde este último fartou-se de pressionar o treinador do Paços, para parar o meio campo do FCP.

Quanto ao jogo de ontem, só faltou um grande sorriso na cara do V.P. depois de uma vitória destas, tão gorda. O sorriso mata aos invejosos e “os mal dizentes”.
Não é por estar com ar sério e f**do, que lhe dão mais valor ou lhe creditam mais competência.
Sorria que os jornalistas e os outros dos lenços brancos, até se espumam.
Quanto às duvidas existenciais por parte de alguns dos jogadores da equipa do F.C.Porto, esperemos que as mesmas tenham desaparecido no meio da enxurrada de chuva e vento, que se abateu em pleno Dragão, durante o desenrolar do desafio.
Às vezes, um bom banho como o de ontem, tem o condão de nos aclarar as ideias e de nos oferecer uma enorme vivacidade, despertando em nós um enorme sorriso para melhor encarar o presente e o futuro que se nos depara.

domingo, 9 de outubro de 2011

Porque estão nervosos, os adversários do F.C.Porto?

Porque é que o homem de negro, adorador do presidente do clube encarnado, ataca tanto a gestão de Antero Henrique no F.C.Porto?
Será que estavam à espera, que depois da pressão desmesurada que fizeram desde o fim do campeonato passado, com a publicitada avalanche de possíveis clubes interessados, ou mesmo com a proposta de venda de jogadores da sua própria equipa, para angariar fundos para que conseguissem juntar a verba necessária para bater a cláusula de rescisão que era de 30 milhões, conseguindo finalmente assim, retirar o expoente máximo dos golos ao seu inimigo F.C.Porto, como foi preconizado durante o campeonato passado, por uma acérrima defensora das cores vermelhas, seriam suficiente para lhes garantir um ano de triunfos depois de tão amargamente batidos e enxovalhados?

Como não o conseguiram diretamente, pois o F.C.Porto negociou e mudou a cláusula de 30 para 40 milhões reforçando ainda o salário do jogador na esperança de que o mesmo ficasse, esta gente não desistiu, pois são de ideias fixas, e para destruir nada melhor do que eles.
Assim, e mesmo após o aumento do valor, estes foram obrigados a fazer a sua 2º jogada, promovendo fortemente a mudança de empresário do jogador, para um, que ultimamente tem efectuado todos os seus grandes negócios, entre os quais apostando na questão dos fundos do clube, tocando a música da sereia com a promessa de uma montanha de euros de vencimento mensal, consumando assim a vitória ao transferi-lo para um campeonato vizinho, ainda assim para um clube amigo que luta por poucas conquistas. Coincidências.

Ora com esta vitória moral e estratégica a poucos dias de iniciar uma grande competição internacional bem como o campeonato nacional, sentiu-se um alívio nas hostes adversárias do clube azul e branco, pois todos achavam que o mesmo iria abanar e entrar em colapso nos doze meses seguintes até encontrar o jogador substituto, para colmatar a sua referência goleadora, já que o plantel era e é curto nessa posição. Por sorte e com algum saber, tal não veio a suceder, pois ainda assim e sem a referência de Falcao, marcou-se já mais golos que no passado. Por isso o nervosismo e os ataques constantes.

Nas palavras escritas do dito cujo, só vejo preocupação e temor, pois a máquina mesmo manca de um ponta de lança de créditos firmados igual ao do calibre do que saiu, treinada pelo adjunto sem experiência de primeira Liga ou da Champions, continua a carburar e só pode melhorar ainda mais, enquanto procura um bom ponta de lança nos jogadores formados na sua “cantera”, para desagrado e preocupação dos rivais.

Por isso o homem com nome de disputa, volta a tocar no assunto sobre a não contratação de um ponta de lança a tempo e horas pelo F.C.Porto, esperando lançar a confusão, reprovação e desanimo nos adeptos azuis e brancos, porque se não o sabem deviam-no saber muito bem, que o clube azul e branco, os compra a 2, 3 anos de distância como foi o caso de Falcao, Lisandro, ou Jardel. Quando os clubes grandes, entram na disputa e fazem birra na esperança de aumentar o preço dos jogadores, como foi o caso de Leandro Damião e do clube inglês interessado que não o comprou, mas cujo valor já ultrapassa os 22 milhões, os mesmos já estão apalavrados por pessoas de bem, e não mudam de destino.
Exemplo disso é o recente caso de Kléber, e a questão do guardanapo.

Com uma mão, escondem o que a outra faz.

Depois de ler nesta semana, a crónica do jornal com nome de livro sagrado, do homem de negro com nome de disputa, mas que de certeza nunca esteve diretamente envolvido em nenhuma, já que a sua preferência é esconder-se atrás de alguém bem maior, que lhe sirva de escudo ou patrono, deu-me um clique na cabeça; Queres ver que o homem é um escondido admirador de azul e branco, mas que se mantém no armário, com medo que os “amigos” o descubram?

Não é normal, que um assumido admirador da causa vermelha escreva o que este escreveu depois de toda a comunicação social, regozijar-se com a maravilha e empolgamento do jogo em que os vermelhos derrotaram copiosamente os doces castores; “julgo ser hora de eliminar equívocos e dar liberdade plena a um extraordinário grupo de praticantes com vontade de agarrar as estrelas, assim não o inibam com grilhões tácticos e castradores de talentos. Não é possível, um treinador por uma equipa a jogar à Benfica, se continuar a raciocinar à Belenenses…” Nem um convicto azul e branco poderia cascar com tanta nobreza, no atual mestre da táctica do Benfica, apelidando o mesmo de ter mentalidade de equipa pequenina.

Divinal.

A entrada do texto, mais não é do que poesia, para adocicar o manda chuva do clube da freguesia. A acidez e corrosão, estão lá no meio do texto.