Os Invencíveis Azuis e Brancos

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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Porque falha o futebol deste F.C.Porto, de Vítor Pereira?

Analisando estatisticamente o novo sistema de jogo do F.C.Porto chegamos a alguns factos curiosos, relativamente à comparação com a equipa que quase tudo venceu em 2010-2011.

Facto;
Quando um dos sectores da equipa, está bem…é o outro que vacila.
Tanta mudança na defesa, ou no meio campo, tem vindo a originar estas exibições menos conseguidas, parecendo que a equipa está sempre curta, não ocupando a totalidade dos espaços concedidos pelas equipas adversárias.
Facto; O modelo táctico do F.C.Porto, é preferencialmente o 4-3-3, e até a data o único utilizado durante os jogos realizados em 2011.
Teoricamente com dois laterais que podem dar profundidade à equipa, mas , na prática os corredores não estão a ter o devido uso, que este sistema permite.
As estatísticas provam, que os Dragões são apenas a sétima equipa da prova com mais cruzamentos efectuados, (152 ) sendo suepradas, por equipas como Académica, V.Guimaraes, V.Setubal e U.Leiria. Estes valores dão que pensar.
Facto; 64% de posse de bola no último jogo, disputado em Olhão.
Uma supremacia temporal, que não teve utilidade nenhuma, nas acções ofensivas da equipa.
Facto; 79 bolas jogadas por Álvaro Pereira, que o tornou o Dragão mais interventivo no jogo contra a Olhanense, ao longo dos 90 minutos.
Curiosamente os seus colegas da defesa Mangala e Maicon, também foram os que mais lances disputaram, com 73 intervenções cada um. Questiona-se; E Rolando? Foi um dos que menos transportou a bola.
Facto; 41 ataques pelo lado direito, que teve o central Maicon adaptado a lateral, como um dos protagonistas. Engraçado que do lado contrário, ou seja no corredor esquerdo e com Palito e James, só se iniciaram, 29 jogadas de ataque.
Facto; Com 22 golos à 8 jornada, esta equipa é uma das mais concretizadoras do historial do F.C.Porto.
Engraçado que muitos que opinam sobre tudo e mais alguma coisa, nada mencionam ou lembram estes registos.
Facto; Quando a média de remates desta equipa anda pelos 20, no jogo contra o Olhanense, o F.C.Porto só fez 11 remates à baliza, em que apenas 3, é que levaram a direcção certa à baliza do guarda redes Fabiano. Não esquecer, que um deles foi na marcação de uma grande penalidade.
Ora, é neste problema, falta de pontaria, que esta equipa tem vindo a esbarrar nos resultados finais dos jogos que disputa. A falta de confiança de alguns dos elementos da equipa, bem como a marcação cerrada movida a outros que tudo fazem para aumentar o nº de remates à baliza, como seja Hulk, tem colocado um travão à capacidade concretizadora desta equipa. Falta aqui um plano B, pois os treinadores adversários já perceberam, como funcionam as movimentações dos nossos médios e defesas laterais, bloqueando, precisamente os terrenos que estes pisam. Para que este sistema não fique bloqueado como aconteceu em Olhão e na liga dos Campeões contra o Apoel, falta nesta equipa um médio com as características de Aimar ou Hugo Viana, e que não tenha medo de transportar a bola, fazendo a ligação entre linhas, ou que se façam mais cruzamentos, ou passes longos. Tem a palavra o treinador Vitor Pereira.
Para mim, nesta função de ligação entre linhas, utilizaria o Sousa, como já o provou na primeira parte do jogo contra o contra o Barcelona.

Resumindo; Depois de ver e ouvir tanta asneira pegada, inclusive de doutos colunáveis, sobre as capacidades técnicas de Vítor Pereira, bem como sobre a capacidade dos jogadores desta equipa, que tudo quase venceu num passado recente, os números não nos deixam mentir.
São francamente mais positivos que no passado recente.
Quem quiser ter o trabalho de os consultar que os procure, e os estude e depois sim, omita a sua opinião.
É tudo uma questão de pormenores, como seja utilização dos cruzamentos, ou um médio tipo box to box, mais avançado na linha tradicional que estes ocupam, no sistema 4-3-3 deste F.C.Porto, ou o apuramento da pontaria de meia distância.
Como já se viu, jogos com 2 autocarros em frente à baliza, é o que mais vai ser utilizado para parar este F.C.Porto.
Por outro lado, e para terminar com um pouco de humor; “Sei que as dificuldades me ajudam a crescer, mas já estou batendo com a cabeça no tecto”.


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Factos do Futebol Clube do Porto

É preciso ter calma!

Coloque-se a chaleira ao lume e a água a ferver. Deixem-se as ervas em infusão, de preferência tília ou camomila, pelas suas propriedades calmantes. Os números do fecho do primeiro terço do campeonato, até convidam a alguns ataques de nervos. Mas, quando muitos advinham o que o pior ainda está para vir, de nada nos serve, começar já por arrancar cabelos, ou a cabeça do dito cujo.
Facto; O primeiro terço bem como alguns resultados foram de facto muito maus. Quanto a isto já nada há a fazer, pois é passado.
Facto; Este ano o adepto e consumidor do F.C.Porto, está mais inseguro, cauteloso e a refrear como nunca os seus incentivos e apoios, bem como a disponibilidade na concessão de mais tempo, para o “menino” (sistema táctico) crescer.
Por isso todas as estratégias jornalísticas e do contra, têm tido de uma forma ou de outra, passado pela nota artística, mesmo quando o resultado é uma goleada.
Facto; Este ano, a Champions League, talvez não seja a galinha dos ovos de ouro.
 Diz a sabedoria popular que, “ Quem sofre por antecipação, morre de véspera como o peru” Assim foi, nas últimas chicotadas psicológicas, lá para as bandas do eixo Antas-Dragão.
Por isso o melhor é mesmo manter a calma, não perder a racionalidade e, acima de tudo, não embarcar em loucuras que possam hipotecar o futuro. Resta afinar sempre que necessário o sistema táctico, e apresentar a melhor proposta de valor artístico, bem como novos artistas, para navegar por este período turbulento.
Por muito que custe a alguns adeptos azuis e brancos entenderem que o Futebol, é um negócio, em que todos mas todos os clubes ganham, que atente nos últimos números apresentados sobre, espectadores presentes nos estádios de futebol, neste primeiro terço do campeonato.

domingo, 6 de novembro de 2011

Dois Reis, na mesma equipa de Xadrez.

Depois de ver o jogo de ontem, mais uma vez o F.C.Porto demonstrou que nas suas peças ou seja nos seus jogadores falta alguém que faça o papel igual ao que a peça do Bispo faz num tabuleiro de Xadrez.

Neste naipe de jogadores não existem jogadores com a capacidade de tocar a bola na diagonal avançar e receber mais a frente, ganhando metros de terreno e aparecendo nas costas da defesa adversária.

Por outro lado sobram jogadores que fazem o papel de peões, de torres e de reis. Sim este F.C.Porto tem um xadrez com duas peças que fazem o papel de Rei, e por isso se nota dificuldades em saber o que se deve fazer durante os 90 minutos e principalmente quando a equipa tem a bola para iniciar o ataque.

Hulk e Vítor Pereira tentam encarnar essa peça de Xadrez, no desenvolvimento e organização táctica dos métodos de jogo. Enquanto Vítor pereira pretende um jogo aberto nos extremos, e cruzamentos para a área, Hulk encarrega-se de tentar fazer tudo sozinho, e ao mesmo tempo fugir do corredor, flectindo para dentro, para tentar fazer o remate de meia distância e frontal à baliza. Com este tipo de jogadas, Hulk arrasta o defesa direito, bem como o médio de cobertura das suas posições para a zona central do terreno já de si miuto congestionada, em vez de procurar as tabelas com a entrada de um colega junto à linha lateral, apanhando assim em contra pé a defesa contrária.

Esta indisciplina táctica de Hulk, tem colocado a equipa em constantes sobressaltos, bem como a bater em constantes muralhas de homens que são colocados à entrada da defesa adversária, assim como deixa o ponta de lança sem jogo. Por isso o treinador do Olhanense orgulhosamente afirmava no final do encontro, que tinha inventado a tatica do 4-6-0, porque este F.C.Porto não trabalha as linhas laterais e não busca a linha do fundo para poder entrar por esse sítio.

A dificuldade em jogar em troca de bola, mas em progressão é demasiado evidente que este F.C.Porto não o consegue fazer, pois só sabem utilizar os passes laterais e perpendiculares, facilitando assim a vida às equipas adversárias, Basta as equipas manterem a sua posição no terreno e não se perderem nas marcações, que este FCP, revela uma dificuldade atroz em progredir, sendo obrigado a atrasar a bola para os seus centrais ou para o seu guarda redes.

No jogo de ontem, foi por demais evidente o papel das duas peças fulcrais deste F.C.Porto, no desenvolvimento do seu papel de Reis da equipa. Nesta história e pelo avolumar dos maus resultados nota-se que a corda irá partir para o Rei que se encontra sentado no banco, porque não teve coragem nem vontade de manter a sua posição, após o jogo do F.C.Porto-Paços de Ferreira, ao ter retirado Hulk do jogo.

Ontem, antes da marcação do penálti que foi assinalado aos 2 minutos de jogo, Hulk olha para o guarda redes do Olhanense, pisca-lhe o olho direito e ao fazer o remate na marcação da grande penalidade, envia a bola para o mesmo lado, originando um grande brilharete ao guarda redes do Olhanense, pela grande defesa que efetuou, ao seu remate.

Não contente, e apesar de ter chegado à bola em boas condições de poder recarregar com êxito, marcando assim o golo, Hulk, faz o mais difícil, voltando a falhar, por ter optado por enviar a bola para o poste mais distante da baliza de Olhão, com a mesma a sair muito ao lado.

Tudo isto é triste e está a tornar-se no fado deste F.C.Porto 2011-2012, quando tudo se previa que fosse mais um hino de glórias e conquistas para as vestes de azul e branco.

Esta história tem que ser travada pelo chefe maior da tribo, pois a sua frase, de Hulk e mais dez, faz-me lembrar uma célebre frase de um sonhador da bola, que um dia apareceu a treinar o F.C.Porto, e que afirmou; Neste Porto, é Gomes e mais dez…e não queiram saber como terminou essa época, com uma das maiores derrotas do Porto a nível internacional.

Por isso, das duas uma. Ou e equipa leva um banho de humildade com Hulk e companhia a serem colocados no lseu devido lugar de funcionários do clube, passando a desempenhar o papel das outras peças de xadrez, ou o Rei que deveria ser único e que se deveria encontrar no banco a comandar a sua equipa, é exonerado do cargo, entrando alguém mais duro e disciplinador.

Aguardemos.
http://portodragoinfire.blogspot.com/

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Será que o F.C.Porto irá jogar com as melhores botas de 2011?

Para o jogo de mais logo às 19:45 h´s contra o Apoel, só esperamos que o F.C.Porto tenha levado os melhores sapatos, que lhes traduza em conforto no caminhar sobre as dificuldades, mas que tenham imensa tracção, que permita aos jogadores azuis e brancos fazer grandes arrancadas em direcção à baliza adversária, com a bola bem controladíssima aos seus pés.

 A pontaria do Dragão, na Champions League, já apresentou melhores valores do que os que ostenta neste ano de 2011-2012. A pontaria aos ferros, essa continua em valores altíssimos, mas o mais interessante era que as botas de 2011, fossem afinadas, para que se concretizem em golos o maior número de ataques que a equipa tem vindo a construir. Para além desta situação da pontaria, a equipa do F.C.Porto também tem vindo a sofrer com a velocidade imprimida aos seus jogos, já que a mesma também não tem sido a melhor e a mais virtuosa. Será que é devido à nova colecção das botas 2011? Não seria melhor, voltar à sapataria, e procurar os antigos sapatos e sapatilhas, ou botas a condizer com a roupa de 2011, mas que possa traduzir-se em melhor tracção ou domínio de jogo por parte dos jogadores azuis e brancos?

Hulk é paradigmático pois tem vindo a alternar entre as botas amarelas e outras brancas, com algumas mais rabiscadas entre o dourado e branco. Tanta mudança de botas e de calçado pode traduzir-se em perda de conforto e de rentabilidade, com deficiente domínio de bola e de postura para poder fazer uma arrancada ou uma elevação mais vigorosa e poderosa, pois enquanto o sapato não é acamado ao pé, o mesmo vai provocando algumas dores, distraindo assim a atenção do jogador sobre o jogo.

Para este jogo de tamanha importância para o F.C.Porto, todos os pormenores podem trazer um efeito tremendo ao desenrolar do jogo, bem como ao resultado final do mesmo. Cabe à sapataria do F.C.Porto, proporcionar aos seus jogadores a melhor colecção de sapatos, sapatilhas e botas de futebol, para que mais logo, os jogadores consigam materializar em golos, e consequentemente no resultado final, a mais-valia e poder do F.C.Porto perante o Apoel, nesta eliminatória da Champions League.

Que não seja pela fraca pontaria das botas de 2011 utilizadas, que o F.C.Porto não consiga vencer.

Já vi uma final da Champions, em que uma determinada equipa de futebol, não ligou à importância que o calçado tem no desenrolar do mesmo, e durante o jogo passou o tempo todo a perder as botas, bem como as sapatilhas dos treinadores, e acabou sem os sapatos e a roupa ao perder a Taça, nos penaltis.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Dancing in the rain...F.C.Porto 5 - Nacional 0

Já aqui tinha deixado a nota que os jogadores que tinham jogado contra o Pero Pinheiro tinham demonstrado grande união e entreajuda conforme ontem se viu. Só foi pena não ter entrado o Djalma, que já merece uma oportunidade.

Quanto ao resto, é hilariante o comentário dos que já se espumavam para escrever cobras e lagartos, bem como para mostrar a dúzia de lenços brancos que compraram entre 4ª e Domingo.
Ao menos poderão servir para lhes assoar o nariz da constipação de água, e dos golos que levaram, pela goela abaixo.
Ganhamos por 5, e sem uma fífia monumental do guarda-redes adversário, e sem expulsões perdoadas por cotoveladas e outras entradas.

Não foi ópera? Oh que chatice!
Debaixo de um dilúvio e obrigados a vencer, que queriam? Joga-se direto e simples, e ponto final. Tivesse a “loira” que parece querer imitar o Ronaldo da seleção jogado para a equipa, e de certeza que teriam sido muito mais. Essa de embelezar os lances com fintinhas e quedas teatrais não levam a lado nenhum.
Os outros tiveram hipótese de marcar? Claro…quando se joga contra o FCP todos sabem como chegar à baliza de Helton pelo caminho mais curto. Se não souberem questionem o Carlos Daniel que até já deu a táctica ao treinador do Paços, após o jogo do FCP, contra o Nacional.
Era só ver o programa da RTP de ontem à noite, onde este último fartou-se de pressionar o treinador do Paços, para parar o meio campo do FCP.

Quanto ao jogo de ontem, só faltou um grande sorriso na cara do V.P. depois de uma vitória destas, tão gorda. O sorriso mata aos invejosos e “os mal dizentes”.
Não é por estar com ar sério e f**do, que lhe dão mais valor ou lhe creditam mais competência.
Sorria que os jornalistas e os outros dos lenços brancos, até se espumam.
Quanto às duvidas existenciais por parte de alguns dos jogadores da equipa do F.C.Porto, esperemos que as mesmas tenham desaparecido no meio da enxurrada de chuva e vento, que se abateu em pleno Dragão, durante o desenrolar do desafio.
Às vezes, um bom banho como o de ontem, tem o condão de nos aclarar as ideias e de nos oferecer uma enorme vivacidade, despertando em nós um enorme sorriso para melhor encarar o presente e o futuro que se nos depara.