Os Invencíveis Azuis e Brancos

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sábado, 19 de novembro de 2011

Scolari planta pimenteira contra o mau-olhado!


Jornalistas surpreendidos na sala de imprensa. Treinador foi irónico.

Os jornalistas que se deslocaram esta sexta-feira à sala de imprensa do Palmeiras encontraram uma pimenteira plantada pelo próprio Luiz Felipe Scolari.

O ex-selecionador de Portugal explicou que foi uma iniciativa sua para proteger a equipa do «mau olhado».
Felipão brincou com a situação: «Olha que vai murchar, pode ter certeza... Mas é vaso meu, comprado por mim, ganhei o pé de pimenteira e trouxe como presente a vocês. “Se levarem por um outro sentido, amanhã eu trago o que mais gosto de flores, que são gerânios.”

“Gosto é de tirar o pimentão, picar bem e comer. Se espanta mau-olhado não sei. Parece... Vamos ver daqui uma semana como está essa plantinha”, acrescentou, em tom irónico.

A pimenteira surge em cena numa altura em que Scolari é muito criticado no Brasil. O Palmeiras já leva dez jogos sem vencer, e igualou a sua pior série na história do campeonato. Está em 13º com 43 pontos após 35 jornadas.


Será que Vítor Pereira treinador principal de futebol do F.C.Porto, também precisa de plantar uma pimenteira na sala de imprensa do Dragão?

Depois de ter sido tão visado pelos adeptos azuis e brancos, e de estar com o peso de um vulcão prestes a explodir ou não, terá Vítor Pereira a capacidade e a sorte de passar estes 3 próximos desafios, com nota positiva?

Se estivesse no seu lugar, já teria solicitado à Direção do F.C.Porto a plantação da famosa pimenteira, rodeada de alhos, e ao pescoço traria uma pata de coelho, bem como 2 terços de Nossa Senhora de Fátima, guardados em cada um dos bolsos das suas calças.

O F.C.Porto, bem como os seus fervorosos adeptos agradeciam, que a sua boa sorte e boa ventura, conseguisse transformar o nível qualitativo do futebol desenvolvido pela equipa, bem como se iniciasse um ciclo longo de boas e saborosas vitórias.

A ver vamos como vai decorrer a resposta da equipa do F.C.Porto a este ciclo terrível, com o inicio nesta noite, no desafio que opõem a equipa Portista contra a Académica de Coimbra, para a Taça de Portugal.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Mística; A atual dor de crescimento do F.C.Porto

O termo mística parece ter perdido algum espaço no universo portista nos últimos anos.

Mas a expressão “à Porto”, vai ao encontro da ideia de um espírito próprio no seio do clube da Invicta?

As antigas glórias azuis e brancas dão esta relação como inevitável, mas ainda assim encontram algumas diferenças.

“A mística tem muito a ver com o funcionamento interno do clube e o seu crescimento. Os jogadores da minha geração sentiram na pele as dificuldades da evolução do clube. Quando o FCPorto ainda não era o que queria ser – e que é neste momento - os obstáculos que encontrávamos obrigavam-nos a trabalhar de uma forma incrível, a sermos realmente solidários para ajudar o clube a chegar onde queria. A mística nasceu da necessidade de o FCPorto querer chegar onde ainda não conseguia e, hoje, as coisas são necessariamente diferentes”, referiu Jaime Pacheco.

Para José Alberto Costa, o que caracteriza o “jogar à Porto”, “não é mais do que o resultado da transmissão e absorção plena de uma crença mais ou menos fanática transmitida a um individuo para o meio envolvente”.

Mas o antigo extremo do FCPorto, alerta para um certo perigo de injustiça para com a atual equipa; “O histórico do clube diz-nos que, até hoje, a mística não se perdeu e que a análise deve ser feita sempre períodos longos e não pontuais”.

Fonte; Jornal o Record, em 16-11-2011

O mítico "Jogador à Porto".

Um dos momentos altos da expressão um jogador à Porto, teve lugar em Abril de 2008, quando Pinto da Costa concedeu uma entrevista à revista Visão; Na altura o presidente portista disse não cobiçar nenhum jogador do Benfica, mas notou que em Alvalade, havia um João Moutinho à Porto. A mudança do jogador internacional português viria a consumar-se no verão de 2010, e com ele chegava a expectativa de se perceber se o médio conseguiria identificar-se com a famosa frase, e principalmente com a cultura do seu novo clube.

Para já, João Moutinho tem encarnado muito bem essa mística, tendo sido durante a vigência do técnico Vilas Boas, o verdadeiro dínamo da equipa. Nas equipas do F.C.Porto, tem como papel primordial ou função, o de equilibrar os sectores atacante e defensivo da equipa, demonstrando a verdadeira essência do “jogador à Porto”, com uma atitude de que “ antes quebrar do que torcer”.

Contudo e na verdade, João Moutinho tem ainda que demonstrar muito mais, para se chegar a afirmar como um grande exemplo, entre as recordações dos maiores exemplos do protótipo de “jogador à Porto”. Nesta cadeia de valores, existe um nome verdadeiramente incontornável neste últimos anos; João Pinto.

Todas as glórias portistas, o elegem como o exemplo máximo. Para Jaime Pacheco, João Pinto é mesmo um dos maiores exemplos, por não ter sido um sobredotado, mas por ter conseguido realizar uma carreira excecional, dando forma ao verdadeiro espírito de ser um “jogador à Porto”. Temos também o Gomes, o André, bem como outros mais recentes, como sejam o Jorge Costa, o Baia, o Pepe, o Bruno Alves, o Lisandro, o Falcão.

Por sua vez, uma antiga glória das equipas do F.C.Porto, dos finais de setenta, Seninho, referiu ainda outros nomes, como por exemplo o guarda-redes Rui, o Rolando e o Pavão, terminando com a afirmação; “Quando sentíamos estar perante estes tipo de jogadores, sabíamos que era preciso aproveitar.”

Mandamentos do “Jogador à Porto”

1- Colocar o colectivo acima do individuo, e usar o individual para potenciar o colectivo.

2- Ter comportamento integrador e potenciador do grande espírito de grupo.

3- Ser discreto, solidário, rigoroso e profissional.

4- Tentar jogar sempre bem, para ganhar, e com imposição do estilo de jogo da equipa.

5- Ser competidor implacável e nunca virar a cara à luta, nem desistir.

6- Crescer nas dificuldades.

7- Respeitar profundamente as hierarquias e as regras do clube.

8- Ser apaixonado pelo treino, tanto como pelo jogo.

9- Estar sempre disponível em qualquer circunstância.

10- Saber identificar-se com a cultura do Norte e do clube e ser defensor dos seus valores.

sábado, 12 de novembro de 2011

Como perder 140 mil euros!


O Olhanense, depois de um jogo super em que encarou “olhos nos olhos”, o campeão F.C. do Porto, perdeu na última 4ª feira à noite, a hipótese de passar à nova fase de discussão da Taça da Liga, por não ter levado de vencida uma equipa do escalão inferior, mais propriamente o Estoril de Praia.

Como é que uma equipa que 3 dias antes tinha realizado um jogo altamente competitivo, apresentando uma força física invejável, concentração competitiva, rapidez na marcação individual e de execução nas suas desmultiplicações e saídas para o ataque, apresentou nesta 4ª feira um jogo lento e complicativo para levar de vencida o seu opositor da linha do Estoril?

Para além da sua postura competitiva e empenhada, não nos esqueçamos que no final do jogo contra o F. C. Porto, o seu técnico principal, apareceu nas conferências de imprensa, imensamente orgulhoso pelo trabalho desenvolvido, afirmando para quem o quis ouvir, que até tinha desenvolvido um novo sistema táctico, ou seja o famoso 4-6-0.

Tanta adrenalina, excitação e competitividade, pela loucura de ter conseguido bloquear o campeão F. C. Porto, e 4 dias depois, numa eliminatória, importantíssima contra um clube de menor dimensão, este mesmo grupo de trabalho, deixou-se empatar a zeros depois de ter perdido por 4-3 em casa do seu opositor, num jogo pastoso, colocando as finanças do seu clube, sobre grande pressão deficitária.

A situação foi tão grave, que obrigou o Presidente do Olhanense a vir a público, após a derrota com o Estoril, lamentar-se com o resultado alcançado pela sua equipa, deixando a seguinte afirmação; “Não se admite o resultado que obtivemos. “Descuramos esta competição! Não acautelamos da melhor forma esta eliminatória, pelo que estou bastante desagradado.”

Ainda enérgico, o Presidente exigiu, “que o grupo passe a ter mais responsabilidade e empenho, nos jogos que se seguem, caso contrário terá que alterar o seu comportamento, para com os elementos da equipa.”

Segundo as palavras do Presidente da Olhanense, o clube teve um rombo significativo nas suas contas, ou perder este encaixe considerável que poderia atingir os 140 mil euros, ou seja 40 mil directamente e 100 mil indirectos, pela realização dos jogos seguintes, da competição da Taça da Liga.

Sintomático, que na ânsia de aparecer em tudo que é comunicação social, com aberturas de telejornais, entrevistas em autocarros, ou presença dos técnicos e jogadores nos programas da TV, quando se joga e se leva de vencida o F. C. Porto, que alguns sejam levados a esgotar as energias e a esquecer confrontos seguintes, colocando em causa o alcançar dos objectivos dos seus Clubes, e de quem vos paga.

Tivessem a postura competitiva normal que apresentam, nos confrontos com outros clubes, que até os leva a sofrer golos nos primeiros segundos ou minutos do inicio dos desafios, e muitas equipas seriam completamente cilindradas, nos confrontos com o F. C. Porto.


http://portodragoinfire.blogspot.com/

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

O roubo da prosperidade.


Para aqueles que batem no treinador, nos jogadores, no preparador e em tudo que mexe e que de azul e branco esteja vestido, tenho dúvidas que tenham verdadeiramente alma de portistas.

Recentemente estive num fórum sobre as novas tendências do cliente do futuro, e um dos oradores mundialmente famoso, virou-se e soltou a seguinte afirmação;

Se vocês não estiverem atentos à linguagem não verbal dos clientes, nunca os irão entender pois os mesmos são “esquizofrénicos e mentirosos”.

Depois desta bombástica afirmação, em que o mesmo nos deixou com variados exemplos, sobre o porquê da sua afirmação, terminou a prelecção com o seguinte;

“Vivemos num mundo contaminado pelas más notícias, e senão tomarmos o devido cuidado, essas más noticias influenciar-nos-ão ao ponto de nos roubarem a prosperidade”.

Portanto, vamos lá a ter calma e a apresentar soluções concretas para as dificuldades que estamos a passar, em vez de abrir brechas e dar ânimo aos inimigos, que necessitam deste azedume e mal-estar no F.C.Porto como de ar para viver, e esconder as suas próprias infelicidades e derrotas.
Ao Sr. Reinaldo Teles, as nossas sentidas condolências por este seu infortúnio, e que seja mais um motivo de forte união de todos aqueles que vivem e vibram com as cores do nosso clube.