Os Invencíveis Azuis e Brancos

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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Campeonato competitivo até ao fim, segundo Vítor Pereira.


O treinador do FC Porto garante que está preparado para enfrentar uma "equipa bem organizada", como o Gil Vicente, na 17.ª jornada da Liga (domingo, às 19h15). E não fecha a porta ao regresso de Hulk.

Que FC Porto vai entrar em campo em Barcelos? “Um FC Porto consistente, rigoroso, para fazer um jogo sério, de qualidade, para tentarmos exibir-nos ao nível dos últimos jogos”, avança Vítor Pereira. Pela frente, o técnico terá o que considera ser uma "equipa bem organizada, com qualidade colectiva": "Vai colocar-nos dificuldades, mas vamos a Barcelos com o objectivo claro de trazer os três pontos”.
À comitiva que viajará até ao Minho, poderá juntar-se Hulk, afastado por lesão dos últimos compromissos dos "dragões". Sem avançar com certezas, o treinador do campeão nacional não exclui a hipótese de convocar o brasileiro: “Hoje, está entregue ao departamento médico. Vamos ver o dia de amanhã”.
Independentemente de quem jogar, a linha orientadora é sempre a mesma: “Colocar a qualidade individual ao serviço do colectivo. O campeonato vai ser competitivo. É importante continuarmos regulares e a crescer em termos de comportamentos”, adverte, alargando o leque de adversários directos.
"Não coloco só o FC Porto e o Benfica como candidatos. Há mais equipas, o Sporting, o Braga e o Marítimo, que têm evidenciado qualidades para lutar connosco. Prevejo um campeonato competitivo até ao fim”, acrescenta.
A Kléber, Vítor Pereira deixou uma palavra de incentivo - "Nós sentimos um Kléber sempre a trabalhar para o colectivo, o Kléber é futuro e é presente” -, a Fucile, a caminho do Santos, uma nota de esperança - "Foi para um grande clube, vai continuar a jogar a alto nível e com possibilidade de voltar ao plantel” - e a Danilo uma indicação vaga - “Está mais ambientado e à disponibilidade do treinador”.


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Melhor momento foi o título ganho na Luz, afirma Fucile.


Jorge Fucile está de partida do F.C. Porto. Embarca nesta quinta-feira para o Brasil, onde jogará no Santos por empréstimo. Chegou em 2006 e despede-se com onze títulos conquistados de dragão ao peito. Sem esconder algum emoção, em entrevista ao Maisfutebol, o uruguaio diz adeus ao clube, aos amigos e à sua casa em Portugal. Até breve ou até sempre.

O lateral perdeu espaço com Vítor Pereira e ficou dois meses na bancada. Sai para jogar mais, sabendo que foi decisivo no processo que trouxe Danilo para o Estádio do Dragão. Tem contrato até 2014 e será emprestado ao Santos até final do ano. No Verão, pode ser vendido pelo F.C. Porto.

Quatro campeonatos nacionais, três Taças de Portugal, três Supertaças e uma Liga Europa. Jorge Fucile despede-se da Invicta com a sensação de dever cumprido. Era o segundo jogador com mais tempo de casa, apenas superado por Helton.

Foram mais de 150 jogos em cinco temporadas e meia. Chegou por empréstimo do Liverpool de Montevideo e convenceu os portistas. Custou pouco mais que trocos. Agora, sai num empréstimo gratuito. De qualquer forma, ainda pode render milhões ao F.C. Porto.

No Brasil, Fucile ganhará até mais que no Dragão. A carga de impostos em Portugal é pesada e roubava quase metade do vencimento do jogador. Por lá, estará praticamente isento de descontos. Será o Santos a suportar o seu salário.
Ainda assim, enquanto faz as malas e encaixota as coisas acumuladas ao longo dos anos, o jogador não esconde alguma tristeza pelo adeus. Ou até já.
«Gostaria de ter ficado aqui para sempre. Como disse, tive muitos momentos de glória e conquistei coisas importantes», atira, já a meio da conversa com o Maisfutebol



Antes, Jorge Fucile fizera um balanço positivo da sua larga estadia em Portugal. «Creio que, de positivo, ficam os campeonatos e os títulos que conquistei, para além das pessoas, as amizades que fui construindo ao longo dos anos. Quero agradecer-lhes por me terem apoiado, nos bons e nos maus momentos. Agora, vou mudar de ares e vou atrás de outro futebol, de outro sonho, de outra passagem na minha carreira e espero ter êxito.»
«Conquistei muitas coisas, muitos títulos. O clube deu-me muito e eu também dei muito. Espero que os adeptos possam perceber que eu vivo disto, vivo do futebol, quero jogar e quero divertir-me. Nesta altura, não tinha essa possibilidade. Vou procurar agora isso no Santos, para também conquistar coisas importantes», rematou o lateral.

fonte;maisfutebol

Será Lucho, a receita empolgante para este FC Porto?


Segundo o jornal Le Parisien, Lucho González tem um acordo com o FC Porto para deixar o Marselha e regressar aos campeões nacionais, caso Fredy Guarín deixe a equipa portista.

Segundo a notícia, o internacional argentino custaria à equipa portuguesa quatro milhões de euros e o jogador tem acordado o salário que vai auferir no FC Porto.
Lucho González, de 31 anos, representou o FC Porto durante quatro temporadas, tendo conquistado quatro campeonatos nacionais, duas Taças de Portugal e uma Supertaça Cândido de Oliveira.

Será Lucho, o tal click que falta para empolgar ainda mais os adeptos do FC Porto, para que estes juntem esforços em torno da sua equipa, num momento tão importante em termos de grandes decisões?

Ou esta notícia não passará de mais uma tentativa, na linha de outras que fomos vendo desde que se iniciou a época desportiva, para a destabilização da massa adepta do FC Porto?

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Regresso de Hulk, sem "Polvo" no FC Porto.

Hulk disse que duas semanas seriam suficientes para recuperar da primeira lesão muscular da sua carreira e o prazo deve cumprir-se à risca, permitindo ao avançado estar disponível para a deslocação a Barcelos, marcada para domingo à noite, precisamente o dia em que cumprirá 15 dias desde que teve de sair mais cedo da partida com o Rio Ave. Um cenário, aliás, que O JOGO tinha avançado, mal se conheceu a extensão da lesão.

 
O Incrível já cumpriu uma semana de recuperação da distensão muscular na coxa esquerda, não tendo saído da enfermaria nesses dias. Ontem, o plantel gozou o primeiro de dois dias de folga e Hulk também foi autorizado a descansar, não tendo, por isso, passado pelo Olival para ser reavaliado. O que pode ser interpretado como mais um sinal de que tudo está a decorrer conforme o planeado. Amanhã, quando o FC Porto iniciar a preparação do encontro com os gilistas, o Incrível será observado pelos médicos do clube e deve obter autorização para começar a treinar no relvado. Porém, ainda longe dos companheiros. Se não sentir dores, será reintegrado no dia seguinte, bem a tempo de estar apto para a deslocação a Barcelos, um dos palcos onde o rival Benfica cedeu pontos esta temporada.

A equipa deu uma boa resposta diante do V. Guimarães, ao contrário do que tinha acontecido no outro jogo em que Hulk não esteve disponível: empate a zero com o Feirense, em Aveiro. No final da recepção aos minhotos, Vítor Pereira fez questão de destacar o colectivo, procurando dessa forma desvalorizar a ausência de Hulk. O tridente composto por Varela, James e Kléber esteve em bom plano - ainda que o ponta-de-lança continue sem marcar - o que levanta uma questão: quem sai para entrar o Incrível, que só por uma vez não foi opção inicial no campeonato com Vítor Pereira? Quer fazer o papel de Vítor Pereira e dar-nos a sua sugestão?

Que trincos em Barcelos?

Sem os tentáculos do Polvo, o FC Porto fica mais fraco. E se não há como esconder a influência de Fernando, descrita nos números acima, Vítor Pereira tentará pelo menos controlar a mesma, com o recurso a uma nova opção, que começará amanhã a testar. Hipóteses há pelo menos três, sendo que só Souza constituiria troca direta. A entrada de Belluschi (mais verticalidade, mas menos roubos de bola ) ou Danilo no onze pressupõe uma alteração e obrigará a fixar Moutinho ou Danilo à posição 6 ou a usar um esquema com duplo pivô, menos rodado, mas não inédito esta temporada. E você caro leitor, quem colocaria a jogar, e em que sistema?

A primeira vez de Danilo;
A expectativa era grande e Danilo não desiludiu em dia de estreia. Pelo contrário. Poucos segundos depois de ter pisado o relvado do Estádio do Dragão, fez um grande passe para Álvaro Pereira. Os adeptos gostaram e aplaudiram. Danilo também, ao ponto de ter elogiado a "torcida" no final da partida. No dia seguinte à estreia procuramos conhecer as sensações porque passou o atleta, e encontramos as respostas em Fúlvio Misorelli, "agente e grande amigo" do internacional brasileiro, que se encontra na cidade do Porto a acompanha-lo durante estes primeiros tempos da nova aventura. No meio de algumas inconfidências, uma curiosa sobre Rui Quinta, o adjunto de Vítor Pereira. "Falei com ele [Danilo] um pouco antes do jogo e estava absolutamente tranquilo. Percebeu que podia entrar durante a partida e sentia-se feliz.
Mas houve um pormenor que foi muito importante para ele, para além, claro, do grande apoio que sentiu dos adeptos. Ele contou-me que as palavras do Rui Quinta foram fundamentais; o mister deu-lhe um abraço e transmitiu-lhe boas sensações. O Danilo disse-me que, naquele momento, se sentiu como se estivesse em casa, muito tranquilo e ainda mais confiante para começar a mostrar o que vale".
Com tanta confiança demonstrada pelo mais recente e cobiçado reforço do FC Porto, os adeptos só podem esperar grandes momentos de magia e alegria. Esperemos que não esteja de passagem como Andersson.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Devaneios, a meio da época desportiva.

Tanta gente a dar tanta importância aos jornais desportivos, e os adeptos do FC Porto, realmente não conseguem ver o que se passa?

Questionem os cronistas das cores encarnadas, desta praça à beira tejo, que eles vos esclarecem o que se está a passar este ano no FC Porto. Foram eles, mais ela que desenhou e comunicou, após o jogo do apagão, quais as etapas a seguir, para boicotar e bloquear a máquina do FC Porto.

A Sad do FC Porto adormeceu na forma e nunca imaginou que os tipos tivessem a coragem assombrosa de meter os pés a caminho, e de saltar dos túneis para os gabinetes onde se negoceiam o futuro. O fundo que gere os jogadores encarnados, deu-lhes esse poder. 

Sintomático a discussão pelo valor de Rodrigo, a inscrever nesse fundo.

A negociação do Danilo, é bem exemplo dessa guerra extra campo de futebol. As constantes viagens de um determinado presidente ao Brasil, encareceu e de que maneira, um jogador que o porto queria, bem como a luta por uma das parcerias BMG se revelou extramente agressiva. Enquanto estávamos virados para as américas, a gastar o que dava para comprar um defesa e um ponta de lança, pela porta dos fundos entrou alguém, também amigo de uma determinada cor, para nos roubar um dos abonos dos golos, conforme preconizava a mulher das pinhas.

Quando quisemos reagir, já era tarde, pois o mercado estava a fechar, e estávamos sem tostão.

Foi uma jogada de mestre, e que lhes tem dado excelentes resultados. Colocaram-nos fora da Liga dos campeões, fora do comando da liga, fora da taça de Portugal, com os adeptos contra o treinador e por sua vez contra o presidente, e ainda com ligeiras dificuldades financeiras, para retocar a equipa.

Inebriados pelos festejos, adormecemos e acordamos com uma ressaca do caraças, e com uma valente dor na pinha.

E a coisa continuou semana após semana, sem se ver o fim. As comunicações diárias de jornais e de empresários de possíveis interessados no concurso dos jogadores do FC Porto, tem mantido este estado de coisas. Os jogadores julgam que vão fazer o contrato da sua vida, e não se entregam nem disputam os lances com medo de se lesionarem e perderem a sua oportunidade. 

Jogam aborrecidos, ou jogam para si na vão esperança de marcar o tal golo que fará a diferença.

Por sua vez, na casa do rival, esta tudo bem organizado e satisfeito. Raras são as comunicações de possíveis interessados no concurso dos seus jogadores. Estes estão a 100% com o seu clube e muito mais com o mestre da tática. Até são aumentados os seus salários por ultrapassarem os objetivos, como ainda recentemente se viu com o Tacuara, que ninguém persegue ou contrata. Até o Baba, se foi, e Cardozo continua de pedra e cal…Sintomático.

É preciso cerrar fileiras e responder com força e categoria, para demonstrar que dentro e fora do campo, na escolha e contratações de jogadores, manda a equipa do FC Porto.