Os Invencíveis Azuis e Brancos

Tradutor

sábado, 11 de fevereiro de 2012

É natural que não acabem os jogos com onze jogadores.


Para quem não sabe, aqui fica o aviso.

«Contra o Benfica é natural que as equipas não acabem com onze»
Jorge Jesus diz que os adversários do Benfica jogam muitas vezes à margem da lei, razão pela qual considera normal que termine os jogos em inferioridade numérica.
«Nos jogos no Estádio da Luz, qualquer equipa para parar os jogadores do Benfica não o faz apenas com a sua qualidade tática, mas também com muitas faltas. É natural que não acabem os jogos com onze jogadores. Se apostarem apenas no aspeto tático e técnico, talvez não tenham nenhuma expulsão», sugere o treinador dos encarnados.

O que leva este treinador a ter esta afirmação, quando as estatísticas demonstram que os números apresentados pela sua equipa, vão no sentido contrário?

As estatísticas demonstram que esta pomposa afirmação, de um treinador que já sabe que está no fim da linha, segundo o seu Presidente, não passa de uma falácia, que nos poderia levar a outros pensamentos, dando azo a grandes discussões. Adiante.

Uma equipa que tem um valor mais elevado em faltas cometidas 226 do que em faltas sofridas 218, pode afirmar categórigamente que seja normal os adversários serem expulsos nos jogos realizados no seu estádio? Se os numeros corroboram que essa equipa é mais faltosa, do que os seus adversários, porque raio o seu treinador vem antes de um jogo importantíssimo, e que se vai disputar na seu estádio, afirmar que é normal nesse local os adversários serem expulsos?

Colocar pressão sobre as outras duas equipas em campo?

Afirmações destas, cheiram mais a aviso no sentido de facilitar a vida à sua equipa, já que caso o adversário recorra à falta para parar o jogo, o mesmo seja expulso por uma banalidade qualquer, como se viu recentemente no último jogo da taça da liga, do que propriamente pela razão de que lhe assistiria, caso a sua equipa cometesse muito menos faltas, do que as que recebe.

Aqui ficam os valores do SLB, em comparação com as do Campeão FC Porto.

Correto e normal, mediante os valores apresentados, seria a sua equipa ter mais expulsões já que comete mais faltas do que as dos seus adversários.

Se calhar as faltas são mais meigas, e não atigem tanto a integridade física dos seus adversários, como se possa imaginar. Deve ser então por pura imbirração dos árbitros, que os mesmos marcam mais faltas a sua equipa, do que aquelas são marcadas aos adversários. Pois se não soubessemos o que a casa gasta, e o andor não estivesse em andamento, e os numeros pudessem ser adulterados, até poderiamos engolir este tipo de afirmação perniciosa.

Esta é mais uma das do tipo, de que a bota não bate com a perdigota.

Os rascas, aproveitam tudo o que seja anti FC Porto.


O Porto e a zona norte envolvente, foram os locais de Portugal, com a maior subida na taxa de procura por parte do turismo internacional em 2011, e em franco crescimento nos dados de 2012. Mesmo com taxas exorbitantes nas estradas ditas scut´s de acesso às fronteiras para travar o turismo espanhol, a cidade consegue fruto do saber receber das suas gentes, capitalizar mais turismo internacional que a dita cidade do império falido.

Valha-nos o aeroporto, a Reynair e a Easyjet (empresas estrangeiras), até ver.

Na nossa modesta opinião, notícias sectárias e revanchistas deste gênero, propagadas por um órgão da comunicação social, com a responsabilidade que este tem, deviam ser prontamente desmentidas pelo governo e representantes da cidade, e não pelo FC Porto, pois o mesmo não governa o País e muito menos a cidade.

Quando um jornal publicita uma situação contrária aos interesses económicos de um País que ainda por cima, se encontra depauperado financeiramente, e não existe uma forte campanha de reação de sinal contrário, por parte de um qualquer membro do seu governo, então estamos mesmo sem rumo e sem sentido. O turismo é uma das poucas fontes de rendimento que o Governo deveria explorar ao máximo, para que o País conseguisse sair rapidamente da situação em que se encontra.
Infelizmente, ou andam todos a dormir, ou tem as vistas curtas, pois só lhes interessa tomar decisões fáceis do tipo aumentar impostos aos tipos lá do norte, e defender o seu umbigo, ou o que conseguem visualizar da varanda dos seus gabinetes situados em Lisboa.

Tudo vale, para denegrir o FC Porto e a população da cidade do Porto, mesmo que coloque em causa a sua economia, e os milhões arrecadados pelo turismo internacional.

Como diz o amigo Vila Pouca do Blog Dragão até a Morte; É uma provocação rasteira, suja e ordinária e na minha opinião devia merecer resposta do F.C.Porto.

Acrescentaria eu; Já que ninguém defende a cidade do Porto, defendemos nós, os Portistas.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Souza, do FC Porto, emprestado ao Grémio


O futebolista Souza, do FC Porto, já se encontra no Brasil, segundo Vítor Pereira, técnico portista, que assim confirmou as notícias que apontam para o empréstimo do médio ao Grémio de Porto Alegre.

O brasileiro, que tem contrato até 2015 com os “dragões”, “já viajou e foi à procura de poder jogar mais”, disse o treinador, durante a conferência de imprensa que decorreu no Centro de Treinos do Olival, em Gaia.
Segundo Vítor Pereira, “Souza sentiu que era difícil jogar no FC Porto o que achava ser importante” para a sua evolução, garantindo que “a sua saída não criou desequilíbrios no plantel”.

Mais um que abandona o FC Porto, neste inverno demasiado frio, e que nos deixa alguma tristeza. Quem o viu a atuar pela primeira vez , na apresentação do FC Porto contra a Sampdoria o ano transato, longe estaria de imaginar que Sousa, tivesse um percurso muito fraco e triste.

João Moutinho, Beluschi e Guarin, nunca lhe deram oportunidade de se afirmar, como médio interior direito ou esquerdo. Com a chegada de Lucho, pior ainda. Como nº 6, também nunca mostrou a força e rapidez suficientes, que o permitissem ser uma séria oposição a Fernando, no sucesso da recuperação de bolas.

Receio que tenha tirado bilhete de ida.

É de louvar quem pensa o jogo dessa forma.

Na antevisão do jogo da 18.ª jornada, frente à União de Leiria, o treinador do FC Porto considerou que o plantel está mais equilibrado, admitiu que lhe agrada o estilo de jogo do adversário e criticou o calendário das selecções.

Com Danilo, Lucho e Janko à disposição, o FC Porto torna-se uma equipa mais forte. Vítor 
Pereira elogia a qualidade dos reforços de Inverno e mostra-se optimista em relação ao resto da temporada: "Estamos mais equilibrados. Estamos em condições de produzir um jogo de maior qualidade".


No domingo, às 20h15, no Estádio do Dragão, o FC Porto vai ter uma oportunidade para o provar, frente ao penúltima classificado do campeonato. Apesar da posição delicada que os leirienses ocupam na tabela, o técnico dos campeões nacionais não poupa elogios à equipa orientada por Manuel Cajuda: "Joga numa estrutura de 3x4x3 a toda a largura do campo. É de quem pensa o jogo de forma ofensiva" aponta o treinador do FC Porto. "É uma dinâmica com largura total. Gosto disso. É de louvar quem pensa o jogo dessa forma", acrescenta.

Vítor Pereira sabe que o FC Porto não pode cometer mais erros para poder aproveitar uma eventual escorregadela do Benfica, mas mostra-se apenas focado no jogo de domingo. "A minha preocupação é ganhar o próximo jogo. Se possível com qualidade. Se não for possível, que se ganhe", atira, frisando que o clube "está em condições de fazer uma segunda volta de qualidade".

"Não defende o futebol"
O clássico frente ao Benfica está a poucas semanas de distância e Vítor Pereira tem evitado falar no jogo por antecipação. Ainda assim, deixou um comentário em forma de reparo ao calendário das selecções nacionais, que poderá obrigar alguns jogadores do plantel a falharem o encontro com o líder da Liga.
"É um calendário que não defende de maneira nenhuma o futebol. Para preparar um jogo dessa importância, era importante ter cá os jogadores todos", criticou, pouco depois de ter confirmado a saída do médio defensivo Souza para o Brasil, até final da época.
From; Publico

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

FC Porto, e o mau aproveitamento nas bolas paradas.


Partindo do princípio que as estatísticas valem o que valem, e os números nelas constantes poderem ser utilizados para suporte das nossas opiniões, ou para contrariar ou desmontar as dos nossos concorrentes, vamos contudo e aproveitando esta oportunidade do seu estudo, dissertar sobre uma comparação engraçada entre dois treinadores portugueses, que se encontram de momento catalogados, entre o bom mestre e o mau vilão.

Assim e continuando a estudar e a comparar as estátiscas apresentadas pelos dois clubes que lutam este ano pela primazia do futebol português, ou seja o FC Porto e o clube da Luz, deparamo-nos com algumas situações pouco divergentes e outras muito coincidentes.

Tendo em atenção essas situações coincidentes, entre o FC Porto e o clube da Luz, ficamos perplexos, como podem apelidar um treinador de incompetente, e promover o outro a mestre ou mesmo a guru da táctica do futebol moderno, quando não existem razões tão evidentes que demonstrem ou sirva de base a avaliações tão díspares entre ambos.

Na nossa opinião, existem determinadas situações de jogo, que definem claramente o trabalho específico e a criatividade que um treinador poderá oferecer, para o reforço da capacidade concretizadora de uma equipa. Uma dessas situações de trabalho específico, e que no futebol moderno tem vindo a ter cada vez maior influência para se obter o resultado final dos jogos, é o aproveitamento que algumas equipas denotam, na cobrança de situações de bola parada, ou seja cantos ou livres.

Olhando para os resultados que a equipa do FC Porto apresenta até à data, em comparação com as do bairro da Luz, chegamos à conclusão que ambas estão quase em igualdade pontual, neste item.


Mediante estes resultados, ou o treino que ambos os treinadores devotam ao tratamento desta opção de jogo não é a melhor e a mais eficaz, ou as equipas e concretamente os seus jogadores, ainda não conseguiram introduzir e concretizar em jogo, as situações trabalhadas durante os treinos.

A criatividade e a capacidade de inovar e melhorar a execução destas oportunidades, potenciam e de que maneira, a vertente goleadora de uma equipa, e acrescentam dificuldades defensivas superiores aos seus adversários.

Por exemplo; É no fraco índice de concretização em golos, que a equipa do FC Porto revela no aproveitamento da cobrança de cantos, que na nossa modesta opinião, poderemos afirmar que a gestão de Vítor Pereira, revela alguma incapacidade prática de resultados.

Como justificação para os fracos resultados alcançados, poderíamos elencar muitos parâmetros condicionantes que podem estar aqui em jogo, mas de certeza que a altura dos jogadores do FC Porto não é uma delas, já que equipas mais baixas, conseguem valores de aproveitamento muito mais elevados, que o FC Porto.

Hoje, e sabendo do fraco rendimento atual que a equipa do FC Porto retira destas situações, as equipas adversárias até se podem dar ao luxo de conceder facilmente cantos para melhor defenderem os caminhos para a sua baliza, pois sabem que essa opção não lhes trará grandes dissabores.

Urge assim e rapidamente, trabalhar no sentido de acrescentar valor neste item à equipa do FC Porto, para que a mesma crie dificuldades, retirando esta opção de defesa aos seus adversários e acrescentar capacidade de concretização ao FC Porto, como mais um caminho possível a seguir, para obter mais golos, e vencer os desafios com mais facilidade.

Para além dos números constantes nas estatísticas, números esses que nos podem demonstrar muito das capacidades técnicas das equipas, jogadores e treinadores, e por muito que este jogo seja pensado e executado ao pormenor, existe e existirá sempre, a questão da sorte, bem como o estado de espírito e paixão de alguns árbitros. São estes fatores que escolhem e escolherão sempre um dos contentores em liça, para os cobrir com o véu da sua glória, e assim o transformar em verdadeiro herói, deixando ao outro antagonista o papel de vilão.

Contudo, e por mais que alguns o desdenhem, existe uma verdade insofismável de combate a paixões e mesticismo da sorte;

Quem mais e melhor trabalha, normalmente está mais perto, ou mais vezes alcança a vitória, e se coloca a coberto de surpresas.

Quando se disputa o topo de qualquer competição, qualquer discuido no tratamento de um ínfimo pormenor que seja, poderá fazer a enorme diferença final, entre a derrota e a vitória.

A pontaria afinada, e o índice de aproveitamento na cobrança de cantos, explicam e de que maneira, os 5 pontos de atraso que o FC Porto levam, para o adversário que ocupa neste momento a primeira posição, apesar deste também não possuir valores de elevada valia. Contudo, são ligeiramente melhores, que os do FC Porto