Os Invencíveis Azuis e Brancos

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sábado, 25 de fevereiro de 2012

O FC Porto recebeu e venceu o Benfica por 3-0.


O FC Porto recebeu e venceu o Benfica por 3-0 em partida da segunda fase do campeonato nacional de juniores.Os golos de Alves, Ebo e Vion deram a vitória aos “dragões” na recepção ao Benfica. Este foi o primeiro triunfo dos juniores do FC Porto na segunda fase do campeonato nacional.

“É um resultado muito importante, porque esta vitória recoloca-nos na discussão do título. Gostaria de destacar que é uma vitória de uma equipa com muito carácter e personalidade.


Sabíamos que tínhamos de ter esta atitude para derrotar o Benfica”, sublinhou o treinador Rui Barros no final da partida, em declarações reproduzidas pela página oficial do FC Porto na Internet.
Quem também assistiu à partida no Olival foi Domingos. O ex-treinador do Sporting foi ver o jogo do FC Porto, equipa onde actua o seu filho de 17 anos Gonçalo Paciência, que entrou ao minuto 80.

Com esta derrota o Benfica perdeu a invencibilidade e mantém os seis pontos – tantos quantos soma agora o Sporting, que recebeu e venceu o Vitória de Setúbal por 2-1.

Não foi a foi a retumbante vitória do FC Porto frente ao Benfica por 3 a 0, e a quebra da invencibilidade do Benfica, mas sim o caso de Domingos ter estado presente a assistir ao jogo em que participa o seu filho, que mereceu maior destaque e importância, para a nossa comunicação social tão sedenta de confusões e disputas estéreis.

FC Porto; Conquistar os três pontos, se possível com um bom jogo.


O treinador do FC Porto, Vítor Pereira, exclui qualquer possibilidade de o FC Porto “perder pontos” no domingo na recepção ao Feirense.

“Não pode voltar a acontecer. O FC Porto não pode perder pontos. Temos de ganhar. Vamos ganhar ao Feirense. Vamos jogar para ganhar. Não podemos perder meio ponto sequer”, vincou o técnico, na antevisão da 20.ª jornada.


A dois pontos do rival Benfica, que joga em Coimbra neste sábado com a Académica, o treinador dos “dragões” assume que o desafio frente ao Feirense é “fundamental” para a sua equipa, consciente de que tem de “conquistar os três pontos, se possível com um bom jogo”.

“Sabendo que vamos defrontar um adversário que em sua casa nos subtraiu dois pontos, temos de estar concentrados, no máximo das nossas capacidades e potencial”, sublinhou, antes de prometer que o grupo “tudo fará para ser campeão”: “Daremos tudo de nós para revalidarmos o título”.

E é porque quer todo o plantel concentrado apenas no Feirense que Vítor Pereira evitou comentar as palavras do seleccionador Paulo Bento, que admitiu gerir o esforço de “dragões” e “águias” no particular de Portugal frente à Polónia (48 horas antes do “clássico” da Luz), bem como as de Jorge Jesus, que “esperava mais luta” do FC Porto frente ao Manchester City.


“Tenho o máximo de respeito pela selecção e seleccionador, mas quero ver a minha equipa completamente concentrada a perceber que o jogo com o Feirense é fundamental para nós. Que as minhas palavras sejam a imagem disso mesmo”, exemplificou.


Vítor Pereira escusou-se igualmente a falar sobre a derrota do Benfica em Guimarães, apenas prometendo ir atrás do título “com todos os argumentos e no fim fazer contas”.


O técnico portista evitou também opinar sobre qual a melhor equipa portuguesa da actualidade: “Não consigo responder. Mesmo na grande época que fizemos o ano passado, que ficará na história, tivemos momentos em que jogámos um grande futebol, mas outros em que valeu esforço e atitude para ganhar alguns jogos.”


Os números dizem que o FC Porto tem sido mais indisciplinado esta época, com mais cartões. Vítor Pereira critica as admoestações por “palavras aos árbitros”, mas diz que não pode pedir aos seus pupilos para serem menos agressivos em campo, quando durante a semana treinam precisamente para serem empenhados na procura da bola.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Terá o atual FC Porto, a garra e agressividades suficientes para chegar ao título?

O FC Porto conseguiu, aparentemente, controlar o jogo durante mais de uma hora, mas foi sempre incapaz de controlar os contra-ataques do Manchester City, uma equipa inglesa travestida de italiana, pelo menos no que diz respeito ao cinismo. O resultado acabou por ser muito castigador e vergonhoso para o ainda detentor da Liga Europa, que protagonizou a situação insólita de sofrer um golo aos 19 segundos depois de, imagine-se, ter perdido a bola logo na saída de bola. Tão ou mais inadmissível num clube que já gasta mais de cem milhões de euros por época acabaram por ser os dez minutos de delírio total em que o FC Porto sofreu três golos de rajada. Um castigo que penaliza cada vez mais Vítor Pereira, cuja única via possível de salvação passou a ser agora a Liga portuguesa. E já nem é certo que isso baste para lhe garantir o lugar...

O FC Porto tinha mais bola, mas circulava-a como num ataque de andebol, da esquerda para a direita e vice-versa. Sem conseguir entrar na área. James dava continuidade ao jogo, mas não criava desequilíbrios. E a mobilidade do tridente atacante (Varela surgiu amiúde no meio) não bastava para criar desequilíbrios nas duas linhas recuadas do City.
A estatística ajuda a compreender o jogo. Faltou agressividade ao FC Porto, que só cometeu oito faltas, metade das do adversário. Teve mais cantos (8-4) e mais remates (17-9), mas só acertou três vezes na baliza, ao contrário do City (5).
O FC Porto pagou a argúcia do adversário, mas também o excesso de erros próprios. O principal réu foi Rolando, que esta época teima em fazer disparates e em deixar a equipa em inferioridade numérica. Otamendi falhou o lançamento antes do contra-ataque no 1-0. Maicon esteve disparatado no segundo golo, colocando Dzeko em jogo. Alex Sandro arriscou em demasia no passe para Fernando no lance do 3-0 e Sapunaru cortou mal a bola na jogada do 4-0. Do lado portista, foi um jogo em que praticamente ninguém saiu inocente. A começar pelo treinador, que nunca percebeu que Mancini lhe deu a bola para o enganar.

Parte da crónica de Bruno Prata, publicada no jornal Publico.

Mais do que uma questão de falta de pontaria e de um anormal acumular de disparates cometidas pelos jogadores que englobam a defesa do FC Porto, ficou demonstrado uma vez mais, a falta de um ponta de lança de créditos firmados, e de um ou mais jogadores com capacidade de choque neste novo plantel que disputou a taça UEFA.

Enquanto os adversários tiveram o raçudo e enorme Yaya Touré que cometeu 6 faltas assinaladas, ou seja 35% do total das faltas cometidas pela sua equipa, houve jogadores do FC Porto, que nem uma falta cometeram na procura da bola, como por exemplo; Varela, Hulk, Maicon, James Rodrigues, e por incrível que pareça o defesa Otamendi.

A jogar uma eliminatória deste calibre, o FC Porto comportou-se mais como um cordeiro preparado para a degola, do que uma equipa raçuda e que procura rápidamente a bola de todas as maneiras possíveis, não deixando o adversário saír a jogar com a mesma controlada. 


Mais do que ter a bola, Mancini, deixou que o FC Porto se recriasse com a bola em determinados setores do campo de maneira a poder desferir o contragolpe, deixando as linhas de defesa da baliza do FC Porto demasiado expostas e descordenadas.

Demasiado veludo e tapetes vermelhos estendidos ao adversário, originaram uma das maiores derrotas do FC Porto a nível Europeu.

Este ano, ja me relembrei inúmeras vezes daquele treinador meio poeta, que confiante nas fáceis vitórias, ao entrar na Antas, afirmou a plenos pulmões; É Gomes e mais 10, e viu-se como acabou.

No arranque desta época, Pinto da Costa também o afirmou categoricamente; É Hulk e mais 10!

E você caro leitor, o que acha disto tudo?
Será que vamos assistir ao lento definhar de Vítor Pereira, após mais uma triste demonstração pública da Sad ao ex treinador Villas-Boas, ou haverá adrenalina suficiente do atual treinador para retomar a liderança do barco e alcançar a liderança do campeonato, saindo posteriormente por cima?

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Manchester City FC 4-0 FC Porto (total: 6-1)


O FC Porto terminou a defesa do seu troféu da UEFA Europa League ao ser goleado no terreno do Manchester City FC, por 4-0, equipa que agora defrontará o Sporting ou os polacos do KP Legia Warszawa nos oitavos-de-final.

Depois da derrota de 2-1 em casa na semana passada, o campeão de Portugal precisava de ganhar pela primeira vez em Inglaterra, mas viu-se a perder ainda não estavam decorridos 20 segundos. Nicolás Otamendi tentou um passe para o meio-campo, que foi interceptado por Nigel de Jong e imediatamente recolhido por Yaya Touré, que logo lançou Agüero por entre Rolando e Fernando, a quem o argentino ganhou em velocidade antes de bater Hélton com um remate cruzado.

Aos 16 minutos e após um cabeceamento fraco de Silvestre Varela, a partida conheceu duas grandes oportunidades. Agüero surgiu novamente na cara de Hélton, rematando para defesa com os pés do guardião brasileiro e, na resposta imediata, Varela tentou surpreender Joe Hart ao poste mais próximo, mas rematou para a defesa do internacional inglês.
Após um livre de João Moutinho que terminou ligeiramente sobre o travessão, Agüero só por manifesta infelicidade não apontou, aos 29 minutos, o seu segundo golo da tarde, quando, lançado em profundidade por Samir Nasri, contornou Hélton e rematou à trave. Nos últimos cinco minutos do primeiro tempo, Agüero voltou a ficar perto de marcar, mas, na sequência de um contra-ataque com Touré, perdeu demasiado tempo e rematou ao lado, enquanto, no lado oposto, Otamendi não aproveitou uma bola perdida para marcar na pequena área, após um canto.

O FC Porto tentou uma entrada forte na segunda parte, à procura do golo que lhe permitisse reentrar na eliminatória, mas sempre que Hulk conseguia penetrar na defesa, os seus cruzamentos/remates sempre bastante tensos nunca encontraram ninguém para a emenda. Depois, como se já não bastasse a falta de tempo, os detentores do troféu ainda viram Otamendi sair lesionado, após ter sido atingido pelo parceiro Maicon numa vista, obrigando à entrada de Cristian Sapunaru.
Por seu lado, o City, com o cronómetro a aproximar-se do final, contentou-se em recuar no terreno e esperar que os seus defesas-centrais anulassem as investidas portistas, até que surgiu o segundo golo, que colocaria um ponto final na defesa do troféu conquistado em Dublin. Aos 76 minutos, Silva ganhou um ressalto no lado esquerdo e serviu Agüero, que fez um compasso de espera até que o substituto Edin Džeko surgisse nas costas da defesa para uma conclusão por entre as pernas do desamparado Hélton. Rolando de cabeça perdida, terá pedido fora de jogo de uma forma menos correcta e foi expulso ao ver o segundo cartão amarelo.
Já sem o internacional português em campo, o City ainda apontou mais dois golos, sendo o primeiro por Silva na pequena área, após passe do substituto David Pizarro, o qual se encarregou de fechar a contagem, bem no coração da área.

E pronto, estava consumada a história deste jogo, em que mais uma vez as estrelas do FC Porto se apagaram perdidas nas teias em que tentaram colocar o adversário, demonstrando ainda, que o brilho que pensariam ser resplandecente, não passa de uma pálida imagem do que foram, num passado recente. 

FC Porto não acredita nem “em passes mágicos nem, em coelhos da cartola”


O treinador do FC Porto quer “ganhar a eliminatória” da Liga Europa, contra o Manchester City, através da consistência e qualidade da equipa.
“Amanhã [quarta-feira] de certeza de que vamos ver um jogo equilibrado, em que há um pormenor ou outro para corrigir da nossa parte”, admitiu Vítor Pereira.
Porém, porque diz não acreditar nem “em passes mágicos nem em coelhos da cartola”, quer vencer mantendo a identidade e a forma de jogar da equipa. “Acredito na consistência do trabalho e na qualidade da equipa”, vincou, na véspera da segunda mão dos 16 avos-de-final da Liga Europa.


A estratégia será, adiantou o técnico, “procurar ter bola” para criar situações de golo e depois defender da forma como FC Porto costuma fazer, “com transições agressivas”. “O objectivo é estar ao nosso melhor nível, fazer um grande jogo para discutir a eliminatória e passar à fase seguinte”, antecipou o técnico dos portistas, detentores do troféu.


Esperamos que apareça hoje, um Hulk incisivo e directo nas acções a desenvolver, e não tanto o da 2º parte do Dragão frente ao City, complicador, egoísta e dado a nota artística, conforme o boneco ilustra.

Hulk reconhece “situação difícil”
Por seu lado, o avançado Hulk reconheceu que o FC Porto está numa “situação difícil” após a derrota no primeiro jogo contra o Manchester City, mas acredita na vitória.

Falhada uma das prioridades da época, que era continuar na Liga dos Campeões, o brasileiro admite que os azuis e brancos estão “numa situação difícil, num estádio difícil, contra uma equipa bastante difícil [Manchester City]”.

Mesmo assim acredita que é possível “dar a volta” à desvantagem criada pela derrota por 2-1 no Estádio do Dragão, na primeira mão. “Vamos tentar chegar bem amanhã para poder dar a volta ao resultado e continuar na Liga Europa”, afirmou.

Na primeira mão, os “dragões” perderam por 1-2 no Estádio do Dragão, com golos de Álvaro Pereira (na própria baliza) e Aguero, contra o golo inaugural de Varela.

Os portistas não poderão contar com Álvaro Pereira (suspenso), Marc Janko (não inscrito), Danilo e Mangala (lesionados), mas foram reforçados com o júnior Tomás Podstawski, que marca a estreia do internacional português sub-17 entre os eleitos.


A ausência do avançado austríaco Janko, confiou o treinador, “muda um bocadinho a dinâmica na frente”, mas, mesmo assim, está confiante num “FC Porto de qualidade”.
A partida, que será arbitrada pelo alemão Wolfgang Stark, está agendada para as 17h (SP-TV1) no City of Manchester Stadium.



Força Porto. Allez...Porto allez...