Os Invencíveis Azuis e Brancos

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terça-feira, 13 de março de 2012

A estranha leveza de uma determinada camisola de um clube de futebol.


O P. Ferreira publicou esta terça-feira uma fotografia de Luisinho, na enfermaria da Mata Real, na qual se notam várias marcas na perna do lateral-esquerdo e cuja foto foi acompanhada de um comentário no qual se recorda a entrada, dupla pisadela, de Bruno César.

«Luisinho ficou no departamento médico a fazer tratamento, vítima da entrada de Bruno César no jogo de domingo... partida em que o FC Paços de Ferreira teve dois atletas expulsos e que não vão poder jogar na próxima jornada...», escreveu-se na página do clube na referida rede pessoal.
A resposta da Liga e da FPF a estas situações;

O mapa de castigo da 22ª jornada, divulgado nesta terça-feira pela Liga e pelo Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol, permite concluir que a expulsão de Ricardo, no P. Ferreira-Benfica, se deveu à entrada sobre Bruno César.

O árbitro Bruno Esteves exibiu o cartão vermelho ao central pacense ao minuto 88, por indicação do árbitro assistente Venâncio Tomé. Na altura ficaram dúvidas se a decisão tinha sido motivada por uma falta sobre o adversário ou eventuais palavras dirigidas ao árbitro assistente. O comunicado desta terça-feira enquadra a suspensão de um jogo no artigo 124.1 do Regulamento Disciplinar, que determina que «o jogador que praticar para com o adversário jogo violento é punido com pena de suspensão de 1 a 4 jogos e multa de 250 a 2500 euros». Nesse mesmo ponto esclarece-se que a prática de jogo violente corresponde a «entrada física ao corpo do adversário que, ainda a pretexto de disputa de bola, coloque em risco a integridade física desse adversário.

As nossas conclusões a mais um caso da bendita verdade desportiva;

Afinal pisar o adversário e deixa-lo no estado que a foto o demonstra, não é tão perigoso nem sancionavel, como a atitude do jogador do Paços de Ferreira que demonstrou intenção (?) de acertar no jogador do Benfica, mas sem o efetuar propriamente. Para estas aves raras de galinheiro, pisar e voltar a pisar intencionalmente o adversário quando este se encontra no chão, é permitido desde que o jogador não tenha anteriormente demonstrado a intenção de o fazer.

Quer dizer; A intenção é um ato bárbaro e sancionável, mas a ação em si, já é desculpável? Mas estes tipos são chalados da mona, ou pensam que os outros são todos idiotas e tontos como eles? Já sei…é esta a verdade desportiva que tanto adoram. É como aquela em que um jogador corta o movimento da bola com a mão dentro da área e, não contente pois a bla poderia fugir para o adversário que se encontrava por perto, volta a acariciar a bola com a outra mão, para que a mesma lhe caia nos pés, e nada de consequências.

Mais uma vez, o lance foi ajuizado por um predestinado árbitro, qual adivinho que lê a mente dos jogadores de futebol et voilá; Não teve intenção de o fazer!

E sabem porquê? Porque os jogadores que usam a camisola de um determinado clube, nunca mas por nunca, tem intenção de jogar a bola com as mão, ou agredir selvaticamente os seus adversários.

Não era preciso esperar pelo relatório do árbitro, para ver o que iria acontecer. Bastou ver a repetição do lance na TV, onde se percebe claramente o famoso árbitro assistente a dizer: "é falta para vermelho" ao arbitro principal. Espetacular o nível destes árbitros que conseguem prever as intenções mesmo que os jogadores não toquem nos seus adversários e vai dai; " pega lá um vermelho direto, porque eu sei que o que querias fazer era aleijar o gajo da dita camisola". A sorte do futebol português, é haver estes fiscais de linha que tiraram um curso com a Maya e conseguem fazer previsões e futurologia num curto espaço de tempo. Será que eles também saberão ler nas estrelas, e já sabem quem é o campeão?

Mas o mais caricato disto tudo, é que os tipos que deveriam ser isentos e esclarecidos na análise e determinação dos castigos, sancionam na mesma o que o árbitro escreveu, mesmo havendo imagens claras que comprovam o contrário. Porque será?

segunda-feira, 12 de março de 2012

FC Porto, está na hora de responder ou engolir e calar.

Esperemos que a resposta do FC Porto seja já no próximo desafio, e que a resposta seja condizente com a grandeza do clube.

A vergonha dos anti FC Porto, não tem limites nem descaramento.


A verdade desportiva segundo algumas aves raras que dominam o futebol português, quer dentro do campo, quer na comunicação social.

Como diria um dito mestre…”Até um cego vê o que faz Bruno Cêsar”, ou seria só para o pretenso penalti?


Parte da crónica publicitada num jornal diário nacional;
“A vantagem com que o Paços saiu para o intervalo era algo injusta. É verdade que a equipa mostrou sempre qualidade de jogo, fiabilidade defensiva e eficácia concretizadora (marcou ao terceiro ameaço), mas os primeiros 25 minutos foram de domínio do Benfica, que não foi capaz de aproveitar quatro boas situações. As três primeiras foram desperdiçadas por Nolito, Saviola e Cardozo, numa fase eléctrica do jogo. Mas o desperdício mais escandaloso surgiu ao minuto 24, quando após uma defesa de recurso de Cássio, Bruno César não acertou na baliza deserta.”


Então a equipa que mais remates fez à baliza, que mostrou mais qualidade de jogo e fiabilidade defensiva, não merecia estár a vencer?
Da agressão de Bruno César nem uma palavra? Para cúmulo, e desonestidade intelectual, ainda consideram este jogador, como um dos mais positivos no campo?
Não acredita? Aqui está;

Bruno César
”Marcou o golo da vitória com uma execução genial de um livre, sofreu um penálti não assinalado e criou boa parte dos desequilíbrios na área do Paços.”


Veja o lance e retire as suas conclusões. Imaginem se era o Hulk, ou um jogador do FC Porto, a ter uma atitude destas? 
A impunidade e a vergonha grassam a olhos vistos, num futebolzinho triste e vergonhoso, e descaradamente encoberto, quando as situações acontecem com determinadas cores. Mesmo assim, acredito que contra tudo e todos o FC Porto será campeão.   

sábado, 10 de março de 2012

FC Porto em velocidade de passeio, quase que se estampava.


A equipa de Vítor Pereira esteve a perder mas acabou por empatar em casa frente à Académica. O golo só surgiu nas compensações, de penalti.

O FC Porto não entrou muito bem na partida, jogando a um ritmo muito baixo. A Académica apresentou-se numa postura expectante, apostada em aproveitar um erro do adversário para partir rapidamente para o contra-ataque.

O prémio para a equipa de Pedro Emanuel chegou aos 39’, quando Edinho fez o golo da equipa de Coimbra. O passe foi de Saulo, e o avançado internacional português, de cabeça, bateu Helton.

Quando se viu em desvantagem, o FC Porto arriscou. Vítor Pereira trocou Sapunaru por Djalma (53’) e Rolando por Kléber (61’) e os “dragões” aproximaram-se mais da baliza da Académica.


No entanto, o último passe saiu sempre mal aos “azuis e brancos”, que não criaram ocasiões flagrantes de perigo. O melhor lance surgiu aos 67’, quando João Moutinho, na transformação de um livre, levou a bola à trave da baliza de Peiser.


O relógio caminhava para o final, e o FC Porto arriscava sofrer a terceira derrota no campeonato. Mas já no tempo de compensação, Pape Sow fez mão e deu grande penalidade para os “dragões”. Hulk não deu hipóteses e fez o 1-1 (90+3’).

A pressão sobre os árbitros através do "castigo" a Pedro Proença surtiu efeito. Há um penalty claríssimo sobre Hulk que o árbitro transforma num amarelo que o coloca de fora do próximo jogo. 

No final da primeira parte Hulk fica isolado e é marcado um fora-de-jogo inexistente... o lance daria certamente o 1-1 ainda antes do intervalo. O Porto perde por culpa própria pois não entrou com a garra que devia, mas a arbitragem teve um papel fundamental, por claro medo de ser acusada de "beneficiar" o Porto. Enfim... o habitual. Parabéns ao Benfica, através das suas jogadas de bastidores e completamente imune aos castigos da Liga, certamente ainda poderá lutar para ser campeão.

Com tanta cerimónia por parte do FC Porto, que até parecia que queriam imitar a famosa equipa que dos anos 68/69, que ao perder em casa como a Académica, entregou o titulo de campeão de bandeja ao suspeito do costume, ou seja ao Benfica.

Só mais uma achega; Vítor Pereira não conseguiu resistir aos aclamados vips, e fez-lhes a vontade ao colocar de inicio o James Rodrigues, que como se veio a comprovar, nada acrescentou ao jogo. James nada acrescenta, porque a zona que mais gosta de utilizar estava preenchida por Lucho. Só quando Lucho recuou no terreno para junto de Moutinho, é que James ganhou preponderância no desenrolar do jogo do FC Porto, pois foi ocupar a zona por trás dos dois pontas de lança. 

Esta é e será uma situação a rever e a corrigir, pela equipa técnica que não deve ceder perante as críticas. Primeiro a equipa e o resultado, e depois os jogadores.  Perante equipas que se fecham tanto como a Académica, o FC Porto, tem que utilizar toda a largura de terreno e em especial os dois corredores. 

Esperemos que não haja mais sobressaltos iguais aos de hoje, para o restos dos jogos do campeonato, e que de uma vez por todas se corrija a mania de dar 45 minutos de avanço aos adversários.

A agressividade com que a Académica disputou este jogo, fica nem patente na imagem que anexamos ao post.








sexta-feira, 9 de março de 2012

FC Porto deverá lembrar-se da eliminação da Taça de Portugal.

O treinador do FC Porto afirmou nesta quinta-feira que vencer na recepção à Académica, na 22.ª jornada da Liga portuguesa de futebol é “fundamental” para revalidar o título, objectivo para o qual o grupo está cada vez mais “focado”.

“Este jogo, por todos os motivos e mais alguns, deve lembrar-nos de uma eliminação da Taça de Portugal, que nos custou muito. Um momento que não podemos deixar de recordar [derrota por 3-0, em Coimbra]. A Académica tem bons jogadores e está bem organizada. Vem ao Dragão para fazer o seu jogo, dificultar ao máximo a nossa tarefa”, advertiu Vítor Pereira, em conferência de imprensa.
Os “dragões” venceram em Coimbra para a Liga, por 3-0, mas na Taça de Portugal foram eliminados pelo mesmo resultado, facto que obriga o FC Porto a estar “bem focado, em estado de alerta”.
“Neste momento, temos um FC Porto determinado, concentradíssimo no objectivo fundamental da época que é vencer o campeonato. Acredito que conquistar os três pontos no jogo de sábado – numa altura decisiva do campeonato - será fundamental. Devemos entrar fortes e assim continuar todo o jogo. Com muita confiança e apoio dos nossos adeptos, venceremos”, salientou.
Vítor Pereira garantiu que o triunfo na visita ao Benfica, por 3-2, que permitiu recuperar a liderança isolada, não mudou nada nos hábitos do grupo de trabalho, que “sempre acreditou no título”.
“Estamos conscientes de que há três equipas a disputar o título, que temos muitas dificuldades e jogos complicados pela frente, mas estamos muito confiantes e determinados. Sabemos que o jogo se prepara durante a semana com ritmo forte de treino”, frisou.