Os Invencíveis Azuis e Brancos

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domingo, 25 de março de 2012

Como é possível esta equipa do FC Porto, ter atitudes destas?


Bem meus amigos, por 3 vezes tivemos a possibilidade de marcar distâncias para com a concorrência e mais uma vez, perdemos a oportunidade. Coincidências, quando a mesma situação se repete por 3 vezes? Uhmm? Não me acredito.

Não percebo como é possível, retirar um meio jogador Janko que tanto lutou, e colocar um zero à esquerda Kléber, que não toca na bola e tem dificuldade em fazer seja o que for. Inacreditável como é possível ter bola, ter ataques, estar na cara do guarda-redes e escolher sempre o caminho mais difícil para executar o remate, que lhe possibilitaria o golo. Esta equipa não joga simples. Os seus princípios, nunca são a simplicidade e rapidez de execução. Tem que adornar, contemporizar, tornear e depois já sem força, tentar rematar.

Inacreditável que no golo do Paços de Ferreira, Kléber e Lucho que deveriam ter estorvado a acção dos adversários e estão na linha da bola, deixam a mesma chegar à cabeça do avançado do Paços, que não sofre qualquer marcação direta de qualquer jogador do FC Porto. 
Como é que é possível?
Sinceramente, não consigo perceber o que se passa com estes jogadores e equipa técnica do FC Porto? Será que os sócios e os simpatizantes do FC Porto lhes devem algo? Porque raio entregamos tudo aos adversários? 
Parabéns aos grandes patrocinadores, bem como ao FMI e Troika dos clubes de futebol. 

Se queriam um campeonato tão competitivo, é fazer um em que os árbitros vão tendo influência aqui e ali, em que uns ditos vão debitando umas "mentiras" sobre o mesmo, e sem o castigo merecido, porque é preciso manter o andor com todos muitos juntinhos até aos 3 últimos jogos, onde tudo se irá decidir, mas sem comprometer os jogos anteriores.

Sim porque é preciso vender bem o Benfica- Braga, o Braga - FC Porto, o Sporting - Benfica, e o FC Porto-Sporting, porque a crise chega a todos, e o crédito não está fácil.


PS; No final do jogo, não vi preocupação na cara de Pinto da Costa, o que me faz continuar a acreditar que ainda é possível...Foi pena não ter dito; "Desta já escapamos!"

Tal como o Benfica na sexta-feira em Olhão, o FC Porto também não conseguiu melhor que um empate (1-1) na sua visita ao terreno do Paços de Ferreira, um resultado que permite, ainda assim, aos "dragões" adiantarem-se no comando do campeonato.

Com este empate, os portistas recuperaram o comando isolado, com 57 pontos, mais um que o Benfica, mas o grande beneficiado desta jornada pode ser o Sp. Braga (55 pontos), que pode isolar-se no comando caso consiga vencer nesta segunda-feira em casa a Académica de Coimbra.

Após uma primeira parte sem golos, foi apenas com um autogolo de Ricardo aos 47' que se desfez o nulo na Mata Real. Hulk conduziu o ataque pelo flanco direito e acaba por ser o defesa do Paços a tocar a bola para a baliza após o cruzamento do brasileiro do FC Porto.

Mas a formação orientada por Henrique Calisto não desistiu do jogo e, aos 79', fez o golo do empate, por intermédio de Melgarejo. Josué marca o canto e o avançado paraguaio emprestado pelo Benfica, sem qualquer marcação, cabeceia para a baliza de Helton.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Afinal em Olhão, sempre existem bloqueios.


O Benfica igualou provisoriamente o FC Porto na liderança da Liga portuguesa, isto apesar de não ter ido além de um nulo no terreno do Olhanense. Pablo Aimar foi expulso.

Mais um ano que passa e o Benfica confirma que vencer em Olhão é um calvário. 

Dos grandes. FC Porto e Sporting também ‘empancaram’ na cidade com vista para a Ria Formosa e dali só levaram um ponto. Só os Guerreiros do Minho ganharam, à tangente (4-3). 

Os encarnados podiam ficar até domingo na liderança, pressionando o FC Porto e o Sporting de Braga, seu adversário na próxima jornada, mas saem do Algarve a pedir um milagre.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Com bloqueio ou sem bloqueio, alguém faltou à verdade!


Jorge Jesus negou qualquer estratégia. «O Benfica não faz bloqueios, os meus jogadores não treinam isso. Não há aqui nada de estratégico», disse o técnico no final do jogo.

Gaspar, que foi treinado por Jorge Jesus no Belenenses, contesta a versão do técnico encarnado. E lembra que não é de agora que se preocupa com situações do género.

«Treinávamos bloqueios no Belenenses. O treinador indicava, por assim dizer, o elo mais fraco do adversário e apontávamos para aí. Por isso, não há de ser agora no Benfica que vão deixar de treinar. Aliás, basta ver os jogos. Não é algo que acontece uma ou duas vezes. São duzentas, trezentas. Não digam que não é estratégia, porque é. Se querem atirar areia para os olhos...», afirma o central.

Todos os treinadores que Gaspar teve treinavam este tipo de lances. Nenhum como Jorge Jesus. «Era o mais meticuloso de todos, sem dúvida. Chegava ao ponto de parar o exercício e corrigir o posicionamento de um jogador que estava um metro ao lado do sítio que ele queria», explica.

Como Jesus «bloqueava» o...Benfica
Gaspar e Cláudio também estão de acordo noutro ponto: esta ação não é nova no Benfica. «Se reparar, há um ano ou dois, sobretudo nas bolas paradas defensivas, os jogadores até davam as mãos para formar uma corrente», lembra Gaspar. Cláudio usa o mesmo exemplo: «Eles faziam essa corrente mas não o podem usar para impedir que um jogador passe. Aí é falta.»

Gaspar pede que os árbitros estejam atentos: «Se marcam obstruções em vários lances, porque não marcar nestes? Há lances em que os jogadores estão de costas para a bola. Não me venham dizer que têm intenção de a discutir.»

Meus amigos, depois desta polémica toda aposto que o primeiro clube a sofrer consequências pelas marcações e bloqueios dentro da área, na marcação de livres ou de cantos, será o mesmo de sempre, quando se testam novas abordagens ao jogo.

terça-feira, 20 de março de 2012

A estranha forma que o FC Porto tem, de dizer adeus a um troféu.


Obrigado Sr. Presidente; Você pediu, e o nosso treinador cumpriu. 

Parece que este ano, é o ano dos quase…Vá lá que já ganhamos a supertaça.

Quando deveríamos ter pressionado para vencer, tiramos o pé do acelerador, e demos vantagem ao nosso rival, que apresentou mais e melhores soluções para os últimos 20 minutos do jogo.

Nesse período apareceu um Porto atabalhoado no último terço do campo, que foi dando espaços no seu meio campo defensivo, a uma equipa demasiado prática que mal tem a bola, só tem olhos na baliza, não lateralizando, e que nem que jogue às tabelas, chuta para a baliza para atingir o golo.

Um clube como o FC Porto com o historial de vitórias que apresenta, e que entrando numa competição em que chegando às suas meias finais e a um passo de se apurar para a final, têm um Presidente que resolvendo falar fora do tempo certo, vem afirmar aos seus técnicos e jogadores que este jogo não era importante, mas sim o próximo, não lembra a ninguém e muito menos é sinal de respeito para com os seus adeptos sócios e simpatizantes.

Estas coisas de que só alguns troféus é que são importantes e do gosto do Presidente, mexem em demasia com o nosso empolgamento e sentimento para com estes novos tempos que varrem o nosso FC Porto. Desde que me conheço, que nos habituamos a ver e a sentir, que qualquer desafio encarado pelo FC Porto, o que mais interessava era a vitória e a conquista de troféus, fossem eles quais fossem. E então em jogos contra o Benfica, nem em tom de brincadeira se admitia uma coisa destas. E agora é isto? Pelos vistos, ando muito enganado.

Quanto ao jogo, e depois de ter a vitória do mesmo na mão, não fomos capazes de ter a esperteza e sagacidade, para matar de vez, com o mesmo. A saída de Lucho, foi o canto do cisne, e o sinal de que era mais importante resguardar para o próximo, do que vencer este.

O técnico adversário, que esteve perto de ser mais uma vez ridicularizado, e se calhar amplamente contestado pelos das suas cores, agradeceu a oferta, e sacando de Saviola, abriu o caminho entre os centrais do Porto, para chegar ao 3º da sua equipa, desempatando o resultado.

Quase que nos apetecia dizer…Então Jesus? Quem foi teu amigo quem foi?

Quanto ao jogo propriamente dito;
O jogo começou bem para o Benfica, que viu Maxi Pereira inaugurar o marcador no primeiro lance de perigo junto da baliza de Bracali.
Mas a resposta portista não demorou e Luxo empatou, dando início a um período de domínio dos “dragões”.

A supremacia “azul e branca” materializou-se num segundo golo, saído da cabeça de Mangala, e só se dissipou, já muito perto do intervalo, quando Nolito empatou a partida poucos minutos antes do intervalo.

Na segunda parte, e com os dois treinadores a colocarem em campo alguns dos jogadores que costumam ser titulares, o Benfica ganhou algum ascendente e viu Cardozo apontar o golo da vitória.

Com 3-2 no marcador, o Benfica elimina o FC Porto da Taça da Liga e garante a presença na final da competição, ficando agora à espera do desfecho da outra meia-final, que coloca frente a frente o Gil Vicente e o Sp. Braga.

Pronto. Adeus Taça Sr Lucilio Batista, feudo do Benfica, que em 5 anos conquista a sua 4ª presença na final. 

Clássico para o FC Porto? Quero é o campeonato.


Hulk e Varela estão de regresso à lista de eleitos do treinador do FC Porto Vítor Pereira, para o jogo das meias-finais da Taça da Liga de futebol, frente ao Benfica, na terça-feira, no Estádio da Luz.

Hulk não defrontou o Nacional, na sexta-feira, por ter cumprido um jogo de suspensão, enquanto Varela falhou o encontro da 23.ª jornada da Liga devido a lesão muscular.
Entre as ausências, destaque para as “poupanças” do guarda-redes Helton, substituído na lista pelo júnior Kadu, e do uruguaio Cristian Rodriguez.

Convocados


Guarda-redes; Bracali e Kadu.

Defesas; Maicon, Álvaro Pereira, Rolando, Sapunaru, Mangala, Alex Sandro e Otamendi.

Médios; Lucho Gonzalez, João Moutinho e Defour.


Avançados; Hulk, Varela, Kléber, James Rodriguez, Iturbe e Janko. 

Vítor Pereira admite alterações na equipa titular. "Vamos gerir o plantel da forma que acharmos mais adequada", revelou. "Viemos de um encontro complicado e temos outro no domingo. Para esta meia-final, temos que fazer uma gestão inteligente. Vamos para ganhar. 

Não acredito no condicionamento das equipas pelo que se passou anteriormente."
Hulk e Silvestre Varela estão de regresso aos convocados, o primeiro após castigo e o segundo após lesão. A ausência de Helton irá permitir a titularidade de Rafael Bracali, enquanto Danilo, Djalma e Emídio Rafael continuam entregues ao departamento médico.

Com tantos cuidados e paninhos quentes, nem sei porque nos demos ao trabalho de viajar a caminho de Lisboa. 

A vitória deve ser encarada como único objectivo em todo e qualquer jogo que o FC Porto disputa. Isto, porque apesar de não estar interessado na taça Lucílio Baptista, desde a sua criação, o FC Porto joga aqui uma carta psicológica importantíssima, já que derrotando mais uma vez um dos seus mais temíveis e ferozes adversários, lhe poderá criar desequilíbrios fortes, nas suas capacidades anímicas para os próximos jogos do campeonato. 

Por isso e nesta fase da disputa, todo e qualquer ascendente que se possa ganhar sobre os adversários directos, é factor preponderante para encarar o futuro, ou com mais alegria e raça, ou com mais sofreguidão e tristeza. 

Vamos a ver qual dos papeis o FC Porto irá escolher para desempenhar no desfio de mais logo.