Os Invencíveis Azuis e Brancos

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quinta-feira, 19 de abril de 2012

E tudo poderia ter sido mais fácil para o FC Porto.


Radamel Falcao estabeleceu o resultado final em 4-1 aos 78 minutos, com o seu décimo golo na prova, numa jogada espectacular.

Sabemos que não é a altura certa para o afirmar novamente, já que o FC Porto tem que estar unido e concentrado em alcançar o título de campeão nacional de futebol. MAs mesmo assim não resistimos em colocar a nossa opinião.

Pelo que se viu hoje, na exibição de Falcao, só um distraído não admite a falta que este tipo faz ao FC Porto actual. 

Pois mas a culpa é do Vítor, não o tal que ainda não movimentou um dedo que seja na direcção do Cristóvão que não o Colombo, mas o outro o que treina o FC Porto, e dizem ser muito fraquinho.

Contudo, mais uma vez a marca FC Porto a marcar a diferença, e a estar de parabéns pela qualidade acima de qualquer suspeita, no produto que vende a excelente preço.

Sabemos que queremos chegar ao título, mas ainda faltam quatro jogos.


O treinador Vítor Pereira disse nesta quinta-feira que ainda não se sente campeão, mas admitiu que uma vitória no sábado frente ao Beira-Mar, em jogo da 27.ª jornada da Liga de futebol, deixa o FC Porto mais perto do título.
Vítor Pereira, que falava na antevisão do jogo com o Beira-Mar, no Olival, em Vila Nova de Gaia, defendeu que a equipa está “alerta”, “tranquila”, com a “máxima confiança” e “focada” para atingir esse objectivo.
“Os quatro jogos que faltam são de grau de dificuldade superior e este com o Beira-Mar não vai fugir à regra”, referiu Vítor Pereira, lembrando que o FC Porto vai defrontar uma equipa que luta pela manutenção e vai querer conquistar pontos no Dragão.
Ainda de acordo com o treinador portista, o Beira-Mar possui uma equipa “bem organizada, agressiva, que actua com um bloco baixo e tenta tirar rendimento no contra-ataque da velocidade dos seus jogadores”.

Vítor Pereira adiantou que “estes serão os argumentos do Beira-Mar para contrariar o jogo do FC Porto”, que terá de jogar de forma concentrada, para garantir os três pontos e proporcionar mais uma alegria aos adeptos”.
Questionado sobre se já se imaginava a comemorar o título, Vítor Pereira disse que nunca foi muito de sonhar, dado que é mais agarrado à realidade, e adiantou que ainda faltam quatro jogos.


“A equipa está apenas focada no próximo adversário, que é o Beira-Mar, somar no sábado os três pontos e aproximar-se do objectivo concreto que é a conquista do título nacional”, adiantou Vítor Pereira.
O treinador descartou ainda comparações com outras situações vividas no campeonato, de perda de pontos após conquistas importantes, como aconteceu com a Académica, referindo que “todos os jogos são diferentes, bem como os momentos em que se disputam”.
“Estamos a quatro jornadas do fim e estamos na frente. Sabemos que queremos chegar ao título, mas ainda faltam quatro jogos”, defendeu Vítor Pereira, tecendo ainda críticas às tentativas de desvalorização do nível competitivo da prova.

O treinador estranhou que “em 15 dias”, ou seja, depois de o FC Porto ter ampliado a vantagem na liderança, “se tenha passado de um campeonato competitivo para um fraco e que digam que este FC Porto seja o mais fraco das últimas épocas”.
Ainda segundo o treinador, “o discurso de há duas semanas era um, seguia no sentido de um grande mérito da equipa que ganhasse o campeonato, e agora, embora ainda não esteja ganho, há uma inversão do discurso”.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Obrigado Presidente Pinto da Costa, por tantas emoções e vitórias.


Ao fim de 30 anos na presidência do FC Porto, Pinto da Costa engrossou o rol de conquistas do clube, colocando-o, sobretudo o seu futebol, num patamar de gestão desportiva tida por exemplar.

O foco da direcção do clube esteve apontado, na última das três décadas, para uma reestruturação de género empresarial, fazendo hoje sentido falar-se em “Grupo FC Porto”, tal a forma como as funcionalidades transversais se tornaram relevantes nos objectivos de todos os sectores do clube, da SAD do futebol às modalidades.

No capítulo desportivo, além de tornar o FC Porto o clube português com mais títulos, ultrapassou o recorde do espanhol Santiago Bernabéu, mítico presidente do Real Madrid, que venceu 16 campeonatos nacionais em 35 anos de regência, menos dois que os conquistados de Pinto da Costa em menos cinco anos.
Eleito pela primeira vez a 17 de Abril de 1982 e efectivamente mandatado nove dias depois, Jorge Nuno Pinto da Costa, de 74 anos, cedo começou a interessar-se pelo clube, até se tornar no seu 33.º presidente.Um foi mesmo motivo de polémicas à custa de uma edição em livro, que conta, na primeira pessoa, a versão da ex-companheira Carolina Salgado (“Eu Carolina”), e cujo conteúdo motivou uma investigação judicial por alegada falta de transparência no futebol e alegados contactos promíscuos com árbitros e outros dirigentes.

Saiu incólume dos vários processos da Justiça civil em que se viu envolvido, de 2004 a 2006, entre os quais o muito mediático “Apito Dourado”.
Hábil nas relações com os outros “grandes” e eficaz gestor no (e do) palco mediático, o actual presidente portista semeou ódios e amores durante três décadas, e comprou e vendeu “guerras”. Ganhou quase sempre.


A Pinto da Costa se deve a criação do troféu “Dragões de Ouro”, que consagra desportistas e personalidades ligadas ao FC Porto, e o empenho na implantação das Lojas Azuis e da Revista “Dragões”.
Em pleno momento de viragem no paradigma do “negócio” futebol, a 5 de Agosto de 1997, o clube torna-se o principal accionista da sociedade desportiva “FC Porto, Futebol SAD”, passo fundamental para os novos trilhos de gestão financeira e económica.
Pelo caminho, inaugurou várias “casas” do clube em Portugal e no estrangeiro, e publicou em 2005 a sua autobiografia, com prefácio de Lennart Johansson, na altura presidente da UEFA. O título, “Largos dias têm cem anos”, recorda a expressão utilizada em 1976 numa conversa entre amigos e que o lançou para o mandato mais longo da história do futebol português.

Principais conquistas do FC Porto durante os 30 anos de presidência de Pinto da Costa

Futebol
2 Taça dos Campeões Europeus/Liga dos Campeões, (1987 e 2004)
2 Liga Europa/Taça UEFA, (2003 e 2011)
1 Supertaça Europeia, (1987)
2 Taça Intercontinental, (1987 e 2004)
18 Campeonatos nacionais
12 Taça de Portugal
18 Supertaça Cândido de Oliveira
Andebol
6 Campeonatos nacionais
3 Taças de Portugal
Basquetebol
5 Campeonatos nacionais
11 Taças de Portugal
Hóquei em patins
2 Taça dos Campeões Europeus, (1986 e 1990)
2 Taça das Taças, (1982 e 1990)
20 Campeonatos nacionais
13 Taças de Portugal

Presidente Pinto da Costa, até quando haverá novos episódios para contar?


Faz hoje 30 anos que Pinto da Costa ganhou as eleições para a presidência, e o FC Porto nunca mais voltou a ser o mesmo clube. Foram três décadas de muitos sucessos, de muitos protagonistas além do protagonista principal, mas também de muitas histórias para contar. 

O JOGO foi atrás desses episódios e neste dia conta-lhe três que tiveram como atores secundários alguns dos principais ícones do clube: João Pinto, Vítor Baía e Deco. Cada um encontrou, à sua maneira, uma história que ajuda a explicar tanto sucesso, assente, inevitavelmente, na liderança de Pinto da Costa.

Mais do que as palavras, ficam os números, neste caso os 54 títulos contabilizados só no futebol sénior, sete dos quais internacionais, durante estes últimos 30 anos. Para melhor se perceber a dimensão dos feitos, refira-se que Pinto da Costa já conseguiu triplicar, nestas três décadas, o número de títulos conquistados pelo FC Porto nos 89 anos de história que o antecederem (apenas 16). 

Mais há mais: durante a era de Pinto da Costa, os dragões passaram apenas duas épocas sem conquistar um título no futebol; aconteceu em 1988/89 e, mais recentemente, em 2001/02, curiosamente na temporada que acabou por ditar a contratação de José Mourinho, que chegou para substituir Octávio Machado.
Neste jogo de conquistas e histórias, falta apenas responder a uma pergunta: até quando haverá novos episódios para contar?