Os Invencíveis Azuis e Brancos

Tradutor

terça-feira, 1 de maio de 2012

Vítor Pereira e a explicação de mais um título de campeão.


Na conquista de mais um título de campeão nacional de futebol, o nosso grande presidente Pinto da Costa, proclamou ao mundo o supremo valor de uma equipa com jogadores à porto
E que significaria exatamente essa distinção, para lá do óbvio de todos eles vestirem a camisola azul e branca com o emblema de dragão ao peito? O próprio presidente forneceu a resposta ao facto; Estes jogadores ao contrário de outros, não falham nos momentos decisivos.
Explicação mais certeira, concisa e direta, não existe. Para algumas almas aziadas e atónitas sobre a conquista de mais um campeonato pelo FC Porto, explicamos o que lhes sucedeu, tendo em conta esta afirmação de Pinto da Costa. Quando o Benfica chegou a ter 5 pontos de vantagem sobre o FC Porto, todos se entusiasmaram e com sorrisos de orelha a orelha, festejaram a conquista antecipada do campeonato, sem se darem conta de que o FC Porto tinha cedido a liderança, fruto de uma arbitragem com muita Paixão, e de um empate na casa do outro pretendente ao título que neste caso era o Sporting. Com a vantagem adquirida pelos vermelhos, onde abundavam a sobranceria, colinho dos mesmos do costume e alegria desmesurada, minguavam a convicção, o saber, a raça e a determinação, dos verdadeiros campeões. Por isso e após a conquista da vantagem por parte do FC Porto, os jogadores azuis e brancos uniram-se que nem uns Dragões, sofreram, resistiram à pressão descontrolada da comunicação social e à promoção individual de possíveis saídas e contratos milionários, e venceram o campeonato com uma força coletiva que alcançou muito mais do que a soma das partes.
Isto é que é um campeão.

Ano após ano o FC Porto, ensina a quem quiser ver com olhos de ver, como é que se fazem campeões. Para a maioria triste e ressabiada, fica sempre a dúvida do mérito por causa dos árbitros, da lua, da treta da nota artística dos ventos e das marés, pois é isso que lhes vendem até ao nojo supremo. Que continuem porfiadamente nesse caminho, é o nosso secreto e enorme desejo. Pois enquanto assim for, é sinónimo que o FC Porto, ficará sempre abrigado de surpresas difíceis e desagradáveis, e mais conquistas e alegrias poderemos festejar.
Um campeão é forjado na atitude, na organização, na estratégia, na elaboração de uma indiscutível cultura vencedora, em que o clube está e estará sempre acima do individual, e no genuíno respeito por um amplo conhecimento do que representa hoje, o complexo mundo do futebol mundial.
Como dizia o Maradona; Que la siguen….


segunda-feira, 30 de abril de 2012

Loucos por Hulk, já chegam aos 72 milhões por Hulk


Os milionários franceses estão dispostos a entrar em loucuras pelo internacional brasileiro, mas Roman Abramovich não quer deixar fugir o Incrível.
Hulk arrisca tornar-se na venda mais cara de sempre do futebol português por largos milhões de euros. O internacional brasileiro é um dos nomes que promete agitar o próximo defeso, mas o seu passe parece estar apenas ao alcance dos petrodólares. Nada que não haja em Londres ou em Paris.

O Paris Saint-Germain lidera a lista de clubes interessados no jogador do FC Porto e avançou com uma proposta de 72 milhões de euros pelo passe do brasileiro, segundo noticia o sítio francês Blogolo. Só que Roman Abramovich quer que Hulk continue a vestir de azul, por isso estará disposto a igualar a oferta.

Hulk, pelo que dizem, tem a garantia de Pinto da Costa que o FC Porto não colocará entraves à sua saída, desde que cheguem aos cofres do Dragão uma proposta milionária. Os 72 milhões de euros, dos quais os dragões receberiam cerca de 60 milhões, parecem encaixar-se dentro desses parâmetros, até porque os dragões contariam ainda com os mais que prováveis encaixes das vendas de Ronaldo e, muito possivelmente, Álvaro Pereira e Otamendi.

O internacional brasileiro estará interessado apenas, no entanto, em mudar-se para uma das principais Ligas europeias, admitindo ainda jogar em França. Abraçar os milhões do Anzhi, da Rússia, por exemplo, está fora de questão.

Enquanto uns se degladiam por Hulk, com este a ter que decidir se muda de ares seguindo para a terra do chã das cinco, ou para a do queijo e do espumante, outros procuram novas oportunidades para seguir a sua carreira de mestres.

domingo, 29 de abril de 2012

Vítor Pereira e o titulo de Campeão Nacional do FC Porto


Com Hulk e James Rodriguez a brilhar, a quem se juntam Fernando, Maicon e Lucho Gonzalez, foram os jogadores chave do plantel portista, que este domingo se sagrou campeão nacional de futebol.
Responsáveis, até ao momento, por mais de um terço dos golos dos "dragões", o brasileiro (14) e colombiano (12) disfarçaram os vários "eclipses" dos três pontas de lança que Vítor Pereira teve ao seu dispor.
Aliás, o assunto "ponta de lança" foi bem cedo uma equação constante no quotidiano dos "dragões", começando pela saída do colombiano Falcao, a poucos dias do início da época, não permitindo à SAD portista uma "reação" adequada.
Sendo também verdade que não se encontram "falcões" de área ao virar da esquina, o FC Porto arrancou com esperanças em Kléber (seis golos) e Walter (dois), acabando este por ser emprestado, em dezembro, ao Cruzeiro, "substituído" pelo austríaco Mark Janko (quatro).
Se Hulk voltou a ser, consensualmente, o jogador mais em foco, tanto pelos 14 golos como pela dinâmica que empresta ao ataque portista, já James Rodriguez teve períodos de ausência, devido ao Mundial Sub-20 e às opções de Vítor Pereira.

Porém, o jovem sul-americano foi um dos protagonistas do título, a par (e pelas mesmas razões) de Hulk, com a particularidade de ambos terem, até, marcado num dos jogos do título: no Estádio da Luz, a 02 de março, na vitória sobre o eterno rival Benfica, por 3-2.
O golo dessa vitória, apontado em posição reclamada por toda a comunicação social aziada, seria porém, marcado por um dos jogadores de quem, talvez, não se esperasse tamanho exemplo de abnegação durante a época: o defesa brasileiro Maicon. Jogou a defesa direito, numa aposta pessoal do treinador Vítor Pereira, dando à equipa mais rapidez e altura na recuperação da sua defesa, e permitindo o crescimento dos conhecimentos táticos deste jogador. No fim, mais uma bofetada de luva azul e branca de Vítor Pereira, a todos os seus detratores. Maicon cresceu, e a equipa do Fc Porto ganhou uma defesa de betão.
Muito utilizado na ala direita da defesa, por impedimentos de Danilo (só chegou em janeiro) e Sapunaru, ou meras opções técnicas, Maicon correspondeu de forma eficaz, mas acabou por ser no centro da defesa que se impôs, assinando exibições de grande qualidade, contrastando com a irregularidade de Rolando e Otamendi nesse setor.

O quarto jogador-chave do sucesso "azul e branco" foi, uma vez mais. o médio brasileiro Fernando, que até começou a temporada com a cabeça mais "fora" da equipa do que o exigido.
Mas, quando se pensava que a sua motivação seria prejudicada pelas chamadas do "mercado" durante a pré-época, o médio defensivo correspondeu de forma muito positiva e rapidamente se percebeu -- à custa de ausências por lesão -- que a equipa era bem mais forte com ele em jogo.
Outros jogadores também foram fundamentais, embora nenhum além do exigível, como Helton, João Moutinho, Sapunaru e Álvaro Pereira.
Mas, a escolher um quinto elemento, entroncando nos critérios de mais-valias para o coletivo, então também Lucho Gonzalez merece uma referência em mais uma página do sucesso dos "dragões". "El Comandante" regressou ao FC Porto, transferido do Marselha, em Janeiro e, além do seu futebol em campo, esperava-se dele o que ele cumpriu: o peso da experiência e o conhecimento da casa na gestão das emoções dos colegas, no balneário.

Aquém do esperado, admitindo várias vicissitudes por que todos passaram, estiveram Kléber, Walter, Varela, Rolando e até Janko, mas este mais pela ansiedade criada em torno da figura de um ponta-de-lança que pelo trabalho efetuado e os golos conseguidos.
Depois do Andebol, hoje o Futebol. Mais dois títulos para Pinto da Costa e para toda a nação azul e branca. Fantástico.
Parabéns a todos os adeptos que tanto almejaram e lutaram por este título, mesmo quando muitos dos adeptos azuis e brancos, embalados pelo canto da sereia da comunicação social, se atiravam ao técnico Vítor Pereira. Mais do que ninguém VP e Pinto da Costa merecem e muito este título, por tudo que passaram e sofreram nesta época competitiva. Felizmente a organização do FC Porto aprendeu e muito com o que tinha ocorrido em 2004-2005, com a saída de outro Vítor de seu nome Fernandez.
Somos campeões…nós somos campeões!

Campeões...nós somos campeões.

Campeões…Campeões…Nos somos Campeões…Somos Porto, Somos Campeões ou antes Bi Campeões…Nós somos Campeões…tanto choro no meio da alegria azul e branca.
Equipa na varanda do Estádio do Dragão, hoje às 22H 15.
Todos à festa, contra tudo e contra todos.


Ecos da ilha, na caminhada para o título do FC Porto.


Hulk…Hulk…Hulk…Hulk; Quem tem Hulk tem tudo. Esteve em todos os lances do jogo, pela direita, pela esquerda, pelo centro e até na defesa. Fabuloso jogador que a jogar assim de certeza será o último ano que poderemos desfrutar de o ver com a camisola do Porto.

Marcou nos últimos três jogos - cinco golos nas últimas três jornadas para ser mais preciso - e surge na fase decisiva do campeonato para desequilibrar os pratos da balança. É certo que bisou com duas grandes penalidades, mas a verdade é que acabou por estar envolvido em quase todos os lances de perigo do FC Porto. Acertou num defesa (12'), quase marcava a passe de Lucho (68'), antes de devolver a gentileza ao argentino (86'), que falhou escandalosamente, e ainda meteu a bola em Djalma no lance do segundo penálti.

Pinto da Costa;
Pinto da Costa não faz questão de antecipar para hoje a festa. Para o presidente do FC Porto, "não tem o mesmo sabor ser campeão no sofá. Bonito é no estádio, seja qual for. Por mim, gostava que não fosse amanhã [hoje]", surpreendeu. E, aconteça o que acontecer no Rio Ave-Benfica de hoje, o FC Porto "vai encarar o jogo com o Sporting com a mesma seriedade, embora mais à vontade, porque faltam dois pontos em dois jogos e isso torna a pressão menor".

Para os que dizem que este é um campeonato sofrido, Pinto da Costa responde com ironia. "Não sei o que é isso. Sofrido é quando dói alguma coisa, mas a mim não me dói nada. Se estão a falar em dificuldades, ainda não vi muitos jogos que alguém tivesse ganho sem dificuldades", atirou. O de ontem, contra o Marítimo, foi mais um. O Marítimo não merecia um resultado mais desfavorável"

Vítor Pereira;
A vitória do FC Porto "é justa" e o árbitro "não merece ser questionado". Vítor Pereira está seguro de que "os penáltis são penáltis" e não se lembra "de mais nenhuma situação que pudesse influenciar o resultado". Para o treinador, "o jogo foi resolvido pelos jogadores" e com "mérito". "Ganhar por 2-0 nos Barreiros não é para qualquer um; provámos a nossa qualidade e o nosso carácter", sublinha. "A equipa deu um passo importante para revalidar o título", admite, mas nem por isso vai adormecer à sombra do amplo favoritismo que agora todos lhe reconhecem. "Ainda não conquistámos o título. Queremos vencer os dois jogos que faltam e, se possível, festejar na nossa casa e comemorar com os nossos adeptos. Abordamos os jogos sempre da mesma forma, com sentido de vitória. Não vamos tirar o pé do acelerador nem nos vamos desconcentrar. Vamos estar focados no objetivo", prometeu.
Naturalmente satisfeito com o resultado, Vítor Pereira não está, nesta fase, preocupado se o FC Porto joga melhor ou pior. "Há vitórias mais sofridas e outras menos. Este é um campeonato muito competitivo", aponta, no reforço de uma ideia que há muito vem a veicular. "Importa salientar a qualidade das duas equipas. Provámos qualidade e carácter. Os meus jogadores estão de parabéns", continuou.

Quanto ao Pedro Martins, aconselho a ler o tribunal da arbitragem de um conhecido jornal, para que não perca a sua “ inteligência”, depois de tomar um cházinho de cidreira para os nervos e para a azia;http://www.ojogo.pt/28-120/artigo983212.asp