Os Invencíveis Azuis e Brancos

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quinta-feira, 10 de maio de 2012

As vitórias do FC Porto, e o ódio tapa as vistas à razão.


Melhor era impossível. Que fantástica resposta de Paulo Ferreira, às insinuações do anjo gaby, no panfleto da queimada. Na defesa da honra e da sereidade do FC Porto, o que Paulo Ferreira hoje apresentou na sua coluna de opinião, não deveriam cair em saco roto. Aqui fica na íntegra a coluna de opinião de um homem com coragem para enfrentar este modo de vida que asfixia a liberdade de um País, e principalmente de uma região tão castigada, como é a região do Porto, bem como o FC Porto como símbolo maior.

"Não odeies o teu inimigo, porque, se o fazes, és de algum modo o seu escravo". Lembrei-me desta frase do escritor argentino Jorge Luís Borges quando, há dias, li a entrevista do diretor de Comunicação do Benfica, João Gabriel, ao diário "A Bola". O fel que acompanha cada sentença de João Gabriel não é novo - e não faz jus ao anjo que leva o mesmo nome, portador de boas notícias, segundo a tradição.
João não é um anjo, nem um anjinho. É apenas umas daquelas figuras cujo ódio se deve combater com o riso, por ser esse o melhor antídoto contra a mais maliciosa verrina.
Na dita entrevista, João Gabriel repete os argumentos antes usados por Jorge Jesus e António Carraça para justificar a derrota do Benfica no campeonato: os árbitros estão "comprados", a classificação está "aldrabada", o Benfica é perseguido pelas forças obscuras que tomaram de assalto o futebol português, a contestação à estratégia benfiquista é manipulada - e por aí fora, num conjunto de afirmações que têm como alvo o F. C. Porto e o seu presidente, pois claro!
Nada disto seria relevante, porque repetitivo, não se desse o caso de João Gabriel ter decidido tocar na honorabilidade de pessoas com passado e presente incólumes, ao mesmo tempo que lança lama sobre a Justiça, tratando juízes e magistrados como meros instrumentos de uma monstruosa estratégia que, na sua cabecinha pensadora, pretende, tão-só, prejudicar o Benfica. Uma instituição prestigiada, centenária, responsável e de bem como é o Benfica não pode dar-se ao luxo de passar por esta vergonha. Acho eu.
Como pode alguém com uma tão baixa posição na escala de responsabilidades do Benfica dizer que homens como Miguel Sousa Tavares e Rui Moreira são intimidados e coartados na sua liberdade por discordarem, nos artigos que escrevem, das opções do presidente ou do treinado do F. C. Porto? Como pode o pensador Gabriel dizer que a verdadeira culpada pelo F. C. Porto ter ganho oito campeonatos nos últimos dez anos é a Justiça, por não colocar na cadeia Pinto da Costa, o malfeitor dos malfeitores que acabou com a hegemonia encarnada?
Atenção: João Gabriel podia muito bem estar a expender apenas as suas doutas opiniões. Não está. A entrevista foi concedida na qualidade de diretor de Comunicação do Benfica. O que significa que, até prova em contrário, o presidente do clube assina de cruz tudo o que João Gabriel ali disse. A instituição Benfica não merece que manchas destas se abatam sobre si.
O ódio tapa as vistas à razão. E, como lembrou Borges, transforma quem odeia em escravo do odiado. Mais do que o maior ou menor profissionalismo desta ou daquela gestão, mais do que a sorte ou o azar neste ou naquele jogo, nesta ou naquela época, talvez isso explique por que razão anda o Benfica, há tantos anos, literalmente atrás do F. C. Porto.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

FC Porto e assim também se fabrica um campeão.


Nelson Puga licenciou-se em Medicina no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar. É Mestre em Medicina Desportiva tendo feito a sua especialização profissional nesta área e tirado a especialidade em Medicina Desportiva.
Atualmente, é o Director do Departamento Médico e Médico da equipa profissional de futebol sénior do Futebol Clube do Porto tendo, desde 1986, sido médico do Departamento Médico de Atividades de Rendimento e Alta Competição do clube.
É também médico da Federação Portuguesa de Voleibol e Director do Departamento Médico desta Federação.
Nelson Puga foi Médico Oficial do Comité Olímpico Português nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, e Médico do Conselho Nacional Antidopagem, fazendo parte das equipas de controlo Anti-Doping.
Esteve presente em mais de uma centena de Colóquios e Congressos (Nacionais e Internacionais), tendo sido orador em mais de 60.
Nelson Puga é membro da Sociedade Portuguesa de Medicina Desportiva e da Associação dos Médicos de Futebol.
Currículo Desportivo
Nelson Puga praticou Voleibol durante 20 anos. Iniciou a sua prática no CDUP, tendo passado pelo F. C. Porto e pelo Leixões S. C., até ter terminado a sua carreira desportiva na A. A. S. Mamede. Durante o período em que esteve ligado à modalidade, ganhou 8 Campeonatos de Portugal e venceu 3 Taças de Portugal.
Foi também capitão da Seleção Nacional em mais de 100 jogos, onde obteve 148 Internacionalizações pela equipa principal. Desde 1980 a 1992 foi o único atleta a fazer todos os jogos da Seleção Nacional, tendo sido homenageado pela Federação Portuguesa de Voleibol e pela Associação de Voleibol do Porto, por ter sido o primeiro atleta português a atingir as 100 internacionalizações.

Aqui fica o curriculum de um extraordinário colaborador do nosso clube o FC Porto, e um dos responsáveis pela obtenção deste bicampeonato de futebol.

Para quem não viu o programa desta noite no Porto Canal, em que o médico Nelson Puga, foi o convidado principal, não sabe o que perdeu em termos de conhecimento de alguns importantíssimos pormenores e segredos, ajudam o FC Porto a transformar-se também por essa via, num clube da elite do futebol mundial.
A mudança estratégica operada na filosofia seguida pelo departamento médico do FC Porto, que deixou de assim se chamar e passou a ser dominado de gabinete de saúde, com o abandono da capacidade de tratamento por reação às ocorrências das lesões, para uma mais competitiva e proactiva antecipando cenários de possíveis lesões e impedimentos, para que os jogadores estejam sempre no seu máximo vigor físico e prontos para entrar em competição. São estes também, alguns dos pormenores em que se baseiam a construção de campeões como o FC Porto. A confidencia de partilhar cenários e ocorrências com os clubes da elite do futebol, principalmente os que mais participam na Liga dos Campeões, para mais rapidamente e melhor se delinearem estratégias de tratamento das lesões dos jogadores, permitem estar sempre no topo da inovação.
Fantástica a partilha do sucesso alcançado com a conquista do campeonato, bem como com a disponibilidade de todos os jogadores numa altura crucial da época, com todos os elementos do corpo clínico do FC Porto. Ficamos também a saber sobre a primordial importância das ações do psicólogo antes durante e depois dos tratamentos das lesões dos jogadores, do FC Porto.
A terminar, uma história deliciosa, sobre muitas que constam do seu reportório mas que por falta de tempo ou por confidencialidade o Dr. Puga não pode divulgar com exceção de uma que definem claramente que é o sócio 3600 do FC Porto, que por acaso é o médico da equipa de futebol do FC Porto.
“Estava a nossa equipa a vencer por um a zero no estádio em que ultimamente mais temos festejado a obtenção de títulos nestas ultimas épocas e com o FC Porto a massacrar o adversário, sou chamado a entrar no campo para prestar assistência a um dos nosso jogadores. Estava eu a prestar assistência ao nosso jogador na presença do árbitro do desafio, quando um dos jogadores adversário se aproximou, e em tom ameaçador afirmou; Vamos lá a despachar!!!. Olhei para ele e respondi; Porquê, estás com pressa de sofrer o 2ª golo? O árbitro riu-se, o tipo ficou embasbacado e retirou-se do local.”
Grande portista, grande amor e grande paixão. Terminou afirmando; Ser Porto, é estar disposto a morrer ( em sentido figurado ) por este emblema e por este clube.

sábado, 5 de maio de 2012

Hulk mais uma vez o herói do jogo do FC Porto


Hulk foi o herói do jogo, ao marcar os dois golos dos campeões nacionais, aos 82' e 89´. O primeiro surgiu de uma grande penalidade a castigar falta de Polga sobre James - o brasileiro foi expulso e o segundo golo de Hulk apareceu no seguimento de uma arrancada do portista do meio campo - o Sporting já não tinha centrais, uma vez que Onyewu também já tinha sido expulso e os leões estavam por isso reduzidos a nove jogadores.

O jogo foi bastante táctico, com o Sporting a estar mais perto de inaugurar o marcador, num grande remate de Polga ao poste aos 49'. Mas a expulsão de Onyewu por duplo amarelo (primeiro amarelo num lance sobre Moutinho quando este se arrancava para o contra-ataque) acabou por precipitar o final dos leões. Depois, apareceu Hulk, esse fenómeno de jogador, capaz de errar o mais fácil, e ao mesmo tempo fazer jogadas do mais fino recorte de virtuosismo técnico de levantar um estádio em peso, como foi a arrancada para a jogada do 2º golo, para resolver e fazer o FC Porto terminar em beleza a campanha no Estádio do Dragão. 

Jogo fantástico pleno de emoção, que até deu para Fernando festejar a sua própria expulsão, em completa euforia em sintonia com os adeptos portistas felizes.

Um fecho do ano no Dragão em grande festa, com muita cor, muita felicidade, e muita emoção e alegria, ficando para a história, mais um lance de génio desse portentoso jogador de seu nome Hulk. Para ele, o nosso obrigado por todas as emoções e momentos fantásticos com que nos brindou nestes jogos todos que envergou a camisola azul e branca do FC Porto.


quinta-feira, 3 de maio de 2012

A alegria azul e branca do FC Porto, no exagero de alguns,


Quando já pensávamos que nada mais nos poderia surpreender nesta quinta à beira mar plantado, olhando para as noticias de hoje no que toca ao desporto, e mais concretamente ao futebol em que intervenha o nome do FC Porto, deparam-nos com estas belas pérolas;
O Conselho de Justiça (CJ) de Federação Portuguesa de Futebol (FPF) anulou o castigo ao diretor-geral da SAD do FC Porto, Antero Henrique, referente a incidentes num jogo com a U. Leiria, anunciou esta quinta-feira o organismo.
O diretor desportivo da U. Leiria, Rodolfo Vaz, também foi castigado por um mês, na sequência do sucedido entre os dois no final do jogo da 18.ª jornada, que o FC Porto venceu (4-0).
Rodolfo Vaz disse, após o encontro, que estava a falar com o árbitro do encontro sobre a expulsão do argentino Shaffer e que Antero Henrique se terá dirigido a ele, "completamente alterado, aos gritos", tendo, confirmado que assinou a ficha de jogo no balneário, por não sentir "condições de segurança".
Primeiro e desde que esteja o nome do FC Porto em jogo, e com uma rapidez que invejaria o pistoleiro mais rápido do velho oeste, condena-se e suspende-se, mesmo que os factos não sejam tão gravosos como ultimamente as constantes anulações dos castigos impostos o tem demonstrado. Bem mas adiante.

António Carraça, director geral do futebol do Benfica, teceu algumas críticas à arbitragem, esta quinta-feira, questionando mesmo as nomeações que são feitas para os jogos das águias.
“Podemos não ganhar, como foi este ano, mas no fim vamos analisar o que não fizemos bem. Enquanto aqui estiver não vamos querer ganhar a qualquer preço. Quero ganhar de forma limpa e honesta, pois só assim a vitória tem sabor”, finalizou.
Como? "Ganhar de forma honesta e limpa?" Mais um a lançar insinuações e desculpas de mau pagador, como se o campeonato fosse discutido num só jogo, e não como uma prova de regularidades durante 32 jornadas. Será que este senhor não viu por exemplo o jogo de Barcelos, em que esteve em campo um certo tipo de paixão assolapada por um apito, num jogo em que esteve envolvido o FC Porto. Ou até nem esteve presente em S. Maria da Feira, num célebre Feirense-Mais melhor do mundo? Pois nada de estranho.
O que mais nos espanta, é que esta gente que vive do futebol, é a primeira a colocar a suspeição, a confusão, o demérito e o descrédito, no desporto pelo qual obtém o seu chorudo ganha pão. Será pura distracção, ou mais do que isso?

No entanto, o dirigente das águias aceita a contestação por partes dos adeptos: “Temos a noção de que a contestação é legítima. O futebol é cada vez mais um fenómeno emocional. Não compreendemos é atitudes de excesso e de exagero que possam colocar em causa toda a honra e dignidade do grupo de trabalho e, fundamentalmente, do presidente”.
Então tanta protecção ao treinador, e acaba por afirmar que o importante é proteger o presidente? Em que ficamos?

“Este sábado a festa é no Dragão! Vamos todos celebrar a conquista deste título no jogo frente ao Sporting”
Isto sim é que é futebol, e o apelo de James Rodriguez é um excelente exemplo desse feito
Festa, alegria, emoção e muita celebração dos adeptos do FC Porto, que de tristes e de tristezas está o mundo cheio. Acima de tudo que seja uma enorme festa de comemoração da conquista de mais um campeonato tão arduamente conquistado, e que Hulk seja amplamente agraciado por todos os adeptos azuis e brancos, pois poderá ser mesmo a última vez que o veremos equipado de azul e branco a jogar no nosso belo Dragão.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

A grande vitória do campeonato dos Reis dos túneis.


Os futebolistas do FC Porto Hulk, Helton, Sapunaru, Cristian Rodríguez e Fucile vão ser julgados pelas agressões a dois seguranças privados, a 20 de Dezembro de 2009, no túnel de acesso aos balneários do Estádio da Luz.
A magistrada determinou que Hulk, Helton, Christian Rodriguez e Fucile vão a julgamento pelo crime de ofensa à integridade física na forma simples, enquanto o romeno Sapunaru será julgado pela prática de dois crimes idênticos.
A defesa dos dois "stewards", Sandro Correia e Ricardo Silva, requereu a alteração da qualificação das agressões para forma qualificada, mas o tribunal entendeu manter a acusação do Ministério Público de ofensas à integridade física perpetradas na forma simples.
Significa que se mantém a moldura penal de pena de prisão até três anos, quando a alteração da qualificação elevaria a punição até cinco anos.
O advogado dos seguranças, Soares da Viega, considerou que "estavam preenchidos" os requisitos para que os futebolistas fossem julgados por ofensas à integridade física na forma qualificada e admitiu a possibilidade de a requerer "no recurso do julgamento", que será marcado em breve.
"A alteração da qualificação é uma questão técnica. Consideramos que estavam preenchidos as exigências para a alteração. Aliás, o tribunal reconheceu, mas fez ponderação, entendendo que existiram circunstâncias que contrabalançaram e, por isso, não havia especial censurabilidade", disse o causídico.
Cláudia Pina fundamentou a decisão, acentuando que as imagens nos recintos desportivos "são de recolha obrigatória"
Por isso, entendeu a magistrada que "não constitui prova ilícita" nem "proibida".
Na leitura da decisão instrutória, a juíza comunicou o arquivamento do processo de alegadas injúrias de Sandro Correia aos jogadores do FC Porto, cuja abertura da instrução tinha sido requerida pelos arguidos.
Ora aqui está a grande vitória daqueles que gostam de fazer as coisas por outros lados, menos dentro das quatro linhas. Tudo o que era comunicação social e adeptos do mais melhor do mundo, festejou esta notícia como se de uma grande conquista de mais um campeonato, se tivesse tratado.
No meio disto tudo, achei imensa piada que se proceda ao arquivamento do motivo, pelo qual tudo se desencadeou, mas de seguida não se aceite a pretensão do defensor dos agentes desportivos para alterar a acusação para forma qualificada. Em que ficamos? Deve ser mais um diferendo tipo carta na manga, para se jogar durante o julgamento. Por isso a grande satisfação do acusador com a afirmação; “A alteração da qualificação, é uma questão técnica.” Mais um processo de grande foguetório e festejos iniciais como de costume, mas com um final igual ao da conquista do campeonato deste ano, por parte do FC Porto. Com calma, muita concentração, muita coesão e muito suor em campo, a vitória não escapa.
Não passa de uma tentativa de estragarem a festa da conquista do campeonato por parte do FC Porto, por isso o adiamento para esta data tão propícia a esse feito.
Já agora, anexo uma noticia que passou no DN de ontem e que poucos ou nenhuns se lembraram de publicitar. Como diria um grande comunicador do nosso tempo; E esta hein?