Os Invencíveis Azuis e Brancos

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quinta-feira, 24 de maio de 2012

O FC Porto e o campeonato perdido.


Uma equipa que quer ser campeã, perde a bola 4 vezes nos últimos 4 minutos? 3 passes errados e para as mãos do Benfica, e um por perda de tempo, já que não lançaram a bola ao cesto? A dois minutos do fim, o FC Porto consegue encostar e ficar a 1 do Benfica, e nas duas jogadas seguintes, o FC Porto não ganha o ressalto das tabelas e a equipa de arbitragem marca 2 lances livres para o Benfica, que converte um. No reatamento o Porto perde novamente a bola e no ataque do Benfica, novamente a equipa de arbitragem a marcar falta a um jogador do Porto, por disputa de bola? Mais dois lanceis livres e dois pontos para o Benfica que conseguiu colocar novamente a distância no marcador a 4 pontos do Porto, com 1 minuto para jogar. É demasiado para quem quer ser campeão, e se quer colocar a coberto das malandrices daqueles tipos janotas que se equipam de cinzento. Vocês aperceberam-se que nos últimos 3 minutos de jogo, o Benfica teve 3 de lances livres e o Porto 1?

Depois de ver isto tudo, percebi por que pomposamente o Presidente da Federação de Basquetebol afirmou aos sete ventos durante a tarde de ontem, que não estaria presente no Dragão Caixa. Então é o último jogo e a entrega do título, e sua majestade não se digna estar presente? Que raio de presidente da federação da modalidade é esta personagem?

Quanto ao desafio, e por aselhice dos jogadores do FC Porto que poderiam ter feito da raça de Dragão uma mais-valia, para nos segundos finais empatar a partida, o clube do apagão, lá conseguiu o ambicionado título. Nos instantes finais, os jogadores do FC Porto portaram-se que nem cordeirinhos para a degola, perdendo tempo na reposição da bola, não saindo para o contra ataque rápido que lhes poderia ter dado vantagem, e a passo lá seguiram para o cesto adversário, lançado a bola já depois do apito final do árbitro. Falta de motivação?

No final do jogo e antes do exercício policial, virei-me para o meu filho e exclamei; Até parece que isto estava tudo feito. O esfíngico presidente da FPB qual vidente, já saberia que o seu Benfica seria campeão, e não quis ser confundido com os apoiantes que se encontravam na bancada e levar umas bastonadas da guarda pretoriana, e não compareceu no local. Os jogadores do FC Porto para não lhe ficar atrás, de tudo fizeram para perder um jogo, que foi do mais fácil de vencer até à data. Mas que porra é esta?

Bom…para que ninguém no futuro fale da palhaçada do jogo, o melhor é mesmo montar um circo no final para entreter o pagote. Vai dai, o treinador do Benfica vira-se para trás e provoca os adeptos do FC Porto refugiando-se no meio do campo para junto do roupeiro do Benfica, que se entretinha a atirar camisolas do clube do apagão, para as bancadas, em gestos provocatórios. Foi o rastilho para os valentões de bastão em punho, descerem pelas bancadas batendo em tudo que se mexia, e que nada tinham feito. Estava assim criado o mote para a chinfrineira de rádios e tv´s que tal tido tal feito, hoje se entretiveram a massacrar o povo, desviando as atenções de assuntos mais sérios e graves, como sejam o elevado desemprego que grassa a olhos vistos e não se lhe vê o fim. E ainda dizem que isto não é uma ditadura democrática? Pois sim.

Quanto ao treinador do Benfica; De lamentar mais uma vez, a sua postura quer no final, quer durante o desafio com os constantes gritos e gestos, completamente fora do normal comportamento de alguém, que tenha o mínimo de estatura cívica, para representar um clube que se quer campeão. No fundo está na linhagem de outros, em que a bola apesar de só se poder jogar com os pés, por vezes também se joga com as mãos, quando é do interesse, dos “mais melhores do mundo”.

Em resumo; Uma equipa do FC Porto mediana quase para o fraquinho, num jogo tão dolente pois até o resultado do score final do jogo assim o demonstra. Contudo se o FC Porto tem acordado mais cedo no 3º período poderia ter vencido o jogo e o campeonato contra uma superequipa recheada de melhores valores individuais e com um investimento que daria para 2 equipas deste atual FC Porto.

Moncho; Mais uma vez a demonstrar que é um personagem e um treinador muito acima da mediania de um campeonato que alguns nos querem fazer acreditar que é disputado por grandes profissionais. Quando se tem um base a jogar manco (lesionado) os últimos 5 minutos de jogo, porque o outro com os dois pés bons não vale um charuto, e mesmo assim, obriga o adversário a suar e a sofrer para levar de vencida a sua equipa, está tudo dito sobre a grande qualidade do treinador mencionado. Parabéns para ele, e muitos parabéns aos adeptos do FC Porto, que mais uma vez demonstraram serem a verdadeira alma do Dragão.

Off record; Lamentável a notícia de hoje do telejornal da RTP sobre os acontecimentos do Dragão Caixa. Cortam com as imagens da realidade, e constroem a propaganda de maneira a encaixar-se nos interesses da mensagem do jornalista. Mais uma vez, prestam um excelente serviço de desinformação, quando deveriam ser isentos e esclarecedores. E não existe uma alma caridosa neste país, que coloque um travão na incompetência que alegremente continua a levar esta empresa, para o buracão de prejuízos financeiros monstruosos sem fim?

terça-feira, 22 de maio de 2012

FC Porto e as vozes de burro que não chegam à Uefa.


O FC Porto começou a luta pela liderança do campeonato de 2012-2013, ao melhor estilo, com Pinto da Costa a marcar a cadência, procurando também com essa estratégia, ter uma palavra a dizer nas eleições do seu concorrente direto.Assim e numa empolgante receção em Espinho na comemoração do 12º aniversário da casa do FC Porto, Pinto da Costa referiu o seguinte;Vítor, sei desde a primeira hora como foi difícil esta época, sei o que foi pegar num conjunto de jogadores que tinham ganho tudo e que pensavam que eram os melhores do mundo. Não são, embora sejam muito bons. Houve constantemente noticias a tentar destabilizar. Ainda ontem li os títulos de dois jornais e um punha o Manuel Fernandes no FC Porto, e o outro vendeu-nos o Miguel Lopes. Dinheiro e propostas ainda não os vi. Sabemos o que querem e que queriam que nós fizéssemos, mas não fazemos porque quando escolhemos é com critério rigor e cuidado. E quando assinamos contratos não são para rasgar mas para renovar. É o que temos feito e continuaremos a fazer. Será que nesta última afirmação de Pinto da Costa, podemos ver o levantar do véu sobre a renovação de Vítor Pereira, estendendo a sua continuação no Dragão para lá de 2013?
Sendo ainda mais caustico e incisivo no ataque aos “mais melhores do mundo”, “Foi uma época difícil e quem não fosse ao futebol nem visse televisão ficaria confundido ao ver o FC Porto campeão, com seis pontos de vantagem. Tivemos um campeonato que até meia dúzia de jornadas do final foi extremamente competitivo, com três que podiam ganhar. Não se via melhor na europa. Mas depois, o FC Porto foi a Luz, e desta vez não foi preciso apagá-la mas apenas vencer, e o campeonato deixou de ser fantástico. Era de segunda categoria com jogadores fracos, treinadores medíocres. E quem lesse alguns jornais a falar das nossas exibições ficaria apreensivo se não iriamos descer de divisão. Este era o melhor Benfica dos últimos 28 anos com a nota artística mais elevada. Pensávamos que já não valia a pena jogar. Mas valeu a pena chegar ao final e vencendo poder gritar-lhes sois muito ridículos.E continuando com os mimos aos adversários, disparou “ele até já me tinha dito que se ia embora e eu já andava a procura de treinador, já tinha ido ao presépio escolher o treinador…”
Em 30 anos o FC Porto venceu 308 títulos…No desenrolar dos vários discursos, Pinto da Costa foi ainda a tempo de enaltecer a colaboração e ajuda da sua equipa, na conquista de mais vitórias para o FC Porto, ao referir que “no FC Porto ninguém ganha nada sozinho. Se não tivesse a colaboração da minha administração, da direção e do departamento de Futebol nas pessoas de Reinaldo Teles e do Antero Henriques, garanto-vos que não teríamos tantas vitórias.Num fantástico dia de festa, e mostrando que gosta de ter a bola e jogar ao ataque como o nosso Hulk o faz no campo, Pinto da Costa continuou célere a marcar golos em todas as balizas dos seus diversos adversários, desde a Câmara do Porto, passando pela arbitragem, aos rivais de vermelho que gostam de apagar as luzes.Sobre Rui Rio, afirmou que este não estaria no passo certo, já que em comparação com outros seus colegas, como por exemplo o Presidente da Câmara de Coimbra que esperou até à uma da manhã, para receber a equipa da cidade que tão brilhantemente tinha conquistado a Taça de Portugal, têm votado ao esquecimento a equipa do FC Porto.Sobre o tema da arbitragem e das várias entrevistas de primeira página dos derrotados e “chorinhas”, seguiu nova alfinetada, qual remate portentoso de Hulk, frente ao Donetsk no Dragão; Vemos programas televisivos e entrevistas estratégicas a culpar os árbitros. O Pedro Proença foi constantemente castigado e quem não visse futebol, pensava que era o pior árbitro da Europa, mas depois a Uefa, quando tem que escolher o melhor para a final da liga dos Campeões, elege o que foi zurzido a toda a hora. Só chego a uma conclusão; Vozes de burro não chegam à Uefa.
Off da record 1; Até me admira que os coitadinhos, ainda não tenham pegado com a cor da gravata que Proença ostentava, quando aterrou na capital do império falido. Deve ter passado.Off da record 2; Adrien causa mal-estar!!! A forma como celebrou a conquista da taça desagradaram a dirigentes e adeptos leoninos. Retorno do médio já foi melhor encarado...Os amigos da verdade desportiva se calhar estavam à espera que Adrien não jogasse ou quem sabe pudesse marcar um golo na própria baliza, como um tipo chamado Manaca o fez em Guimarães. Estão tão mal habituadinhos, coitadinhos...
Aqui que ninguém nos ouve; Adrien seria uma excelente aquisição para o FC Porto 2012-2013.

domingo, 20 de maio de 2012

FC Porto bate Benfica e vai há «negra».


Quarta feira, todos ao Dragão Caixa, pois não podemos perder esta estrondosa oportunidade de ajudar o FC Porto a vencer novamente o título nacional de basquete.

O FC Porto venceu neste domingo o Benfica, na Luz, por 65-74 e levou a decisão do campeonato de basquetebol para a Invicta. A final ficou igualada 2-2 e na próxima quarta-feira, dia 23, decide-se o campeão, a «negra», que disputa no Porto.

A exemplo do que tinha sucedido na véspera, também este jogo começou com o FC Porto a marcar um lançamento curto (Stempin) e, para desespero de todos os presentes, com as duas equipas a revelarem uma dificuldade tremenda para somar pontos.

Apesar dos encarnados terem fechado o período inicial na frente (14-12), convém realçar que o fizeram concretizando somente dois “tiros” de campo! Estranho, igualmente, foi ver Stempin cometer três faltas consecutivas quando ainda nenhum outro elemento de ambas as formações tinha feito uma só! Como consequência... saiu após 3.19 minutos e limitou-se a assistir do banco dos suplentes ao resto da primeira parte.

FC Porto terá que ser novamente agressivo a defender, mas a resguardar-se das faltas fáceis, e ter muito cuidado com as atitudes iguais às que Stempin, hoje teve fruto do nervosismo de saber que não podia perder. Muita cabeça fria e um controlo emocional rigoroso, para que Stempim possa dar o máximo contributo ao jogo da equipa do FC Porto, na próxima quarta feira e não se exclua tão cedo do jogo, como hoje aconteceu.

Quarta-feira, com arranque aprazado para as 21 horas, no Dragão Caixa, tudo se decidirá. 

Quem ganhar... será campeão. O FC Porto precisa assim de fazer algo que ainda não conseguiu esta temporada que é ganhar no Dragão Caixa, ao Benfica, em jogos do campeonato. Esta é a última oportunidade para o fazer, e acreditamos que o vai conseguir com mestria e categoria, com ajuda massiva dos seus adeptos.


Bolas fora; Com a vitória de hoje da Académica frente ao Sporting, Pedro Emanuel é o terceiro ex adjunto de Villas-Boas a vencer um troféu esta época, assim com  Roberto di Matteo ontem com a Champions, e Vítor Pereira com o campeonato português. Transcendente.
http://portodragoinfire.blogspot.pt/2012/05/chelsea-termina-longa-espera-pela.html

sábado, 19 de maio de 2012

Chelsea termina longa espera pela glória da Champions


O Chelsea sagrou-se pela primeira vez campeão europeu de clubes, ao vencer a final da UEFA Champions League realizada em Munique, após derrotar o FC Bayern München no desempate por pontapés da marca de grande penalidade, com Didier Drogba a decidir o jogo para os londrinos, já depois de o ter empatado no final do tempo regulamentar.
Se do lado do Bayern não havia grandes dúvidas sobre a equipa que alinharia de início, já no Chelsea, face às suspensões do capitão John Terry e do sérvio Branislav Ivanović, mas também de Ramires e Raul Meireles, o treinador Roberto di Matteo teve que improvisar, fazendo com que Ryan Bertrand se tornasse no primeiro jogador a estrear-se na UEFA Champions League na final da competição.
O Bayern, como lhe competia, uma vez alinhar perante o seu público, entrou forte e aos 12 minutos, Mario Gomez desperdiçou a primeira de três oportunidades de golo de que beneficiou no primeiro tempo, ganhando nas alturas a David Luiz mas cabeceando muito por cima. Seguiu-se, nove minutos depois, a ocasião mais perigosa do Bayern no primeiro tempo, com Arjen Robben a ganhar espaço na área e a rematar para uma defesa pouco ortodoxa de Petr Čech, que acabou por desviar a bola para o poste.
Até ao intervalo, Müller ficou muito perto do golo, mas o remate à meia-volta saiu ao lado e Gomez, após ganhar espaço a Gary Cahill, também rematou torto. Antes, aos 37 minutos, Salomou Kalou fez o primeiro remate do Chelsea, obrigando Manuel Neuer a defesa apertada.
Após o reatamento, Robben e Ribéry tentaram remates em posição frontal, mas ora saíram ao lado ora embatiam em defesas contrários. Os londrinos somente aos 73 minutos voltaram a acercar-se com perigo da área do Bayern, com Drogba a rematar à meia-volta para defesa de Neuer.
Seguiram três ocasiões de golo de Müller e, depois de um remate ao lado e de um cabeceamento à figura, o internacional alemão chegou mesmo ao golo. Aos 83 minutos, Kroos cruzou da esquerda e Müller surgiu sozinho no lado oposto a cabecear ao poste mais próximo, fazendo a bola passar entre a cabeça de Čech e a trave.
Contudo, o Chelsea, no único canto de que beneficiou em todo o encontro, empatou a dois minutos do final do tempo regulamentar. Mata levantou para a área e Drogba antecipou-se nas alturas, cabeceando para o fundo das redes e levando o jogo, contra todas as expectativas, para o prolongamento.
Logo aos quatro minutos, o Bayern podia ter decidido a final, ao beneficiar de uma grande penalidade a punir derrube de Drogba a Ribéry, que acabou por sair lesionado do lance e dado o lugar a Ivica Olić. Contudo, Robben rematou forte, mas denunciado, permitindo a defesa a Čech.
No desempate por grandes penalidades, o capitão do Bayern, Philipp Lahm colocou os bávaros em vantagem, mais acentuada após Neuer ter defendido a tentativa de Mata. Contudo, Olić permitiu a defesa de Čech e o experiente Ashley Cole não vacilou quando chegou a sua vez. Na última série, Schweinsteiger acertou no poste, pelo que a decisão ficou nos pés de Drogba. O marfinense, que fora expulso na final de 2008, em Moscovo, frente ao Manchester United FC, que os "Blues" perderam também da marca dos 11 metros, reescreveu a história, enganando Neuer com um remate colocado e levou a taça para Londres.
Parabéns aos jogadores portugueses, por esta estrondosa conquista, principalmente aos antigos jogadores do FC Porto, como sejam; Hilário, Bosingwa, Raul Meireles, e Paulo Ferreira.

Para relembrar a vitória do FC Porto frente ao Bayern Munique, siga este link, com o momento mágico de Madjer;


Já agora parabéns pela excelente imagem que Pedro Proença e restante equipa deram da arbitragem portuguesa, demonstrando com categoria, que aqueles que o acusam de ser um mau árbitro, na verdade demonstram uma grande azia e mau perder. Que grande chapada de luva branca, deu hoje um dos árbitros mais visados pelas constantes primeiras paginas de um famoso jornal desportivo português.




sexta-feira, 18 de maio de 2012

O país em que um clube ganhou quase tudo nos últimos 30 anos.


Este é o país de um povo que diz adorar futebol, mas que só gosta do jogo quando a sua equipa vence. Este é o país em que a maioria dos adeptos só apoia a sua equipa quando ela não precisa, e que assobia quando ela mais necessita.
Este é o país em que um clube foi despromovido por um parente do seu presidente ter coagido os árbitros e que depois de sucessivas vitórias em tribunais, continua à espera que lhes façam justiça.
Este é o pais onde há um clube que é reverenciado pela crítica e que mesmo quando não vence, consegue a nota artística máxima. 
Este é o pais onde se clama pela verdade desportiva mas em que há jogadores que são comprados em vésperas de disputarem um jogo contra os seus futuros patrões.
Este é o país que tem um árbitro que foi seleccionado para o maior jogo europeu do ano, mas que é perseguido por o seu assistente não ter vislumbrado um fora de jogo de milímetros. 
Este é um país onde um treinador pode dizer com toda a impunidade que esse árbitro prejudicou a sua equipa de propósito. Este é o país onde há três jornais diários desportivos e dezenas de programas semanais de rádio e de televisão, onde os jornalistas e os comentadores se entretêm a dizer mal de um jogo e de uma industria que é a sua única razão de ser e o seu ganha-pão.

Este é um país onde há um outro clube que, em trinta anos, ganhou quase tudo a nível nacional e venceu na Europa e no Mundo, mas que é sempre olhado com despeito e desrespeito.

Alguns trechos da fantástica coluna de opinião de Rui Moreira, publicada hoje no jornal da travessa da queimada, e na qual nos revemos por completo. Para ele os nossos sinceros parabéns por tanta frontalidade e lucidez, dignas de um verdadeiro Dragão.

Haja coragem para de uma vez por todas se conseguir dizer a verdade doa a quem doer, para que se efectue a limpeza de balneário desta torpe gente maldizente e invejosa, para que se respire um novo clima de esperança sadia e onde os campeões sejam devidamente reconhecidos e apreciados, pelo esforço, dedicação e trabalho realizado.