Os Invencíveis Azuis e Brancos: Chelsea

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sábado, 19 de maio de 2012

Chelsea termina longa espera pela glória da Champions


O Chelsea sagrou-se pela primeira vez campeão europeu de clubes, ao vencer a final da UEFA Champions League realizada em Munique, após derrotar o FC Bayern München no desempate por pontapés da marca de grande penalidade, com Didier Drogba a decidir o jogo para os londrinos, já depois de o ter empatado no final do tempo regulamentar.
Se do lado do Bayern não havia grandes dúvidas sobre a equipa que alinharia de início, já no Chelsea, face às suspensões do capitão John Terry e do sérvio Branislav Ivanović, mas também de Ramires e Raul Meireles, o treinador Roberto di Matteo teve que improvisar, fazendo com que Ryan Bertrand se tornasse no primeiro jogador a estrear-se na UEFA Champions League na final da competição.
O Bayern, como lhe competia, uma vez alinhar perante o seu público, entrou forte e aos 12 minutos, Mario Gomez desperdiçou a primeira de três oportunidades de golo de que beneficiou no primeiro tempo, ganhando nas alturas a David Luiz mas cabeceando muito por cima. Seguiu-se, nove minutos depois, a ocasião mais perigosa do Bayern no primeiro tempo, com Arjen Robben a ganhar espaço na área e a rematar para uma defesa pouco ortodoxa de Petr Čech, que acabou por desviar a bola para o poste.
Até ao intervalo, Müller ficou muito perto do golo, mas o remate à meia-volta saiu ao lado e Gomez, após ganhar espaço a Gary Cahill, também rematou torto. Antes, aos 37 minutos, Salomou Kalou fez o primeiro remate do Chelsea, obrigando Manuel Neuer a defesa apertada.
Após o reatamento, Robben e Ribéry tentaram remates em posição frontal, mas ora saíram ao lado ora embatiam em defesas contrários. Os londrinos somente aos 73 minutos voltaram a acercar-se com perigo da área do Bayern, com Drogba a rematar à meia-volta para defesa de Neuer.
Seguiram três ocasiões de golo de Müller e, depois de um remate ao lado e de um cabeceamento à figura, o internacional alemão chegou mesmo ao golo. Aos 83 minutos, Kroos cruzou da esquerda e Müller surgiu sozinho no lado oposto a cabecear ao poste mais próximo, fazendo a bola passar entre a cabeça de Čech e a trave.
Contudo, o Chelsea, no único canto de que beneficiou em todo o encontro, empatou a dois minutos do final do tempo regulamentar. Mata levantou para a área e Drogba antecipou-se nas alturas, cabeceando para o fundo das redes e levando o jogo, contra todas as expectativas, para o prolongamento.
Logo aos quatro minutos, o Bayern podia ter decidido a final, ao beneficiar de uma grande penalidade a punir derrube de Drogba a Ribéry, que acabou por sair lesionado do lance e dado o lugar a Ivica Olić. Contudo, Robben rematou forte, mas denunciado, permitindo a defesa a Čech.
No desempate por grandes penalidades, o capitão do Bayern, Philipp Lahm colocou os bávaros em vantagem, mais acentuada após Neuer ter defendido a tentativa de Mata. Contudo, Olić permitiu a defesa de Čech e o experiente Ashley Cole não vacilou quando chegou a sua vez. Na última série, Schweinsteiger acertou no poste, pelo que a decisão ficou nos pés de Drogba. O marfinense, que fora expulso na final de 2008, em Moscovo, frente ao Manchester United FC, que os "Blues" perderam também da marca dos 11 metros, reescreveu a história, enganando Neuer com um remate colocado e levou a taça para Londres.
Parabéns aos jogadores portugueses, por esta estrondosa conquista, principalmente aos antigos jogadores do FC Porto, como sejam; Hilário, Bosingwa, Raul Meireles, e Paulo Ferreira.

Para relembrar a vitória do FC Porto frente ao Bayern Munique, siga este link, com o momento mágico de Madjer;


Já agora parabéns pela excelente imagem que Pedro Proença e restante equipa deram da arbitragem portuguesa, demonstrando com categoria, que aqueles que o acusam de ser um mau árbitro, na verdade demonstram uma grande azia e mau perder. Que grande chapada de luva branca, deu hoje um dos árbitros mais visados pelas constantes primeiras paginas de um famoso jornal desportivo português.




terça-feira, 24 de abril de 2012

Chelsea a paixão, orgulho, e o desejo de chegar à final da Liga dos Campeões.


FC Barcelona 2-2 Chelsea FC.
Pormenores de uma derrota do Barcelona, em que poucos acreditariam ser possível nesta Liga dos Campeões, e muito menos frente a equipa do Chelsea.
Comentários soltos;

Uma segunda parte inesquecível, que pôs a nu a quebra de forma que o Barcelona vem mostrando nas últimas semanas e que premeia o espírito de sacrifício do Chelsea, decisivo na eliminatória.

Os visitantes cerraram fileiras e, com uma exibição muito solidária, apostaram em fazer fugas rápidas para o contra-ataque, conseguindo assim dois golos que entram para a história, cada um no final de uma parte.

Fernando Torres, avançado do Chelsea: “O futebol é assim; a melhor equipa, ou a equipa favorita, nem sempre ganha. Temos muito respeito pelo Barcelona, porque é a melhor equipa do mundo. Não tentámos superá-los no jogo deles, porque sabíamos que isso não ia correr bem”.

Em média, a posse de bola do Chelsea frente aos catalães, nas duas mãos, foi de 18,3 %. É a média mais baixa de qualquer equipa na UEFA Champions League nesta temporada – a segunda mais baixa é do FC Viktoria Plzeň, de 23%, também frente ao Barcelona.

66 ataques contra 14. Mas os jogadores do Barça saberão que peecisavam de ter feito mais para bater a compacta defensiva dos "blues"

Um pormenor curioso do jogo desta noite: Xavi Hernández, sozinho, tem mais passes completos do que toda a equipa do Chelsea - 169 contra 145.

Isaac Cuenca, avançado do Barcelona: “Lutámos até ao fim. Lamento muito, pelos nossos adeptos. Voltaremos a erguer-nos, com a ajuda deles”.

Parabéns aos ex-jogadores do Fc Porto actualmente no Chelsea, por mais um enorme feito nas suas carreiras desportivas.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

FC Porto na luta contra a vergonha sem limites de alguns.


Gomes incentiva críticas de Vieira aos árbitros
O CM sabe que a seguir ao jogo entre encarnados e blues houve uma conversa telefónica entre os líderes da FPF e o do Benfica. Gomes elogiou a exibição da equipa portuguesa e lamentou a actuação do árbitro. Só depois de incentivado é que Luís Filipe Vieira se prontificou a criticar publicamente o juiz Damir Skomina.

"A FPF fará chegar à UEFA tudo o que seja enviado pelos clubes", disse ontem ao CM fonte oficial da Federação, em alusão às críticas dos encarnados.

Contudo, o CM sabe que o clube da Luz considera dúbia esta tomada de posição da FPF e espera que o organismo que superintende o futebol português assuma a sua responsabilidade, que é defender os interesses dos clubes nacionais junto da UEFA, não tendo de ficar à espera que o Benfica especifique o tipo de queixas que quer apresentar .

Publicamente, Vieira já se manifestou contra a dualidade de critérios de arbitragem nos jogos com o Chelsea. Apontou o penálti cometido por mão de John Terry na Luz (0-1), aos 58 minutos, e que não foi sancionado pelo árbitro italiano Paolo Tagliavento, bem como o primeiro amarelo a Maxi Pereira (20') na derrota (1--2) em Stamford Bridge (o lateral acabou expulso aos 40').

A quem interessa uma noticia destas, e a que propósito é que a mesma é lançada no dia anterior à disputa do jogo do Braga frente ao FC Porto, que como todos sabemos decidirá o campeão nacional de futebol?

Será que Fernando Gomes teve mesmo esta atitude, como presidente da FPF? Ou será esta, mais uma medida para comprometer alguns na defesa suprema dos altos interesses de outros?

Depois de tudo que se escreveu sobre o ultimo Chelsea FC-Encarnados, em que os lances foram exemplarmente analisados e ajuizados pelo árbitro do encontro, como é que se lembram de levantar questões sobre um jogo disputado à mais de quinze dias?

O FC Porto que se ponha de sobreaviso, porque enquanto tiverem hipóteses, os Reis dos túneis não desarmam, nem desistem, como os irmãos Dalton. 

Que Hulk, Lucho, Helton e companhia, tenham os olhos bem abertos e muita cabeça fria, para não cair nas situações dúbias que poderão aparecer no desenrolar do próximo jogo.

segunda-feira, 5 de março de 2012

FC Porto e o rápido crescimento e libertação de Vítor Pereira.

Que diferença entre Pinto da Costa do FC Porto, e o magnata esbanjador do Chelsea FC. 
O FC Porto é mesmo um clube de outra galáxia.

A vitória na Luz até foi, provavelmente, o momento mais saboroso da carreira do técnico portista (pelo menos enquanto líder de um grupo). Foi a noite em que agarrou verdadeiramente a equipa. A noite em que conquistou os adeptos azuis e brancos.

Há muito mérito na forma como os «dragões» entram no jogo, a comandar as operações, a impedir que o Benfica alimentasse as unidades mais criativas. E depois, na segunda parte, apareceu um atrevimento pouco comum em Vítor Pereira.

Desde logo ao abdicar de Rolando para a entrada de James, confiando em Djalma para fechar o corredor direito. A coragem do técnico portista saiu reforçada a seis minutos do fim, com a troca de Moutinho por Kléber. É verdade que o Benfica estava reduzido a dez elementos e que o golo da vitória apareceu de bola parada, e de forma irregular, mas isso não é responsabilidade de Vítor Pereira, nem reduz a sua audácia.

A palavra corajoso não é, pois, a que melhor se ajusta ao que Vítor Pereira fez na Luz.
O enorme mérito do treinador do F.C. Porto foi a preparação da equipa para o jogo. O campeão entrou no tom certo. Fez o golo, tomou conta do palco.
Para isso contribuiu muito o posicionamento dos três médios, sim, mas sobretudo a atitude dos avançados. Olhando para a estatística do jogo, Janko foi o mais faltoso. Djalma também cometeu quatro faltas e até Hulk assinou três.

A forma como o F.C. Porto pressionou o Benfica, no momento de construção de jogo, foi uma das chaves da partida. Parece simples, ainda mais quando é escrito. Mas para resultar são necessárias pelo menos duas condições básicas: bom posicionamento e espírito de equipa.
O F.C. Porto teve ambos.


O posicionamento só pode advir de um bom estudo do adversário e da escolha das melhores opções. Aliás, no Dragão parece haver um conhecimento perfeito sobre as ideias de Jesus. Isso deve ajudar a explicar o número de vezes que o treinador «encarnado» já foi derrotado pelos azuis-e-brancos desde que está na Luz. De resto, na época passada, na Supertaça, o F.C. Porto venceu o Benfica porque anulou o adversário. Dessa vez falou-se em André Villas-Boas, o «espião». Na sexta-feira o mérito maior deve ser dado a Vítor Pereira.

A segunda condição,a pressão coletiva como a uma única voz, só é possível se a equipa acreditar no plano de jogo do treinador. E o F.C. Porto acreditou. No início, quando o domínio foi evidente, e depois, quando Djalma recuou para lateral. Mérito, também aqui, de Vítor Pereira.

Resumindo, acho que a palavra corajoso não é adequada para definir Vítor Pereira na Luz. Ele foi sobretudo competente, o que para um treinador é muito mais importante.
Vítor Pereira pode dizer que foi influente naquela que é até agora a vitória portista mais importante da época 2011/12. E a mais significativa na carreira do treinador.

Sobre Vítor Pereira, há que referir ainda que o seu tirocinio tem sido realizado sobre fogo constante e cerrado de muitos dos ditos entendidos do futebol, que de concreto pouco podem apresentar, a não ser terem sido convidados a botar conversa na comunicação social, e sempre em determinado sentido.

Para além da vitória do meu clube, foi a vitória de Vitor Pereira, que deu um nó cego ao catedrático espalha brasas, bem como de um homem, que sempre defendeu a sua escolha contra tudo e contra todos, e que aprendeu em boa hora com os erros de 2005, Pinto da Costa. A vitória do FC Porto em pleno estádio da luz, é também mais uma enorme vitória de Pinto da Costa, que contra todos as pressões manteve a sua escolha no lugar, e procedeu de mansinho a uma limpeza de balneário, retirando todos os obstaculos internos ao desenvolvimento das capacidades do seu técnico. 


O FC Porto, atravessa um excelente momento de forma a todos os níveis, e com o balneário blindado com a presença de Lucho coadjuvado por Helton os mais experientes.

Se dúvidas existissem sobres estes factos, bastava ter presenciado o abraço de Hulk a Vítor Pereira na comemoração do primeiro golo do FC Porto, para dissipar toda e qualquer dúvida.

domingo, 4 de março de 2012

Villas-Boas diz adeus ao Chelsea.


O Chelsea anunciou neste domingo a saída de André Villas-Boas, devido aos maus resultados do treinador português, e defende que a "única opção" era efectuar esta mudança agora.

O italiano Roberto di Matteo, que era adjunto de Villas-Boas, assume o cargo de treinador do Chelsea até ao final da época.

"O Chelsea e André Villas-Boas separaram-se hoje. A administração gostaria de registar a gratidão pelo seu trabalho e expressar a desilusão por esta relação ter terminado tão cedo”, lê-se num comunicado do Chelsea.
O comunicado do clube londrino não explica claramente de quem partiu a iniciativa da rescisão de contrato, mas Villas-Boas sempre disse que não se demitiria.

“Infelizmente, os resultados e as exibições da equipa não estavam a ser suficientemente boas e não mostravam sinais de melhoria numa fase crucial da época”, acrescenta o mesmo comunicado, sublinhando que o clube tem ambições na Liga dos Campeões e na Taça de Inglaterra.

"Sentimos que a nossa única opção era fazer esta mudança agora", dizem os responsáveis do clube inglês.
Villas-Boas sai depois da derrota frente ao Wigan (1-0), que deixou o Chelsea a três pontos do quarto lugar na Liga inglesa.

A equipa londrina está ainda envolvida na Taça de Inglaterra, jogando na terça-feira um jogo de desempate com o Birmigham nos oitavos-de-final, e também na Liga dos Campeões, defrontando o Nápoles no dia 14 deste mês, na segunda mão dos oitavos-de-final, depois de ter perdido por 3-1 em Itália.

Villas-Boas deixa o Chelsea oito meses e meio depois de Roman Abramovich ter pago 15 milhões de euros ao FC Porto, tornando-o o treinador mais caro da história do futebol.
O português é o sexto treinador despedido por Abramovich desde que comprou o Chelsea, em Junho de 2003, juntando-se a Claudio Ranieri, José Mourinho, Avram Grant, Luiz Felipe Scolari e Carlo Ancelotti.

Enquanto em Portugal o seu antigo adjunto Vítor Pereira, assume a liderança do campeonato da liga de futebol, com uma brilhante jogada táctica, Villas-Boas perde a sua cadeira milionária.
Como dizia o outro...É  a vidita!

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Pinto da Costa considera saída de Villas-Boas um "erro"


O presidente do FC Porto considera que a saída do treinador de futebol André Villas-Boas dos “dragões” para o Chelsea foi um “erro” e prevê que José Mourinho permaneça no Real Madrid na próxima época.

“Villas-Boas saiu devido à enorme oferta do Chelsea. Ele foi-se embora a pensar que era uma oportunidade única, mas acho que foi um erro porque surgiram outras. Outra coisa que pesou imenso foi a dificuldade em igualar a vitória na Liga dos Campeões de Mourinho, em 2004”, disse o líder do clube portista, vencedor da Liga Europa em 2010/2011.

“Ele vai ter sucesso no Chelsea porque o seu contrato não é só por um ano. É preciso tempo para construir a sua própria equipa e não vai conseguir fazer isso enquanto houver jogadores, como já ouvi, que trocam mensagens com Mourinho”, adiantou o presidente do FC Porto.

“A única coisa que poderá prejudicar Villas-Boas é se a equipa for eliminada da Liga dos Campeões. Se deixar o Chelsea, vai ser o próximo treinador do Inter”, declarou Pinto da Costa, referindo o anterior percurso de Mourinho.

Por seu turno, sobre alguma contestação recente ao “Special One” na capital espanhola, o líder dos “dragões” prognosticou: “Mourinho vai ficar no Real Madrid na próxima temporada”.

Será que é mesmo assim, ou será alguma da “criatividade” de Pinto da Costa, para confundir quem segue o futebol?

Quanto a Villas-Boas, só nos resta afirmar o seguinte; "A pressa, é inimiga da perfeição e do sucesso".

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Villas Boas em apuros; "Não sabes o que estás a fazer"


O estado de graça ou de dúvida de André Villas-Boas no Chelsea parece ter chegado ao fim.

Depois da derrota em Liverpool ante o Everton (2-0), o sexto desaire na temporada para a Premier League - os “blues” estão no quinto lugar a 15 pontos do líder United – tirou a paciência aos fãs.

“You don't know what you're doing (Não sabes o que estás a fazer)”, gritaram no final do jogo os adeptos do Chelsea.

A velocidade com que seguiu do Dragão a caminho do Chelsea, pode ter provocado alguns estragos na estrelinha da sorte que acompahava Villas Boas no ano passado, enquanto técnico principal do FC Porto.  

domingo, 1 de janeiro de 2012

Fabuloso Hulk; eleito Samba de Bronze 2011

Destaque no FC Porto, atacante pode ir para o Chelsea na próxima temporada
Pela primeira vez em quatro edições, um jogador que atua no futebol português foi eleito um dos três melhores brasileiros na Europa. O Samba de Bronze de 2011 vai para o atacante Hulk, do Porto. O Paraibano foi eleito por um júri formado pelos leitores do Sambafoot, especialistas do mundo da bola e ex-jogadores da Seleção Brasileira.
De Campina Grande para o mundo
O Paraibano Givanildo Vieira de Souza, 25 anos, o Hulk, foi revelado pelo Vitória em 2004. Após duas partidas pela equipe principal, foi emprestado ao Kawasaki Frontale no ano seguinte. Alguns meses depois, o time japonês comprou o seu passe. Atuando pouco, foi emprestado para o Consadale Sapporo, onde em 41 jogos marcou 26 gols, terminando na vice-artilharia da segunda divisão japonesa.
Em 2007, já no Tokyo Verdy, balançou as redes 37 vezes em 42 partidas, terminando na artilharia e ajudando a equipe a retornar à elite do futebol japonês. Após um ótimo primeiro semestre de 2008, chamou a atenção do mercado europeu e acabou tendo metade dos direitos econômicos comprados pelo Porto por 5,5 milhões de euros.
Em agosto de 2009, apesar de ter marcado poucos gols na temporada renovou seu contrato com o Porto, que iria até 2012, por mais dois anos Além disso, sua multa rescisória subiu para 100 milhões de euros, tornando-se a mais alta da história do futebol português.
No dia 14 de novembro de 2009, Hulk fez sua estreia na Seleção Brasileira. Convocado pelo então técnico Dunga para o amistoso contra a Inglaterra, o atacante entrou no decorrer do segundo tempo.

Um 2011 brilhante leva Hulk ao Samba de Bronze
A temporada foi perfeita para o atacante Hulk e para o Porto. Campeão português 2010/2011 de forma invicta (27 vitórias e três empates), o super-herói ainda foi o artilheiro da competição com 23 gols.
Em maio, o atacante conquistou a Liga Europa. O Porto venceu o Braga por 1 a 0 na final e Hulk terminou a segunda maior competição do futebol europeu com 5 gols. Ainda nesta temporada, foi campeão da Taça de Portugal e da Supertaça de Portugal.
Contabilizando as temporadas 2010/2011 e 2011/2012, Hulk disputou 86 partidas e marcou 57 gols.
Na Seleção Brasileira, Hulk passou a ser convocado pelo técnico Mano Menezes para a maioria dos amistosos de 2011. Ao todo, já são oito convocações.
Enfim, foi um ano fantástico para um grande finalizador, técnico e guerreiro jogador, que encerra o ano com o Samba de Bronze de 2011, o terceiro melhor jogador brasileiro na Europa.

Votos dos especialistas e ex-jogadores.
Entre os ex-jogadores da Seleção Brasileira, Hulk foi considerado o terceiro melhor brasileiro na Europa em 2011. Para o ex-lateral-direito Jorginho (camisa 2 na Copa do Mundo de 1994), o atacante do Porto foi o grande destaque.
- Sem nem olhar aqui porque eu já sei que ele está indicado eu escolho o Hulk, do Porto. Fez uma temporada maravilhosa, não podia ser melhor. Vem sendo assim o futebol dele, já tem algum tempo que o Hulk vem sendo um dos melhores jogadores do Campeonato Português e fazendo uma grande campanha – decretou.
Entre os jornalistas e especialistas da bola, Hulk teve um desempenho ainda melhor.. Oito dos onze consultados o apontaram como um dos três primeiros, e Walquir Mota e Andy Brassel o apontaram como Samba de Ouro.
- Ele marcou 36 gols em todas as competições da temporada passada e fez 20 assistências. Nesta temporada está seguindo a mesma linha. É incrível – declarou Andy Brassel, jornalista da BBC.

fonte;http://www.sambafoot.com/pt/

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

As semelhanças entre Vítor Pereira, e Vilas Boas.


André Vilas Boas, bem pode ser um progressivo pensador de futebol de ataque, mas a sua teimosia na imposição de uma linha de defesa muito subida no campo, com jogadores relutantes, ou incapazes de a adotar, tem resultado em copiosas derrotas para o Chelsea, como o sejam contra o Manchester United, Queens Park Rangers, Arsenal, Liverpool, (2 vezes ), bem como com o Bayer Leverkusen.

É quase obrigatório, encontrar grandes semelhanças entre aquilo que Villas Boas, e o seu antigo chefe José Mourinho realizaram no FC Porto. Mas o mais intrigante, entre os dois técnicos e antigos colegas de equipa, é a diferença na abordagem táctica das equipas.

Enquanto Mourinho, gosta de colocar a sua defesa numa linha bem baixa, e mais fixa no campo, como se viu em 2010, na 2ª mão da meia-final da Champions League, entre o Barcelona e o Inter, em Camp Nou, Villas Boas pelo contrário perfere uma defesa que pressione bem mais alto, no terreno de jogo.

Contudo, esta filosofia tem provocado bastantes dissabores a Villas Boas e ao seu Chelsea, cuja defesa não se encontra dotada para jogar neste sistema.

John Terry, líder da defesa do Chelsea, é o primeiro a saír ao encontro da bola, sendo o comandante de uma defesa dura e intransponível, quando a bola se encontra à sua frente, mas que deixa muitos espaços nas suas costas, e que devido à sua falta de rapidez e de velocidade, podem ser bem aproveitados pelos seus adversários.

Quando Terry se encontrava no seu apogeu como jogador, partilhava o centro de defesa do Chelsea, com um jogador rápido e inteligente a defender - Ricardo Carvalho ou Rio Ferdinand, que se posicionavam ligeiramente atrás de Terry, enquanto este fazia o duro trabalho físico de ser o primeiro a tentar roubar a bola ao adversário, fosse por disputas no solo, ou em batalhas áreas.

Nesta epoca contudo, Terry que não tem tido um parceiro regular no centro da defesa, pois os mesmos tem variado entre Alex, David Luiz e Ivanovic, tem sofrido um pouco mais, com este seu posicionamento numa defesa subida no terreno.

O fraco sentido posicional de David Luiz, em particular, tem colocado por vezes algumas questões e dificuldades acrescidas a Terry.

A linha completa e certa dos 4 defesas do Chelsea, tem passado por dificuldades de organização e por incertezas de sentido posicional, pela dificuldade que Ashley Cole, revela, ao não acompanhar os restantes colegas, no recuo para a sua posição.

Conforme se viu na derrota do Chelsea por 3-5, frente ao Arsenal. A pressão que a defesa do Chelsea faz, é muito fraca, e por sua vez devido ao seu adiantamento, deixam muito espaço nas suas costas que podem ser muito bem aproveitados pelos adversários que sejam rápidos e saibam jogar com o timing certo, para as desmarcações, em profundidade.

Foi o que aconteceu, quando Cole do Chelsea, ficou exposto perante o rapidíssimo Theo Walcott´s do Arsenal, devido a dificuldade de Obi Mikel, trinco do Chelsea, ( pesado e lento ) em recuperar rapidamente a sua posição, já que este tinha saído para a direita, ao encontro de André Santos, do Arsenal, por falha de Bosingwa, que facilmente tinha sido ultrapassado, por ser pouco agressivo na procura da bola.

O problema do Chelsea, não se deve só a uma causa, mas sim ao somatório dos erros individuais de cada jogador, cujo somatório total, acabam por levar ao erro geral de toda a equipa.

Quando se tem uma defesa num bloco baixo, as tarefas de cada um são muito mais simples e compartimentadas, como por exemplo, os atacantes atacam, e os defesas defendem, permitindo que as diferentes partes da equipa, consigam realizar as suas ações com poucos ou nenhuns erros, já que não existe sobreposição de funções. Contudo, quando os erros acontecem, lá estará uma linha de 4 defesas bem formada, e se necessário com a adoção de um 5º elemento, qual polvo, que lhes permite fechar todos os caminhos para a baliza.

Com uma linha de defesa subida, todos os jogadores da equipa devem funcionar em conjunto e corretamente como um só, pois um erro por pequeno que seja, transforma-se num grande buraco.

O Chelsea, não é meramente uma equipa de futebol constituída por jogadores de idade avançada, e que foi construída numa certa filosofia de jogo, mas sim um velho cão, que está a ser forçado a aprender novos truques.

Sete dos jogadores que iniciaram o desafio do Chelsea na derrota contra o Liverpool, foram jogadores de José Mourinho em Stamford Bridge. Apos esta derrota frente ao Liverpool, houve conversa da grossa, protagonizada pelas figuras mais seniores que dominam o balneário, como por exemplo Lampard, desaparecido das primeiras linhas, e que por sua vez, e de certa maneira estiveram envolvidos, no despedimento dos treinadores como Avram Grant, e Luiz Filipe Scolari.

Este ambiente pesado, tem dificultado a fácil mudança, e por paradoxal que pareça, esta cultura do imediato, tem mesmo provocado constantes mudanças de treinadores, tornando as mudanças genuínas, muito difíceis de acontecer, pelo novo técnico.

O Chelsea, é neste momento uma equipa com necessidade premente de renovação. A esta geração de jogadores foi-lhes permitido envelhecer em conjunto, desde que José Mourinho esteve neste clube o tempo suficiente para implementar a sua visão. A questão neste momento, é se André Vilas Boas, é o homem certo para realizar esta carismática mudança.

O problema, é que André com os seus 34 anos, e num clube como o FC Porto, quase que só teve sucesso, não havendo indicações de como se comportará mediante a adversidade.  

Veremos se o Chelsea dará a Vilas Boas, os recursos suficientes para reconstruir a equipa do Chelsea na sua filosofia de jogo, ou se isto acabará por ser um erro tremendo do Chelsea, e os mesmos possam partir para a contratação de um novo técnico. O ridiculo desta situação, é que se for essa a escolha, com certeza que o novo técnico terá pela frente, as mesmas questões que agora são enfrentadas por André Vilas Boas.

Será que Vítor Pereira, precisa destas ajudas?


“Importante foi termos mantido a calma. Contra o City, é preciso ter paciência para chegar ao golo.” A frase de Villas Boas, dita após a vitória sobre os citizens, espelha parte da estratégia que o Chelsea teve de alterar depois de se ter visto tão precocemente em desvantagem no jogo. 

O 4x3x3 dos londrinos replica um pouco da táctica do FC Porto ( um ala que entra bem na área, outro que descai para o meio para pegar no jogo), ao passo que o City se sente confortável num 4x2x3x1, muito dinâmico, principalmente por Touré, Silva e Balotelli, que não se coíbe de procurar as linhas laterais, para romper uma defesa como a do Chelsea.

Balotelli deu vantagem à equipa de Mancini, e o City estava confortável na partida, mediante o bloco que o Chelsea apresentava, já que jogava muito subido no terreno, concedendo muitos espaços. Baixando as linhas, Villas-Boas conteve o ímpeto do adversário, e os golos do Chelsea, acabaram por surgir.

Recuar foi uma virtude na reviravolta do resultado, contra o City.

Pelos vistos e se calhar devido à distância que o Chelsea já leva dos lugares do topo da classificação da Premier League, já permitem a Villas Boas ter um pouco mais de tempos livres para se dedicar a dar a sua opinião sobre a melhor estratégia que Vítor Pereira e o seu FC Porto, devem utilizar para levar de vencida o “super” Manchester City.

Será que Vítor Pereira necessita mesmo destas considerações emanadas pelo seu antigo chefe técnico, e que foram transcritas na comunicação social, para desenvolver a melhor estratégia a adotar nesta eliminatória?

Vejamos então, qual vai ser o sistema de jogo adaptado por Vítor Pereira do FC Porto, quando em Fevereiro disputar a eliminatória da Liga Europa, com o Manchester City.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Será que Vítor Pereira, irá implementar a mesma decisão?


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André Villas-Boas, treinador do Chelsea FC, determinou que os jogadores do emblema londrino incluam o treinador e restante staff técnico e clínico, nas celebrações dos golos marcados aos adversários.

"O treinador pediu a todos os jogadores para olharem para o banco e darem-lhe algum tipo de reconhecimento, tal como aos restantes membros do staff depois de um golo", explicou.

" Ele acredita que os jogadores ao celebrarem as conquistas em grupo, demonstram que a equipa funciona como um grupo unido. Jogadores, treinador, substitutos, satff técnico e corpo clínico-todos juntos a trabalhar e todos juntos a celebrar", referiu.

A ideia parece ter sido recebida de formas diferentes, com alguns dos jogadores do Chelsea FC, a aceitarem de imediato a novidade, ao passo que outros a consideraram demasiado absurda.

"Existem alguns jogadores que não se sentem muito "unidos" e próximos do treinador nesta fase do campeonato. Por isso, não tenho a certeza se algum dos jogadores do Chelsea FC, irá correr na sua direcção para abraça-lo, depois de marcar ao Manchester City. 

Alguns acham que esta decisão de Villas -Boas, é tonta e desesperada, revelou uma fonte do clube ao tablóide inglês, The Sun.