Os Invencíveis Azuis e Brancos: mangala

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

FC Porto a complicar o que estava a ser fácil.


O FC Porto foi esta quinta-feira derrotado em casa pelo Manchester City FC, por 2-1, em partida referente à primeira mão dos 16 avos-de-final da UEFA Europa League.

Os "dragões" adiantaram-se no marcador sensivelmente a meio da primeira parte, através de um desvio oportuno de Silvestre Varela, mas o autogolo de Álvaro Pereira a abrir a etapa complementar e o tento de Sergio Agüero a cinco minutos dos 90 deixam o líder da Premier League inglesa em vantagem na eliminatória.

O respeito mútuo evidenciado logo após o sorteio desta fase de prova ficou bem patente na abordagem ao encontro desta quinta-feira, com os técnicos Vítor Pereira e Roberto Mancini a privilegiarem o meio-campo e a deixarem o ataque entregue a Hulk e Mario Balotelli, respectivamente. Bem mais pressionante, o FC Porto cedo começou a ganhar essa batalha, com o City a revelar-se incapaz de construir jogo ofensivo.

O domínio dos "dragões" produziu a sua primeira grande oportunidade de golo aos 15 minutos, quando um canto curto no lado esquerdo viu James Rodríguez cruzar para o cabeceamento de Rolando, valendo aos visitantes o alívio de Gaël Clichy quase em cima da linha fatal. Com Danilo de fora a receber assistência médica (o brasileiro saiu mesmo lesionado), o City aproveitou para efectuar dois remates perigosos no espaço de um minuto, com Micah Richards e Samir Nasri a testarem a atenção de Helton.

O FC Porto tremia, mas a resposta do detentor do troféu foi avassaladora e resultou mesmo no 1-0 aos 27 minutos. Lucho González desmarcou Hulk no lado esquerdo e o brasileiro cruzou na perfeição para o desvio na passada de Varela, de nada valendo o facto de Joe Hart ainda ter conseguido tocar na bola.

Até então imaculada na marcação, a defesa portista cometeu um erro dois minutos volvidos e permitiu que Balotelli se isolasse, mas Helton respondeu presente e deteve o disparo do internacional italiano. O lance despertou um pouco mais os "citizens" em termos atacantes, mas foi de Hulk o último remate antes do intervalo, com o esférico a sair por cima da barra.

O Manchester City regressou dos balneários determinado a marcar e esteve muito perto desse objectivo aos 50 minutos, quando Richards apareceu bem na direita e rematou ao poste, já de ângulo apertado. Mas o 1-1 acabou mesmo por surgir cinco minutos depois, com Álvaro Pereira a tentar impedir que a bola chegasse a Balotelli, após um passe longo de Yaya 
Touré, apenas para a desviar na direcção da própria baliza.

O momento de infelicidade do lateral uruguaio obrigava a sua equipa a partir em busca de, pelo menos, um golo que lhe permitisse encarar o jogo da segunda mão em vantagem, tendo Hulk cobrado um livre directo aos 61 minutos que obrigou Hart a uma defesa apurada.

O FC Porto não desistia de chegar novamente à vantagem, mas o City aguentou firme o assalto "azul-e-branco" e deu a estocada final aos 85 minutos, altura em que Yaya Touré revelou altruísmo e ofereceu o golo a Agüero (que tinha rendido Balotelli), que apenas teve de empurrar para o fundo das redes.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Kléber, admite que não se sente feliz!


Kléber partiu esta quinta-feira de férias, mas não levou o sorriso estampado no rosto. O avançado brasileiro sentia que teve uma oportunidade de ouro para se impor no F.C. Porto, após a saída de Falcao, e que não a agarrou completamente. Por isso admite com humildade que não está feliz com o que fez.

O início de época até permitiu a chamada à selecção brasileira, mas não chega. «Pessoalmente é um pouco negativo, porque esperava um pouquinho mais de mim. Mas acredito que ano novo, vida nova. Posso render muito mais com a camisola do F.C. Porto e espero que o ano de 2012 seja mais feliz para mim.» 

Kléber garantiu de resto que entrega da titularidade desde o início da temporada, e o peso de ter de substituir um goleador como Falcao, não servem de desculpa para meio ano menos feliz. «Na verdade fiquei surpreendido pelo Falcao ter saído. Toda a gente ficou surpreendida», referiu aos jornalistas. 

«Mas até comecei bem a época, comecei ao meu nível. Só que depois baixei esse mesmo nível, o que é também normal para qualquer jogador. Acredito que quando voltar vou jogar o meu futebol, porque fui contratado para jogar o futebol que sei e poder brilhar com a camisola do F.C. Porto.».

Ora também por isso, e nesta altura, fala-se da necessidade do F.C. Porto contratar um ponta-de-lança. O que é normal. «É bom que cheguem jogadores para ajudar. Aumenta a concorrência. É importante é que o FC Porto continue a vencer. Eu vou continuar sempre a trabalhar para ter o meu espaço e ser titular».

Fonte; Maisfutebol

Mais um que achou que não seria preciso trabalhar no duro, para se impor nesta equipa do FC Porto, porque deve ter pensado que teria lugar cativo por ser o único ponta de lança apoiado pela equipa técnica.

No jogo a contar para a Taça da Liga entre o Paços de Ferreira, e o FC Porto, se voltou a notar poucos ou nenhuns progressos no seu entrosamento com a restante equipa. 
Os seus movimentos de ruptura ou de desmarcação, são contrários aos que a restante equipa adopta. Quando poderia aproveitar a sua altura, para efectivamente se impor, por exemplo na marcação dos cantos, acaba constantemente ultrapassado pelos movimentos dos seus colegas da defesa, como foi o caso de Mangala, ou de Otamendi.

Num dos poucos passes que a equipa lhe endereçou, em vez de partir rápido e direto para a bola, como Hulk o faz, preferiu deixar passar o defesa, e depois aproximar-se da bola, logicamente sem sucesso, pois o defesa fez corpo para proteger o esférico, gorando-se assim a oportunidade.

Luta muito pouco, desiste facilmente dos lances e nem sequer procura ganhar posição abrindo os braços ou fazendo carga de ombro, para derrotar os adversários. Pode ser fruto de alguma descrença psicológica, ao saber que não é, nem será a primeira escolha, para o lugar de ponta de lança.

Revela ainda muito ingenuidade para se afirmar numa equipa como o FC Porto, que luta contra os defesas mais duros, que utilizam todo o tipo de estratagemas para parar os ataques do FC Porto, nem que seja em faltas, a que muitas das vezes os árbitros fecham os olhos.

Pelo que se viu, Kléber tem ainda muito que trabalhar, e principalmente que dialogar com os seus colegas, para aprimorarem a comunicação a utilizar no momento das desmarcações.

Kléber, vai ter que se esforçar e muito, para na 2ª volta do campeonato, voltar a ser a primeira escolha para a posição nº 9. 
Contudo, as últimas noticias que aparecem na comunicação social, sobre o interesse do FC Porto em Teófilo Gutiérrez, também não o devem ajudar muito.