Os Invencíveis Azuis e Brancos: fernando

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sábado, 5 de maio de 2012

Hulk mais uma vez o herói do jogo do FC Porto


Hulk foi o herói do jogo, ao marcar os dois golos dos campeões nacionais, aos 82' e 89´. O primeiro surgiu de uma grande penalidade a castigar falta de Polga sobre James - o brasileiro foi expulso e o segundo golo de Hulk apareceu no seguimento de uma arrancada do portista do meio campo - o Sporting já não tinha centrais, uma vez que Onyewu também já tinha sido expulso e os leões estavam por isso reduzidos a nove jogadores.

O jogo foi bastante táctico, com o Sporting a estar mais perto de inaugurar o marcador, num grande remate de Polga ao poste aos 49'. Mas a expulsão de Onyewu por duplo amarelo (primeiro amarelo num lance sobre Moutinho quando este se arrancava para o contra-ataque) acabou por precipitar o final dos leões. Depois, apareceu Hulk, esse fenómeno de jogador, capaz de errar o mais fácil, e ao mesmo tempo fazer jogadas do mais fino recorte de virtuosismo técnico de levantar um estádio em peso, como foi a arrancada para a jogada do 2º golo, para resolver e fazer o FC Porto terminar em beleza a campanha no Estádio do Dragão. 

Jogo fantástico pleno de emoção, que até deu para Fernando festejar a sua própria expulsão, em completa euforia em sintonia com os adeptos portistas felizes.

Um fecho do ano no Dragão em grande festa, com muita cor, muita felicidade, e muita emoção e alegria, ficando para a história, mais um lance de génio desse portentoso jogador de seu nome Hulk. Para ele, o nosso obrigado por todas as emoções e momentos fantásticos com que nos brindou nestes jogos todos que envergou a camisola azul e branca do FC Porto.


sexta-feira, 20 de abril de 2012

Ambição total do FC Porto, frente ao Beira Mar.

«Se tivéssemos 30 pontos estaríamos bastante melhor, mas se não tivéssemos os 26 estaríamos menos bem do que agora. Essa marca não pode, todavia, servir de conforto que nos faça relaxar ou desligar do objectivo de cada jogo. O Beira Mar tem como meta principal a manutenção e, a partir daí, o maior numero de pontos possíveis», começou por dizer o técnico do Beira Mar, no lançamento da partida.

Ulisses reconhece, contudo, as diferentes armas e argumentos de cada equipa, assumindo, com toda a naturalidade, que preparou o grupo para lutar por dois desfechos para este encontro. E como sempre acontece, até o empate poderá saber a pouco. Ou ser uma grande conquista. Ver-se-á no final da partida.


Quando o nosso adversário tem um discurso destes, só podemos responder com uma entrada de Dragão, mal o árbitro apite para o inicio do jogo. Se os deixamos crescer, podemos correr riscos desnecessários, para os quais poderemos não ter respostas efectivas durante o desenrolar do desafio. É preciso cerrar fileiras, ser objectivo e estar preparado para imprimir velocidade e um ritmo alucinante para desmanchar os dois autocarros que se irão plantar na frente da baliza do nosso adversário. Hulk, Lucho e companhia, tem aqui a oportunidade de encomendar desde já as faixas de 2011-2012.


«O importante era encurtá-las ao máximo, criando uma dimensão maior em cada um de nós. Não nos assustarmos com a realidade, mas transformá-la num cenário de maior dificuldade, não para nós, mas, esperamos, para o adversário. Há dois resultados que nos interessam, é nesse cenário que nós trabalhamos para este jogo.”

O nosso adversário sabe muito bem que estes 90 minutos que se vão disputar frente ao FC Porto, podem ser a rampa de lançamento que tanto ambicionam para elevar as suas medianas carreiras desportivas, e transforma-los em heróis nacionais, com uma visibilidade na comunicação social, que tão cedo não terão nova oportunidade.
É importante que Vítor Pereira e os seus apaniguados jogadores da equipa do FC Porto, interiorizem muito bem nas suas cabecinhas, que as vitórias começam a ser construídas desde o primeiro minuto e não na 2ª parte, como habitualmente o tem realizado. Não temos mais tempo nem espaço para adiar a nossa ambição.

Esperamos que a imagem aqui colocada, não tenha sido só colocada para motivar e incentivar a paixão dos adeptos e apoiantes do FC Porto, mas sejam a razão e a resposta da nossa equipa, no próximo desafio.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Se calhar foram fantasmas e não os jogadores do FC Porto que venceram na Luz


Fernando considerou que, com a vantagem de três pontos na liderança da Liga, “o FC Porto fica mais perto da revalidação do título”, mas falta ainda “muito trabalho” e “disputar nove finais”.

O defesa brasileiro disse que “o FC Porto está focado na conquista do título”, sem descurar a hipótese de conquistar a Taça da Liga, troféu que nunca venceu e o vai levar novamente à Luz, e anteviu “um jogo complicado” com a Académica.

Fernando recordou a “excelente partida” do FC Porto na Luz, que permitiu aos “dragões”, com uma vitória frente a um concorrente directo (3-2), assumir o comando isolado da Liga, e desvalorizou o golo alegadamente em posição irregular de Maicon.

“Penso que pode acontecer para qualquer um dos lados. O árbitro é um ser humano e, como tal, pode errar. Mas, independentemente do que aconteceu, nós estávamos focados para ganhar e conseguimos”, disse.

Quanto às insinuações do treinador do Benfica, Jorge Jesus, de que o FC Porto venceu devido a outras situações, Fernando contrapõe: “Se calhar, foram fantasmas que venceram na Luz”.

“Fizemos uma excelente partida e o que as outras pessoas falam para nós fica indiferente. O que importa é o que fazemos aqui dentro e vamos continuar a trabalhar para conseguir o objectivo de ganhar o campeonato”, sustentou o médio.
Confrontado com a tendência recente de o FC Porto festejar na Luz, e se esses triunfos tinham um gosto especial, Fernando respondeu que o objectivo é ganhar sempre.

“Quer seja ao Benfica ou a outro qualquer adversário, o FC Porto procura sempre vencer”, disse Fernando, acrescentando que o objectivo dos “dragões” é o mesmo de sempre, ou seja, “ganhar jogos”.
Com o triunfo alcançado na sexta-feira na Luz, o FC Porto isolou-se na liderança da Liga, recuperando em três jogos uma desvantagem de cinco pontos para o Benfica, mas Fernando não considera que agora seja mais favorito.

“O FC Porto, desde o começo da época, é sempre favorito. Pode estar um ponto atrás ou três na frente, mas é sempre favorito e agora com três pontos de avanço fica mais perto do título”, reconheceu Fernando.
Ainda de acordo com o jogador, “o FC Porto tem ainda que trabalhar muito, pois faltam muitos jogos até ao final do campeonato, e tem que demonstrar muita humildade para concretizar o objectivo de ser campeão”.

A Académica é o próximo adversário dos “dragões”, em jogo a disputar no sábado e referente à 22.ª jornada da liga, e Fernando recorda que os “estudantes” já tiraram muitos pontos aos “grandes”.
“É complicado, sabemos que é difícil jogar contra eles. Temos que entrar focados desde o começo até ao final do jogo, para conseguirmos ganhar”, defendeu Fernando.

Fernando desvalorizou o facto de a continuidade do Benfica na Liga dos Campeões poder trazer maior desgaste aos “encarnados”, considerando que são competições completamente distintas.

Questionado se a vitória na Luz podia valer o campeonato, Fernando sublinhou: “Todos os triunfos podem. Conseguir três pontos frente a um concorrente directo é muito importante, mas ainda faltam nove jogos e temos que vencer essas nove finais”.

Continua a destabilização da compra e venda!

James Rodríguez garante que a sua cabeça está unicamente no F.C. Porto, mas, numa altura, em que se vai falando da possibilidade de rumar a outras paragens, com o Manchester United à cabeça, o jovem colombiano não esconde a ambição.

«Para já penso no
F.C. Porto, em ser campeão e estou muito feliz cá. Agora, se essa opção surgir, não vou negar que gostaria de jogar num clube como esse», afirmou o jogador, ao jornal colombiano Nuevo Estadio, referindo-se à equipa de Alex Ferguson.


terça-feira, 6 de março de 2012

Ainda a vitória do FC Porto, no apagão da luz.


De um momento para o outro conseguiram arranjar um motivo para cantar vitória, e sacudir a pressão, depois de com desculpas esfarrapas tentarem mas sem o conseguir efetivamente, esconder o banho de bola que levaram no ultimo encontro contra o FC Porto.

A negação da oferta da Olivedesportos, difundida hoje pela comunicação social até à exaustão, é assim utilizada como mais uma vitória da grande estrutura vencedora, que não cede nem é derrotada por qualquer um.

Que lutem com unhas e dentes, e com toda a força por valores monetários mais elevados, pois quanto mais lutarem e discutirem, mais o FC Porto poderá ganhar. Mais uma vez, e sem ter dado nada em troca, o FC Porto poderá sair como o supremo vencedor desta luta entre o clube do “apagão” e a Olivedesportos, ao garantir que 80% da receita acordada entre eles, seja endereçada à soma do valor que foi acordado com o FC Porto. Mais uma excelente jogada, de Pinto da Costa.

Mas, e voltando ainda ao passado clássico, é confrangedora a miopia e o sectarismo da dita comunicação social, que não consegue, ou não quer efectivamente despir a camisola de um dos clubes envolvidos, quando analisa as incidências do jogo, entre o S.L.B. e o FC Porto. Tanta algazarra, levando alguns a pensar que sim senhor foi a arbitragem que derrotou o clube da agremiação, quando no fundo, pretendem esconder alguns fatos curiosos.

Como por exemplo; Terem sido derrotados por uma equipa jovem como a do actual FC Porto, que estando ainda a 50% do que pode efectivamente alcançar, e dirigida por um treinador de seu nome Vítor Pereira, que se encontra a dar os primeiros passos na primeira liga na sua jovem carreira, foi capaz de superiormente os ter empurrado para dentro da sua baliza, após um vendável de 20 minutos finais de futebol do mais fino recorte técnico, dando a volta ao resultado.

Outro exemplo; Andaram tão distraídos com a sua fanfarronice e glória, que nem foram capazes de ver que o FC Porto nos jogos anteriores ao confronto com o SLB, andou a ensaiar e testar as jogadas tácticas, que Vítor Pereira aplicou nos últimos minutos finais do jogo, com os resultados que se viram.

E ainda mais outro exemplo; Para alguém que ainda recentemente afirmava a plenos pulmões que a entrada de Lucho no FC Porto, não acrescentava nada a equipa, e depois da derrota que lhe foi oferecida, só teria que vir a público assumir que se tinha enganado. É que não percebeu, que Lucho é a reserva emocional e a estabilidade táctica do verdadeiro El Comandante, na actual equipa do FC Porto. 

Com a presença de Lucho, vejam o quanto Fernando (o polvo ) cresceu na capacidade de avançar no terreno, rompendo as linhas do meio campo adversário, criando a possibilidade de adicionar mais uma unidade ao meio campo criativo do FC Porto. Isso é feito, porque Fernando sabe, que caso seja preciso, Lucho estará lá para lhe ocupar os espaços com a sua disciplina táctica, e não deixar a equipa descompensada, como aconteceu com o Benfica no segundo golo do FC Porto. Até nisso o catedrático e muitos portistas do tipo VIP, andaram distraídos. Pois é!!! É mais fácil criticar do que ajudar a construir.

Com tantos e tantos exemplos para se preencherem programas da tv, que na verdade permitissem os espectadores enriquecerem os seus conhecimentos sobre a beleza da movimentação dos jogadores, quer em termos individuais quer em termos colectivos, assiste-se a uma redundância de programas carregados de ditas personalidades, com um único propósito; Terá o arbitro influenciado a vitória do FC Porto?

Ainda bem que eles  assim são, pois é sinónimo que não vão evoluir e se avizinham mais e mais vitórias dos azuis e brancos do FC Porto, nos próximos anos.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Terá o atual FC Porto, a garra e agressividades suficientes para chegar ao título?

O FC Porto conseguiu, aparentemente, controlar o jogo durante mais de uma hora, mas foi sempre incapaz de controlar os contra-ataques do Manchester City, uma equipa inglesa travestida de italiana, pelo menos no que diz respeito ao cinismo. O resultado acabou por ser muito castigador e vergonhoso para o ainda detentor da Liga Europa, que protagonizou a situação insólita de sofrer um golo aos 19 segundos depois de, imagine-se, ter perdido a bola logo na saída de bola. Tão ou mais inadmissível num clube que já gasta mais de cem milhões de euros por época acabaram por ser os dez minutos de delírio total em que o FC Porto sofreu três golos de rajada. Um castigo que penaliza cada vez mais Vítor Pereira, cuja única via possível de salvação passou a ser agora a Liga portuguesa. E já nem é certo que isso baste para lhe garantir o lugar...

O FC Porto tinha mais bola, mas circulava-a como num ataque de andebol, da esquerda para a direita e vice-versa. Sem conseguir entrar na área. James dava continuidade ao jogo, mas não criava desequilíbrios. E a mobilidade do tridente atacante (Varela surgiu amiúde no meio) não bastava para criar desequilíbrios nas duas linhas recuadas do City.
A estatística ajuda a compreender o jogo. Faltou agressividade ao FC Porto, que só cometeu oito faltas, metade das do adversário. Teve mais cantos (8-4) e mais remates (17-9), mas só acertou três vezes na baliza, ao contrário do City (5).
O FC Porto pagou a argúcia do adversário, mas também o excesso de erros próprios. O principal réu foi Rolando, que esta época teima em fazer disparates e em deixar a equipa em inferioridade numérica. Otamendi falhou o lançamento antes do contra-ataque no 1-0. Maicon esteve disparatado no segundo golo, colocando Dzeko em jogo. Alex Sandro arriscou em demasia no passe para Fernando no lance do 3-0 e Sapunaru cortou mal a bola na jogada do 4-0. Do lado portista, foi um jogo em que praticamente ninguém saiu inocente. A começar pelo treinador, que nunca percebeu que Mancini lhe deu a bola para o enganar.

Parte da crónica de Bruno Prata, publicada no jornal Publico.

Mais do que uma questão de falta de pontaria e de um anormal acumular de disparates cometidas pelos jogadores que englobam a defesa do FC Porto, ficou demonstrado uma vez mais, a falta de um ponta de lança de créditos firmados, e de um ou mais jogadores com capacidade de choque neste novo plantel que disputou a taça UEFA.

Enquanto os adversários tiveram o raçudo e enorme Yaya Touré que cometeu 6 faltas assinaladas, ou seja 35% do total das faltas cometidas pela sua equipa, houve jogadores do FC Porto, que nem uma falta cometeram na procura da bola, como por exemplo; Varela, Hulk, Maicon, James Rodrigues, e por incrível que pareça o defesa Otamendi.

A jogar uma eliminatória deste calibre, o FC Porto comportou-se mais como um cordeiro preparado para a degola, do que uma equipa raçuda e que procura rápidamente a bola de todas as maneiras possíveis, não deixando o adversário saír a jogar com a mesma controlada. 


Mais do que ter a bola, Mancini, deixou que o FC Porto se recriasse com a bola em determinados setores do campo de maneira a poder desferir o contragolpe, deixando as linhas de defesa da baliza do FC Porto demasiado expostas e descordenadas.

Demasiado veludo e tapetes vermelhos estendidos ao adversário, originaram uma das maiores derrotas do FC Porto a nível Europeu.

Este ano, ja me relembrei inúmeras vezes daquele treinador meio poeta, que confiante nas fáceis vitórias, ao entrar na Antas, afirmou a plenos pulmões; É Gomes e mais 10, e viu-se como acabou.

No arranque desta época, Pinto da Costa também o afirmou categoricamente; É Hulk e mais 10!

E você caro leitor, o que acha disto tudo?
Será que vamos assistir ao lento definhar de Vítor Pereira, após mais uma triste demonstração pública da Sad ao ex treinador Villas-Boas, ou haverá adrenalina suficiente do atual treinador para retomar a liderança do barco e alcançar a liderança do campeonato, saindo posteriormente por cima?

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Regresso de Hulk, sem "Polvo" no FC Porto.

Hulk disse que duas semanas seriam suficientes para recuperar da primeira lesão muscular da sua carreira e o prazo deve cumprir-se à risca, permitindo ao avançado estar disponível para a deslocação a Barcelos, marcada para domingo à noite, precisamente o dia em que cumprirá 15 dias desde que teve de sair mais cedo da partida com o Rio Ave. Um cenário, aliás, que O JOGO tinha avançado, mal se conheceu a extensão da lesão.

 
O Incrível já cumpriu uma semana de recuperação da distensão muscular na coxa esquerda, não tendo saído da enfermaria nesses dias. Ontem, o plantel gozou o primeiro de dois dias de folga e Hulk também foi autorizado a descansar, não tendo, por isso, passado pelo Olival para ser reavaliado. O que pode ser interpretado como mais um sinal de que tudo está a decorrer conforme o planeado. Amanhã, quando o FC Porto iniciar a preparação do encontro com os gilistas, o Incrível será observado pelos médicos do clube e deve obter autorização para começar a treinar no relvado. Porém, ainda longe dos companheiros. Se não sentir dores, será reintegrado no dia seguinte, bem a tempo de estar apto para a deslocação a Barcelos, um dos palcos onde o rival Benfica cedeu pontos esta temporada.

A equipa deu uma boa resposta diante do V. Guimarães, ao contrário do que tinha acontecido no outro jogo em que Hulk não esteve disponível: empate a zero com o Feirense, em Aveiro. No final da recepção aos minhotos, Vítor Pereira fez questão de destacar o colectivo, procurando dessa forma desvalorizar a ausência de Hulk. O tridente composto por Varela, James e Kléber esteve em bom plano - ainda que o ponta-de-lança continue sem marcar - o que levanta uma questão: quem sai para entrar o Incrível, que só por uma vez não foi opção inicial no campeonato com Vítor Pereira? Quer fazer o papel de Vítor Pereira e dar-nos a sua sugestão?

Que trincos em Barcelos?

Sem os tentáculos do Polvo, o FC Porto fica mais fraco. E se não há como esconder a influência de Fernando, descrita nos números acima, Vítor Pereira tentará pelo menos controlar a mesma, com o recurso a uma nova opção, que começará amanhã a testar. Hipóteses há pelo menos três, sendo que só Souza constituiria troca direta. A entrada de Belluschi (mais verticalidade, mas menos roubos de bola ) ou Danilo no onze pressupõe uma alteração e obrigará a fixar Moutinho ou Danilo à posição 6 ou a usar um esquema com duplo pivô, menos rodado, mas não inédito esta temporada. E você caro leitor, quem colocaria a jogar, e em que sistema?

A primeira vez de Danilo;
A expectativa era grande e Danilo não desiludiu em dia de estreia. Pelo contrário. Poucos segundos depois de ter pisado o relvado do Estádio do Dragão, fez um grande passe para Álvaro Pereira. Os adeptos gostaram e aplaudiram. Danilo também, ao ponto de ter elogiado a "torcida" no final da partida. No dia seguinte à estreia procuramos conhecer as sensações porque passou o atleta, e encontramos as respostas em Fúlvio Misorelli, "agente e grande amigo" do internacional brasileiro, que se encontra na cidade do Porto a acompanha-lo durante estes primeiros tempos da nova aventura. No meio de algumas inconfidências, uma curiosa sobre Rui Quinta, o adjunto de Vítor Pereira. "Falei com ele [Danilo] um pouco antes do jogo e estava absolutamente tranquilo. Percebeu que podia entrar durante a partida e sentia-se feliz.
Mas houve um pormenor que foi muito importante para ele, para além, claro, do grande apoio que sentiu dos adeptos. Ele contou-me que as palavras do Rui Quinta foram fundamentais; o mister deu-lhe um abraço e transmitiu-lhe boas sensações. O Danilo disse-me que, naquele momento, se sentiu como se estivesse em casa, muito tranquilo e ainda mais confiante para começar a mostrar o que vale".
Com tanta confiança demonstrada pelo mais recente e cobiçado reforço do FC Porto, os adeptos só podem esperar grandes momentos de magia e alegria. Esperemos que não esteja de passagem como Andersson.