Os Invencíveis Azuis e Brancos: record

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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Provocações do "Voo da águia", a Vítor Pereira.


“Mas não. Decidi fazer a minha própria recuperação emocional e estou convicta que que no jogo do campeonato, os campeões seremos nós. Pouco me importa que Lucho e Janko tenham vindo fazer alguma coisa por uma equipa perdida nas mãos da incompetência de Vítor Pereira. Ao FC Porto só Pinto da Costa salva. A nós, 60 mil de cachecóis no ar e onze em campo. Subo ao marquês lá para Maio”.

Parte da coluna de opinião da Marta Rebelo, hoje publicada na ultima página do diário desportivo o Record.

Bem meu caro Vítor Pereira, se ainda não tinha grandes motivos motivacionais para abordar o jogo da próxima 6ª feira, como sejam por exemplo o de marcar uma clara diferença entre vencedor e vencido e agarrar com ambas as mãos a liderança da liga isolado da concorrência, aconselho-o a fotocopiar a página do dito jornal e escarrapachar o mesmo na parede do balneário, para que os jogadores e restante equipa técnica, vejam e saibam, o que os nossos adversários pensam da atual equipa do FC Porto.

Se como treinador, da principal equipa de futebol que mais títulos conquistou nos últimos 30 anos, não tivesse já motivos pessoais mais que suficientes, para tentar por todas as vias e mais algumas, levar de vencida o seu gabarolas adversário, esta provocação às suas capacidades de liderança da equipa do FC Porto, seriam de facto mais que suficientes, para lhe dar o animo explosivo e a tenacidade feroz, para se empenhar na máxima força e levar de vencida este confronto entre os dois pretendentes ao título de campeão nacional, mostrando quem na verdade é o melhor, dando-lhes que contar com meia bola e força.

Acreditamos que a festa se fará novamente na Avenida dos Aliados, e que o mesmo Marquês estará ocupado pelas gentes de azul e branco, engalanado com um pano a condizer, com a inscrição de RESERBADO.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Vítor Pereira, pode hoje ganhar o ouro!


O campeonato estava quase decidido quando o FC Porto visitou um Benfica que já jogava só para defender a honra do convento. O jogo começou com grave lesão de Silvino, aos  5 minutos de jogo, contraída em choque ( ? )  com Mauro Airez. Como Vítor Baía estava lesionado, avançou Vítor Novoa para a baliza.

A águia adiantou-se por Valdo, de grande penalidade, mas o dragão empataria por esse fabuloso jogador de nome Emerson, aos 51 minutos. Infelizmente, e uma vez mais numa das suas costumeiras diabruras, João Vieira Pinto recolocaria a águia novamente na frente do marcador, consumando o 2-1, que selaria o fim de um ciclo de 53 jogos portistas sem conhecer a derrota, em ano e meio de magia, proporcionada por Bobby Robson.

Booby Robson, fez história e magia em Portugal;

1994-95; 24 vitórias, 3 empates e 0 derrotas.

1995-96; 22 vitórias, 4 empates, 0 derrotas.

Num total de 53 jogos, o FC Porto contabiliza;

 46 Vitórias, 7 empates e 0 derrotas.

Para além de colocar o Dragão a vencer constantemente os jogos disputados, deliciou os adeptos do FC porto, com um futebol de ataque constante às redes adversárias. Mal se iniciavam as partidas, a equipa do FC Porto colocava em prática a saída da bola para o ataque, procurando assim apanhar desprevenidos os adversários, o mais cedo possível, quando ainda se encontrava a organizar nas suas posições para tapara os caminhos para a sua baliza.

Estávamos num tempo, em que os adeptos do FC Porto entravam a tempo e horas para o estádio, em que muitas das vezes nem se sentavam, pois sabiam que nos primeiros 5 minutos de jogo, teriam que se levantar para festejar os golos do FC Porto.

Era um espetáculo, ver a atuação de Bobby Robson, com os seus constantes gritos de incentivo, para que os seus jogadores marcassem mais e mais golos, para deliciar e satisfazer os adeptos do FC Porto, que quase se silenciava, para ouvir e venerar o carismático treinador.
Depois da sua passagem como treinador principal do FC Porto, o nível de exigência dos adeptos azuis e brancos, nunca mais voltaria a ser o mesmo, já que tinham subido a níveis altíssimos, pela qualidade dos espetáculos organizados e dirigidos por este fleumático e empolgante desportista inglês de nome Bobby Robson.

Caros jogadores do FC Porto; Se não vos chega o motivo de continuar a liderar o campeonato, para perseguirem e obterem a vitória neste desafio contra umas lagartixas que comem cérelac, ao menos que a vitória seja um objetivo, para que o FC Porto consiga igualar o record de jogos sem derrotas, que pertence a um grande senhor do futebol Mundial, de nome Bobby Robson, que merece o maior respeito, consideração e carinho, de todos os adeptos e simpatizantes do FC Porto.

Arreganho, fé, crença, e muita cabeça fria, e nada de entrar no jogo rasteiro que vos vais ser feito, pois vocês são muito superiores, quer em técnica quer em vitórias e trofeus.

Este é um jogo, em que a equipa do FC Porto, tem uma das grandiosas e raras oportunidade de, ao puxar dos seus galões e saber, marcar claramente a sua diferença para melhor, empurrando o adversário de hoje, bem como o outro que estará a jogar por fora, para um canto, afim de um sarar e lamber as feridas de uma derrota que o afastará da corrida ao título, e ao outro que o deixará a pensar que isto ainda não acabou, nem será tão fácil.

Allez...Porto Allez!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Relembrar o passado, é inteligente.

Hulk; Relembrar o passado, é inteligência da nossa parte!


“Hulk à Bolt, deixa um rasto de amarelos e vermelhos”. Foi assim que o jornal, Record, descreveu a exibição do brasileiro na sua primeira visita ao estádio de Alvalade. Apesar de ter sido expulso, na sequência de uma simulação, o Inv«crível mereceu uma oportuna comparação com o fantástico velocista jamaicano, tal a potencia do seu sprint. Foram 70 metros que o levaram desde o meio campo do FC Porto, até a área do Sporting, com os estragos já referidos anteriormente. O vermelho foi arrancado a Marco Caneira, ao passo que o Amarelo foi visto por Polga. O primeiro já deixou de fazer parte da realidade sportinguista há muito tempo. O central pode ajustar contas com o portista.”

Nesta pequena notícia, e depois de tanto tempo passado sobre o dito acontecimento, ficamos ainda com a nítida sensação, de que tudo se mantêm atualmente na mesma. Os que usam e abusam das pancadarias e obstruções,  abaixo do permitido pelas leis normais do jogo, continuam a poder fazer o mesmo, apesar dos jogadores mudarem de nome, mas não na forma de fazer ou obter as coisas, mantendo o seu nível na mediocridade vigente e idolatrada por uma elite, que só porque vive na capital de um reino passado, se acha acima dos demais.

Hulk, esse continuou sereno e em crescendo, estravazando já os limites físicos e intemporais da história do futebol português, colocando-se como o jogador mais precioso pelo que consegue realizar, quer em jogadas individuais ou coletivas, quer nos inúmeros golos marcados com a camisola azul e branca, acabando assim por ter a maior clausula de rescisão, alguma vez vista por estas bandas.

Mas nesta pequena alusão a um acontecimento passado, podemos prever com sobejada pontaria, o que veremos no próximo sábado.

Hulk a querer fazer as suas belas jogadas e a ser constantemente marcado e massacrado, pelos do costume, e com o árbitro a fazer vista grossa. Mas se Hulk se queixar ou responder às constantes picardias, o dignissimo juíz da partida lá estará, para solicito e sagaz, mostrar o devido cartão pela falta de fair play do jogador brasileiro, não se coibindo caso as coisas aqueçam contra os da casa, de vislumbrar o mais pequeno dos “chega para lá”, para expulsar Hulk, ou um qualquer jogador de azul e branco vestidos.

No jogo do próximo sábado, e na minha opinião, decide-se o rumo do campeonato de 2011-2012. Este não será um jogo Sporting, Porto, mas sim um jogo de um país exarcebado entre o verde e vermelho, contra aqueles que apesar de constantemente perseguidos e enxovalhados, tem conseguido ser os maiores vencedores de Portugal, e que não sendo devidamente reconhecidos e respeitados internamente, o tem sido sobejamente reconhecidos a nível europeu e mundial, pelos seus méritos desportivos e organizacionais.

Que Hulk e o FC Porto, estejam psicologicamente bem preparados, para aguentar o ambiente nefasto que vai rodear este jogo, quer fora quer dentro do campo, já previamente treinado, conforme se viu no ultimo jogo em Alvalade contra o Marítimo, nos acessos aos balneários.

Acima de tudo, que Hulk e o FC porto mantenham a calma e a lucidez suficiente para se esquivar das provocações, pois em termos de jogo jogado e de conquistas e vitórias, não existe comparação possível, entre estas duas equipas.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Manifestação de superioridade e de grandeza, do FC Porto.


“Foi assim quase uma estreia a minha recente visita ao estádio do Dragão, que não conhecia sequer, para a entrega a Hulk do prémio Artur Agostinho Record 2011.”

“Tive a oportunidade de agradecer ao presidente Pinto da Costa e ao diretor geral da SAD, Antero Henrique, a gentileza da receção no Dragão, mas só no regresso a Lisboa, é que tomei a verdadeira consciência da natureza desse gesto. 

É que no início de 2003, quando cheguei com o António Magalhães à direção de Record, os contactos institucionais com o FC Porto estavam cortados, para os reatar, só oferecemos nestes nove anos o que podemos dar; respeito pelo clube e pelo que conseguiu, e boa-fé no relacionamento diário.

O afastamento levou Record a perder leitores portistas, e por isso, a nem sempre poder dar nas primeiras páginas, o merecido relevo editorial às proezas desportivas que os dragões foram acumulando. E até a nossa opção de contar com o empate do Benfica com o FC Porto, e de colocar os encarnados à frente da Liga de futebol, parecia fazer desta, a altura desaconselhável para entregar um prémio a um jogador dos campeões. Não o entenderam assim os dirigentes do FC Porto, que quiseram mesmo associar-se a um ato de justiça para com um futebolista extraordinário.

Record regista, e agradece publicamente, essa manifestação de superioridade e grandeza. Não é para todos, é só para quem é capaz.”

Parte da crónica “ Canto Direto “ do Diretor do Record, Alexandre Pais.

Depois de ler isto, admitindo desde já o ter ficado um pouco perplexo com o que foi escrito, num jornal ostensivamente contrário e com provocações diárias ao bom nome do FC Porto, como ainda ontem se viu, questionamos o seguinte;

Como é que um diretor de um jornal desportivo de maior tiragem diária nacional, não conhece o estádio do recente campeão nacional e campeão da liga europa, estando nessa função desde 2003?

Como pode este Diretor, emitir corretamente opiniões e considerações ou gerir noticias diárias na comunicação social, sobre a vivência do FC Porto, se realmente desconhece o clube, e a massa adepta que o idolatra?

Pensavam que viriam a casa de uns energúmenos e sem educação, e como foram bem recebidos com elevação e educação, ficaram tão surpresos e perplexos, ao ponto de ter a necessidade de registar publicamente o agradecimento?

Porque refere que tratam o FC Porto com respeito, se ainda ontem, na sua publicação, publicaram que o campeão de Portugal, era o Benfica e não o FC Porto. Que tipo de respeito é este?

Ou será que este ato é devido aos tempos de crise nos subsídios, e na previsão de uma queda acentuada no poder de compra, daqueles que compram e devoram a amálgama do seu jornal, tendo-os obrigado a rever a estratégia, e com esta entrega do prémio a Hulk, tentar ganhar o mercado que na altura não lhes fez diferença?

Será este gesto, um verdadeiro ato genuíno de contrição e de tréguas, ou um ato de pura gestão comercial, para travar a queda acentuada nas suas vendas diárias, fruto do maior nº de adeptos portistas, que como se sabe, se encontram quer em termos nacionais quer em termos internacionais, em franco crescimento numérico nos últimos 10 anos?

Bem, como dizia alguém; Mais vale tarde do que nunca.

Resposta à altura, teve-a a SAD do FC Porto, nas pessoas do seu Presidente e do seu Diretor Geral. Altivez, educação e saber estar, pois o clube os seus jogadores e os seus adeptos, tudo merecem, e são superiores a estas questiúnculas de taberna e alguidar.

Veremos até que ponto este reconhecimento publico, será um mero ato isolado, ou se o Record seguirá o caminho correto de tratar todos os agentes, clubes, jogadores, e acontecimentos desportivos, com a mesma e devida distância crítica, sem envergar a camisola de qualquer um dos clubes.