Depois de ler nesta semana, a crónica
do jornal com nome de livro sagrado, do homem de negro com nome de disputa, mas
que de certeza nunca esteve diretamente envolvido em nenhuma, já que a sua
preferência é esconder-se atrás de alguém bem maior, que lhe sirva de escudo ou
patrono, deu-me um clique na cabeça; Queres ver que o homem é um escondido
admirador de azul e branco, mas que se mantém no armário, com medo que os
“amigos” o descubram?
Não é normal, que um assumido admirador
da causa vermelha escreva o que este escreveu depois de toda a comunicação
social, regozijar-se com a maravilha e empolgamento do jogo em que os vermelhos
derrotaram copiosamente os doces castores; “julgo ser hora de eliminar equívocos
e dar liberdade plena a um extraordinário grupo de praticantes com vontade de
agarrar as estrelas, assim não o inibam com grilhões tácticos e castradores de
talentos. Não é possível, um treinador por uma equipa a jogar à Benfica, se
continuar a raciocinar à Belenenses…” Nem um convicto azul e branco poderia
cascar com tanta nobreza, no atual mestre da táctica do Benfica, apelidando o
mesmo de ter mentalidade de equipa pequenina.
Divinal.
A entrada do texto, mais não é do que
poesia, para adocicar o manda chuva do clube da freguesia. A acidez e corrosão,
estão lá no meio do texto.
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