Conhecido por “el Nene” (o Bebé),
Cubillas nasceu em Puente Piedra, Lima, a 8 de Março de 1949. Aos 16 anos
começou a carreira no Alianza Lima, e cedo despontou como uma referência do
grande clube da capital ao serviço do qual foi o melhor marcador do campeonato
em 1966 e 1970.
Depois de um mundial fantástico (México 1970)
onde apontou golos em todos os jogos, tendo inclusive bisado numa partida, foi
considerado um dos melhores jogadores da competição e o próprio Pelé considerou
que Cubillas era o seu provável sucessor. Dois anos depois, recebeu o prémio
atribuído ao melhor jogador da América do Sul e foi o melhor marcador da Taça
Libertadores.
O salto para a
Europa
Em Julho de 1973 deu o salto para a Europa e
assinou pelo Basel da Suíça. Mas duraria pouco tempo a sua experiência
helvética, desanimado que estava com o amadorismo do Campeonato e com a vida que
levava em Basileia.
Não estranhou que no verão seguinte mudou-se de armas e
bagagens para a cidade invicta onde vestiu a camisola azul-e-branca do FC Porto
a troco de 5600 contos pelo passe e 125 contos por mês – uma fortuna para a
época – durante três épocas.
As suas portentosas exibições e os golos
apontados ao serviço dos dragões fizeram de Cubillas um ídolo da massa
associativa do clube, rivalizando com Eusébio e Yazalde em popularidade. Em 1977
decidiu voltar a casa e ao seu Alianza Lima onde conquistou o
bi-campeonato.
Os nossos parabéns a Teófilo Cubillas, e os desejos de muitas e muitas felicidades, a este grande senhor do futebol mundial.
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