Mas a expressão “à Porto”, vai ao
encontro da ideia de um espírito próprio no seio do clube da Invicta?
As antigas glórias azuis e brancas dão
esta relação como inevitável, mas ainda assim encontram algumas
diferenças.
“A mística tem muito a ver com o
funcionamento interno do clube e o seu crescimento. Os jogadores da minha
geração sentiram na pele as dificuldades da evolução do clube. Quando o FCPorto
ainda não era o que queria ser – e que é neste momento - os obstáculos que
encontrávamos obrigavam-nos a trabalhar de uma forma incrível, a sermos
realmente solidários para ajudar o clube a chegar onde queria. A mística nasceu
da necessidade de o FCPorto querer chegar onde ainda não conseguia e, hoje, as
coisas são necessariamente diferentes”, referiu Jaime Pacheco.
Para José Alberto Costa, o que
caracteriza o “jogar à Porto”, “não é mais do que o resultado da transmissão e
absorção plena de uma crença mais ou menos fanática transmitida a um individuo
para o meio envolvente”.
Mas o antigo extremo do FCPorto, alerta
para um certo perigo de injustiça para com a atual equipa; “O histórico do clube
diz-nos que, até hoje, a mística não se perdeu e que a análise deve ser feita
sempre períodos longos e não pontuais”.
Fonte; Jornal o Record, em
16-11-2011
Mística; é o que tem faltado a esta equipa actual do FCP. Falta garra e acima de tudo competência e querer.
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