
Para já, João Moutinho tem encarnado
muito bem essa mística, tendo sido durante a vigência do técnico Vilas Boas, o
verdadeiro dínamo da equipa. Nas equipas do F.C.Porto, tem como papel primordial
ou função, o de equilibrar os sectores atacante e defensivo da equipa,
demonstrando a verdadeira essência do “jogador à Porto”, com uma atitude de que
“ antes quebrar do que torcer”.
Contudo e na verdade, João Moutinho
tem ainda que demonstrar muito mais, para se chegar a afirmar como um grande
exemplo, entre as recordações dos maiores exemplos do protótipo de “jogador à
Porto”. Nesta cadeia de valores, existe um nome verdadeiramente incontornável
neste últimos anos; João Pinto.

Por sua vez, uma antiga glória das
equipas do F.C.Porto, dos finais de setenta, Seninho, referiu ainda outros
nomes, como por exemplo o guarda-redes Rui, o Rolando e o Pavão, terminando com
a afirmação; “Quando sentíamos estar perante estes tipo de jogadores,
sabíamos que era preciso aproveitar.”
Mandamentos do “Jogador à
Porto”
1- Colocar o colectivo acima do
individuo, e usar o individual para potenciar o colectivo.
2- Ter comportamento integrador e
potenciador do grande espírito de grupo.
3- Ser discreto, solidário,
rigoroso e profissional.
4- Tentar jogar sempre bem, para
ganhar, e com imposição do estilo de jogo da equipa.
5- Ser competidor implacável e
nunca virar a cara à luta, nem desistir.
6- Crescer nas
dificuldades.
7- Respeitar profundamente as
hierarquias e as regras do clube.
8- Ser apaixonado pelo treino,
tanto como pelo jogo.
9- Estar sempre disponível em
qualquer circunstância.
10- Saber identificar-se com a
cultura do Norte e do clube e ser defensor dos seus valores.
Se este antigo jogador do FCPorto estivesse englobado nesta equipa técnica de certeza que não estaríamos a passar por tantos altos e baixos. Conheço João Pinto, e ainda hoje é um homem humilde, que não gosta de se colocar em picos de pés, como ainda ontem se viu, num exacerbado Paulo Bento, exigindo um novo contrato como seleccionador.
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